História Nossas Idas e Vindas - Capítulo 27


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fairy Tail, Naruto
Personagens Aquarius, Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Jellal Fernandes, Juvia Lockser, Kiba Inuzuka, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Lucy Heartfilia, Mirajane Strauss, Naruto Uzumaki, Natsu Dragneel, Neji Hyuuga, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Sting Eucliffe
Tags Colegial, Drama, Fairy Tail, Hentai, Nalu, Naruto, Romance
Visualizações 70
Palavras 3.108
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Esporte, Fantasia, Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ooii Minna, eu estava muito ansiosa pra posta, então vai vir um dia antes mesmo.
Boa leitura meus amores.
LEIAM AS NOTAS FINAIS^^^^

Capítulo 27 - Em sua sala


Fanfic / Fanfiction Nossas Idas e Vindas - Capítulo 27 - Em sua sala

-Aqui! -É claro, se estávamos ali aonde mais seria?

-Sabe eu lembro que aqui foi o primeiro lugar que eu vi você, fora da escola claro. -Natsu pegou gentilmente em minha mão e me puxou, meu chinelo afundou levemente na areia daquela praia que era tão importante para mim. Passei a mão pelo colar que eu e Levy temos, lembro-me como se fosse ontem, compramos biquínis e nos divertimos muito, Levy conheceu Loke e eu bem... Matei a saudade dele.

Estávamos na praia e logo a frente tinha um luau, haviam muitas pessoas e eu reparei em cada detalhe, a luz da lua refletia sobre o mar que deixava o vento levemente gélido e me fazia arrepiar. Andamos pelo luau e mulheres nos entregaram colares de conchas, haviam tochas espalhadas pelo local, Natsu me entregou um copo com alguma bebida e eu sem demora ingeri o liquido, parecia ser suco de morango com uma pontada de destilado, mas eu não me importava. Encontramos Levy e Gajeel, eles já haviam se tornado meu casal favorito.

-Gostou? -O rosado me perguntou e eu claro fui sincera, a festa era linda, principalmente com a Lua tão clara e radiante. Natsu sorriu para mim, um sorriso de canto, que me parecia mais atraente do que o mar. A essa altura eu já estava no quinto copo de suco e algo já parecia sair do meu controle, talvez meu corpo, afinal ele não estava acostumado com nem uma gota sequer de destilado.

-Vamos, fazer algo divertido? -Eu disse sugestiva, queria provocar e incentivar sua imaginação, Natsu me sorriu de volta e eu só pude pensar "perfeito", eu não queria terminar o dia fazendo o que a nerd deprimida faria, se trancar no quarto, já estávamos ali e eu só conseguia imaginar maneiras de me divertir.

Peguei a mão de Natsu e fui puxando-o em direção ao mar, deixei meu chinelo na areia e entrei, a água já estava no meu joelho quando ele me gritou, "O que está fazendo?", eu só sorri e voltei para busca-lo, minha vontade era de tirar aquela blusa, mas não poderia, então só o puxei e ele me acompanhou relutante.

-Nós vamos nos divertir! -Quando a água já estava no meu quadril eu pulei na onda, aquele foi  mergulho mais demorado da minha vida, como em um filme, todos os acontecimentos recentes me passaram pela cabeça e eu voltei a superfície, vi Natsu emergir um pouco distante de mim e constatei como era bom tê-lo conhecido.

Fiquei admirando-o a blusa branca colada, me dava uma boa visão de seus músculos por estar molhada, ele me sorriu e veio até mim, ainda estávamos ouvindo a música do luau e eu entrei no ritmo da música, eu apertei sua camisa entre meus dedos e ele mordeu o lábio inferior, eu já sabia o que viria a seguir, uns amaços, mas ele me surpreendeu.

-Vamos pra casa? -Ele perguntou apertando a poupa da minha bunda, eu não sei por que mas prontamente aceitei. No caminho da volta ele estava ansioso e eu mais ainda, um calor incomum tomava conta do meu corpo, ainda mais pelas insinuações dele, afinal ele pegava em minha perna e a apertava e dava leves olhadas para o meu decote, afinal depois de entrar na água meus seios ficaram levemente marcados pela blusa, eu estava sem sutiã e ele podia ver como seus toques me deixavam. 

