História Nossas Gêmeas - Capítulo 12


Escrita por: ~ e ~anny_majo1

Postado
Categorias Cúmplices de um Resgate, Rebelde (RBD)
Personagens Alfonso Herrera, Anahí, Christian Chavez, Christopher Uckermann, Dulce Maria, Isabela Junqueira, Joaquim Vaz, Maite Perroni, Manuela Agnes, Téo Cavichioli
Tags Chaverroni, Jobela, Mateo, Ponny, Vondy
Exibições 77
Palavras 2.001
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa leitura !!!!!

Capítulo 12 - Reencontro Ponny


Fanfic / Fanfiction Nossas Gêmeas - Capítulo 12 - Reencontro Ponny

Manu : Mamãe, vou ser rápida e direta com você – suspirou – o papai, vai se casar com uma mulher ... safada – any se sentiu incomodada com a palavra casamento

Any : Casar? – como ele iria se casar se ainda eram casados? Martelava na cabeça dela

Isa : É mãe, eu a conheci agorinha, é tão feia e ruim quanto a Cruella – emburro – você tem que impedir o casamento

Any: O que? – sem acreditar – vocês me trouxeram aqui para estragar o casamento dele? – levantou um pouco a voz, fazendo todos no restaurante olhar para elas

Manu: Olha o vexame Dona Anahi– sentindo vergonha da mãe

Any : Dona é a sua mãe – falou automaticamente irritada

Isa: Foi o que ela falou – apontou para Manuela, deram risadas juntas, mas logo pararam vendo a cara de Any – A mamãe, eu sei que você ainda gosta do papai, não queremos ela como madrasta – any piscava os olhos nervosa

Manu: Madrasta é pouco ... se não fosse pelo Pedro, já tinha botado fogo no cabelo dela – falou entre dentes irritadíssima.

Isa: Que alias é muito gatinho, AI! – agora foi a vez dela de levar um beliscão na coxa

Any estava um pouco petrificada, já que nem conseguia pensar, muito menos ouvir o que as filhas estavam discutindo, o restaurante estava cada vez menor, parecia que as paredes estavam se fechando, se sentia angustiada, nunca imaginou estar nessa situação. Poncho o amor de sua vida, iria se casar com uma mulher que suas filhas não gostavam, era hora de se levantar e botar “ordem na casa”.

Any: Chega as duas – levantou da mesa – Manuela arrumesuas coisas, vamos para casa – desviou o olhar para Isabela – você vem comigo, vamos procurar Poncho, quero deixar claro que você esta bem cuidada – já ia saindo na frente esperando ser seguida pela filha.

Isa não seguiu any como ela desejava, levantou da mesa e seguiu o caminho diferente dela depois de ter encarado Manuela com os olhos arredondados.

[...]

Any quando percebeu não ser seguida por isabela olhou para trás, até que esbarrou em alguém

Xxx : Não olha para onde anda não? – a mulher falou irritada

Any: Me desculpe – sorriu amarelo – estava um pouco distraída,não te vi – a mulher era alta, magra e bem bonita ao ver de Any

Xxx : claro que não ia me ver, você muito na ...- iria chamar ela de anã, só que foi interrompida por um funcionário do hotel

Funcionário: Anahi Portilla?  - any olhou para trás

Any: Pois não? – a tal pessoa olhou any de cima abaixo e abrir um sorrisão, nem ouviu o que o funcionário queria com ela, só viu ele sair dali.

Xxx : você é Anahi Portilla , estilista e dona do “Extranjera”?

Any: Culpada de novo – sorriso tímido – me desculpa mesmo viu e...

Paula : Paula Reca – já foi beijando o rosto de any, como se fosse amigas há anos – liguei para o seu ateliê ontem e me falaram que você não estava lá, tinha viajado a trabalho – sorriu – é muito bom conhecer você pessoalmente – any apenas sorriu – vou me casar em breve, queria muito um vestido desenhado por você

Any: Claro – sorriu – depois da grosseria de ter “empurrado” você – Paula sorria radiante – liga amanhã lá no ateliê, hoje mesmo estou indo embora.

Paula: Já amiga? – fez cara de tristinha, any queria rir, mas se conteve

Any : É, só vim mesmo a trabalho – Paula importunou any por mais algum tempo e falou que iria procurar o noivo para contar a noticia.

