História Nosso ódio - Pklango - H i a t u s - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Alan Ferreira (EDGE), Felipe "Febatista" Batista, Matheus Neves "Pk Regular Game", Rafael "Guaxinim" Montes, TazerCraft, Thiago Elias "Calango"
Personagens Alan Ferreira, Felipe "Febatista" Batista, Matheus Neves, Mike, Pac, Personagens Originais, Rafael "Guaxinim" Montes, Thiago Elias "Calango"
Tags Aloid, Amor, Cellke, Clichê, Felxinim, Foudasse, Ódio, Pactista, Pkalango, Pklango, Saikum
Visualizações 412
Palavras 907
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Escolar, Festa, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Opa, olha quem já voltou :3

AIN TOH ANIMADINHA :3

mas toh sem oq falar de novo, enton só bora ler❤

Capítulo 3 - || (Im)Perfeito ||


Fanfic / Fanfiction Nosso ódio - Pklango - H i a t u s - Capítulo 3 - || (Im)Perfeito ||

"Nosso Ódio"

Capítulo 2

"(Im)Perfeito"

Thiago Elias (Calango)


A forma lenta em que eu empurrava a porta da casa, cuidando para que essa não rangese, mostrava o quão grande meu medo era.

— Thiago? Está em casa? - A voz autoritária me fez estremecer.

— A-acabei de ch-chegar pa-papai. - Respondi, fechando a porta atrás de mim, e abaixando a cabeça.

— Não me chame de papai, garoto estúpido, você é só algo inútil que surgiu na minha vida. Não me considere seu pai. - Seu tom grave me fez assentir, involuntariamente. - Ótimo, agora levante a cabeça, não te criei para ter medo! 

Levantei a cabeça e encarei o homem que, agora, se encontrava em minha frente.

— Pa-pa-- senhor, nã-não faça n-nada comigo, s-só ho-hoje. - Meus lábios já tremiam, e o medo apenas crescia.

— Eu faço o quê eu bem quiser, tenho certeza que sabe o quê acontece com quem me desobedece não é? - Perguntou, apontando para uma foto onde minha mãe sorria, ele sabia que aquele era meu ponto fraco.

— S-sim se-senhor. - Engoli o seco e o homem seguiu até o sofá, se sentando sobre o mesmo e desafivelando seu cinto.

— Vamos, ainda tenho outras coisas para fazer hoje! - Falou de forma estressada, revirando os olhos.

De forma tímida me aproximei do homem, que não sei porque ainda ouso chamar de pai, e me ajoelhei em sua frente.

— Pa-pap-- Senhor, p-por favor. - Tentei pedir uma última vez.

— Vamos garoto! Me obedeça! - Elevou seu tom de voz e eu apenas engoli o seco, levando minhas mãos trêmulas até o cox de suas calças. - Bom garoto. - Sorriu satisfeito, quanto eu sentia as lágrimas descerem.

(...)

Matheus Neves (Pk)


Estava sentado na calçada em frente a minha casa, olhando a rua deserta.

Thiago é meu vizinho, moramos aqui dês de pequenos. Claro, que teve aquele ano em que ele me deixou, mas depois ele voltou, mas não era mais o Thiago que eu conhecia, era outra pessoa, alguém hipócrita, idiota. 

Passei meu lápis sobre o caderno em minha frente, fazendo duas linhas retas, essas que formavam a rua em que eu estava. Ao lado da rua, várias casas, algumas meio velhas, outras abandonadas, mas nada que assustasse as duas crianças que eu havia desenhado em seguida.

Com o desenho finalizado abri um pequeno sorriso de lado, que rapidamente se desmanchou.

As crianças eram eu e Thiago, nós brincávamos muito quando crianças. Gostávamos principalmente de entrar nas casas abandonadas e nos fingir de exploradores.

Mas tudo isso acabou, e a culpa são das duas pessoas representadas no desenho. A culpa é minha e a culpa é dele. Minha culpa, por ter deixado ele ir, culpa dele por ter resolvido me deixar.

(...)

Thiago Elias (Calango)


Eu estava deitado no sofá, encolhido, e ainda nu, enquanto as lágrimas escorriam pelo meu rosto, de forma intensa.

Era sempre assim, ou ele me batia, ou ele abusava de mim, e depois ia embora, me deixava sozinho como sempre.

Perfeito, eu nunca vou ser. E sei que meu pai ser assim não é motivo para que eu seja um babaca completo. Mas, mas é meu jeito de me defender.

Me levantei do sofá, sentindo meu quadril latejar, e quase caindo no chão.

Subi até meu quarto, e lá peguei roupas novas para me vestir, não queria usar as roupas que estava usando antes dele fazer o que sempre faz.

Desci as escadas, ainda sentindo uma fraca dor na região do quadril, e fui em direção a porta de casa, saindo pela mesma logo em seguida.

Com um pouco de esforço de apoiei no muro e impulsionei meu corpo para o outro lado deste, parando em um terreno baldio.

Me sentei no chão empoeirado e coloquei minha cabeça entre minhas pernas, voltando a chorar mais baixo.

— Perfeito... Você é perfeito... Per... Imperfeito. - Murmurei, suspirando baixo.

Ouvi passos se aproximarem do terreno e imediatamente levantei minha cabeça, vendo quem eu menos desejava ver.

— O quê faz aqui? - Minha voz rouca era perceptível, algo que aparentemente fez Matheus levar um pequeno susto.

— Eu... O terreno não é seu, não te devo explicação. - Respondeu. - Mas como está aqui, acho que vou embora. - Sua voz saiu num tom frio, e quanto ele estava prestes a se virar para ir embora, deu meia volta e me olhou. - Estava chorando?

Virei meu rosto para o lado contrário do seu e passei minha mão direita em meus olhos.

— Isso não importa para você. - Respondi ainda sem olha-lo.

— Eu só pensei que... - O interrompi.

— Você não tem que pensar nada, se não se lembra, não somos mais amigos. - Voltei a encara-lo.

— Ok, então se fode aí, sozinho. - Respondeu se virando para voltar a andar para fora do terreno baldio. - Sabe Thiago... - Sua cabeça se virou para o lado, ele parecia tentar me olhar, enquanto sua destra tirava algo de seu pulso canhoto. - Você podia tentar deixar de ser tão babaca! - Completou, jogando algo em minha frente, e logo se retirando do terreno.

Peguei o objeto e olhei um tanto impressionado para o mesmo.

— M-mas como?... - Coloquei em meu pulso e vi o pingente com metade de um coração fazer um leve barulho. - E-eu tinha jogado isso fora...

Fiquei olhando o objeto por um tempo, tentando pensar de onde Matheus poderia ter pegado ele.

Abaixei minha cabeça de novo, a colocando entre minhas pernas, e agora eu não sabia se chorava pelo meu pai, ou pela destruição que causei na minha vida ao me separar de Matheus.


Notas Finais


AHHHH
ESSA VERSÃO ESTÁ MUITO MELHOR!

TOH AMANDOOO ESCREVER ELA
E espero que vcs estejam amando ler

Esse capítulo, assim como na outra versão, não sei se sinto dó ou raiva do Calango

Mas enfim

BEIJO NA BOCA
E
~ BYY💌


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...