História Nossa jornada - Capítulo 27


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Boruto Uzumaki, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Kakashi Hatake, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Personagens Originais, Sai, Sakura Haruno, Sarada Uchiha, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara, Temari, TenTen Mitsashi, Tsunade Senju
Tags Naruhina, Naruto, Romance, Saiino, Sasusaku, Shikatema, Suikarin
Visualizações 27
Palavras 3.004
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi, flores do campo, como vocês estão?!
Passando rapidinho, antes do ENEM, para postar mais um capítulo.
Espero que esse capítulo ajude a relaxar um pouco!
Um grande beijo e para os que vão fazer a última prova amanhã: uma excelente prova.

Capítulo 27 - Pesares


Fanfic / Fanfiction Nossa jornada - Capítulo 27 - Pesares

       [Sasuke intruso]

Cheguei em casa depois de mais um dia cansativo de trabalho pronto para receber todo amor dos meus tesouros, mas o que me recebeu em casa foi o imenso vazio e silêncio muito estranhos por sinal. Tirei meus sapatos e fui em busca de meus pequenos.

Nada na sala, nem no quarto (em nenhum deles) o último lugar era na cozinha, mas já sabia que não tinha ninguém no lugar, mesmo assim fui para o local confirmar minhas suspeitas.

Chegeui a sala e percebi um bilhete em sima da bancada da cozinha.

        “Amor,

         Fui, com as crianças, na casa dos Uzumaki. Hina nos chamou para passar o fim de tarde com ela e seus filhos.

         Voltaremos cedo, não precisa preocupar-se, pois sei que está.

         Estaremos em casa até a hora do jantar.

          Um beijo!”

Amassei o papel, não de raiva, mas sim porque me senti vazio por não ter minha família perto.

Subi para meu quarto e fui tomar um banho, para relaxar depois do dia exaustivo que tive hoje na ANBU.

Procurei por uma roupa de ficar em casa no armário, mas, antes de fechá-lo, a caixa de lembranças da Saky chamou-me a atenção. Peguei a e sentei-me na cama para ler um pouco do diário da minha mulher.

Abri a caixa e peguei o diário, mas em baixo dele uma coisa que há muito não me via chamou a atenção.

Era um pendente de parede que tinha um círculo artesanal com as cores preto e rosa fundindo-se. Analisei aquele objeto e uma onda nostálgica invadiu-me. Minha mente foi para o dia em que íamos sair para comemorar a vinda dos meus ex companheiros de time para Konoha.

Era sexta-feira e eu tinha trabalhado o dia inteiro tendo que ouvir as reclamações do Naruto e os resmungos do Shikamaru.

Estava extremamente cansado por ter que trabalhar com aquele povo, que só me dá dor de cabeça.

Antes de sair do prédio do Hokage, os caras lembraram-me que hoje tinha encontro do grupo.

Fui para casa e, antes de abrir a porta, já ouvia as discussões do Suigetsu e da Karin. Acabei de sair de um local barulhento para chegar a outro mais ainda.

Suspirei, antes de abrir a porta, em busca de minha paciência, para que eu não matasse meus companheiros de apartamento.

Na sala, Juugo olhava para mim com os olhos cansados.

- Foi isso o dia inteiro, então... _ Ele falou antes que eu perguntasse alguma coisa.

- Será que eles se lembram que hoje temos que sair?! _ Sentei ao lado de Juugo e descansei meu corpo, que foi muito bem recebido pelo meu sofá.

- Não sei. Acho que sim. Eles devem estar discutindo por isso. Ouvi algum dos gritos de Karin falando sobre, justamente, este encontro.

- Ok. Vamos esperar um pouco para ver se eles saem do quarto, para que possamos sair. Ainda tenho que passar na Sakura. Vou tomar banho. Deveria ir também. _ Levantei-me do safá e fui em direção ao meu quarto tomar um banho.

O banho foi rápido e bem relaxante. Quando saí do banheiro, já não ouvia os gritos de Karin. Provavelmente, os dois tinham parado de discutir.

Arrumei-me da forma mais despojada que consegui: com uma calça jeans básica, uma blusa de botões a qual arregacei até os cotovelos e um sapato preto simples.

Fui para sala, assim que fiquei pronto, e encontrei com Juugo e Suigetsu sentados no safá conversando normalmente, como se a poucos minutos atrás não tivesse uma guerra em meu apartamento.

- E aí, Sasuke! _ Falou Suigetsu como um sorriso alegre no rosto.

- Hum. _ Fui para cozinha beber um pouco de água. Voltei para a sala e sentei-me com os outros dois.

- Cadê Karin? _ Perguntei, olhando para o relógio, um tanto impaciente.

- Você tem uma mulher também e não sabe como é essas coisas de preparação para uma simples saída? _ Suigetsu falou de forma debochada.

