História Nossa Vez - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Turma da Mônica Jovem
Tags Álcool, Amor, Cebonica, Drama, Festa, Hentai, Romance, Tmj
Exibições 96
Palavras 2.421
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olha so quem chegou... Primeiramente eu quero me desculpar pelo tempo q eu estive sem postar, sabe aquele mês em q vc fica sem internet? Passei por isso pela segunda vez, confesso q ja está me irritando um pouco ;( ksksks. Mas minha mãe prometeu q n ia mais fzr isso dnv. Segundo, eu quero agradecer a todos vcs q me animaram cm os comentários, tive q dizer q n esperava tudo aquilo n ❤e me desculpar pela demora dnv espero q vcs n estejam pensando em me matar ksksksks, n estão, né? (Medo das respostas kkk)

Capítulo 8 - Só Com Eles


Fanfic / Fanfiction Nossa Vez - Capítulo 8 - Só Com Eles

*Povs Cebola*

— Aninha ta me deixando louco!  Vocês não tem noção de como aquela garota esta me irritando,  se eu não amasse tanto ela e se ela não fosse tão boa na foda,  eu já teria largado dessa relação do caralho de uma vez só  — Titi resmungou entrando pela porta com um fardo de cerveja em uma mão e o celular vibrando em outro 
 

— Termina com ela então — falei sem esboçar nem uma importância. — Mas se a foda é boa,  então fica com ela até aparecer outra—  Cascão balançou a cabeça em negação  com meu comentário.  Eu estava sendo grosso de mais?  

— Conheci uma garota maravilhosa,  e minha nossa muito boa...  Naquelas situações — Sorrimos todos juntos enquanto Cascão contava sobre sua peguete de uma noite. Pelo visto o coração dele já tinha expulsando a loirinha Cascuda e estava dando lugar a uma morena misteriosa.  — Conheci ela em um open bar  no centro da cidade,  ela estava com umas amigas tri gatinhas,  eu até mostraria pra vocês,  mas eu não tirei foto com elas...  Mas enfim  a transa foi muito boa e eu preciso descobrir o nome daquela mina de uma vez antes que eu pire de vez — Cascão terminou sua história romântica de uma noite voltando a beber.  

— Eu não Transo faz uma semana,  acreditem quando uma mulher coloca na cabeça que só vai  satisfazer um homem depois do casamento,  acreditem,  elas não vão estar blefando, e outra coisa não adianta dizer que vão por só a cabeça do caralho,  elas não caem.  A Maria Mello simplesmente não da trela,  pior é quando elas começam a seduzir só pra te deixar louco — eu ri.  Do Contra revirou os olhos rindo,  enquanto contava sobre suas aventuras de noivo.  Eu e Dc não éramos tão próximos como eu era do Cascão, Xaveco e do Franja,  mas basicamente éramos bons amigos.  Fazia sete meses e meio que ele estava noivo de uma das garotas considerada mais bonita pelos concursos.

Era uma garota legal e delicada,  apenas se importava de mais com as aparências,  mas esse ano eles haviam decidido que o matrimônio estava perto do ''para sempre",  ou seja,  iriam se casar em um mês.  

— Pensa pelo lado bom — Franja argumentou sentando ao meu lado 

— Que lado bom tem em não poder transar com uma mulher como a Mello? — Ficamos em silêncio esperando a resposta dele,  Franja pareceu pensar por longos minutos antes de rir e responder. 

— É...  Não tem lado bom em não poder fazer nada com um mulherão daqueles — com o passar das horas alguns dos meus amigos foram ficando bêbados e dormindo uns sobre os outros, alguns resolveram ir embora,  Do Contra por exemplo disse que iria tentar coisas com Maria Mello.  Titi também havia ido embora,  já que Aninha estava o incomodando. 

— Seus bêbados,  como podem beber e ficarem nessa muvuca fedorenta? — Maria abriu a porta com um pequeno pano sobre o rosto cobrindo as áreas do nariz e da boca.  Fala serio,  o cheiro da cerveja não estava tão forte assim. 

— E ai mamãe do futuro,  como vai o mini Dudu? — perguntei indo em direção a ela que seguiu para a cozinha.  

