História Nossa Surpresa - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Palavras 1.488
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Famí­lia, Ficção Científica, Romance e Novela, Super Power, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Pansexualidade, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


OLHA SÓ QUEM VOLTOUUUU🤘🏿🤘🏿🤘🏿🤘🏿

Só digo que: vomitei arco-íris escrevendo esse cap e demorou pq eu queria q ficasse perfeito. Espero que agrade ☺️

Capítulo 12 - No Meio do Furacão


Fanfic / Fanfiction Nossa Surpresa - Capítulo 12 - No Meio do Furacão

- Quando a gente acha que não pode piorar...

Peter parecia estar louco nos olhos de um estranho, apoiando seu corpo inteiro apenas em suas mãos, na beirada do grande edifício. Mas poderes de aranha tem lá seus benefícios.

Por que ele estava fazendo isso? Nem ele sabia muito bem. Talvez ele só tentasse imaginar que, sem seus poderes, ele estaria à beira da morte. Era seu momento de pensar em como toda a sua vida seria se ele fosse normal. Com certeza, não estaria nessa confusão toda. Nem tinha 16 anos completos e já estava lidando com poderes, desaparecimento dos país, adoção por super-heróis... Algo precisava ser feito, mas parece que ninguém pensou fazer um plano. Estava tudo nas mãos do jovem. Ele podia fingir que nada aconteceu e continuar com sua tia, mas magoando seus pais adotivos; ou se mudar com eles e abandonar sua tia. Realmente, a pressão era muito grande, principalmente para alguém que odeia magoar as pessoas.

Seus sentidos de aranha estavam lhe alertando de alguma coisa se aproximando, mas ele estava preso em seus pensamentos que nem ligou.

- O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO AÍ, CÉREBRO DE ESTRUME??

O jovem levou um baita de um susto que o fez se desequilibrar e cair em direção ao chão. Antes que pudesse soltar uma teia, sentiu suas mãos serem agarradas e puxadas para cima. Quando já estava no alto em segurança, não pensou duas vezes antes de abraçar seu herói, e empurra-lo segundos depois.

- VOCÊ ESTÁ LOUCO,WADE?! EU PODIA MORRER!!

- Mas eu estava de ajudando.

- Me ajudando?!

- Achei que você estava prestes a cometer um suicídio. Te dei um susto só pra eu assumir a culpa e sua alma ficar tranquila no outro mundo.

Wade riu um pouco, esperando que o mais novo fizesse o mesmo, mas não fez. Peter cruzou os braços, virando de costas para o loiro. Logo, sentiu dois grandes braços abraçando-o por trás.

- Era só brincadeira, baby boy... - o maior cochichou no ouvido do moreno - Se você morresse, minha vida voltaria a ser uma merda total!

- Se sua vida era tão merda, por que continuou a viver? - o jovem falava triste, olhando a cidade que estava à sua frente - Por que simplesmente não desistiu?

Nenhuma resposta foi ouvida. Wade percebeu que seu baby boy estava pra baixo. Eles se desfizeram do abraço, o menor se sentou na beirada do prédio. O mais velho ficou um pouco acanhado por ver seu único amigo, tão avoado, mas se sentou ao seu lado.

- Baby boy... 

Peter estava apoiando sua cabeça nos joelhos, com os braços cruzados cobrindo os olhos confusos, antes de virar a cabeça para falar com seu grande amigo e confidente.

- Quem tem a vida mais fudida? - o mesmo deu sorriso sarcástico

Agora Wade havia ficado muito preocupado. Desde que se conheceram, eles usam esse "jogo" para reclamarem de suas vidas. Mas nunca era Peter quem perguntava primeiro, sempre Wade.

- Fale pro Wade delícia o que você tem, Petey... - o mais colocou uma de suas mãos no ombro do outro.

- Você não entenderia...

- Ei! Eu posso até ser menos esperto que uma pedra, mas sei me esforçar, okay?!

O menor deu a primeira risada natural do dia, seguido por um suspiro.

- Tá bom, eu vou contar... Bem, eu descobri que, no meio desses 15 anos de bagunça que eu chamo de vida, eu fui adotado...

- Adotado? Então, aqueles dois que você me contou não eram seus pais?

- Não! Digo, eram. Mas nós nos separamos quando eu era um bebê, naquele acidente no prédio da Oscorp. Eles foram pro pronto socorro e me deixaram lá.

- Você aprendeu a causar encrenca antes de aprender a andar, hein, Baby Boy? - o mais velho lhe deu um empurro com o cotovelo, recebendo um olhar sério do outro - tô só tentando te animar! Continue...

- Então, eu estaria morto e sozinho se eu não tivesse sido salvo pelo Capitão América e o Homem de Ferro...

Wade se levantou num pulo, estava totalmente incrédulo

- Peraí,peraí,peraí,PÉRAI!!! Você foi salvo pelo Capitão Assmérica e o Fodão de Ferro?!