- Hum. _ Descansei a perna esquerda por cima da direita e fechei os olhos encostando a cabeça no encosto do sofá para descansar um pouco.

Não sei quanto tempo passei com os olhos fechados, mas tenho noção de que foi um bom tempo.

Senti um cutucão em meu ombro e demorei um pouco para abrir os olhos, estava bastante cansado.

Abri um olho para ver quem tinha me despertado do meu precioso descanso.

Karin tinha um sorriso amarelo no rosto como se pedisse-me desculpas pela demora. Dei de ombros e levantei-me do sofá.

Tranquei a casa e fomos em direção à casa da minha rosada.

Quando ela abriu a porta eu quase tive uma sincope. A mulher em minha frente estava simplesmente maravilhosa – a saia que abraçava suas pernas e quadril, bem definido, a blusa, que marcava seus dotes. Enfim, a imagem a qual eu vislumbrava era de uma verdadeira deusa.

Não prestei atenção em mais nada ao meu redor. Depois que estávamos prontos para sair da casa da rosada, eu tive que a beijar, foi mais forte do que eu. Não consegui controlar meus sentidos e a beijei loucamente. No entanto, infelizmente, não podíamos deixar nossos amigos esperando, então, finalizamos o beijo e fomos em direção ao bar/restaurante.

Todos já se encontravam no local, então fomos os últimos a chegar.

Fizemos nossos pedidos. Eu pedi um saquê clássico, já que não sou muito de beber.

Depois de um tempo jogando conversa fora. A Sakura propôs um jogo ou algo assim, mas eu tinha uma ligeira impressão de que ela tramava algo.

Não fiquei muito confortável com aquilo, mas a rosada passou-me um olhar tranquilizador, então, deixei minha postura séria um pouco de lado, para curtir o momento.

O jogo foi tranquilo e o Neji foi o único que foi punido, por não ter seguido uma das regrinhas do jogo. Depois disso, Karin e Suigetsu entraram em uma bolha e não prestavam mais atenção em nada, parecia que nem estavam ali presente.

Sakura e Tenten soltaram uma risada ao perceber o clima entre o casal o que me fez deduzir que esse era o planinho delas, serem cupidas!

As conversas paralelas retornaram, mas derrepente o clima entre os casais ficou tenso. Parece que Sai deixou um segredo dos rapazes escapar e fez com que eles entrassem em conflito com suas companheiras.

As mulheres, como sempre, exigiram uma explicação dos namorados sobre o assunto e o nome que eu não suporto foi trazido das profundezas do inferno.

Parece que o segredo tinha alguma correlação com aquele ruivo azedo.

Percebi que Sakura estava um tanto fora de órbita desde o fim do jogo e coincidentemente, ou não, desde a nomeação daquele babaca. Decidi sondar para ver, se seu estado catatônico tinha algo relacionado ao Gaara, mas ela não me falou nada. Não confirmou nem discordou.

Acabamos entrando em uma discussão idiota e sem fundamentos por conta do meu lado possessivo.

Eu estava puto com a falta de clareza dela e ela estava puta comigo pelo meu recente interrogatório idiota.

Não sei porque tudo com a gente tem que ter tanto embate, tantas discordâncias.

Eu quero ficar com ela, ela é a única capaz de me livrar dos meus demônios, mas sempre tem algo que nos atrapalha. Ainda existe uma barreira entre nós que nos impede de seguir a diante.

No entanto, é muito difícil destruir algo que não se sabe o que é. Nós não sabemos o que significa esse muro.

Depois do nosso pequeno desentendimento, ela saiu da mesa, e eu apenas me desliguei daquele mundo por um tempo, que não foi o suficiente para me acalmar, visto que pouco tempo depois senti pessoas ao meu lado.

Abri os olhos, que nem percebi que os tinha fechado, e olhei para os caras que estavam ao meu lado.

- O que foi aquilo, cara? _ Perguntou Naruto.

- Eu pensei que fosse ver faíscas saindo dos olhos de vocês. _ Disse Neji.

Dei de ombros. Se eles não compreenderam o que acontecia, imagina eu.

Ter que lidar com os sentimentos é algo muito problemático e eu não sei me comportar diante das coisas que eu estou sentindo.

Os caras continuaram a conversar, eu, mais uma vez, me desliguei do mundo ao meu redor. Dessa forma, era mais fácil lidar com as coisas.

Senti uma grande tensão sendo emanada pelos rapazes, e tentei focar meus olhos na mesa, mas o que eu vi me deixou cego de fúria.

Sakura estava dançando com um cara que não tinha o menor pudor em tocar no corpo que era meu, mesmo que não fosse oficial.

Aquilo só podia ser uma ilusão. Ela não podia estar fazendo aquilo.