Passamos correndo pela portaria do prédio, os beijos já começaram no elevador, o que era algo muito perigoso, afinal alguém poderia entrar, mas sem pensar duas vezes ele me prendeu na parede do pequeno elevado e tirou meu cinto. Ouvimos a porta abrir, eu me assustei, mas estávamos no andar de Natsu, sem demora ele me pegou no colo e foi me arrastando pelas paredes, sem cortar o contato entre nossos lábios, o que me rendeu algumas dores, por bater em objetos. Parando para pensar eu acho que essa foi a experiência, mais louca e excitante que eu já vivi, até agora. Natsu pegou as chaves do bolço, todo desajeitado e paramos de nos beijar para que ele pudesse abrir a porta.

Fechei a porta atrás de mim e fomos nos arrastando pro sofá da sala. Meu corpo queimava, eu nunca havia feito algo parecido, era rápido e cada toque era necessitado, mas eles tinham tanta intensidade que eu quase não tinha mais controle sobre mim, talvez um pouco disso seja por conta do álcool que eu havia ingerido. Me agarrei com uma das mãos a sua camisa, que estava um pouco úmida, senti que seu coração estava disparado, assim como o meu, eu sentia que meu peito não era mais suficiente para ele e que a qualquer momento meu coração fosse sair para fora. Com a outra mão me agarrei a seus cabelos, sedosos e úmidos, que vez ou outra colavam em minha face, me fazendo uma sensação indescritível.

Natsu parou o beijo por um mísero segundo, ficou me olhando, no fundo dos olhos, como se contemplasse minha alma, eu poderia ficar ali para sempre, aqueles olhos ônix me pareciam tão selvagem, que por um momento jurei ve-los  ficarem avermelhados. Mas em um descuido Natsu pareceu se transformar e algo que eu não sabia muito bem o que era, mas ele parecia um animal que havia ficado enjaulado a muito tempo, seu corpo fervia, como se estivesse queimando em febre, mas ele não demonstrava estar mal, na verdade havia passado a fazer qualquer movimento com mais rapidez.

Senti ele colocar as mãos em minhas nádegas, afinal eu estava de saia e deu um aperto tão forte que senti elas latejarem, com toda certeza ficariam marcas, desceu suas mãos, no que eu esperava que fossem apertos gostosos e carinhosos, se tornaram apertos dolorosos.

-Nat-su -Eu falei baixinho com medo da reação -Está me mac... -Tentei dizer que ele estava me machucando, mas no mesmo momento ele parou, tirou as mãos de mim e se jogou para trás. Eu me encolhi e fiquei observando ele jogado no sofá a centímetros de mim.

-Lucy. -Ele me chamou e eu cheguei mais perto -Me desculpe. -Vi ele passar as mãos pelo rosto e os cabelos lhe cobrirem os olhos, ele se sentou no sofá.

-O que foi isso Natsu? -Eu perguntei com a voz ainda baixa, não queria que ele se sentisse culpado, afinal senti que seus atos foram impulsos de seu descontrole, mas estava tudo bem, não é como se ele houvesse mesmo me machucado, mas ficaria sim marcas.

-Eu me descontrolei, poderia ter te machucado. -Eu sorri, afinal não sei se por conta do álcool, mas eu estava excitada o bastante para parar agora, ainda mais depois de senti-lo me dominar, era como se ele exalasse testosterona, além do normal.

-Então eu posso te ensinar o meu ritmo? -Eu não ligava para qual seria a resposta, sentei-me em seu colo e vagarosamente retirei sua camisa. Senti seu olhar de surpresa cair sobre o meu corpo, ainda mais quando eu retirei minha blusa, eu saberia que sem o meu consentimento ele não iria me tocar, então eu me adiantei e disse muito perto dos seus ouvidos, apertando cada vez mais meus seios contra seu peito nu - Pode toca-los -A essa altura eu já sentia algo crescer entre minhas pernas. Eu já havia sonhado estar fazendo coisas parecidas com Natsu, mas senti-lo realmente era inexplicável, supria todas as minha expectativas, era muito mais do que eu poderia sequer imaginar.

