História Nosso Destino - Capítulo 5


Escrita por: ~ e ~LadySummerS2

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Dajan, Iris, Jade, Kentin, Kim, Leigh, Lysandre, Melody, Nathaniel, Peggy, Personagens Originais, Professor Faraize
Exibições 19
Palavras 992
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Após muito tempo, aqui está! Não demoramos à toa, então se puder deixe seu comentário dizendo o que achou! Isso nos deixaria muito felizes! ^^
É isso! Espero que gostem! E leiam as notas finais!
Beijos, tia Naty. <3

Capítulo 5 - Refúgio


 

#NarraçãoNatália

            Ana tenta falar comigo a todo o custo, eu fingia não ouvir, só escutando minhas músicas, tentando esquecer tudo à minha volta, vendo o vento bater nas árvores. De repente, Ana corre. Surpreendo-me, ela havia ficado chateada comigo, ótimo...  Agora não tenho nem minha irmã, sempre estrago tudo. Paro de andar, suspiro, e novamente tenho vontade de chorar.

            Sento em um banco na praça, acho que não tem perigo, minha mãe disse que aqui é bem seguro.

            Deixo-me chorar, um choro silencioso e sem soluços.

– Por que choras, bela dama?

            Olho para cima e um garoto com estilo bem diferente estava a minha frente, ele tinha cabelo branco que ao lado caía como uma cascata, ficando cinza e depois preto nas pontas. Ele tinha os olhos de duas cores: um verde e outro amarelo. Vestia-se no estilo vitoriano. Enxugo as lágrimas. Ele senta-se ao meu lado, pega uma rosa que estava num arbusto e diz:

– Olhe bem para essa rosa...

            Olho e não percebo nada de diferente, olho-o confusa.

– Ela não possui espinhos como as outras, entende? – diz afinal.

            Arregalo os olhos, alegre. Eu entendi!

            Sorrio e agradeço. Ele se levanta, dá um beijo em minha mão e vai embora.

            Mesmo entre tantos problemas, sempre vai haver uma coisa boa para trazer luz. Era isso que significava.

            Então vou embora, em direção à minha casa, com as rosas entre as mãos.

            Abro a porta de casa e vou direto a meu quarto. Deito em minha cama, e fico observando a rosa, e sem perceber começo a cantar uma música.

“You will never waste my time, no no...

 You will never waste my time, ‘cause…

 All I see scares me and no one waits forever

 So come closer, baby

 I want to see what you made of

 See what you made of…

 ‘Cause this isn’t all we could be

You’re not the same and I’m…

 I’m not the same and…” *

            Simplesmente amo como a música pode mexer comigo; me transformer de formas diferentes.

            Adormeço com a letra em minha mente.

#NarraçãoAnaPaula

TRIM TRIM TRIM

            Ai que droga! Ainda quero dormir! Eu não dormi nada! Nada!

            O despertador tocava, fazendo-me querer jogá-lo pela parede e quebra-lo, para eu poder dormir, mas tenho que acordar! Infelizmente!

– Quero dormir! – choramingava.

TRIM TRIM TRIM

– Já entendi! – grito.

            Eu estava simplesmente MORRENDO de sono. Fui tomar banho e a água estava GELADDÍSSIMA. Depois visto uma saia jeans e uma blusa, prendo meu cabelo em um rabo de cavalo e faço uma maquiagem simples ( rímel e batom rosinha).

            Quando desço para tomar café, Naty estava triste, por quê?

– O que foi? – pergunto.

– Nada... – responde vazia.

– Quem nada é peixe... Ah, desculpa por ontem, não queria perder a cabeça com você, okay? Irmãs? – falo estendendo a mão pra frente.

            Ela coloca a mão na minha e as apertamos.

– Sinto que o dia vai ser ótimo! – exclamo.

            Pego minha mochila e a espero, tento falar com ela mas era como se falasse sozinha, ela não respondia, só sorria fracamente.

