História Nosso amor proibido - Capítulo 27


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Charlotte, Dajan, Dakota, Debrah, Dimitry, Iris, Jade, Kentin, Leigh, Lysandre, Melody, Nathaniel, Peggy, Priya, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Viktor Chavalier
Tags Amor Doce, Sabrina Carpenter
Exibições 75
Palavras 1.261
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Festa, Hentai, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Esse cap e especial

Uma amiga minha a addria fez esse capítulo pq o cap e com a personagem dela Rebecka

Recadinho so pra vcs não ficarem perdidos

Espero que gostem

Capítulo 27 - Minha flor!


Fanfic / Fanfiction Nosso amor proibido - Capítulo 27 - Minha flor!

*Rebecka On*

Minha cabeça latejava pelo estridente barulho do som alto do vizinho. Aquele idiota morava no andar de cima e insistia em ouvir suas músicas no ultimo volume, eu tinha perdido a conta de quantas vezes nesse mês eu havia subido lá em cima e pedido pra abaixarem aquela merda.

— Rebecka, você já sabe que hoje eu e seu pai vamos jantar na casa do patrão dele, então cuide da sua irmã, tem dinheiro na minha caixa de jóias, compre alguma coisa pro almoço e fique longe da cozinha. — Minha mãe disse procurando as chaves do carro pela sala.

Eu assenti com a cabeça, a coisa mais fácil do mundo era cuidar da Vitória, ela era um amor de criança. A parte difícil era ficar em casa sem fazer nada. Então só fiquei observando meus pais acabarem de se arrumar, e dez minutos depois sairem do apartamento se despedindo de mim apressadamente.

Eu levantei do sofá e fui pro meu quarto, peguei meu telefone que estava jogado em cima da cama e disquei o numero da Rosalya, mas claro que ela não atendeu, e eu liguei pra ela no minimo umas dez vezes até ela atender.

"Alô?"

— Me diz pra que você tem celular mesmo?

"Pra começo de conversa, Bom Dia para você também, e depois claro que é pra trocar nudes."

— Sua maluca, é o seguinte, eu estou sozinha em casa, não quer vir aqui?

"Mas eu to ajudando o Leigh na loja."

— Quero nem saber, você vem ou eu vou aí te buscar. Não demora viu, beijos prima.

"Tá! Em meia hora eu estou aí."

— Tchau!

Desliguei o telefone sem esperar que ela me respondesse e no tédio comecei a jogar no meu celular, então ouvi a voz baixa da Vitória. Me virei e vi ela vestida em seu pijama de gatinho, o cabelo preso mas todo bagunçado e uma cara de sono.

— Bom dia flor, o que foi?

— Cadê a mamãe?

— Ela saiu com o papai. — Levantei da minha cama, coloquei meu celular no bolso e fui pegar a Viih no colo[vitória na capa do capítulo] — Tá com fome?

Ela só fez que sim com a cabeca e fomos para a cozinha, eu coloquei ela na bancada e arrumei melhor o seu cabelo. Fui olhar na geladeira pra ver se tinha algo, mas não tinha nada pronto.

— Não tem café, acho que a mamãe se esqueceu, e tanto eu como você sabemos que não vou cozinhar. Então eu vou te dá chocolate, mas você não pode contar nada pra mamãe, certo?

— Certo.

Ela abriu um imenso sorriso quando eu dei uma das minhas barras de chocolate que eu tinha escondido na geladeira. Então o som do vizinho começou a ficar mais alto, eu pedi pra vitória esperar que eu ia falar com ele e já voltava. Levei ela pra sala, coloquei em um canal infantil qualquer e sai do apartamento. Subi um lace de escadas e fui bater na porta do idiota. Depois de alguns minutos ele finalmente abriu. Admito que ele era muito bonito, mas em compensação era um idiota.

— Da pra abaixar o som pela milésima vez? — Pedi já estressada com aquela situação.

— Garota qual seu problema comigo?