Levantei-me da cadeira e os rapazes repetiram meu gesto, mas se eles pensam que algum deles irão me controlar estão muito enganados. No estado em que me encontro não há ninguém capaz de me parar.

Segui para pista de dança, e as pessoas, ao notaram minha aurea assassina, logo abriram espaço para eu passar.

Fui até o casal no centro da pista de dança e afastei o homem que estava grudando seu corpo ao da rosada.

Com a força que o puxei para trás, ele se desequilibrou e caiu para trás com as costas no chão. Olhei para Sakura, mas seus olhos estavam perdidos, não focavam em um local especifico. Não me importei com isso, no momento, eu precisava tirar todo o ódio que estava concentrado em meu corpo.

Sentei-me na cintura do homem e comecei a esmurra-lo sem parar. O primeiro soco fez com que as pessoas prendessem a respiração, mas ninguém ousou se entrometer naquele assunto.

Quanto mais eu sentia o cheiro de sangue subir pelo local, mais sentia vontade de bater.

Cada vez que sua carne era acertada pelos meus punhos, meu subconsciente se satisfazia com aquele som.

Senti inúmeras vezes os chacras dos meus amigos vindo em minha direção, para tentar interromper aquele ato covarde da minha parte, uma vez que o homem abaixo de mim não tinha condições de lutar em par de igualdade comigo.

Eu percebia que sua respiração estava cada vez mais precária e, se eu continuasse com aquilo, ele não sairia do local vivo, mas eu não sei que força era aquela, que me impedia de parar.

Meu lado racional gritava, para que eu parasse com aquele ato desumano, mas o meu lado sombrio era mais forte e me instigava a continuar.      

Senti uma força enorme se aproximar de mim, por um momento imaginei que fosse Naruto em modo kurama, mas quele chacra não era do Naruto, mas sim da responsável por tudo isso.

Sem muito esforço Sakura me tirou de cima do homem e lhe ofereceu primeiros socorros.

Do jeito que eu caí fiquei ali no chão por um tempo. Minha respiração estava descompassada, minhas mãos tremiam pela descarga de adrenalina no meu organismo, meus músculos estavam queimando pela força exercida há pouco e minha visão estava um pouco embaçada. Nem entendi de primeira o porquê daquilo, mas quando a primeira lágrima caiu eu entendi.

Antes que mais dessas águas salgadas se desprendessem de meus olhos, eu me levantei e saí do estabelecimento.

Percebi de canto de olho que Sakura tentou me alcançar, mas foi parada por Naruto. O que eu menos queria, agora, era falar com ela. O que eu mais preciso neste momento é ficar sozinho.

Caminhei pela vila sem perceber o rumo que estava tomando. O primeiro lugar que parei foi o banco que um dia deixei Sakura desacordada.

Sentei no banco e deixei que minhas lágrimas silenciosas caíssem e molhassem o chão. Quem diria que um dia eu trocaria de lugar com aquela irritante?! Eu estaria chorando por ela.

Uma brisa gelada passou por mim fazendo-me sentir o peso da solidão mais uma vez, coisa que desde que tinha engatado com um romance com a rosada não tinha sentido.

Levantei-me do banco e continuei a andar, sem me preocupar com o caminho, deixei meus pés me guiarem para aonde meu subconsciente pedia.

Meus pés foram impedidos de continuar por causa de um montinho de areia que estava a minha frente. Ergui minha cabeça e foquei no local em que me encontrava.

Estava de frente ao distrito Uchiha em processo de reconstrução. Espero que um dia essa local seja o que fora no passado.

Segui o caminho até minha casa. Subi os pequenos degraus antes de abrir a porta.

A casa estava empoeirada, mas já tinha uma boa parte reformada.

Sentei no chão do que seria a sala de estar e fiquei olhando para um ponto qualquer do cômodo.

A casa que projeitei para minha futura família.

O distrito que um dia imagino cheia de vida.

A sala que sonho ver meus filhos brincando, correndo e nos enlouquecendo.

No entanto, tudo isso parece uma utopia, algo impossível de se realizar e isso é o que mais dói.

Sinto um aperto no meu peito, como se meu coração estivesse sendo esmagado. A dor é tão aguda que não aguento e me deito no chão com a mão em cima do meu coração.

Soco o chão, que faz uma pequena rachadura, na tentativa de diminuir aquela dor. Uma sensação de perda indescritível se apodera do meu ser.

No entanto, isso não foi o suficiente, então solto um grito ensurdecedor. Se eu estivesse ouvindo a mim mesmo, com certeza, pensaria que estava sendo torturado. E, mais uma vez, as lágrimas tomam conta dos meus olhos e eu, sem forças, as deixo caírem.