Ele finalmente tocou em meus seios. Nenhum homem havia me tocado, não como Natsu, nenhum homem havia me visto sequer sem blusa, mas eu ansiava tanto pelo toque do rosado, que eu não conseguia pensar em integridade, ou em como seria o dia de amanhã. As mãos dele me apertaram, me transmitindo o calor de seu corpo, perto dele eu parecia extremamente gelada e suas mãos me faziam arrepiar.

-Senh... Nat-su -Bob, abriu a porta bruscamente, eu me assustei, já Natsu sem saber o que fazer me abraçou para que Bob não visse nada. O pequeno homem velho fechou a porta e eu olhei para Natsu, deitei minha cabeça, na curva de seu pescoço e sibilei baixinho "Que vergonha".

Sai do colo de Natsu e coloquei a camisa dele, que ele havia me jogado, estava gelada. Natsu abriu a porta para Bob, que se desculpou umas três vezes.

-Eu bati, mas... Bem, o senhor estacionou na vaga do outro apartamento e a senhora quer a vaga, vim buscar a chave para poder estacionar seu carro. -Natsu suspirou e eu ri, ele estava frustrado, entrou para a cozinha buscar a chave e Bob ficou parado na porta -Mil perdões senhorita Lucy, eu não vi absolutamente nada. -Eu ri para Bob e o Natsu voltou jogando a chave para o pequeno homem que fechou a porta, indo embora.

-Bem eu acho que vou tomar banho. -Eu disse tentando sair daquela situação constrangedora, mas Natsu me segurou pelo braço. Meu corpo ainda estava queimando e eu sentia que se ele iniciasse algo, eu não conseguiria parar e faria besteiras, mas vi que a conversa era séria quando seus olhos pousaram sobre mim.

-Lucy me desculpe, eu não deveria ter feito isso tudo com você, quero dizer, você não estava muito bem, estava sobre efeito de álcool e é provável que me bata depois, mas se um dia isso acontecer novamente, quero que esteja sã. -Ele me lançou um sorriso de canto de boca encantador, mostrando uma de suas presas que eu achava tão sensuais -Quero que se lembre de todos os detalhes. -Com toda certeza eu me lembraria.

-Natsu, eu... Eu vou lembrar, não vou te bater amanhã, afinal eu também queria isso. Não se preocupe com o efeito do álcool, eu vou lembrar. -Ele então foi me soltando vagarosamente e senti que íamos nos beijar novamente, mas o telefone dele tocou. De má vontade ele atendeu e me passou com cara de poucos amigos.

-Alô! -Eu disse normalmente, mas me assustei logo em seguida, era o Tobi, meu professor de "administração", que estava me ensinado a dirigir a empresa.

-Lucynda, aonde você está? Estão todos preocupados e sem falar que seu pai ligou para o Igneel Dragneel, o que está acontecendo? Como pode sair assim de casa? ainda mais indo embora com um dos Dragneel's? -Eram tantas perguntas que eu não sabia por onde começar a responder, então suspirei.

-Boa noite Tobi, como você está? Eu estou bem, obrigado pela preocupação. -Eu disse a ultima parte sarcástica e ele bufou -Por que está tão preocupado? Sim eu estou na casa de Natsu, O que tem? Ele já não era meu noivo mesmo? Não sei o por que de Jude armar um escarcéu sendo que a culpa é dele. -Eu disse por fim, era verdade, o que ele poderia fazer, a culpa era dele e ligar para o Igneel não ia adiantar em nada, eu e Natsu já não erámos noivos mesmo?

-É, mas depois que você saiu de casa, um dos Hyugas ligaram, acho que falando sobre um tal de Neji, por causa de sua teimosia e desobediência, seu pai está pensando seriamente na oferta deles, afinal ele está com um pouco de ódio, do Dragneel. -Eu entrei em estado de choque, Natsu me olhava apreensivo, mas eu não conseguia mais assimilar nada, não acreditava que Neji seria tão baixo -Lucy? Ainda está ai?

