História Nosso passado, presente e futuro - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias VIXX
Personagens Hongbin, Hyuk, Ken, Leo, N, Ravi
Tags Hyukbin, Keo, Navi, Rabin, Vixx
Exibições 97
Palavras 2.707
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Finalmente chegamos ao ultimo capitulo.

Desculpem os errinhos.

Boa leitura=P

Capítulo 14 - Capitulo 14 - Final


Chequei as horas em meu relógio e me espantei com o tempo que havia passado. Fui para minha casa para descansar, pois o plantão seria logo, e iria deixar a carta para ler apenas quando voltasse do plantão. De alguma forma me sentia triste por não vê-lo nesse tempo todo. Mas entendi que ele apenas queria deixar com que eu passasse por isso e na hora certa iriamos nos encontrar.   

❤️❤️❤️❤️ 

Ao sair de casa para ir ao hospital, direcionei meu olhar ao envelope vermelho que estava na mesa de centro na sala e fechei a porta. Eu o coloquei ali porque seria a primeira coisa que eu veria ao chegar em casa e tenho certeza que meu sorriso apareceria sozinho assim que eu o olhasse ali. Ainda estava difícil para mim acreditar que era verdade. Que tudo isso estava acontecendo comigo. Que alguém se propôs a me conquistar da forma mais fofa e inusitada que eu poderia esperar, mas ele estava fazendo isso, por mim. Eu parei de duvidar desse amor, pois agora eu acho que eu o amo também. 

O plantão passou se arrastando, eu olhava no relógio achando que havia passado horas e havia passado minutos e estava mais chato ainda pois hoje o Ken hyung, Ravi ou Hyuk estavam de folga, então não havia ninguém para me fazer companhia. E, também, não havia muitos pacientes para serem atendidos para que eu me distraísse e as horas passassem mais rápido. Assim que o plantão acabou, fui até o vestiário tomando um longo banho e me trocando para ir embora.  

Cheguei em casa e minha ansiedade só aumentou ao ver aquele envelope na mesinha de centro e, assim como eu havia imaginado, um sorriso se desenhou em meu rosto sem que eu ao menos fizesse um  esforço para que ele aparecesse. Deixei minha mochila no chão ao lado do sofá e me sentei nele com o envelope em mãos para finalmente ver o que havia ali. Abri de forma calma e comecei a lê-lo. 

"Oi Hongbin. 

Gostou de conhecer onde eu vivi a maior parte da minha vida? 

A noona deve ter te contado, mas irei falar de novo. Ela foi uma mãe para mim e para o Ken quando não tínhamos mais ninguém nesse mundo. Ela ficou ao nosso lado quando todo o restante da sociedade nos via como a parte errada desse mundo.  

Por muito tempo, ela e o Ken foram tudo que eu tinha na minha vida. Até você aparecer. Não somos nada um do outro ainda, mas você já está na minha vida mais do que devia e eu me surpreendo ao não me importar com isso e ao querer que você faça parte dela cada vez mais, em cada segundo dela. 

Bom, chega de enrolação, vamos à quinta carta. Dessa vez ela não estará com ninguém, não terá uma história e nem será complicado. Ela está no lugar onde tudo isso deveria ter começado daquela primeira vez. Ela está naquele telhado onde eu te esperei por horas e onde você não apareceu. 

Você irá aparecer dessa vez, não é mesmo? 

Ela está lá te esperando, Hongbin. Você precisa apenas chegar lá e pegá-la.  

E não se esqueça, a escola fecha ás 16h. Então esse seria o melhor horário, pois você estaria sozinho. 

Boa sorte, Binnie. 

Ravi" 

Conferi o relógio e ainda faltavam algumas horas para que a escola se fechasse, eu teria algum tempo para descansar antes de ir para lá. Deitei na cama e dormi de forma rápida, estava cansado do dia anterior.  

