História Nosso fluxo perfeito - Capítulo 31


Escrita por: ~

Postado
Categorias MC Biel
Exibições 79
Palavras 2.526
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


E aew galera!!!!!😆😆😆 como cês tão ,suas piruas? Bem? Q bom kkkk
Bom, queria pedir mil desculpas pela demora, é q eu n tive tempo e blá blá blá,a ladainha de sempre. O cpt de hj é dedicada à Bruna Costa,( até parece q eu sempre dedico meus cpts... 😂😂😂) ela fez niver segunda, e infelizmemte eu n pude postar o cpt, ent, vai hj msm. Kkkkkk
Parabéns pra Bruna, né gente! Uouuuu👏👏👏🎉🎉🎉😍😍😍

E obg minhas túlipas, pelos comentários e favoritos!💓💕💖💞
Vcss são foda!!!😍😘

Boa leitura!💚

💕~ Dedicado à Bruna Costa~💕

Capítulo 31 - Capítulo 31 - "Amar o problema, amar o errado ,amar a dor"


Fanfic / Fanfiction Nosso fluxo perfeito - Capítulo 31 - Capítulo 31 - "Amar o problema, amar o errado ,amar a dor"

 

" E amar a dor nunca foi tão fácil."


- A mãe...- ela tentava falar, aos soluços.
- Ela foi embora , Júlia.- chorei mais.
      Eu queria agradecer Gabriel por ter recuperado  minha irmã, mas ao mesmo tempo, queria matar ele. Olhar pra sua cara era como se eu visse a minha mãe estendida naquele asfalto, coberta de sangue. Agradecer ele por trazer Júlia seria como agradecer por ter atirado em mim, me feito chorar, e pior, matado minha mãe.
  
- Eu...sei...- ela me soltou e olhou no fundo dos meus olhos.
      E quando eu vi aqueles olhos , eu me lembrei de tudo que eu passei  até chegar  aqui, ameaças, mortes, o que ela ia dizer se descobrisse que eu também era um deles? Eu via ela, e via meu passado também, a menina que dava duro pra ajudar em casa, sonhava em ser médica, cuidava da irmã, e tentava fazer ela sorrir quando a mesma queria chorar. A menina que hoje não valia nada, tão suja quanto o próprio Romano.
- Eles te fizeram alguma coisa? Te machucaram?- perguntei, preocupada, ao lembrar das ameaças.
- Não ...- ela me disse , sem vacilar, o que me deixou alíviada, então não tinha acontecido nada com ela.- O tio Sérgio é legal, e a Giovana também.- ela dizia, enquanto ainda enxugava os olhos com as mãos.
    Giovana... Aquele nome me fez encarar Gabriel, e voltar ao real mundo, eu sabia que podia não ser, mas o olhei por impulso. Ele tinha acabado de tirar os óculos, e tava mais próximo de mim do que eu podia lembrar. Sandra continuava ao seu lado, me olhando com um certo tom de nojo. Mas isso não interessava, o olhar de Gabriel sim interessava, e ele afirmava, a tal Giovana era irmã dele.
     Havia tantos pensamentos na minha cabeça que eu não conseguia focar em nenhum. Apenas segurei a mão de Júlia, e disse:
- Cê tá com fome?- ela assentiu, e já iamos sair. Não queria saber mais de problemas, e Gabriel,ah...Gabriel , ele era problema.Quando o mesmo interrompeu nossa saída com a sua voz.
- Vamos voltar pro Alemão hoje à noite, esteja pronta. - ele disse, assim que passamos por ele.
- Vou estar.- disse firme e baixo, mas alto o suficiente para ele escutar.
    [...]
                    "Ponto de vista de Gabriel Marins"
- Co...como? Como tu conseguiu recuperar Júlia assim? Numa boa? cê não tá com nenhum arranhão, mano.- Felipi me encarou espantado. Eu até poderia contar logo a droga toda pra ele, mas  Sandra tava ali, e ela podia fazer o drama que for, dizer que agora me amava de verdade, a porra toda, mas eu não confiava nela, nem caía nesse lance de "case - se comigo ou eu te denuncio, e se eu morrer, uma certa pessoa vai saber, e ela vai te colocar na cadeia." isso me cheirava à jogo sujo, e esse jogo eu sabia jogar.
- Vamos dar uma voltinha.- disse, jogando a chave do meu carro, pro alto ,e me afastando de Sandra. 
     