-Sim! -Eu só consegui dizer que estava, mas nada sairá de minha boca, um nó se formou em minha garganta e era impossível de engoli-lo, ficou preso ali e me fazia ter dificuldades para respirar.

-Lucy, me diga aonde está eu vou te buscar! -Tobi me disse, eu despertei do meu estupor e disse um rápido e alto "não", Natsu que já estava perto tentando ouvir a conversa deu dois passos para trás.

-Tobi, eu preciso ir, não sei como conseguiu esse telefone, amanhã eu passo ai na empresa, pode comprar um novo celular para mim? -Ouvi Tobi dizer um sim -Então, nos vemos amanhã e não ligue mais para cá. -Se ele ficasse ligando, Natsu ia acabar descobrindo sobre Neji, afinal Tobirama tinha uma língua maior que a boca.

-Quem é Tobi? -Natsu ainda estava com cara de poucos amigos -Por que vai vê-lo amanhã? -Eu não respondi apenas sai andando, meu ego agradecia ao seu ciúmes bobo, que era de fato fofo. Olhei para ele que ainda estava parado no meio da sala e sorri, entrando dentro de meu quarto -Lucy não me ignora não, amanhã eu vou com você. -Ouvi ele resmungar, mas não dei bola, entrei no banheiro para tirar aquele grude da água salgada do mar, acabei não comendo nada e nem trazendo minhas coisas para o meu quarto, só me deitei na cama e fitei o teto, era tão branco que me lembrava hospitais, mas o ambiente era aconchegante demais para um hospital, então peguei no sono.

 

Pov's Natsu

Eu estava desnorteado, não sabia muito bem o que havia feito, mas sabia que tinha perdido o controle, afinal a expressão no rosto de Lucy que estava abaixo de mim, me transmitia medo, a um segundo atrás um prazer inebriou minha mente e eu queria desesperadamente vê-la a meu mercê, mesmo achando isso horrível, eu não posso mentir, queria sim foder com ela, mas queria ver um misto de prazer e dor em seu rosto. Quando me dei por conta do que estava fazendo apenas larguei-a e me joguei para trás.

Fitei o teto por um tempo, tentando me concentrar, tentando reassumir o controle sobre mim e sobre meu órgão sexual, me senti um idiota, eu poderia tê-la machucado, ouvi Lucy chamar meu nome, mas eu tinha que pedir desculpas, antes que ela falasse algo, sentei-me no sofá e passei as mãos por meu cabelo, desesperado.

-Lucy... Me desculpe. -Eu fui sincero, não sabia o que havia me dado, mas eu queria sentir o quanto ela era apertada e queria sentir o quão fundo eu poderia ir, mesmo que isso pudesse tê-la machucado.

-O que foi isso Natsu? -Ela tentava transmitir calma, mas claro que eu já havia percebido que de calma ela não tinha nada, talvez não quisesse que eu me sentisse culpado, mas eu já estava.

-Eu me descontrolei, poderia ter te machucado. -Eu disse sério, mas ela sorriu, acho com certeza que ela ainda estava sobre efeito do álcool, foi uma péssima ideia dar bebidas a ela, na verdade eu até poderia ter dado, mas Lucy passou da conta, havia bebido mais do que eu.

-Então eu posso te ensinar meu ritmo? -Ela disse ainda sorridente, não me deu espaço para uma resposta, afinal ela sentou-se em meu colo, se encaixando sobre o que eu mais queria controlar, ela retirou a blusa, deixando seus seios amostra, como eram grandes, depois de livres me pareceram ainda maiores, eu queria muito toca-los, mas relutei, afinal ela estava sobre efeito do álcool e eu quase a machuquei minutos antes. Mas ela sussurrou manhosa em meu ouvido -Pode toca-los - Isso era tudo o que eu precisava ouvir.