Any por incrível que pareça não tinha gostado daquela moça, ela lhe passava tanta falsidade. Andava perto da piscina, enquanto era observada por Poncho

Poncho : any – sussurrou para si mesmo, foi se aproximando para falar com ela, mas na hora que estava passando pela borda da piscina, apenas escutou alguém falar “Olha a bola”, era a voz de any, avisando que uma bola estava indo em sua direção, a bola bateu com tudo na cabeça de Poncho fazendo o cair na piscina, any se aproximou da piscina um pouco preocupada e viu Poncho sair de lá com um pouco de dificuldade, sua testa estava sangrando um pouco.

Any: Você esta bem? – deu uma risadinha preocupada – esta sempre se machucando – o ajudou sair da água, realmente ele tinha feito um corte um pouco em cima da sobrancelha

Poncho: Eu acho que sim – passou a mão no local machucado – ai – olhou para o dedo sujo de sangue

Any: você esta sangrando – chamou uma moça que recolhia toalhas – vocês tem uma caixa de primeiro socorros? – a moça falou que já ia trazer – senta aqui nessa espreguiçadeira – fazendo ele se sentar

Poncho: Você não mudou nada any – olhando os olhos dela que desviaram para a piscina – o que esta fazendo aqui?

Any: vim a trabalho – mentiu, como iria contar que estava com Manuela e isabela

Poncho: Ah! – any percebeu um desapontamento na voz dele, talvez porque ele não queria que ela trabalhasse um dia. Na verdade Poncho por um instante teve a esperança dela ter voltado por ele ou por isa, a mulher voltou com a caixa de primeiro socorros – Ai! – reclamou depois de sentir o algodão com álcool arder, any aproximou os lábios do ferimento e assoprou devagar, Poncho olhava para a boca dela, estava com tantas saudades daqueles lábios, mas agora estava para se casar e any talvez era uma pagina virada.

Any: Prontinho – terminou de limpar, guardou as coisas na caixa de primeiros socorros

Poncho: Obrigado – sorriu todo charmoso, aquele era o sorriso que ela mais amava e Poncho sabia disso.

Any: Er, acho que vou indo – estava tão perto dele que nem coragem de falar das meninas tinha, aquele cheiro (perfume) que exalava estava a incomodando tanto. Poncho lhe segurou o braço.

Poncho: não nos vemos há uns treze anos – gaguejava – eu nem acredito que você esteja aqui – aparentava mesmo surpreso – de repente no dia em que eu vou noi... – foi interrompido por uma voz conhecida, era Manuela que acabará de chegar perto deles

Manu : Pai – suspirou, Poncho levantou da cadeira cambaleando um pouco – eu posso explicar por que ela esta aqui – agora any estava de pé, olhava atenta a filha

Poncho : isabela você sabe quem é ela? – manuela de um pequeno sorrisinho da cara espantada do pai

Manu : Na verdade eu sei e ... – olhou para baixo respirando fundo e voltou a olhar para ele – na verdade não sou a isabela... – Poncho arregalou os olhos, como assim ela não era a sua pequena isa

Isa : Na verdade a isabela sou eu – Poncho passou a mão no rosto por um instante e se sentou na cadeira que já estava sentado antes. Só poderia estar sonhando.

Poncho: vocês duas – abriu um sorriso – juntas – completou a frase, olhou as duas filhas e não podia acreditar – Isabela e Manuela – já estava com um sorriso de orelha a orelha, any estava satisfeita com a reação de Poncho, estava até achando fofo a carinha dele

Isa : Pai, eu acho que você e a mamãe pensam igual – olhou para any e depois para Manuela

Manu: Porque nos mandaram para a Disney no nosso aniversario – sorriu meiga – lá nos conhecemos e tudo se “revelou” – isa deu um pequeno sorriso.

Any: Elas trocaram de lugar – suspirou – você estava com a Manuela o tempo todo – manu sorriu

Manu : Papai, a isa queria conhecer a mamãe e eu você, ai decidimos trocar – sorriu , Poncho levantou da cadeira e a puxou para si, abraçando ela com carinho e lhe beijando o topo da cabeça

Poncho : a ultima vez que te vi você eram tão pequena– Manuela revirou os olhos

Manu: Não precisa lembrar disso – todos riram, ela voltou a ficar ao lado de any abraçando ela pela cintura

Manu: Pai, agora estou crescida e não tenho pai – olhou para baixo triste

Isa: E eu estou começando a minha vida de adolescente e sou a única garota que não tem uma mãe para brigar e nem dar conselhos – olhou para any , fazendo ela dar um sorriso

Poncho: isa, você estava em Londres esse tempo todo? – a menina afirmou com a cabeça – vem cá pestinha – abraçando a filha também

Isa: Papai, a  mamãe é incrível – falou mas para um sussurro – não sei como a deixou escapar – Poncho olhou para any que fingiu não escutar, vendo as três mulheres da sua vida juntas, percebeu que tinha jogado fora treze anos de sua vida.