— Te conto amanhã,  só quero minha cama — murmurou puxando a bolsa para cima do ombro — Cadê a Lana?  To com saudade dela,  faz dias que não há vejo,  ela já dormiu?  Espera ela não viu os brutamontes ali bêbados né?  Nem você né Cebola?  — balancei a cabeça em forma de negação 

— Não,  deixei ela na casa de uma...  Amiga — fiz uma pausa enquanto ela me encarava  com seriedade no olhar. — Ela trabalha comigo,  não é nada do que você ta pensando.... — me antecipei quando vi ela abrir um sorriso.  

— Confia mesmo nessa mulher pra deixar sua filha com ela? 

— Confio mesmo no Eduardo pra deixar ser pai do seu bebê?  

— Interessante — ela sorriu de canto — Ta defendendo ela Cebolinha?  

— Não — eu ri, mas na verdade eu estava? Um pouco talvez.  Maria incomodou mais um pouco antes de ir para o andar de cima,  provavelmente a conversa com o namorado não tinha sido uma das melhores.  Voltei para a sala me atirando no sofá. Bebi uma última cerveja antes de me levantar e ir até a varanda. A chuva continuava caindo fortemente a minha frente , eu gostava do som que estava enchendo meus ouvidos,  o barulho calmo das gotas d'água  batendo com força sobre a aba que tinha na varanda,  era relaxante.  Me sentei em uma das cadeiras que tinha ali fora bocejando...  Vaguei meu pensamentos para outro lugar,  para outras pessoas.  Mônica não havia me ligado,  provavelmente ela e Alana já  deveriam estar dormindo,  né?  Peguei meu celular no bolso da minha bermuda procurando pelo número de Mônica na lista,  disquei e no quarto toque ela atendeu.

— Alô? — sua voz estava fraca e distante,  provavelmente eu havia a acordado 

— Oi Mônica...  Sou eu —falei inseguro. Ela pareceu suspirar aliviada. 

— Ai que susto — ela riu fraco— Achei que fosse minha tia me ligando — eu ri um pouco baixo antes do silêncio ficar constrangedor

— Eu só queria saber se esta tudo bem...  Alana já dormiu?  Ela tomou o remédio?  Você conseguiu fazê-la comer algo? — pensei que talvez eu estivesse perguntando de mais,  afinal era quase uma hora da manhã,  se já não estivesse passado.  Mônica pareceu rir baixo antes de responder com a voz mais calma

— Alana está bem,  dormiu faz algumas horas,  estamos sem luz,  parece que deu alguma coisa nos postes,  porém só vou ter eletricidade amanhã,  eu acho que esqueci de fazer ela tomar o remédio,  mas acho que não tem problema algum já que ela estava sobre o efeito do que Toni havia lhe dado.  Bem,  ela não comeu,  disse que estava sem fome. 

— Alana não costuma comer muito,  tem vezes em que ela apenas engoli uma colher da comida que fica no prato, depois ela simplesmente se arranca para fora...  Preciso marcar um médico para isso,  talvez meu amigo possa me ajudar— falei lembrando que o melhor medico estava agora bêbado na minha sala,  falando do amor que havia perdido a seis anos atrás. Ou cinco,  não lembro. 

— Bem...  Espero que ela não tenha nada de mais,  espero que seu amigo seja bom no que faz — pude imaginar ela sorrindo de forma gentil. 

— Xaveco nunca me deixou na mão,  aquele loiro sabe exatamente como cuidar de alguém — falei bocejando.  O frio já estava deixando meus braços arrepiados era sinal de que estava na hora de eu entrar. 

— Xaveco?  Xaveco,  loiro? — Mônica perguntou praticamente engasgando

— É, você o conhece? — perguntei curioso. Mônica demorou para me responder, e eu consegui soltar um sorriso fraco, quando escutei Alana murmurar alguma coisa com a voz sonolenta.

