História Nosso céu particular ( Malec ) - Capítulo 33


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Categorias As Crônicas de Bane, Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Catarina Loss, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Lady Camille Belcourt, Magnus Bane, Maryse Lightwood, Personagens Originais, Ragnor Fell, Robert Lightwood, Sebastian Morgstren
Tags Alec, Alexander, Amor, Isabelle, Jace, Lýdia, Magnus, Malec, Maryse, Os Instrumentos Mortais, Robert, Romance, Shadowhunters, Suspense
Exibições 139
Palavras 1.014
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi, Yuri
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa Leitura! *-*

Capítulo 33 - Amor de mãe SóQueNão


Fanfic / Fanfiction Nosso céu particular ( Malec ) - Capítulo 33 - Amor de mãe SóQueNão

- Como você ousa me dizer uma coisa dessa depois de tudo o que eu fiz por você. – Disse demonstrando indignação. – Eu te dei a vida não só uma, como duas vezes. Eu mais do que ninguém tenho o direito de estar aqui comemorando a sua recuperação. Eu sou a sua mãe e é claro que eu te amo, Alexander.

- Por muito tempo eu acreditei nesse amor que a senhora diz sentir por mim e por meus irmãos, mas a venda finalmente caiu dos meus olhos e eu consigo ver quem a senhora realmente é. - Não era fácil chegar a essa conclusão. Não era nada fácil aceitar que a única pessoa que a sua mãe amava era a si mesma, mas assim era a vida. Não precisava do seu amor. Tinha um marido maravilhoso, dois irmãos que o amavam e que fariam qualquer coisa por ele e tinha um pai que apesar de distante, sempre deixou claro em ações, não em palavras o quanto ele o amava. Isso já o bastava para ser feliz.

Todos o olhavam com espanto. Desde que ele havia acordado do coma adquiriu uma postura neutra. Não reclamava de quase nada e nunca dizia o que realmente estava sentindo. Magnus estava começando a se preocupar. Alexander estava reprimindo seus sentimentos e aquilo não era nada bom.

- Quando eu acordei do coma e descobri o que a senhora havia feito por mim eu juro que comecei a acreditar no seu suposto amor de mãe. Acreditei que me vendo daquele jeito a senhora finalmente descobriu o quanto me amava e que estava realmente disposta a mudar a nossa relação, mas mais uma vez eu estava me enganando. A senhora não me salvou por causa do amor que sentia por mim. – Ficou em silencio por alguns segundos. – Foi o papai, não foi?

- Seu pai? Não estou entendendo a onde você está querendo chegar.

- Vou ser mais claro então.... Foi o papai que te obrigou a ir até ao hospital para tentar salvar a minha vida, não foi?

- Vocês tiraram o dia para me magoar. – Disse chorando. – Será que é tão difícil para vocês entenderem que eu posso ser uma cretina as vezes, mas tudo o que eu faço é pensando na felicidade de vocês. Quando seu irmão apareceu em minha casa me relatando do acidente eu não pensei duas vezes. Esqueci tudo o que havia acontecido entre a gente e corri para o hospital. Eu fiz o que fiz porque te amo e não queria te perder.

- O Jace foi falar com a senhora? – Perguntou não conhecendo aquela parte da história. Como seus pais descobriram o seu acidente era um fato desconhecido para ele até aquele momento.

- Ele apareceu no meio da tarde com os olhos vermelhos. – Isabelle havia prometido para seu pai que não iria desenterra aquele assunto para o bem da família e do seu irmão, mas não conseguia ver a sua mãe se fazer de boazinha. Tinha que desmascara-la antes que fosse tarde demais. Seu irmão merecia saber a verdade. – Ele implorou que ela o ajudasse. Disse que você havia sofrido um acidente e que estava morrendo. Ela disse que você havia feito a sua escolha e teria que sofrer as consequências. Jace se ajoelhou aos seus pés e voltou a implorar por ajuda. Disse que se fosse preciso ele voltaria para casa, que trabalharia com o papai, que faria tudo o que ela havia planejado para o seu futuro. Eu pensei que ela iria aceitar, mas não, ela não só se negou a ajudar como também riu da sua cara.  Você estava morrendo e ela estava se divertindo ao ver o filho mais velho se humilhando.

Magnus arregalou ainda mais os olhos. Jace não havia contado aquela parte da história.

- Eu não fazia ideia que seu ódio era tanto ao ponto de inventar uma história como essa, Isabelle.

-Deixa de ser dissimulada. Você sabe muito bem que foi isso o que aconteceu. Eu fiquei atrás da porta escutando o meu irmão se humilhando enquanto a senhora o tratava pior do que lixo. Vi também quando você chamou os seguranças para colocá-lo para fora. – Se ajoelhou aos pés do irmão. – Eu sabia que ela não iria mudar de ideia então contei tudo o que tinha visto para o papai. Ele se trancou com ela no quarto e saíram cinco minutos depois apresados para o hospital.

- Você não pode acreditar no que ela diz. – Disse Maryse indignada com a acusação.

- O Jace estava disposto a abrir mão da sua felicidade para que eu tivesse uma chance de sobreviver. Ele sim demonstrou que me ama e que se importa. Por favor, saia agora mesmo da minha casa.

- Seu irmão não passa de um egoísta que colocou a família em último lugar na sua lista de prioridades.

- Eu conheço muito bem os motivos que ele teve para se afastar da família, não se faça de desentendida, mamãe. – Estava cansado daquela conversa. Não conseguia olhar a sua mãe sem sentir repulsa. Queria que ela ficasse longe da sua casa e da sua vida. – Eu não quero ter que voltar a pedir que a senhora saia da minha casa.

- Você está me expulsando?

- É exatamente isso o que eu estou fazendo.

- Vamos! – Disse Isabelle colocando os sapatos.

- Isso sim é amor. – Disse entendendo o que a sua irmã estava fazendo por ele.

- O que você está falando agora, Alexander?

- Esqueci. A senhora nunca vai entender o que a Isabelle acabou de fazer.

- Você ainda vai se arrepender amargamente por me colocar para fora. – Disse praticamente sendo empurrada por Isabelle pela porta.

Magnus trancou a porta feliz por finalmente ter aquela mulher longe da sua casa, mas ao mesmo tempo triste por ter que se despedir da sua cunhada. Isabelle era uma mulher extraordinária e queria que ela ficasse mais um tempo com ele ajudando nos preparativos do casamento.

- Agora nós podemos voltar para a nossa lua de mel? – Perguntou Alexander cheio de segundas intenções.    


Notas Finais


Nem consigo acreditar no que a Maryse foi capaz e ainda será capaz de fazer. Quando eu vou revisar o capitulo me assusto com o que acabei de escrever. Minha ideia inicial era de que ela fosse uma homofônica arrogante a maldosa. Mas até agora ela foi capaz de coisas que até o diabo dúvida. O que me assusta ainda mais é que a Lydia e o Sebastian estão muito quietos na história. Tenho medo do estrago que eles fariam se se juntassem com a Maryse. Sei não.... Próximo capitulo não terá treta graças a Deus. #SóLove #SóLove #SóLove
Espero que vocês tenham gostado do capitulo e um GRANDE beijo no coração!


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