            Chegando na escola eu estava mais animada do que nunca! A diretora nos recebe.

– Meninas, hoje vocês terão de decidir um clube de atividade para ficarem – fala – Temos vagas nos clubes de jardinagem e no de basquete.

– Basquete, com certeza! – falo minha escolha.

– Jardinagem... – Naty diz baixo.

– Muito bem, estou um pouco ocupada agora, guiem-se com seus colegas para encontrar os clubes. – finaliza.

            Ela vai embora sem falar mais nada, eu ainda estava animada. Puxo Naty em direção ao grêmio, Nathaniel estava lá.

– Nath, posso perguntar uma coisa? – falo.

– Claro. – ele responde.

– Onde fica o clube de jardinagem e o de basquete?

– No momento estou ocupado para lhes mostrar, mas podem perguntar para outra pessoa.

– Tudo bem! Obrigada! – agradeço.

– Obrigada... – Naty fala tímida.

– Não há de quê! – diz Nathaniel sorrindo.

            Saímos da sala.

#NarraçãoNatália.

– Vou procurar pelo clube de jardinagem, okay? – falo.

– Okay! Te vejo depois? – pergunta Ana.

            Concordo com a cabeça.

            Saio por aí à procura do clube. Encontro um garoto de óculos fundo de garrafa e cabelo estilo Joãozinho.

– Com licença, eu sou nova aqui, você poderia me mostrar onde fica o clube de jardinagem? – pergunto.

– Eu também sou novo por aqui... – fala chateado por não conseguir me ajudar – Também não sei onde fica...

– Tudo bem! – tento animá-lo – Obrigada de qualquer jeito!

            Ele sorri.

– Qual seu nome? – pergunto.

– Sou Kentim! Mas pode me chamar de Ken! – responde.

– Sou Natália! Chame-me de Naty se preferir! – falo – Bom... Tenho que procurar pelo clube agora, até mais!

– Até! – responde acenando.

            Aceno e ando até o pátio, encontrando Castiel.

– Oi, Castiel!

            Ele se vira.

– Oi.

– Você sabe onde fica o clube de jardinagem?

            Ele dá um sorriso travesso.

– Talvez...

– Eu sei que você sabe onde fica... Pode levar-me até lá, por favor? – falo a última palavra meio que choramingando.

– O que eu ganho com isso? – pergunta.

– Ahn... – falo hesitante – O prazer da minha companhia...?

– Só isso?

            Suspiro desapontada.

– Tá bom... Vou procurar sozinha. – falo por fim.

            Logo quando dou as costas pra ele, ele pega meu pulso, fazendo-me virar.

– Te levo lá. – diz.

            Andamos calados até um canto não muito longe, logo avisto o jardim. Meus olhos brilham!

  – Que lindo! – exclamo.

– Por que você escolheu o clube de jardinagem? – Castiel pergunta.

– Só tinha esse e o clube de basquete – respondo entretida com a paisagem – Não tenho disposição e autoconfiança suficientes para jogar, então só me restou o de jardinagem, e eu até que curto as flores, sentir que estou cuidando de algo, me sinto importante...

– Ui, que profunda... Você se daria bem com um amigo meu.

– Sério?

– Um dia você ainda vai conhecê-lo...

            Ele ri.

– Obrigada por me trazer aqui... Adorei esse lugar!

            Falo honesta. Era tudo tão colorido e vivo! Sentia-me feliz nesse lugar.

            Percebo que ele cora e se enrola em responder.

– Só porque você insistiu... – fala desviando o olhar.

            Dou um riso fraco por sua resposta esfarrapada e continuo a admirar o local que seria meu novo refúgio...

 


Notas Finais


* All I See - Lydia.
Povinho!! Estou com um plano em mente! Postarei novos capítulos todos os sábados! E caso não o faça, darei uma justificativa e avisarei quando postarei o próximo? Estamos combinados? Espero que sim!
Beijinhos e até o próximo sábado!
Tia Naty.


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