História Nosso céu particular ( Malec ) - Capítulo 17


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Categorias As Crônicas de Bane, Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Catarina Loss, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Lady Camille Belcourt, Magnus Bane, Maryse Lightwood, Personagens Originais, Ragnor Fell, Robert Lightwood, Sebastian Morgstren
Tags Alec, Alexander, Amor, Isabelle, Jace, Lýdia, Magnus, Malec, Maryse, Os Instrumentos Mortais, Robert, Romance, Shadowhunters, Suspense
Exibições 214
Palavras 914
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi, Yuri
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa Leitura Meus Amore *-*

Capítulo 17 - I'm just out to find the better part of me.


Fanfic / Fanfiction Nosso céu particular ( Malec ) - Capítulo 17 - I'm just out to find the better part of me.

Alexander nunca quis tanto que uma água fervesse como naquele momento, Clary estava com o rosto mais vermelho que o próprio cabelo e ele pensou que a qualquer momento ela sairia do lugar em que estava sentada e pularia no seu pescoço devido a raiva que estava sentindo.

- Espero que você goste de chá de maça com canela, é o favorito do meu neto. – Disse depositando a bandeja no cento da mesa. – Então, Alexander, como vocês se conheceram?

- Como nos conhecemos? – Estava esperando todo tipo de reação vinda da velha senhora, menos a que ela estava tendo, não parecia chateada e muito menos preocupada com o sumiço de seu neto.

- Sim, meu jovem! – Sentou-se entre os dois. – Eu adoraria conhecer um pouco da história de vocês.

Magnus havia dito o quanto a sua avó era especial, mas somente ao conhece-la, ele pode ver que ele não estava exagerando em nada. A vovó, Bane era realmente uma pessoal especial.

- Eu estava na praia pensando no que havia acontecido no dia anterior, quando ele apareceu me pedindo para eu tomar conta de suas coisas. – Sorriu ao lembrar-se de como tudo havia acontecido. – Eu concordei.

- Estranho!

- O que é estranho senhora?

- O Magnus não costuma deixar suas coisas aos cuidados de estranhos.

- Nós não éramos desconhecidos, pelo menos não da parte dele. – Depositou a xicara na mesa. – O Magnus havia me visto no aeroporto e quando voltou a me encontrar no hotel, ele achou que era o destino mexendo os pauzinhos. – Voltou a sorrir. – Ele demorou a voltar, então eu fiquei preocupado e fui procura-lo.

- E porquê de tanta preocupação com uma pessoa que você acabou de conhecer?

- Eu não entendia o motivo, mas tinha uma coisa dentro de mim que se preocupava com ele andando sozinho pela praia no meio da noite e quando me dei conta, já estava andando feito louco procurando por ele noite a fora.

- Continue...

- Eu o encontrei vendo as estrelas, conversamos e fomos jantar logo em seguida.

- E vocês dormiram juntos?

- Vovó! -  Disse Clary tentando conter a curiosidade da velha senhora.

- O que tem demais, minha querida? Eles são adultos e sexo no primeiro encontro é uma coisa normal hoje em dia.

 - A senhora sabe que o Magnus é diferente. – Ambas sabiam que Magnus nunca havia dormido com ninguém e fazer aquele tipo de pergunta para o Alexander era desnecessário, mas assim era a vovó Bane, sempre inconveniente.

- Você ainda não me respondeu, Alexander. – Disse ignorando a ruiva por completo.

- Não senhora, nós não passamos a noite juntos. – Respondeu ficando extremamente corado.

-  Hum! -  . Resmungou. -  . Continue...

- No dia seguinte ele me convenceu a dirigir quase três horas para conhecer uma praia.

- A praia de seus pais! – Acariciou gentilmente o rosto do jovem de grandes olhos azuis. – Ele deve te amar muito. Continue, por favor?

- Quando chegamos lá, ele me contou sobre seus pais, me contou o seu plano de se aproximar de mim, me contou o quanto aquele lugar era especial para ele e disse que estava apaixonado por mim.

- Então você disse que o sentimento não era recíproco e por isso ele sumiu?

- Não senhora. – Sorriu com a conclusão precipitada. – Eu também estava apaixonado pelo seu neto e fiz questão que ele soubesse o quanto era amado por mim.

- Você também o ama? – Era óbvio que aquele jovem estava apaixonado pelo seu neto, mas precisava escutar de sua boca.

- Amo com todo o meu coração. – Segurou as mãos da mulher que era tão importante para seu namorado. – O Magnus é a minha vida e eu amo muito o seu neto.

- Então você ama o meu neto?

- Sim, eu amo.

- Você não faz ideia do quanto isso me deixa feliz. – Deu um abraço apertado em seu novo neto. – Se tem uma pessoa que merece ser feliz, essa pessoa é o meu neto, mas o que aconteceu para ele ter fugido de você?

- Ele descobriu que eu sou noivo.

- Seu desgraçado, eu te mato. - Quando se deu conta, Clary já estava com os dedos cravados em seu pescoço. – Você é um credito, eu vou acabar com a sua raça.

- Chega! – Disse a vovó, Bane separando a briga. – Deixe o menino terminar de contar a sua história.

- Mas vovó. – Tentou argumentar. – Ele...

- Ele não terminou de contar a sua história. Pode terminar meu filho.

- Meu casamento era um acordo entre as nossas famílias, não existia amor de ambas as partes e estava tudo bem para mim, mas Magnus apareceu na minha vida e tudo mudou, eu mudei quando o conheci. – Voltou a segurar as mãos da velha senhora. – Eu terminei o meu noivado e estava disposto a contar toda a verdade, mas a minha mãe chegou primeiro e lhe disse coisas terríveis. –  . Chorou com a cabeça apoiada no ombro da avó de seu namoro. – O Magnus sumiu sem que eu pudesse lhe explicar o que havia acontecido.

- O que você quer explicar, Alexander? – Disse a ruiva furiosa. -  O quanto você é um cachorro mentiroso? Eu acredito que ele já deve saber disso.   

- Eu menti quando disse que não tinha namorada, mas não menti quando disse que ele era o amor da minha vida. Droga Clary. – Bateu a mão com força na mesa. – Eu larguei tudo para ficar com ele. 


Notas Finais


Só tenho a gradecer pelos comentários, vocês são muito Mais que Demais. #SuperFeliz *-*


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