- Não só fui salvo, como também me adotaram.

O mais colocou a mão em cima do peito,  girando no lugar como se fosse ter um infarto.

- AI MEU CARALINHO!!! COMO PODE?! TIPO, PORRA PETEY!!

- Eu sei, eu sei... - o moreno suspirou, como se tivesse tirado um grande peso dos ombros

Seu confidente percebeu a confusão na cabeça do jovem. Ninguém havia lhe contado sobre essa parte de sua vida que ele nem fazia ideia de que havia acontecido. Ele se sentou ao lado de Peter, que ainda estava cabisbaixo, e colocou uma das mãos em seu ombro.

- Hey... - o mais novo olhou no fundo dos olhos do mais velho - Ninguém está te obrigando à escolher um lado agora, não é?

- Bem, não...

- Então, por que tão confuso, meu caro baby boy?

Peter nem havia conseguido abrir a boca quando o celular de Wade começou a tocar. Ou seja, ele seria trocado por uma missão, de novo.

- Pode ir. - ele forçou um sorriso para não preocupar o maior - Minha tia deve estar preocupada comigo mesmo. Depois conversamos.

Mas ao invés de atender o celular e sair atrás de dinheiro como normalmente fazia, Wade jogou o celular para longe. Peter ficou espantado e confuso com a ação.

- Você está mais maluco do que já é, Wade?! Por que você fez isso?!

- Só tô bravo com o filho da puta que interrompeu nosso papinho.

O jovem ficou mais confuso ainda.

- Mas, e a missão? E se ele te oferece-se muito dinheiro?

O mais velho passou a mão pela bochecha do mais novo.

- Baby boy, a única verdinha que me interessa agora seria a que me fizesse te comprar, para você ser meu 25 horas por dia, 8 dias da semana, 13 meses do ano e todos os anos pelo resta da minha vida fudida.

Aquela havia sido a primeira vez que Peter conseguiu sorrir espontaneamente desde que recebeu a notícia de sua infância. Wade queria isso. Queria poder colocar sempre um sorriso no rosto do moreno. Isso era capaz de fazer com que sua vida até ganhasse cor. Peter era a razão de Wade achar um motivo para continuar vivendo, mesmo com as merdas que apareciam na sua vida. Peter nunca pensou que alguém, fora a sua família, pudesse se preocupar tanto com ele. Wade era sua estrela cadente, quando a poluição da vida não lhe permitia ver um céu estrelado.

Peter apoiou a cabeça no ombro de Wade, sentindo os braços do mais velho lhe puxando para um abraço mais forte. Logo, uma das mãos subiram para a cabeça morena do aranha.

- Conte para o doutor Wilson o que se passa na sua caixola, Petey.

- É muita confusão, Weirdo. Confusão demais até para você entender.

- Escute aqui! - o mercenário olhou para o jovem fotógrafo, fingindo estar ofendido - Posso ser menos inteligente que um bebê, mas se for para controlar esse caos aí na sua mente nerd, eu posso ser até um Ainsmein.

- É EINSTEIN, gênio. - Peter não parava de gargalhar.

- Faz diferença? Ele já deve tá lá na puta que pariu mesmo.

De novo, o mais novo riu. Isso era música para os ouvidos do loiro.

- Você realmente prefere perder seu tempo comigo ao invés de ir atrás do seu precioso dinheirinho?

- Baby boy... Quando eu estou com você, prefiro pensar que meu tempo, o NOSSO tempo é infinito. 

Peter contou tudo que se passava em sua cabeça. Como Wade não era bom em dar conselhos, ele apenas fazia carinho na cabeça do jovem, prometendo que tudo iria se acertar no final, se dependesse dele.

Ficaram mais algumas horas, apenas curtindo seu pequeno tempo "infinito" antes do moreno decidir voltar para casa. Ele tinha que se resolver. Com sua tia, com Steve e com Tony. Só não fazia ideia de como fazer isso. Decidiu se desculpar com a tia assim que pusesse os pés dentro de casa.

- Tia May, eu...

O jovem parou de falar ao perceber que a tia estava ao telefone.

- Sim... Só não sei como ele vai reagir e- a senhora se virou, percebendo a presença do sobrinho - Ele acabou de chegar. Vou conversar com ele agora.

May desligou o telefone, encarando o sobrinho, que olha para tia, muito confuso.

- Quem era, Tia May?

- Era o sr. Stark, querido.

Peter não soube o por que, mas sentiu sua espinha congelar.

- O-o que que ele queria...?

May suspirou, antes de falar.

- Ele e o sr. Rogers queriam fazer um acordo com você.

- Um acordo?

- Eles querem que você more com eles Peter.


Notas Finais


Quando minhas provas n puxarem tanto, vou tentar atualizar com mais frequência.

Bjs mores 😘💖


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