História Nosso Doce Amor - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens Albert Spencer (Rei George), August Wayne Booth (Pinóquio), Capitão Killian "Gancho" Jones, Cora (Mills), David Nolan (Príncipe Encantado), Dr. Archie Hopper (Jiminy Cricket), Dr. Whale (Dr. Victor Frankenstein), Elsa, Emma Swan, Fa Mulan, Hades, Henry Mills, Liam Jones, Lilith "Lily" Page, Mérida, Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Roland
Tags Emma Swan, Evil Queen, Fanfic G!p, Homossexualidade, Jennifer Morrison, Khristtynna, Lana Parrilla, Lesbicas, Morrilla, Once Upon A Time, Ouat, Regina Mills, Swan Queen, Swanqueen, Swen
Exibições 173
Palavras 2.180
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Luta, Orange, Policial, Romance e Novela, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


* Boa Leitura!!!😍😎😍❤
Relevem os erros

Capítulo 5 - Nova hospede


 

Pov Emma

 

Daniel estacionou em frente a um restaurante fino, eu de terninho azul bem justo, cabelos em rabo de cavalo, com certeza não estava apresentável para estar ali. Pouco me importava com o olhar que fosse receber.

 

Fomos encaminhados até uma mesa, que ficava num cantinho mais reservado, com clima romântico, devia gostar disso, mais queria apenas comer e ir para a casa tomar um banho relaxante e me jogar na minha cama macia e, dormir deliciosamente.

 

Daniel puxou uma cadeira, sentei e ele em minha frente, o garçom se aproximou. Fizemos nossos pedidos. Conversamos sobre a empresa, minha promoção, tudo agradável. Nossos pedidos chegaram, jantamos como um casal apaixonado, mais a reciproca é falsa, porque não amo o Daniel e sim sinto carinho e estou acostumada com ele. Quando acabamos, Daniel pagou a conta e voltamos para o carro, dirigiu em direção ao prédio que moro. Chegamos, ele entrou com carro direto para o estacionamento, íamos dormir juntos, talvez uma transa me relaxasse. Subimos para meu AP, entrei e minha cadelinha correu ao meu encontro.

 

-Filha, que saudades!

 

-Ei vem aqui com papai. - Falou Daniel chamando-a.

 

-Filha, ele não é o papai. -Falei sorrindo e caminhei para o meu quarto, deixando Daniel na sala brincado com a Ava. Tirei minhas roupas, coloquei um roupão, logo Daniel entrou no quarto e se livrou do terno, gravata ficou só de cueca, me abraçou por trás beijando meu pescoço, minha boca. Meu corpo não reagiu. Talvez a tensão do dia não estava me deixando relaxar, quando ele estava soltando o laço do meu roupão, o telefone tocou.

 

-Não atende amor. -Fiquei calada, tentando relaxar com as investidas dele. O telefone voltou a tocar, precisava atender poderia ser mamãe. Fechei meu roupão. Me afastei de Daniel peguei o celular dentro da bolsa. Olhei o número do hospital, senti um frio na barriga. Será que ela estava bem. Atendi logo.

 

-Aqui do hospital Sant Thomas, Emma Swan? -Alguém do outro lado da linha perguntou.

 

-Sim, o que deseja?

 

-Amiga da paciente Regina Mills?

 

-SIM, sim, ela está bem?

 

-Estou ligando apenas para avisar que ela acordou e, que será encaminhada para um dos apartamentos que a senhora pagou, confirmo?

 

-Sim! - Gastei uma nota, não me importo só quero que seja bem cuidada.

 

-Se quiser pode vim vê-la. -Com toda certeza eu vou.

 

-Estou indo pra aí. - A ligação foi encerrada.

 

-O que foi Emma, para onde vai? -Perguntou Daniel.

 

-Veste sua roupa, preciso sair.

