História Nosso céu particular ( Malec ) - Capítulo 16


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Categorias As Crônicas de Bane, Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Catarina Loss, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Lady Camille Belcourt, Magnus Bane, Maryse Lightwood, Personagens Originais, Ragnor Fell, Robert Lightwood, Sebastian Morgstren
Tags Alec, Alexander, Amor, Isabelle, Jace, Lýdia, Magnus, Malec, Maryse, Os Instrumentos Mortais, Robert, Romance, Shadowhunters, Suspense
Exibições 218
Palavras 1.039
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi, Yuri
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa Leitura *-*

Capítulo 16 - Nobody said it was easy


Fanfic / Fanfiction Nosso céu particular ( Malec ) - Capítulo 16 - Nobody said it was easy

Ao ouvir o nome do melhor amigo de Magnus, seu corpo estremeceu. Não conseguia nem imaginar a possibilidade de seu namorado estar curando suas magoas nos braços de Sebastian.  

- Boa noite amor! – Disse gentilmente. – O Magnus está por aí?

- Não. – Pode ouvi-lo responder do outro lado da linha parecendo irritado com a pergunta.

- Obrigada. Beijos! – Agradeceu. Desligou o celular e discou outro número. – Ragnor meu anjo! Por acaso o Magnus está na sua casa? Ai droga! Não está tudo bem. Sim. Obrigada. – Outro número. – Cat você sabe do Magnus? Não é besteira. Beijos amiga. – Ligou para mais meia dúzia de números, mas ninguém sabia o paradeiro de Magnus Bane. – Estou começando a ficar preocupada. – Disse desligando o celular pela decima vez naquela noite.

- Ele também não estava lá?

- Não e eu estou começando a ficar preocupada. – Respondeu segurando o celular na direção do coração.

- Não tem mais ninguém para ligar? – Perguntou começando a ficar desesperado.

- Só restou a vovó, Bane.

- Então liga logo por favor.

- Ela costuma desligar os telefones depois das deis da noite e já passam da onze. – Concluiu olhando a hora no visor do celular. – Vamos ter que é até a sua casa.

- Então vamos!

- Acho melhor você trocar de roupa antes. – Disse o irmão mais velho. -  . Não estou criticando o seu estilo, muito pelo contrário, eu adorei o seu pijama. – Sorriu ficando corado. – Mas eu acho que se ela te ver chegando no meio da noite usando um pijama pode acabar de assustando.

- Você está certo. – Concordou. – Me dê um minuto que eu já volto. – Não esperou resposta. Fechou o portão e correu porta a dentro.

Cinco minutos depois a ruiva reaparece com os cabelos soltos, calça jeans preta, blusa amarela e um tênis da mesma cor que a calça. Roupas normais para uma pessoa que dorme de pijama de desenho animado, pantufas de sapo e pressinhas de cabelo com formato de bombons.

Entraram no carro e Alec decidiu que Clary iria no bando de frente enquanto ele iria no banco de trás. Estava querendo um lugar só para ele, um lugar bem longe do interrogatório de Clary, não deu certo.

- O Magnus te ama, sabia? – Disse ela puxando assunto.

- Eu também amo aquele cabeça dura.

- Ele tem uma cabeça dura e um coração enorme. – Virou-se para mira-lo. – O Magnus ficou do meu lado quanto o resto do mundo me virou as costas. Ele não é somente um amigo, ele é a minha família e é por isso que eu preciso saber se o amor que você diz sentir é verdadeiro, porque se não for, eu sugiro que você dê um fora da vida dele agora mesmo.

- Estou muito feliz por ele ter uma amiga como você. – Disse devolvendo a sinceridade. – E sobre meus sentimentos.... Eu sou completamente apaixonado pelo seu amigo e pode ficar tranquila porque eu vou fazê-lo muito feliz

- Espero que sim. – Voltou para seu lugar inicial. – Eu já te vi em uma peça. – Disse deixando Alexander de lado.

- Me viu? – Perguntou Jace animado.

- A uns cinco meses mais ou menos. – Respondeu abrindo um sorriso. – Você estava maravilhoso no papel no papel do Plutão. Parabéns.

- Você deveria ter ido falar comigo no final da peça.

- E quem disse que eu não fui? – Ela até pensou em ir, mas ficou com medo de levar um fora. Nunca que um homem como Jace notaria uma mulher como ela. Era uma realidade muito longe de suas possibilidades, então decidiu nem arriscar.

- Eu teria notado uma mulher tão linda como você.

- Não precisa mentir para me animar. – Disse ficando corada.

- Eu nunca minto, Clary.

O resto do caminho, Alec pode ouvir os dois conversando animadamente. Gostavam das mesmas músicas, das mesmas peças de teatro, dos mesmos livros e até mesmo da mesma comida. Quem consegui gostar de doce de melancia? Somente aqueles dois malucos.

- Chegamos. – Disse a ruiva ao ver um grande portão verde oliva.

- E qual é o plano? – Perguntou o loiro.

- Plano?

- Sim, um plano. Ou vocês estão pensando em chegar na casa de uma senhora de mais de oitenta anos depois da meia noite perguntando o paradeiro do seu único neto?

- O Jace está certo. – Concordou. – O que vamos dizer?

- Vamos dizer a verdade. – Respondeu saindo do carro.

- E qual é a verdade Alexander? – Disse levantando a voz. – Porque eu mesma não sei o que está acontecendo aqui.

- Você vai saber. – Respondeu batendo na porta da velha senhora.

- Clary meu amor. O que você está fazendo aqui a essa hora? – Perguntou usando um roupão. – Aconteceu alguma coisa com meu neto?

Ouve um silencio absoluto. Clary não sabia o que respondeu enquanto Alec não tinha coragem de respondeu.

- Alguém pode me dizer o que está acontecendo? – Insistiu.

- Boa noite senhora Bane! Eu vou Alexander Lightwood, namorado do seu neto.

- Magnus não tem namorado. – Respondeu sorrindo.

- Ele não tinha até a uns três dias trás.

- A Analice estava certa.

- Analice?

- Uma amiga minha. Ela disse que o meu neto iria encontrar a felicidade naquela viagem, mas nunca imaginei que a felicidade dele teria nome, sobrenome e lindos olhos azuis. Entrem por favor. – Disse abrindo passagem. – O Magnus não vai entrar? – Perguntou vendo uma sombra de homem dentro do carro.

- Ele não está conosco vovó. – Respondeu a ruiva.

- E quem é aquele dentro do carro.

- Aquele é o meu irmão. – Estava morrendo de medo de sua reação ao contar-lhe a verdade, mas uma das coisas que aprendeu com o que aconteceu com Magnus era que a verdade era sempre a melhor opção. -  . Nós brigamos e ele sumiu. – Abaixou a cabeça deixando que uma lagrima escorresse pelo seu rosto.

- Desgraçado.! – Disse Clary aos gritos. – Você deveria ter me contado a verdade desde o início.

- Fique calma minha filha, eu tenho certeza de que ele tem uma ótima desculpa para nós dar. – Disse abrindo passagem. – Entrem, eu vou preparar um chá.

- Não precisa se incomodar. – Disserem ao mesmo tempo.

- Não é incomodo algum. – Respondeu entrando na cozinha. 


Notas Finais


Nesse capitulo vocês puderem conhecer um pouquinho da minha terceira personagem favorita (Claro e evidente que Malec são os dois primeiros) E no próximo vocês vão entender o motivo dela ser tão #Maravilinda
Um grande beijo no coração *-*


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