Meu relógio despertou às 15hrs, me levantei e fui tomar banho e comer algo antes de sair. Fiquei surpreso ao ver que ainda sabia o caminho para aquele lugar como se eu ainda fosse para lá todo dia pela manhã. Cheguei rápido e entrei antes que os portões fossem fechados para as pessoas de fora. Não estava preocupado em como sairia depois, os professores ainda estão aqui e ficam até a noite. Fiz meu caminho até o telhado e cada corredor que eu passava, uma lembrança diferente dos meus dias aqui surgiam em minha mente. De alguma forma é bom voltar aqui depois de tantos anos e me lembrar de tudo que aqui vivi, tanto as lembranças ruins, quanto as boas. 

Logo que passei pela porta do telhado, consegui avistar o envelope vermelho grudado na grade que ali havia e fui até lá. Assim que o peguei, reparei que pela primeira vez havia algo escrito no próprio envelope. 

"Abra-me!" 

Era tudo que dizia e entendi isso como um pedido para que eu o abrisse naquele momento e naquele telhado. E foi o que eu fiz. 

"Oi Hongbin! 

Dessa vez será uma carta curta, pois só tenho uma coisa para te falar. 

Olhe para trás. 

 Ravi" 

Terminei de ler e me virei como pedia na carta. O Ravi estava parado, vestido de forma linda, mas acho que um pouco formal para a situação, o cabelo loiro brilhava sendo iluminado pelo pouco sol do fim de tarde que já começava a se esconder para a lua nos agraciar com sua presença. E o que me fez sorrir de verdade, foi que em suas mãos estava um pequeno ursinho de pelúcia branco com um laço rosa em seu pescoço e um coração em suas mãos onde se podia ler "Eu te amo". 

- Então é sua vez de me contar uma história? - perguntei e ele sorriu. 

- Como eu disse na carta anterior, dessa vez não haverá história. Esse local, por si só, já consegue te contar uma história. - ele respondeu – Não consegue ouví-la? - neguei com a cabeça - Devo contá-la para você? - ele perguntou e eu concordei com a cabeça - Foi aqui que tudo começou para mim Hongbin. Você não deve se lembrar, mas foi aqui que nos vimos pela primeira vez. - olhei para ele confuso – Eu estava aqui sozinho com meus pensamentos quando você entrou irritado por aquela porta. Você brigou com seus amigos por um motivo que eu nunca soube qual era e quando me viu aqui, parou de resmungar consigo mesmo, apenas pediu desculpas e se retirou. - ele sorria – Foi quando eu comecei a observá-lo cada vez mais e meu lugar preferido para vê-lo era esse. 

- Por que daqui? - eu perguntei 

- Porque... – ele se aproximou da grade e me pediu com o olhar que eu também me aproximasse - você sempre se sentava naqueles bancos com seus amigos – ele apontou para o lugar – e como você pode ver, daqui eu conseguia te ver perfeitamente. 

- Entendi. - disse e olhei para ele com o ursinho na mão - Quer me explicar o porquê do ursinho agora? - questionei sorrindo 

- Ah, isso... - ele disse olhando para o objeto em sua mão - Lembra que na carta onde eu me confessei, eu disse que sempre ouvia apenas boatos sobre você e as coisas que gostava e que gostaria de saber o que era verdade? - ele perguntou e eu concordei - Então, tinha um boato que, acima de todos, eu sempre desejei que fosse verdade. 

- E qual era esse boato? - perguntei, pois eu nunca soube todos os boatos eu havia sobre mim. 

- Era o boato que dizia que você era o tipo de pessoas que não gostava de ganhar chocolates, pois eram doces demais e você preferia salgado. Que você preferia uma vida sossegada no campo do que uma vida agitada na cidade. Que você gostava de apreciar as coisas pequenas e as belezas naturais do que as coisas artificiais, por isso você preferia ver uma flor num jardim do que recebê-las como presente. - ele continuou – Inicialmente eu pensei em te dar uma rosa, mas quando eu lembrei disso, achei melhor comprar um ursinho. Sem contar que tinha um boato de que você gostava de coisas fofas também - ele gargalhou 

- E por que você queria que esse boato fosse verdade? - questionei. 