     Felipi me seguio , enquanto a minha "querida" noiva me olhou intrigada.
- Pra onde vamos?- ela disse,  abrindo a porta do banco de trás, já que Felipi já tinha ocupado o do carona. 
Eu ri.
- Seguinte, querida, tu não foi convidada.- disse, seco.
- Que? E você pretende me deixar aqui? Você vai me deixar sozinha com aquela louca, Gabriel?
- Cala boca e fica logo aí, não quer ficar com a "louca", então vai nadar um pouco, caminhar pela praia, falar com os cachorros, sei lá.
- Eu sou sua noiva Gabriel, eu mere...- eu interrompi, antes que aquela vadia começasse com a manha.
- Ah, vai pra puta que pariu, Sandra! E não me enche o saco, odeio mulher chorona!
  Entrei no carro , fechei rápido a porta ,e dei partida antes que a doida podesse pensar em entrar no carro e nunca mais sair.
- Cara, por que tu ainda insiste com essa de noivado falso? Eu sei que tu não tem medo dela.
- Eu posso não ter medo dela, e ela pode até tá mentindo sobre isso tudo, mas eu não posso arriscar, tudo isso me parece um jogo, ela parece ficar comigo porque precisa de algo, e mesmo que seja mentira, eu não posso desistir  disso agora. Amanhã a gente vai acertar as contas com Romano, e quando essa merda acabar, eu jogo Sandra no primeiro esgoto que eu ver - Felipi riu, e eu acabei rindo também - Mas por enquanto, melhor ficar com está, não quero que vocês se ferrem por minha causa.
- Relaxa, Marins, a gente vai se ferrar de qualquer jeito!- ele disse, rindo.
    Eu ria como se aquilo fosse uma piada, mas o problema era que, não era uma piada.
- Mas diz aí, como tu conseguia resgatar Júlia?
-Longa história...- falei.
- Temos o México todo , pode começar.
   Coloquei meus óculos e tentei pensar na melhor maneira de contar aquilo tudo, ou melhor, na melhor maneira de me lembrar "daquilo tudo "e não sentir raiva, ou vontade de matar Sérgio Marins, meu pai.

[...]
                 "Ponto de vista de Talia Vieira"
   Eram 07:00pm, eu , Felipi e Júlia tinhamos acabado de arrumar as malas, enquanto Gabriel explicava o seu plano de quando voltarmos pro Alemão. Encarar ele ficava cada vez mais difícil, não só pelo fato de eu saber tudo o que ele fez, mas também pelo fato de eu ainda amar ele, e querer perdoa- lo, e isso, ah, isso...isso seria um erro, talvez o meu maior erro.
- Vão armados, mas só quando chegarmos lá, não esqueçam de deixar as armas aqui, para caso de alguém esquecer e decidir ter a grande deia de nos ferrar no aeroporto. 
- Ouviu não foi Felipi?- falei, mesmo querendo demonstrar que não tava ouvindo Gabriel, eu só queria que a situação não ficasse tão tensa.- ri um pouco da cara de cú que ele fez.
- Lembrem- se com quem estamos nos metendo, - Ele ignorou minha piada.-Romano tem uma gangue aqui e eles já avisaram a ele que estamos aqui. Se tivermos sorte, ele ainda não descubrio que resgatamos a garota. Vamos em carros separados, para caso aconteça alguma coisa e o outro tenha que fugir. Entramos separados, nos encontramos no ponto marcado e entregamos os recibos dos carregamentos , a papelada da boate e as contas do Brasil e daqui do México.
- E depois ...- Felipi fez uma arma com os dedos e encostou o dedo indicador na cabeça, como se fosse um revolver, - vamos morrer.- eu ri do seu drama.
- Sair vivo não vai ser fácil, então, continue pensando assim e  não espere o melhor.
- E tem como esperar?- Felipi se jogou no sofá.- Desde já, digo que foi muito bom conhecer vocês.
    Nós rimos, e saímos dali. Fechamos tudo , e deixamos nossas armas lá, a casa ainda era minha por um mês, e se ficassemos vivos podiamos voltar para buscar. E quanto aos carros? Felipi deu um jeito de manda-los pro Brasil, mas tá aí, eu ainda não sei como ele fez isso. 
   Fomos até o táxi que eu tinha chamado, Júlia já estava lá. E era como se tudo tivesse bem, era como se eu e Gabriel ainda brigassemos por qualquer coisas e em seguida começassemos a rir. Mas não era assim, a verdade era que não queriamos demonstrar nenhum sentimento, queriamos fingir que tava tudo bem, mas não tava, e todos ali sabiam.
      Eu passei o dia todo ouvindo Júlia, e era tão bom aquilo, por um momento, tudo que eu tinha vivido não tinha passado de um pesadelo, mas todo pesadelo tem uma única parte boa, a parte em que acordamos , só que essa era a parte ruim do meu pesadelo, porque ele não tava nos meus sonhos, ele tava aqui, na minha vida real, e abrir os olhos era viver ele.
     Felipi me contou como Gabriel conseguiu trazer Júlia, sobre o pai dele estar nisso , como  conseguiu perdoar ele, e tudo mais. Eu sentia muito por ele, mas o meu ódio não amenizava, e ele podia fazer tudo por mim, mas parecia que nada ia amenizar minha dor. Nem mesmo o fato de ele ter vindo pra cá, e se arriscado por mim.
"- Oi, é, ahãn, já tô chegando , eu não vou te deixar aí ,porra! Para de encher, tchau!"
     
