História Nossa história Ladybug e Chatnoir - Capítulo 17


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alix Kubdel, Alya, André Bourgeois, Chloé Bourgeois, Félix, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Jalil Kubdel, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Mylène Haprèle, Nathalie Sancoeur, Nathanaël, Nino, Personagens Originais, Plagg, Sabine Cheng, Sabrina, Tikki, Tom Dupain
Tags Chatnoir, Ladybug, Miraculous, Romance
Exibições 146
Palavras 1.337
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Super Power, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Desculpem a demora, tentei ao máximo deixar um capitulo bom. Desculpem os errinhos também, foi meio que escrito na correria rsrsrs. Desculpem por favor e boa leitura ^-^.

Capítulo 17 - Documentos, ainda um gatinho arrisco e estou amando.


Fanfic / Fanfiction Nossa história Ladybug e Chatnoir - Capítulo 17 - Documentos, ainda um gatinho arrisco e estou amando.

´ºo>>>----<´‘`°º°´’`Marinette´’`°º°´’`>----<<<oº`

Ele engoliu em seco olhando fixamente para minha mão onde eu segurava os documentos e o cachecol azul que agora eu reconhecia, esperei por um momento, não sabia o por que dele ter aquelas coisas, talvez porque Adrian pediu para que ele guardasse ou... não... não podia ser.

_Então Nathan? Por que você tem os documentos e o cachecol do Adrian? _perguntei, mas ele continuou mudo sem desviar o olhar da minha mão. _Nathan?

Ele se virou ficando de costas para mim olhando pela janela.

_P-por que você está com as coisas no Adrian? Ele pediu para você guardar? _Nathan permanecia em silencio, então eu continuei. _Eu sei que você não fala com ele a tempo e que ele já está casado a longe...

_Mari, você ainda ama o Adrian? _ele me interrompeu ainda de costa, a pergunta me pegou em cheio me fazendo encolher.

Eu ainda amava o Adrian? Nunca tinha conseguido o esquecer, mas ainda o amava? Não agora quando pensava em amor somente um nome surgia na minha cabeça... Nathan.

_Não sei se ainda o amo. _Falei olhando o cachecol que tinha minha assinatura bem escondida na costura. _Nunca o esqueci, mas amar... acho que não.

_O que te fez gostar nele? _perguntou ele se virando para me olhar.

_Eu acho que o que mais gostava era sua humildade, no inicio eu fiquei brava com ele e até o odiei, mas... no fim ele me surpreendeu sendo simpático e explicando tudo o que realmente tinha acontecido e no final... até me emprestou o guarda chuva. _eu sorri triste. _E nunca agradeci depois daquilo... Mas por que está me perguntando?

Ele voltou a encarar a vista na janela.

_Eu menti para você.

_Como assim? _perguntei confusa.

_Adrian não está casado e muito menos longe... bem.. acho de alguma forma ele está bem longe sem querer voltar. _falou soltando uma risada cansada.

_E-eu não entendi. _como assim Adrian não estava longe? Ele morava em Nice? Ele estava por perto? Como de alguma forma ele está longe sem querer voltar? Estava tudo tão confuso. _Nathan? Adrian está vivo?

_Sim. _ele respondeu em um suspiro, me aproximei e coloquei a mão em seu ombro.

_Ele está em Nice?

Ele balançou a cabeça devagar afirmativamente, isso fez meu coração dar uma cambalhota, Adrian estava em Nice?!

_Quando ele veio para cá?

_Depois da falsa morte. _falou ele baixinho. Suspeitei que ele tivesse vindo junto com Chat Noir então.

_Vocês se veem? _perguntei tentando controlar minha voz para não aparecer minha ansiedade.

_Mais ou menos. _ele respondeu depois de um minuto em silencio.

_Então... ele pediu para você guardar as coisas dele? _perguntei olhando para os documentos e o cachecol.

_Ele pediu para eu me livrar disso. _ele confessou com uma risada cansada.

_Se livrar? _perguntei com o coração apertado, ele queria se livrar do cachecol que eu fiz para ele? _Porque?

_Ele não quer nada que lembre o pai dele._ é claro! Ele ainda não sabia que eu tinha feito aquele cachecol para ele, ainda pensava que era o pai dele que tinha feito e o presenteado.

_Então... ele ainda está com raiva do pai?

_Raiva? _Nathan falou baixinho. _Não... talvez magoa, mas não raiva.

_E por que não se livrou destas coisas? _perguntei olhando com tristeza para os itens.

_Eu não consegui. _disse ele quase que num suspiro novamente.

_Por que? _Ele ficou em silencio encostado na janela, olhando o movimento lá em baixo.