Finalmente estendi minimamente meus baços e toquei em seus seios, eram quentes e macios, muito melhores do que os que eu poderia imaginar e fantasiar em meus sonhos, essa loira supria todas as minhas necessidades, senti ela se arrepiar e meu sexo já estava tocando-a por baixo dos panos mesmo. Estava tudo indo bem até Bob abrir a porta. Eu a abracei para que Bob não a visse daquele modo, afinal eu queria ser o único a vê-la assim.

Fui até a porta, depois de jogar minha camisa para ela, não conseguia assimilar muito bem as palavras de Bob, afinal a visão de Lucy inebriava minha mente e eu não conseguia focar em algo que não fosse ela, mas escutei um breve -Preciso das chaves de seu carro -Então fui busca-las rapidamente, suspirando, estava frustrado, ainda mais quando olhava para minha calça, um grande nervoso me bateu, mas eu não iria xingar Bob.

Quando fechei a porta novamente Lucy simplesmente levantou e disse que iria tomar banho, como se nada estivesse acontecendo minutos antes, eu olhei incrédulo para ela. Mas pensando melhor nada disso foi certo, ela havia bebido demais e eu queria que ela lembrasse caso tivéssemos algo, quando ela ia saindo eu a segurei.

-Lucy me desculpe, eu não deveria ter feito isso tudo com você, quero dizer, você não estava muito bem, estava sobre efeito de álcool e é provável que me bata depois, mas se um dia isso acontecer novamente, quero que esteja sã. -Disse por fim, me conformando com a situação, mas ela veio se aproximando quase imperceptivelmente e senti uma atmosfera de calor nos rodear novamente, íamos nos beijar, eu estava ansioso por isso, mas o maldito telefone tocou, eu queria gritar, mas atendi. Era um homem que pedia por Lucy, eu apenas passei o telefone.

Eles conversaram por um tempo e pelo jeito tinham muita intimidade, ela iria vê-lo, mas como isso? Eu precisava saber quem era, como ela iria ver um cara? E como esse cara tinha o numero da minha casa? Vi ela desligar com um meio sorriso e eu disparei perguntar para que ela não fugisse.

-Quem é Tobi? Por que vai vê-lo amanhã? -Ela não me respondeu, apenas saiu andando, entrando dentro do quarto -Lucy não me ignora não, amanhã eu vou com você. -E eu iria mesmo, nem que eu precisasse segui-la, ou me amarrar a ela. Fui em direção ao meu quarto tomar um banho gelado, o mais gelado possível, que espantasse pensamentos sobre esse tal de Tobi ou sobre os seios de Lucy, meus hormônios estava agitados e eu me sentia inquieto, mas a água fria conteve o fervor de meu corpo.

Iria deitar em minha cama, mas as malas da Lucy ainda estavam ali, eu iria simplesmente tira-las, mas vi alguns saquinhos com lingeries dentro, me senti uma criança de 13 anos mexendo na gaveta de calcinhas da irmã ou da amiga, mas era muito melhor, claro, afinal elas tinham um cheiro muito bom e os tecidos eram todos sedosos, de variadas cores, mas havia uma em especial que me fazia lembrar-me de mim mesmo, era de um rosa, com branco e preto, seria loucura pensar que ela houvesse comprado pensando em mim, mas eu, não pude deixar de imaginar como ela ficaria ótima.

Quando reparei que passei meia hora olhando as roupas íntimas dela, eu empurrei a mala para um canto qualquer e fui dormir, me deitei na cama, mas me remexi durante um bom tempo. Meu corpo já estava quente novamente. Fitei o teto, como era branco, acabei adormecendo, olhando para aquele teto. 


Notas Finais


AAAAA eu estou muito ansiosa pra saber o que acharam, por favor, pelo amor de Kami, me digam se gostaram, por que não sou muito boa com Hentai, mas eu tentei pelo menos algo quente aqui.
Espero mesmo que tenham gostado.
Pessoal com esse capítulo espero passar dos 100 comentários, sem contar que já estamos em mais de 100 favoritos, então dês de já quero agradecer a todos que estão tornando essa fic possível, obrigada a todos os favoritos e comentários, a todos que ainda leem, vocês realmente me incentivam cada vez mais.
Beijos meus amores, até o próximo capítulo.


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