História Nossa História (KaiSoo) - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~Armydekororoko

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Kaisoo, Máfia, Mais Ou Menos Hunhan, Nossa História, Obsessão, Policia, Possessivo, Relacionamento Abusivo, Submissão
Visualizações 228
Palavras 865
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Lemon, Luta, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura 📖

Capítulo 2 - Cap 2


Acordei sentindo o sol batendo em meu rosto, agarro-me mai ao travesseiro tentando voltar a dormir, ate minha mente dar um estralo

Travesseiro não respira

Abro meus olhos na hora, percebendo que estou abraçado a alguém, mas especificamente um homem, que tem um cheiro maravilhosamente bom, busco na minha memória o que aconteceu noite passada, e as memórias vem como um baque, sinto meu rosto queimar de vergonha, acompanhado de uma sensação muito gostosa de cafuné no topo de minha cabeça

Kai: vejo que já está acordado – escondo meu rosto em seu peito por pura vergonha – hei o que foi – me fez olhá-lo – mas voltei a esconder meu rosto na curvatura de seu pescoço – esta com vergonha do que pequeno – neguei, não queria falar que estava com vergonha por que perdi minha virgindade com um estranho, porém outro pensamento me veio a mente COLÉGIO

Soo: que horas são? – sussurrei contra seu pescoço vendo-o se arrepiar

Kai: 6:15 – levantei no pulo, mas me arrependi quando senti uma puta dor no quadril

Soo: puta que pariu – grunhi de dor, sentei-me na berrada da cama para aliviar um pouco

Kai: toma – estendeu-me um copo e comprimido, tomei na velocidade da luz – hei calma, toma devagar, ficou preocupado de me ver engasgar, levantei-me e vesti minhas roupas rapidamente

Soo: merda eu preciso ir pro colégio – procurei meu celular mas não o encontrava

Kai: perai colégio – assenti distraído – quantos anos você tem?

Soo: 17 – estava ficando quase louco atrás do meu celular – por quê? Quantos anos você tem?

Kai: 20 – não me impressionei, já desconfiava que ele tinha essa idade – alias esta procurando isso daqui – olhei meu celular em sua mãos, o peguei vendo se tinha alguma notificação, e como esperado do meu pai não tinha nenhuma, porem não me importei, mas me assustei com o tanto de mensagem e ligação do Baek, então retornei, no primeiro toque ele já atendeu

BH: SEU VIADO, FILHO DA PUTA, ONDE É QUE VOCÊ TA DESGRAÇA? – ate afastei o aparelho do meu ouvido para não ficar surdo

Soo: Baek se acalma eu já to chegando – desligou na minha cara – desgraçado – ouvi uma risada contagiosa vendo do Kim, e não acreditei no que ia pedir – então – comecei receoso

Kai: eu tenho que ir trabalhar, já aproveito e te deixo no colégio – levantou-se e foi trocar de roupa – vamos – saiu do closet pronto, pegou a chave do carro, e fomos até a garagem, e paramos em frente de uma lamborghini centenário, linda pra cacete – entra – destravou o carro, entramos o carro e seguimos para o meu colégio – é o colégio central de gangnam – assenti, verificando minhas mensagens, e lembrei que estava sem minha mochila, resolvi ligar para uma pessoa que passava la em frente

Soo: alô, Hunnie é o Kyung – ouvi uma movimentação, possivelmente ainda estava dormindo

Seh: oi Soo, o que houve?

Soo: passa na minha casa e pega minha mochila, e me encontra em frente ao colégio

Seh: por um acaso você esta mandando? – perguntou risonho

Soo: to – já estava perdendo minha paciência – e se já rápido – desliguei, suspirei relaxando no banco

Senti uma mão quente em minha coxa, mas nem me preocupei em tirá-la de la, ela foi subindo ate minha virilha vagarosamente, meu membro já estava dando sinal de vida, e logo expulsei aquela mão de meu corpo, sendo respondido por um resmungo. Paramos em frente ao colégio, e quando ia descer o Kim me puxa para um beijo afoito

Kai: meu numero já esta nos seus contatos qualquer coisa me liga – desci do carro meio atordoado, e vi aquele carrão se distanciar, um sorriso bobo tomou conta de meus lábios

Xx: quem é o sortudo que te deixou com esse sorriso bobo no rosto hein? – olhei pro lado e la estavam eles meus melhores amigos

Soo: bom dia Hun – peguei minha mochila de suas mãos

Seh: então quem é o sortudo

Soo: não é ninguém – caminhamos para um banco em frente ao murro – mais e ai, como estão as coisas com o agente Xiao – nos sentamos

Seh: ele ainda não me perdoou – suspirou – eu fui muito trouxa mesmo, eu não deveria ter feito aquilo com ele por causa de uma aposta boba, eu sabia que ia acabar me machucando também, porem fui teimoso – fungou

Xx: que bom que sabe – olhei para frente me deparando com um Baek de cara fechada – onde é que você estava hein senhor Kyungsoo – seu rosto estava vermelho de raiva

Soo: estava em casa...? – mais perguntou do que afirmou

BH: eu passei na sua casa e seu pai disse que tu não estava, e que tinha dormido... – olhou para o meu pescoço, e automaticamente lembrei-me dos chupões – mais o que é isso Kyung? – perguntou com um sorriso malicioso nos lábios

Soo: não é nada – levante-me apressado – tchau Sehun – entrei na escola sendo segui pelo Byun

BH: você perdeu a virgindade Soo? – parou na minha frente – foi por isso que não me atendeu nem respondeu? – assenti, achando que ele estava puto comigo – viado conta tudo – suspirei aliviado, pelo menos ele não estava bravo

Soo: não tenho nada para contar – semicerrou os olhos – ta eu te conto quando tivermos indo embora – abriu um sorriso que até o coringa teria inveja – agora vamos não podemos nos atrasar


Aja paciência 


Notas Finais


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