 

-Emma já é mais de meia noite, para onde vai? -Ignorei a pergunta dele, entrei no banheiro, tomei um rápido banho, sai Daniel já estava vestido, sentado na beira da cama. Fui ao meu closet e escolhi uma calça preta, camiseta branca e uma jaqueta azul, vesti uma lingerie branca, e as roupas que escolhi, calcei uma bota de cano longo, peguei minha bolsa, a chave do meu carro com certeza estava lá em baixo. Gui sempre fazia isso, quando eu precisava, trazia meu carro para o prédio e deixava a chave com o seu Rui.

 

-Vamos Daniel.

-Pra onde Emma?

 

-Você para sua casa e eu vou ver minha amiga, que esta precisando de mim. -Falei o que pensei.

 

-Posso ir com você?

 

-Não! -Me apressei em responder. -Ela está mal, e você estar cansado deve ir para sua casa dormir.

 

-Você também Emma, será que não pode ir vê-la amanhã?

 

-Não, preciso ir agora e sem delongas.

 

-Ok, vamos então. -Peguei minha bolsa e saímos do AP, fechei a porta e descemos no elevador, me despedi de Daniel no térreo. Seguiu para o carro dele, e eu fui até o Sr Rui pegar minha chave, realmente estava com ele. Caminhei de volta ao estacionamento e entrei no meu carro e fui para o hospital. Cheguei no local, sai apressada, ansiosa para olhar naqueles olhos com de avelã.

 

Informei na recepção para uma moça loira que estava atendendo aquele horário. Não era a mesma que dei o buquê. Informei a ela que vim ver Regina. Me informou o quarto 450, no 14ª andar, peguei o elevador, parei no andar e segui pelo corredor silencioso. Cheguei no quarto, uma doutora morena estava examinando-a mais uma enfermeira ao seu lado.

 

-Olá, com licença? -Regina ouviu minha voz e olhou em direção a porta, nossos olhos se encontraram e em minha barriga um frio gostoso se instalou.

 

-Pode entrar. -Falou a Dra. - Você é o que para a paciente?

 

-Amiga. - Falei sem tirar os olhos da morena, que ensaiou um sorriso pra mim.

 

-A paciente acordou a cerca de 4 horas, somente a duas horas veio para esse quarto, então sem fortes emoções, ela estar estável. Sorriu para mim e saiu da sala, sendo seguida pela outra.

 

-Regina? -Me aproximei mais do leito. Ela tava toda furada com medicações e oxigênio para respirar melhor.

 

-Oi Emma. -Falou baixinho. -Obrigada! – Uma lagrima saiu do seu olhar.

 

-Ei, fica calma, não pode se alterar.

 

-Porque estar aqui?

 

-Vim te ver morena, o negócio estava feio quando te trouxe mais o meu amigo para cá, não vamos falar disso. Sente alguma dor? -Realmente eu estava nervosa e preocupada.

 

-No momento não, mais olha a quantidade de medicação que tenho que tomar. -Sorriu fraco, realmente, tinha um monte de medicamentos pendurando no suporte.

 

-Que bom, é quis dizer que não sente dor, não que vai tomar tudo isso. -Me atrapalhei toda.

 

-Calma Emma. Quem está pagando pra mim ter esse atendimento? Desde quando acordei estou sendo tratada como uma rainha, apesar do estado que estou, isso deve ser coisa sua.

 

-Não é não. -Sorri brincando.

 

-Robin? -Falou e percebi o aparelhinho apitar. -Droga!

 

-Sou eu, desculpa a brincadeira. -Ela foi se acalmando, realmente esse homem perto dela acabará a mantando. - Não se preocupe com nada, cuidarei de você e do bebê a partir de agora, se você me permitir? - Falei confiante.

 

-Você mal me conhece Srta Swan, como pode ser tão bondosa com uma estranha?

 

-Você não é mais estranha, estamos conversando como duas amigas. -Sorri descontraindo.

 

-Você quer ser minha amiga mesmo?

 

-Sim, porque não.

 

-Tenho defeitos. - Sua voz parecia longe.