— Não, bem... Eu conheci uma vez, mas ele não era meu conhecido, era conhecido da minha amiga — ela fez uma pausa suspirando

— Oh... Bem, entendo — falei abrindo a porta. — Vou deixar vocês dormirem meninas, boa noite...— Mônica soltou uma risada doce antes de responder um " Bons sonhos" timidamente, e desligar. Entrei dentro de casa me deparando com Cascão e Xaveco em cima do sofá cantando no ''karaokê", da vida, umas músicas sertanejas, um pouco depressivas. Era horrível, parecia dois patos tentando imitar um cachorro, eles simplesmente cantavam horrorosamente mal!

— Me diz por que Tá estragando tudo Com esse assunto agora... Isso não é hora— Cascão "cantou" balançando as mãos de um lado para o outro como se estivesse animando uma plateia. 

—Eu te vi e já te quis Me vi tão feliz Um amor que pra mim era sonho Surpreendente provar Do que eu só ouvi falar E você resolveu me mostrar — Xaveco seguiu se atropelando na frente do meu amigo,  eu tinha cem por cento de certeza que eles não estavam cantando as mesmas musicas

—Cometi a loucura de nossas fotos rasgar E uma por uma eu vou ter que colar Mas foi na hora da raiva Na hora, na hora da raiva — fiz uma careta rindo,  era engraçado ver dois bêbados nessa situação por causa de mulheres...  Minha situação não estava tão mau assim,  afinal,  eu não gostava de ninguém.  Não tinha motivos para mim ficar nessa fossa,  que nem os tontos dos meus amigos.  

— Porra,  calem essas bocas,  vocês não podem cantar,  são péssimos. E não avacalhem no Henrique e Juliano!  Será que não podem respeitar uma pessoa que precisa de paz? Vão tomar na puta que pariu se cantarem de novo eu os coloco pra fora.  Cascão não ouse chegar perto do meu cd do Jorge e Mateus eu te mato seu filho da minha mão na sua cara— Maria grito da escada fazendo com que todos nos olhássemos para ela— Xaveco por que não pega o seu carro e vai atrás daquela garota e para de estourar os meus ouvidos?  Não quero que meu bebê nasça surdo por sua causa — ela se virou e apontou para mim — Acho bom minha sobrinha estar em boas mãos Cebola,  amenos que queria ficar sem brinquedo no meio das suas pernas — avisou e correu para o andar de cima. 

— Será que todo mulher fica desse jeito quando engravida? — Cascão perguntou voltando a se sentar no sofá com um bico na cara. 

— Estressada? — brinquei 

— Não, — eles riram do meu comentário — gostosa — falaram junto

— Vão se ferrar,  ela é minha irmã,  não acredito que falaram isso,  queria ver é falarem isso na frente do Dudu — eu ri.  Eles jamais falariam isso na frente do pai do filho de Maria, a menos que quisessem levar um olho roxo e dois dentes da frente quebrados.  Conversamos por mais algumas horas e eu decidi ir dormir.  Xaveco e Cascão decidiram ri embora, o resto dos meus amigos que antes dormiam, acordaram e seguiram o exmolo dos dois, cantores,  claro que haviam chamado um taxi para ambos,  porque obviamente eles não estavam em condições de dirigirem a palavra o que dirá um automóvel. 

Escorreguei para as escadas subindo ate o meu quarto.  Pensei em tomar um banho mas de repente senti uma dor nas costas martelar meus ossos e tudo o que vi ou pensei apagou junto com minha mente quando me atirei na cama e o sono me engoliu.

                   ***                 ***                  ***

Acordei com um grito abafado vindo de longe,  me levantei com uma dor de cabeça horrível. Abri a porta quase caindo da escada com os gritos que minha irmã dava no andar de baixo. Entrei na cozinha a vendo aos gritos com o celular na orelha.

— Cala boca Eduardo!  Você não tem direito sobre o meu corpo, o que faço ou deixo de fazer por fora ou por dentro é problema meu, não seu — Maria falou abaixando a voz — Achei que você fosse saber ser pai para o nosso bebê, acho que to sozinha nessa — ela murmurou com a voz chorosa antes de desligar o celular. Cheguei mais perto da minha irmã e a abracei como quando éramos crianças e ela caía.