    E essa foi a gentil conversa que ele teve com Sandra, Felipi também me contou que Gabriel não confiava nela, e por isso não a colocou nos nossos planos, mandou ela ir pro aeroporto primeiro e nos esperar lá. No Brasil seria a mesma coisa, ela ia ficar escondida em algum lugar até tudo acabar, e quando acabasse, ele ia dar um pé na bunda dela. Todos iamos sumir, e Sandra poderia nos denunciar quando ela quisesse, já que se conseguirmos sair vivos, estaremos ferrados.
       Era só um esquema, só isso que tinhamos, um esquema que tinha 99% de chances de dar errado, mas eu só queria que tudo ficasse bem.
    
[...]
        
 - Estou surpresa, como conseguiu chegar tão rápido?- Sandra veio até nós, e soltou uma piadinha irônica para Gabriel. Ela queria mesmo fechar os olhos e nunca mais abrir.
    Ele se aproximou dela e falou algo no seu ouvido que a fez paralisar por uns segundos. 
- Lia, essa mulher é mesmo noiva dele?- Júlia me perguntou.
- É...- a olhei de relance e sorri de lado.
- Ele é muito mau educado...- continuou.
- E ela é muito cretina...- disse sem querer. Mas Júlia não falou mais nada.
- Melhor a gente ir entregar as bagagens.- Felipi falou para mim e Júlia.
- Cê vai com Júlia, eu preciso ir no banheiro, primeiro.
- Beleza, vem Júlia.- ele esticou a mão pra ela.
     Eles foram e eu resolvi deixar minha única mala junto com a de Gabriel.
- Olha ,eu vou no banheiro, será que você pode ficar com ela?-  essa foi a primeira vez nesses últimos dias que eu falei com ele , e talvez tenha sido por isso que ele  se assustou. Sandra que tinha parado de falar alguma merda ,pra me ouvir, respondeu:
- Ok queridinha, pode ir.- o tom da voz dela era tão cínico que me fazia sentir vontade de encostar minha mão na cara dela,  com toda força.
- Valeu ,queridinha, quer ir tomar no cú enquanto me espera? Acho que sim né, então ,vai tomar no cú!- e essa foi a minha humilde resposta antes de sair, fazendo Gabriel sorrir e a sua querida noiva não conseguir fechar a boca.
       Caminhei até o banheiro e encarei o espelho, eu não tava me sentindo bem, joguei um pouco de água no rosto, respirei fundo, parecia querer desmaiar. Talvez eu não tenha comido direito hoje.  
     Minhas mãos soavam,  minha cabeça parecia rodar, e quando percebi, já tava ajoelhada em frente ao vaso sanitário , vomitando sem parar. Cara, o que tava acontecendo comigo?
- Ei, faltam cinco minutos pro nosso voô sair, tá tudo bem?- ouvi a voz de
...Gabriel. Como eu ia conseguir falar com ele de novo? Cada vez em que eu falava com ele ,tava sendo como atirar em mim mesma.
- É..- tirei minha jaqueta , coloquei na cintura, e dei descarga antes de sair do banheiro.-  Você é doido.- isso foi a única coisa que eu consegui dizer, enquanto ia até a pia para jogar mais água no meu rosto.
- Cê tava vomitando?- perguntou, mas nossa conversa não era como antes, nada era como antes, a gente não era como antes.
   Eu só assenti, respirei fundo, e tentei encarar o reflexo dele no enorme espelho que tinha ali.
- Por quê?- acho que aquela palavra não saiu como ele queria,  ela saiu mais como um "Com quem tu fodeu?".
- Eu não sei.- disse em meio a um suspiro. Um mulher entrou no mesmo instante e encarou Gabriel com espanto.- Mellhor a gente ir.- falei.
     Saí do banheiro com Gabriel me seguindo, eu esperava que ele fosse embora e me deixasse em paz, mas, ele não fez isso, ele nunca faz, álias, ele é a única pessoas que consegue tirar minha paz e trazer ela de volta ao mesmo tempo, e tava sendo tão ruim ter que sentir ódio e amor por ele, eu queria tanto que ele fosse, e queria tanto que ele ficasse.
      Meus pensamentos sumiram como a luz que se apaga, quando Gabriel me fez parar, segurando meu braço e me fazendo olhar nos seus olhos tão escuros, sua alma era tão escura, como se ele morasse na escuridão.
- Por que não olha pra mim? Sei que eu errei, não mereço seu perdão e nem vou pedir, mas também não precisa me tratar assim.
- E como você quer que eu te trate? Te dando um beijo a cada vez que te ver? Gabriel... Não dá! Olhar pra essa tua cara, é a mesma coisa que ver minha mãe morta naquele asfalto. E aquele dia, é uma das coisas que eu quero esquecer!- tentei soltar meu braço da sua mão, mas ele era mais forte.
- Você não tá grávida daquele...?
- Eu não tô grávida, beleza?- nem deixei ele terminar, sabia que ele ia acabar falando "Brian".- Agora solta meu braço e vai encher o saco da tua noiva!
- Tem certeza?
   Por que eu sentia que se os olhos dele fechassem , iam sair lágrimas dali?
- Eu não te devo satisfação!- disse, firme.
- Ele não é uma boa pessoa.
    Não, eu tinha me enganado, ele não ia chorar.
- E nem você.- disse, antes de conseguir me soltar dele e ir até minha mala.
     Depois que peguei o cartão de embarque, esperei mais um minuto até o voô ser anunciado. Pessoas seguiam até o portão de embarque e eu ainda não me sentia bem, nem consegui encontrar Felipi e muito menos Gabriel -para minha sorte- . Acho que fui a última a entrar no avião, olhei no meu cartão onde ficava a minha poltrona,assim que  achei , me deparei com alguém que eu preferia não ver, pelo menos não à viajem toda.
- Eu não acredito.- disse um pouco baixo, como um desabafo.
    