Tentei pensar no porque Chat não podia se livrar daquelas coisas... afinal, como ele sabia disso tudo sobre o Adrian? Como ele podia saber que ainda estava magoado com o pai? Olhei novamente a foto do documento onde Adrian parecia um pouco sério, seu cabelos loiros perfeitamente penteados de lado, os olhos verdes... idênticos aos do Nathan... pensando nisto a primeira vez que vi Nathan achei que ele fosse o Adrian... e se... ele fosse o Adrian? “Você o conhecia em Paris quando ele era mais... inocente” tinha me dito Plagg uma vez “você o conhecia sem mascara também, mas nunca se ligou quem ele era”, olhei para o gatinho que dormia tranquilamente sobre a almofada “Só uma dica joaninha Nathan nem sempre foi seu nome”, olhei mais uma vez para os documentos e então para o garoto que ainda encarava a vista pensativo.

_Você fala tudo como se conhecesse exatamente pelo que ele está passando. _falei o vendo me olhar desconfiado. _Você diz que ele está perto, mas ao mesmo tempo longe... e que não quer voltar. Tem a aparência idêntica a dele... e é alguém que eu conhecia antes com e sem mascara, mas nunca descobri quem era. Seu nome nem sempre foi Nathan Hernandez... Qual era seu nome antes?

Ele me olhou com um sorriso fraco.

_Por que não tenta adivinha, já está tão perto. _falou encarando a paisagem novamente.

Suspirei e então o puxei o fazendo olhar nos meus olhos.

_Adrian Agreste? _perguntei vendo ele abaixar a cabeça sem querer me encarar, porem eu o fiz olhar em meus olhos novamente. _Adrian?

_Oi. _ele disse com um sorriso fraco, eu o encarei por alguns minutos o fazendo evitar meu olhar novamente. _Sei que está brava comigo, me desculpe por não ter dito antes, mas não confiava em vocês, nem mesmo Nana sabe sobre isso.

Ele falou se afastando aos poucos, enquanto eu ainda o encarava, ele me olhou desesperada e continuou.

_Olha sei que com toda certeza quer me matar por eu ter forjado minha própria morte e bem na hora que você se declarava... para o Adrian... mas como eu ia saber que você ia fazer aquilo!?_ele estava ficando na defensiva. _Eu fiquei confuso e...

Comecei a me aproximar dele novamente o vendo recuar ainda mais.

_Olha eu não queria te magoar, mas se eu não fizesse aquilo eu estaria sendo controlado e... eu não quero isso... _ele percebeu desesperado que a parede da pintura da torre Eiffel estava a suas costa, mas eu não parei continuei me aproximando. _Entendo sua raiva, e não vou te impedir de desconta-la...

Eu me aproximei ainda mais.

_Fale alguma coisa, grite, me bate sei lá! _ele estava começando a ficar desesperado. _Faça algo Marinette!

Coloquei as mãos em seus lábios o calando, e olhei bem dentro de seus olhos, onde ainda o medo e desespero se alojavam, “Você continua um gatinho arisco” pensei sorrindo.

_Você não se lembra mais do que eu disse? _perguntei segurando seu rosto, o vendo me olhar confuso. _Não posso gritar, nem te bater, pois estou quebrando o ciclo da raiva.

_Mas... _eu o calei novamente encostando o dedo em seus lábios, eu tinha prometido para mim mesma, que nunca mais iria deixar meus sentimentos ocultos, nunca mais iria esperar, “Sem arrependimentos” pensei.

_Sei que fez tudo pela sua liberdade, chorou, sofreu, se humilhou, se torturou... foi tanta coisa... _falei segurando seu rosto, vendo o olhar ficar um pouco confuso. _Sei que está preocupado por eu ter me declarado naquela hora para o Adrian... para você.

_Não era eu. _falou baixinho me olhando envergonhado. _Eu não sou mais o garoto perfeitinho, tímido, rico que sempre se escondia por trás da imagem que Gabriel Agreste criava. Não sou mais o Adrian que você conheceu e... se apaixonou.

_Eu discordo. _falei com sinceridade. _ Você ainda é o Adrian que eu me apaixonei, bondoso, corajoso, forte, sincero, humilde, carinhoso, hospitaleiro, gentil... você ainda é o Adrian que eu nunca esqueci.

_E o Chat Noir? Você nunca me deu bola nesta forma. _ele falou sério.

_E a Marinette? Você nunca me deu bola nesta forma. _retruquei o fazendo sorrir um pouco.

_Desculpa é que vi a Lady Bug primeiro. _falou com um sorriso triste.

_E eu percebi o Adrien primeiro. _falei, acariciando seu rosto. _Você ainda ama a Lady Bug?

_Nunca a esqueci. _confessou me olhando. _Mas não sei se conseguiria amar novamente.

_Sei que consegue.

_Como pode ter tanta certeza? _perguntou ele em um sussurro.

_Porque eu dizia a mesma coisa e agora, estou amando Nathan Hernandez. _falei sorrindo.


Notas Finais


Agradeço aos que favoritaram e aos que estão lendo. Mais uma vez continuo pedindo desculpa, espero que tenham gostado e até a próxima. Beijinhos fui.


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