As meninas saíram de perto deles depois de any ter pedido para conversar com Poncho

Any : Essas meninas – rindo muito com o comentário de isabela. Poncho encarava ela com aqueles olhos verdes e penetrantes

Poncho: Não acredito que você esta aqui – estava sentado na cadeira de novo – você esta tão linda – falou enquanto admirava a beleza dela

Any: Obrigada – falou sem graça – treze anos e você continua com essa cara de bebê – Poncho deu uma risada 

Poncho: o seu bebê – abriu um sorrisão ao ver ela ficar vermelha de vergonha.

Any : Poncho – toda envergonhada – soube que você esta noi...vando – quase não conseguiu falar, pois gaguejou.

Poncho : Como você ... – pensou um pouco – Manuela te contou é claro – anu afirmou com a cabeça – não imaginava que um dia iria conseguir me casar novamente – sorriu – e você, casou? – any se ajeitou na cadeira

Any: Er ... – arrumou a franja – ainda não? – ainda? Pensou ele.

Poncho: Mas pensa em se casar? – any afirmou com a cabeça – você pensa em se casar, mas ainda esta casada comigo – Poncho ficou um pouco irritado por saber que ela pensava em se casar.

Any: É mesmo? – perguntou irônica – quem é que esta para se casar aqui? – deu uma risada e Poncho fechou a cara – alias, como vai se casar se ainda não nos separamos? – Poncho se levantou da cadeira

Poncho: você vai me dar o divorcio – falou autoritário, esbravejando baixo, any estava acostumada com aquela oscilação de humor

Any : Com todo o prazer – falou calma, com um sorriso no rosto. Poncho a olhou com fúria, contou até dez e sorriu sem vontade – só vim trocar as meninas e te falar que eu quero muito fazer parte da vida da minha Isabela – agora sorriu “de verdade”

Poncho: não era a trabalho? – any deu um sorrisinho – tudo bem any, quero fazer parte da vida da NOSSA Manuela – any estava tão acostumada com aquela troca de humor dele

Any: Já que estou aqui, vamos ter que nos divorciar – falou calma – se não você não vai se casar – Poncho pensou um pouco e assentiu.

Com isabela&Manuela

Isa: Nasceram? – sorrindo com a noticia de que Atena tinha tido filhotes

Manu: sim, eles são tão lindinhos – fazendo voz de bebê. Elas estavam sentadas em uma muretinha, de onde dava para ver os pais conversando

Isa : Parecem que eles estão brigando – apontou para os pais

Manu : deixa eles – riu – quando eles descobrir que invés de nos separar vão ter que ficar juntos por mas alguns dias – sorriu – olha Pedro vindo ali – apontou para o namorando que se aproximava delas.

Isa: Ownt, lá vem seu love – deu risada depois de receber um leve puxão de cabelo da irmã

Pedro: Oi garotas – sorriu e se sentou ao lado de Manuela, dando nela um selinho

Isa: Cunhadinho – apertou a bochecha de Pedro, Manuela deu um tapa na mão dela – Ai manu– fez biquinho, fazendo os dois rir

Quem : só de pensar que esse biquinho é só meu – chegou atrás de todos, sem ninguém perceber, isabela ficou super envergonhada

Isa: Cala a boca retardado – Joaquim se sentou ao lado de isabela e riu

Quim : pirralha - manu revirou os olhos

Pedro: Quer levar uns socos – falou rindo

Isa: pode ser um na boca, para cair logos os dentes? – Quim passou o braço em volta do ombro dela

Quim : Vai querer me beijar mesmo sem dentes? – riu, isabela fez um não com a cabeça.

Estavam os quatro se divertindo ali sentados, pareciam se conhecer há anos. Enquanto eles estavam conversando, isabela viu Paula se aproximar de seus pais.

Notas Finais


Continua amanhã ......


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