      Eram só lágrimas, lágrimas que não caíam mais, era só todo o amor, que eu tentava não sentir mais, era só o ódio que eu queria sentir cada vez mais, era só a minha paz que ele tirava , a que não fazia falta porque ele sabia trazer de volta, me fazendo sorrir. Eram só os efeitos de amar e odiar Gabriel Marins.
     Amar o problema, amar o errado, amar a dor.


 Quando você está se sentindo vazia, eu serei o combustível que você precisa, Para manter e empurrar para baixo na rua solitária, e eu estou sempre no escuro invisível. Casa com faróis no gramado, eu nunca fui embora por muito tempo.  Eu  voltarei, nunca abaixe a cabeça, Voltarei em cada canção que não é cantada, Nossa memória está sempre ao alcance Eu voltarei, eu voltarei, nunca abaixe a cabeça.
 


Notas Finais


Oiieee!!!! Parem aki!!👈☝☝☝☝
Deixem suas opiniões aí embaixo!!!😂😂😂
Gente, agr é sério, desculpem , mas esse ainda é o restante do cpt anterior, aí vcs pensam (porra, agatha, esse cpt n acaba n???) er.... Não.😂 É q o cpt é mt grande , e eu nem ia postar hj,mas decidi n fazer essa maldade com vcs..kkkk e por falta de tempo, acabei dividindo um cpt em três... O q implica dizer q a nossa fic terá 33 cpt, mas calma piruas, eu vou tentar parar de postar cpt ao meiokkkk é só q... É bom matar vcs aos pouquinhos...😂 No Cpt q vem eu prometo vir com as surpresas , ok? Ok.. E , vai ter morte aí..😢 É... Desde já, estou triste... Mas td bem, fiquem bem!💕

~Hey, e a nova música do Biel???? Alguém aí tbm já tá contando os dias pra chegar dia 09/12??? Mdssss!!! Eu tô quase morrendo de ansiedade!!😍😍😍😱😱😱...Aff, Biel, antes melhor seria se tu n tivesse abrido essa boca, e feito uma surpresa!😡kkkkkkk

💕Chega dia nove...💕

~Vamos além, minhas túlipas!~💚


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...