 

-Quero descobrir os quais! -Sorri vendo que ela adormeceu, levantei e cobri-a melhor com pano e me sentei na poltrona ao lado do leito, fiquei pensando.

 

“Minha vida sem grandes emoções, dinheiro, sucesso profissional, tudo o que muitos almejam. Tenho um namorado perfeito. Desde que conheci a morena em frente a cafeteria, algo em mim mudou e, por ironia lá estou naquele bar, e a morena a poucos metros passando mal. O destino nos colocando uma no caminho da outra. Não sei o motivo mais quero essa mulher na minha vida e o filho dela.

***

Duas semanas depois...

 

Hoje é o grande dia que Regina sairá do hospital, após duas longas semanas internada, eu estava animada, meu apartamento todo arrumado, contratei uma enfermeira ruiva muito bela, chamada Zelena Mader. Ia no hospital todos o dia ver a morena, havia conversado com ela para passar um tempo no meu apartamento, pelo menos até o bebê nascer, mesmo relutante aceitou. Não havíamos conversado sobre esse tal Robin, mais estava louca para saber mais sobre ele, assim meu amigo iniciaria a investigação. Estava no escritório divagando quando ouvi batidas na porta. - Entre!

 

-Amiga, estar pronta para íamos buscar sua mulher?

 

-Kill deixe de falar besteiras, sabe que Regina é apenas uma amiga e quantas vezes vou te dizer que não sou lésbica, que mania de todo gay achar que os outros também são. -Falei sorrindo.

 

-Eu não acho todo mundo, mais você e aquela morena que te olha querendo te devorar, tem muito potencial. -Sorriu, Kill durante esses dias havia ido comigo sempre no final da tarde visitar Regina, que estava adorando o jeito dele.

 

-Deixe disso, não fale nada do tipo perto da Regina, pode pensar que é verdade.

 

-Tudo bem, me diga quando falará para sua mãe que agora você será papai?

 

-Não serei pai, para Killian. - Falei já me chateando, ele fica bagunçando comigo a respeito da paternidade do bebê.

 

-Ah Emma, você vai criar, será seu. Mudando de assunto. O Daniel sabe que você levará a Regina para o seu AP?

 

-Não devo satisfação da minha vida para ele, apenas namoramos e mais nada.

 

-Adoro sua determinação amiga, não deixa ninguém te dominar. -Sorriu.

 

-Não deixarei mesmo. - Conversamos mais um pouco, fui até a sala do papai, conversei com ele sobre negócios, por algumas horas, quando olhei no relógio já marcava 17:50, precisava ir buscar a morena.

 

-Pai estou indo.

-Para onde princesa?

 

-Irei resolver uns assuntos importante.

 

-Sobre a empresa?

 

-Não, outro dia falo a respeito. -Beijei o rosto do papai e sai da sala dele. Caminhei até meu escritório. Desliguei tudo peguei minhas coisas e mandei uma mensagem para o kill. Cheguei no térreo Kill já estava me esperando.

 

-Vamos?

 

-Claro! -Fomos para o meu carro, entramos no mesmo e segui para o hospital, estacionei o veículo e seguimos para dentro. Nos autorizaram entrar. Regina estava sentada na beira do leito, já arrumada, quando me viu sorriu de um jeito lindo, meu coração deu um salto fora do normal. Minhas mãos suaram, Killian deu um sorrisinho presunçoso.

 

-Querida eu quero entrar sai da porta. - Falou Killian me despertando do transe que fiquei. Caminhei em direção ao leito.

 

-Oi, vim busca-la. -Falei sorrindo.

 

-Vamos querida, não gosto desse cheiro de doente. -Falou Killian.

 

-Emma, você tem certeza que me quer em sua casa?

 

-Absoluta Regina!

 

-Só ficarei até o bebê nascer. -Aquilo me deixou triste mais tudo bem. -Precisamos conversar sério. -Fiquei meio confusa quando ela disse isso.