— Meu problema com você? — Eu ri irônica. — Eu não consigo ouvir os meus pensamento com toda essa barulheira. Eu já subi aqui mais de 20 vezes nos últimos dias, mas você sempre faz a mesma coisa. E eu juro que se não abaixar o som, eu vou ligar pra policia.

O meu vizinho fechou a cara, e em seguida a porta, ele estava claramente com raiva mas eu não estava nem ligando. Ele desligou o som e eu desci pro meu andar novamente, encontrei com a Rosa batendo na minha porta que nem doida, ela segurava algumas sacolas na mão e eu aposto que ela tinha trago algumas roupas de criança da loja do Leigh pra vestir na Vitória.

— Hey — Falei chegando perto dela e ela me abraçou. — Chegou mais rápido do que eu pensei.

— É, eu acabei pegando um táxi.

Eu abri a porta e entramos, a Vitoria estava hipnotizada pela TV até que ela viu a Rosa, então ela pulou do sofá, largou a barra de chocolate na mesinha de centro e foi abraçar as pernas da Rosa.

— Oi priminha, olha o que eu trouxe pra você. — A Rosalya disse  tirando um pequeno urso de pelúcia rosa da da sacola e dando nas mãos da Viih. — Também trouxe algumas roupas, mas depois te mostro. — Ela colocou a sacola em cima  da bancada.

— Eu acho que a Viih tem mais roupa que eu, toda vez você traz um monte de roupa pra ela.

— Claro, você não deixa eu escolher suas roupas.

— E nunca vou deixar minha querida, se dependesse de você eu ía sair andando com cada coisa.

— Não começa com suas críticas Rebecka. Vamos comer algo, que eu tô faminta.

— Só se você for cozinhar.

— Claro, eu ainda não quero morrer em um incêndio. — Rosa disse e foi logo indo pra cozinha.

Então o celular vibrou no meu bolso, peguei ele e era um SMS do Lysandre. Nos últimos dias ele estava diferente e eu realmente não gostei disso, estava tentando evitar ele um pouco. A mensagem me chamava pra ir lá na casa dele que os amigos estavam lá e ele insistia em querer me apresentar, o que ela totalmente estranho já que eu não era namorada dele. Pensei um pouco e decidir ir, mas claro que não ía sozinha.

— Rosa o Lysandre me chamou pra ir na casa dele conhecer os amigos dele. Eu estava pensando em ir, mas não sozinha, quer ir? — Quando eu acabei de falar ela já me lançou um de seus famosos sorrisos.

— Eu sabia que vocês estavam namorando. — Ela fez uma dancinha.

— Não!! Ele que anda estranho esses dias, quando trocamos mensagens ele continua parecendo ele mesmo, mas quando estamos cara a cara ele age como outra pessoa.

— É, ele mudou um pouco ultimamente, nem usa mas as roupas vitórianas que ele tanto amava. — Rosa deu de ombros. — Mas vamos lá. Vai se ajeitar, eu vou arrumar a Viih e vamos.

Rosa disse e já foi indo pegar a Viih pra arrumar com uma das roupas novas que ela trouxe. Eu sai e fui pro meu quarto, entrei no meu banheiro e tomei um banho rápido, sai e fui me arrumar. Me vesti[roupas nas notas finais], e passei perfume, arrumei o cabelo solto mesmo e coloquei minha coroa de flores.

Quando sai do quarto a Rosa deu um sorriso como quem aprovou minha roupa, e eu olhei a Viih que estava uma fofura nas roupas que a Rosa trouxe pra ela, e ainda segurava o ursinho rosa que tinha ganhado mais cedo. Peguei a Viih no colo, dei meu celular pra Rosalya ver se sabia onde era o endereço e ela disse que sim, que era bem perto dali.

Fomos andando mesmo, enquanto a Viih brincava com mus cabelos, acenava para as pessoas na rua e brincava como urso eu e a Rosa conversavamos. Quando chegamo na frente da casa do Lysandre a Rosa tocou a campainha e eu coloquei a Vitória no chão, com uma mão ela continuou segurando seu ursinho e com a outra ela segurou minha mão, esperamos alguém abrir a bendita porta.


Notas Finais




Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...