História Nosso céu particular ( Malec ) - Capítulo 18


Escrita por: ~

Postado
Categorias As Crônicas de Bane, Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Catarina Loss, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Lady Camille Belcourt, Magnus Bane, Maryse Lightwood, Personagens Originais, Ragnor Fell, Robert Lightwood, Sebastian Morgstren
Tags Alec, Alexander, Amor, Isabelle, Jace, Lýdia, Magnus, Malec, Maryse, Os Instrumentos Mortais, Robert, Romance, Shadowhunters, Suspense
Exibições 202
Palavras 979
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi, Yuri
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa leitura! *-*

Capítulo 18 - Pés Cansados


Fanfic / Fanfiction Nosso céu particular ( Malec ) - Capítulo 18 - Pés Cansados

- Não importa o que você largou ou deixou de largar, Alexander, a única coisa que importa é que você mentiu e graças a sua mentira o meu melhor amigo está desaparecido.

- Não seja tão dura com o menino, Clary.  

- Acredite vovó, eu não falei nem a metade do que ele está merecendo ouvir.

- Já disse que chega. – Clary estava passando de todos os limites da ignorância. – Ninguém tem o direito de julgar. Te aconselho a tentar se colocar no lugar do Alexander antes de sair apontando o dedo. – Começou seu discurso. – Você gostou quando te acusaram de você sabe o que? Você gostou quando não entenderam seus motivos? Você gostou quando não te deixam explicar? Acredito que você não tenha gostado, estou certa? Então pare e pense antes de sair tacando pedras nos outros.

- Mas...

- Mas nada. – Disse com convicção. – Você já parou para pensar em tudo o que ele teve que abrir mão ao assumir o amor que sente pelo Magnus? Ele errou, mas seu amor é verdadeiro e ele provou isso quando terminou seu noivado e assumiu seus sentimentos. O passado está no passado.

Silencio. Clary não estava acostumada com a verdade sendo jogada daquele jeito em sua cara, ainda mais por uma pessoa que só havia lhe dado amor e carinho. Não estava acostumada a ser tratada daquele jeito pela mulher que havia escolhido para ser a sua avó de coração.

- Responde, Clary.

- Não. Eu não pensei nisso. – Respondeu envergonhada pela sua atitude.

- Pois você deveria. – Voltou a sua atenção para o jovem cabisbaixo sentado ao seu lado. – Não se preocupe que nós vamos encontra-lo tudo bem?

- Obrigado.

- Vamos pensar com calma.... Qual foi a última vez que você o viu?

- No hotel. Eu fui conversar com a Lydia e pedi que ele me esperasse para conversarmos depois.

- Lydia é a sua mãe?

- Não. A minha noiva.

-  A coisa é bem pior do que eu imaginava! Você estava em uma viagem com a sua noiva quando conheceu o Magnus? – Respirou fundo. – Eu só não digo o que você é em respeito à minha avó.

 - Eu acho melhor você esperar no carro enquanto converso com o namorado do meu neto. – Pediu gentilmente.

- A senhora está me expulsando?

- Não, minha querida. Eu só quero ter uma conversa privada com o Alexander. Se você não se importar é claro.

- Tudo bem, eu espero no carro.  – Disse saindo sem olhar para trás.

- Eu gostaria de saber a temática do acontecido. – Pediu tentando entender o que havia acontecido. – Eu fiquei meio confusa. Não sabia que a sua noiva estava viajando com você.

- Ela não estava. – Abaixou a cabeça cansado. Não dormia a quase 24horas e a única coisa que trazia no estomago era o chá oferecido pela avó de Magnus. – Eu estava viajando sozinho. Tive uma briga com a minha mãe em relação ao casamento e decidi dá uma fugida da pressão que tinha dentro da minha casa. Mas a minha mãe apareceu e levou a Lydia junto.

- O meu neto viu vocês juntos?

- Ele viu quando ela me beijou.

- Pobre Magnus, eu nem posso imaginar o tamanho do seu sofrimento.

- Eu queria contar toda a verdade naquela hora, mas eu não podia fazer isso com a Lydia, nós nos conhecemos desde criança, estávamos prestes a nos casar, eu não podia simplesmente dizer que estava apaixonado por uma outra pessoa no meio de uma recepção de hotel. Ela merecia um termino digno e por isso que entrei naquele carro.

- Você estava certo.

- Eu pedi que ele me esperasse para conversarmos. – Deixou a cabeça no encosto do sofá. – Mas quando eu voltei, a minha mãe já havia contado a sua versão maldosa e distorcida da história. Ele me deixou isso quando foi embora. – Disse entregando-lhe o envelope que continha a carta de Magnus.

- Coitado do meu menino. – Falou ao terminar a leitura.

- A senhora consegui entender a minha angustia? Eu não consigo deixar de pensar em tudo o que ele escreveu.  Droga! Eu amo o Magnus e não consigo viver sabendo que ele está sofrendo.

- Quando o Magnus era pequeno, sempre que ele estava triste ou precisava tomar uma decisão importante ele subia em cima de uma grande árvore que tinha atrás da nossa casa. Como ela era muito grande e cheia de galhos, nós não conseguíamos vê-lo escondido e ficávamos muito preocupados. Toda vez era isso, ele se chateava com alguma coisa, subia na árvore e sumia por um bom tempo. Uma vez eu lhe perguntei o motivo dele ficar naquela árvore e ele disse que era o lugar mais alto que ele conhecia. Perguntei o motivo dele querer ficar no alto e ele respondeu que se sentia mais perto da sua mãe que estava no céu.

- A senhora acha que ele está escondido na árvore?

- Claro que não. Ainda mais porque a árvore caiu a alguns anos, estou dizendo que ele deve estar no lugar a onde ele considera mais perto de sua mãe.

- Mas esse lugar é Porto Seguro.

- É isso mesmo. – Sorriu por ele saber a resposta.

- Impossível! Ele deixou o hotel e o recepcionista viu quando ele pegou um taxi para o aeroporto.

- Você viu ele embargando?

- Não. Quando eu cheguei no aeroporto, o voo já havia saído.

- E você perguntou se ele havia embargado?

- Sim, mas me disseram que não podiam me dar aquele tipo de informação.

- Por acaso você tem o número da companhia aérea?

- Tenho.

- Então disque o número e deixe que eu resolvo esse assunto.

- É uma hora da manhã vovó. – Disse olhando no relógio.

- É horário comercial em algum lugar do mundo meu querido. – Piscou para o jovem. 


Notas Finais


Eu sei que prometi que iria postar ontem, mas estava vendo um filme no Netflix e ele me deu uma ideia incrível para uma nova Fic. Resumindo.... Fiquei fazendo o Banner e quando me dei conta já era uma hora da manhã.
Aí!!!! Eu estou tão animada com a história nova que nem dormi direito, enfim.... Vamos ao que importa.... Até então vocês viram o quanto a vovó Bane é meiga, carinhosa e justa, mas vocês não fazem ideia de que ela também seja uma ÓTIMA atriz. Personagem inspirada na bisavó do meu Ex. Te amo vovozinha do meu S2
AHHH... Gostaria de agradecer pelos comentários. Meus Deus!!! Nunca pensei que teria leitoras tão atenciosas, vocês são o que há de melhor *=*
Um GRANDE beijo no coração!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...