 

-Agora?

 

-Não. – O Dr entrou no quarto, nos chamando atenção.

 

-Srta Swan, a paciente estar liberada, todo o cuidado possível. Srta Mills sua gravidez e de risco, então nada de aperreio, boa alimentação e repouso.

 

-Sim, cuidarei para que ela siga tudo o que for passado, para que o bebê nasça no tempo certo. -Falei confiante.

 

-Isso mesmo, o bebê está com seis meses agora, e no exame mais cedo vimos o sexo. -Regina sorriu e eu fiquei muito curiosa para saber.

 

-Então o que é? - Perguntei.

-Não fale Dr. -Pediu Regina.

 

-Ah Regina fala logo, preciso saber.

 

-É morena, fale afinal Emma é o pai do bebê merece saber. -Falou Killian, eu quis desaparecer naquele momento. Regina olhou para ele sorrindo. E eu morrendo de vergonha.

 

-Regina não leva a sério o que ele disse.

-Calma Emma, sei que é brincadeira do Killian.

 

-Então pai, mãe e tio estão liberados, Regina a sua consulta e semanal. - Falou Whale.

 

Saímos do hospital, entramos no veículo e seguimos para o meu AP. Já passava das 20:40 quando adentramos o local.

 

-Seja bem-vinda Regina, essa é sua nova casa. -Ela veio em minha direção e me abraçou.

 

Obrigada Emma, você estar sendo um anjo na minha vida. -Fiquei vermelha, Killian sorriu sacudindo a cabeça.

 

-Vamos quero mostrar seu quarto. -Ela se afastou e caminhamos, para o local, Regina tinha apenas uma sacola com roupas, que eu havia comprado para ele, mais eu mandei organizar um guarda roupa, cheio de roupas de grávida e também comprei várias roupinhas de bebê, fraldas, utensílios e um berço que montei no quarto.

 

-Emma que lindo, mais não precisava se incomodar decorando um quarto para mim e meu filho.

 

-Foi o Kill. -Falei rindo, Killian havia me ajudado a decorar.

 

-Que eu me lembro, você esteve o tempo todo emprenhada, ficamos até as 4 da manhã decorando para te receber. - Tinha uma faixa pendurada. Seja bem-vinda mamãe.

 

-Obrigada aos dois. -Ela começou a chorar.

 

-Ei não chore, lembra do que o médico falou, sem fortes emoções.

 

-E que você estar sendo tão maravilhosa comigo, e nos conhecemos um pouco mais de um mês. -Não soube o que responder, só queria ajudá-la.

 

-Deita, ainda tenho alguém que quero te apresentar. -A morena deitou na cama, Kill ajeitou o tevesseiro atrás da costa dela. Chamei Zelena e nos aproximamos da morena.

 

-Essa aqui é sua enfermeira particular Zelena Mader, ela cuidará de você, quando eu não tiver em casa.

 

-Não precisa.

 

-Precisa sim! -Chamei minha adorável secretaria do lar. - Essa é Ângela, meu braço direito, cuida de tudo aqui e ainda faz a melhor comida.

 

-Prazer. - Falou Regina. Sai do quarto com Killian, sentamos no sofá.

 

-Amiga acho que vou indo, hoje é sexta ainda quero ir numa balada.

 

-Obrigada Kill.

-De nada, gosto da morena.

-Eu também.

-Já percebi.

 

Algumas horas depois ....

 

Estávamos só nos duas no AP. Ângela havia feito uma sopa pra Regina e minha janta depois foi embora para a casa dela. Zelena também já havia ido. Tudo em silêncio, já passava da meia noite. Tinha tomado meu banho e estava na minha cama louca para ir ver como a morena estava. Levantei e fui até o quarto dela, na ponta dos pês, a porta estava aberta, via-a dormindo feito um anjo voltei e me joguei na cama, com ava ao meu lado. Uma sensação de felicidade me preencheu.

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais




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