— Ah mana...— sussurrei dentre os cabelos dela — tudo vai se resolver confia em mim, eu sei que vai. Me fala o que aconteceu— pedi a acompanhando até os banquinhos da bancada

— Ele não entende mano. Estamos brigando direto não sei por quanto tempo vou aguentar essa situação com ele sabe? Quando não é uma coisa é outra, não entramos mais em nem um tipo de acordo, ele se acha o dono da razão e não gosto  que fique um clima estranho entre nós, mas ele não colabora, e pra piorar a situação, ele fica inventando desculpas para fugir de mim, quando não tem que ir pra casa dos pais dele vai pra prima... Estou definitivamente cansada. — ela colocou a mão sobre a barriga — meu filho não vai nascer em uma família onde o próprio pai não o quer.  Não me importo de criá-lo sozinha.— apertei a mão de Maria depositando força sobre ela 

— Vou estar do seu lado sempre mana,  sempre.  Você quer que eu fale com ele?  — perguntei.  Eu gostaria muito de ter um papo reto com aquele crianção. Se ele achava que ia abandonar minha irmã assim estava enganado.  Um filho não era apenas um divertimento,  era uma vida!  Ele não podia  abandonar a mulher que amava simplesmente porque achava que era incapaz. 

— Não  Cê deixa assim...  Eu me sinto melhor deixando as coisas acontecerem naturalmente.  Se ele acha que não é bom o suficiente para o meu bebê,  tudo bem...  Eu posso fazer sozinha,  eu sei que posso — mas não ia!  O orgulho não deixou de se apoderar de mim,  Maria podia até ser mais nova que eu quando descobri que ia ter um filho,  mas admito ela teve mais cabeça do que...  Ela ainda tem,  e com certeza terá

— Mas enfim...  Quem é a sua amiga que ta com a nossa querida bebezona?  

— Uma garota aí — dei de ombros 

— Ta pegando uma mina e não me conta nada?  Que feio Cebola!  — Maria riu dando um soco no meu ombro. Tomamos um café calmo e sem muito ânimo,  já que nem um dos dois estávamos de fato com apetite.  Depois do café,  lavei minha xícara e corri para o meu quarto,  tomei um banho rápido e vesti minha calça de abrigo  e um moletom cinza com mangas escuras por cima. 
Maria já havia saído,  parecia que uma amiga precisou de ajuda e ela se mandou.
Voltei para o andar de baixo me atirando no sofá. Fiquei uma boa parte do dia deitado fazendo absolutamente nada,  até escutar minha companhia tocar.  Resmunguei um palavrão abrindo a porta com uma carranca.  

— Papai — Alana sorriu me abraçando. 

— Oi amor — falei a pegando no colo, totalmente surpreso— Você ta melhor?  

— To sim papai,  a Mônica cuidou muito bem de mim — Alana sorriu colocando a língua entre a falha nos dentes da frente já que havia perdido um a uma semana. 

— Oi?  Eu tive que trazê-la,  já que a mocinha disse que estava com saudade e que queria saber se você estava bem — perdi totalmente o foco quando escutei aquela voz doce clarear sobre meus pensamentos.  Se eu dissesse que estava babando não seria mentira,  a chuva já havia passado,  dando lugar aos tipos calores quentes de São Paulo,  então dizer que eu não estava olhando com admiração para aquelas pernas lindas,  descobertas por uma saia preta de cintura alta rodada e um cropped branco com manga comprida em renda,  uma sapatilha preta junto a um top pequeno na ponta dourada,  seria totalmente mentira! 

— Papai,  você escutou o que a Mô disse?  Pare de olhar para as pernas dela — olhei para Alana que sorria divertida enquanto as bochechas de Mônica ficava vermelhas.  



Notas Finais


Heeeeeey. Eu ando meio chateada ksksks quer dizer, n ta rolando mais bjos né? To ate cm saudade de escrever sobre os momentos deles, então vou ver o q posso fzr no próximo capitulo skksks... Então amores n esqueçam d me dzr o q estão achando isso é importante d mais para mim ❤ bgd por tirarem o tempo d vcs pra ler um pouquinho da minha fic ksksks até o proximo gentiiii linda


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