Com os olhos queimando de tanto chorar me entrego ao cansaço e durmo no chão da sala mesmo sem me importar com a sujeira e a poeira que dominam o local.

A minha pior decisão foi me entregar ao sono.

O objeto, que me levou à essas lembranças não tão felizes da minha vida, eu dei para Sakura como sinal de que estávamos um na vida do outro, por mais que as circunstâncias mostrem o contrário, que mesmo que eu faça burradas a única forma de eu ser feliz seria com ela em minha vida.

Guardei as coisas de volta no lugar que encontrei e fui tomar meu banho, no intuito de tirar aquelas imagens horrendas da minha cabeça.

Aquela foi a pior noite da minha vida, aquele sonho, balanço a cabeça para retirar as imagens que se projetaram em minha mente.

Depois que saí do banho, minha família ainda não tinha voltado, então decidi tirar um cochilo, ser pai não é fácil e aquelas pestinhas sugam muito da minha energia. Sakura diz que é porque eu estou velho, mas eu não acho, ainda, sou melhor que muitos novinhos por aí.

Não sei por quanto tempo dormi, mas acordei com pequenas e gorduchas mãozinhas em minhas bochechas, uma água fria molhando meu nariz e a gargalhada mais gostosa do mundo.

Automaticamente, meus lábios repuxaram em um sorriso, nada melhor do que aquela sensação transmitida por meus tesouros depois de lembranças nada agradáveis.

Rodiei o pequeno corpo, que estava sobre mim, com um dos meus braços e rodei na cama ficando por cima da minha Sarada.

Abri meus olhos e escutei a gargalhada de Sarada, suas mãos tentando alcançar meus cabelos, que caiam em sua direção.

Com o objetivo de ouvir por mais tempo aquele som dos anjos, eu comecei a fazer cosquinhas pelo corpo pequeno da minha princesa.

No entanto, minha felicidade não estava completa sem meu príncipe e a mulher da minha vida.

Levantei com Sarada da cama e fui atrás das outras duas pessoas fundamentais em minha existência.

- Cada sua mamãe e seu irmão? _ Perguntei à Sarada e apertei seu narizinho. Ela, por sua vez, apertou minha bochecha fazendo com que eu ficasse com bico de peixinho, o que fez minha filha gargalhar e bater palminhas.

Ouvi a voz da Sakura vindo da sala. Ela conversava algo com Yuuri, e ele lhe respondia com pequenos gritinhos entusiasmados e, às vezes, era possível ouvir os latidos do Aoda. Eu tentei me manter escondido, para ouvir um pouco da conversa entre os três, mas minha pequena não cooperou comigo, dedurando nossa localização com seu gritinho animado para acompanhar aquela conversa.

- Há quanto tempo estão aí se escondendo. _ Sakura perguntou deitada no chão com Yuuri no colo e Aoda ao seu lado. Caminhei em sua direção e Aoda latiu para mim, como se pressentisse que eu queria ficar no seu lugar, já que ele estava ao lado da minha esposa.

Deitei-me entre Sakura e sofá, uma vez que não conseguiria tirar o cachorro do local que eu desejava estar.

Fiquei de barriga para cima e sentei Sarada em minha barriga e quando olhou para a mãe e o irmão empurrou o menino de cima da progenitora e tomou se lugar. Ainda bem que o chão tinha um tapete macio e amorteceu a queda do pequeno, mas não impediu que o mesmo chorasse pela perda do lugar preferido. E eu tinha que concordar com eles, não tinha lugar mais aconchegante que o colo da Sakura.

Sarada nem se preocupou com o choro do irmão e deitou de encontro ao peito de Sakura e se aninhou a ela.

Sakura me entregou Yuuri, e eu o aninhei ao meu colo tentando fazer com que ele parasse de chorar. A pior coisa para um pai é ver sua cria chorando.

Sakura virou de lado e olhou nos olhos da nossa filha.

- Meu amor, você não pode fazer isso com seu irmão nem com ninguém. _ A única coisa que Sarada fez foi rir pela sua molecagem e se aninhou ainda mais a mãe. A criança tem apenas seis meses, mas já sabe os pontos fracos dos pais.

Minha linda olhou para mim e fez uma cara de que não aguentava tanta fofura da filha.

Passei um dos braços pela cintura de minha esposa e a trouxe para o mais próximo de mim possível e assim ficamos, os cinco deitados no tapete da sala.

Kami-sama, muito obrigado pela minha família.

Otoo-san, Oka-san, Onii-san, só faltavam vocês aqui para completar minha felicidade.


Notas Finais


Obrigada a todos que chegaram até aqui.
Lembrando que as imagens são pegas no oráculo google.
Antes de ir, não posso esquecer de agradecer aos favoritos e a todos que acompanham.
Um grande beijo e abraço.


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