- Porque eu sou assim também. E saber que somos iguais nesses pensamentos, me deixa muito feliz. - ele disse – Eles são verdadeiros? 

- Sim. - eu disse - Até o que fala que eu gosto de coisas fofas – foi minha vez de gargalhar. 

Ficamos um tempo apenas nos encarando e vendo o por do sol que pintava o céu de laranja e rosa nesse dia. Em alguns pontos, era possível até ver o lilás marcando sua presença ali. Mas eu não conseguia prestar atenção nisso, pois a única coisa presente na minha mente é que eu precisava controlar meus batimentos cardíacos e minha respiração antes que o Ravi percebesse algo. Vi que ele se virava em minha direção e me surpreendi ao vê-lo se ajoelhar na minha frente. 

- Hongbin, aceita namorar comigo? - ele perguntou me entregando o ursinho e percebi que amarrado no laço rosa em seu pescoço havia duas alianças. 

- Lógico que eu aceito – disse pegando o ursinho. 

Ele se levantou, tirou as alianças do laço e colocou em meu dedo. Fiz o mesmo com ele e ali mesmo nos beijamos de verdade pela primeira do que espero ser muitas vezes agora. 

- Quer ir pra minha casa? - perguntei assim que finalizamos o beijo e ele apenas concordou com a cabeça - Ravi...eu te amo. 

- Eu te amo também - ele disse e fomos para casa. 

Cada um foi no seu carro, afinal, não dava para deixar o carro por lá. Mal entramos pela porta do meu apartamento e o Ravi já me beijava com vontade, como se quisesse aproveitar cada momento disso. Fui guiando ele até o quarto já que era a primeira vez dele na minha casa e batíamos em alguns móveis pelo caminho ou nas paredes até chegarmos lá. Assim que chegamos à porta certa ele me encostou nela e tentava abri-la com uma mão enquanto a outra estava apertando minha cintura com certa força, mas ainda sim era bom, confortável. Percebi a dificuldade dele em abrir a porta e parei de beijá-lo para abrir. 

Assim que me viro para ele, sou atacado por seus labios novamente, mas não tinha do que reclamar, eu estava adorando. Logo senti que estava deitado na cama e o conforto do colchão me trouxe paz, por pouco tempo já que tinha uma pessoa de mãos inquietas depositando beijos estalados em meu pescoço fazendo minha cabeça voar, pensando em tudo que pode acontecer de agora em diante. Eu sempre fui muito calmo nessas horas, mas dessa vez eu estava ansioso. Era a primeira vez em que eu estava fazendo mais do que sexo, eu estava fazendo amor com alguém e eu nunca soube o quanto isso era bom até agora. Acho que nunca amei verdadeiramente alguém como eu amo ele.  

Senti suas mãos invadirem minha camiseta e perdi todos os pensamentos que estavam na minha cabeça. Em tão pouco tempo, ele já possuía esse poder de me transportar para um universo paralelo e fazer com que eu não pensasse em mais nada. Fazia dias que ele tomava conta de todos os meus pensamentos. 

Contudo, ele conseguia permanecer bem calmo para o que estávamos fazendo, pois ele não fazia nada além de me dar beijinhos e leves mordidas no pescoço enquanto depositava um carinho gentil por todo o meu peito por baixo da camiseta. Eu perdi a paciência com toda essa calma dele, então inverti nossas posições atacando seus lábios enquanto tentava abrir os botões da camisa social que ele usava. Assim que todos os botões da sua camisa já estavam abertos, me preocupei em abrir o botão e o zíper de sua calça jeans preta que combinava perfeitamente com a camisa.  

Desci minha mão de forma delicada por seu peito, me demorando um pouco mais em sua barriga cheia de gominhos que estava me deixando doido e quando cheguei onde queria percebi que ele não precisava de muito estímulos, pois já estava bastante excitado. Senti as mãos dele em minhas costas subindo minha camiseta enquanto fazia um carinho discreto e eu o ajudei a tirar minha camiseta. Eu já estava tão excitado quando ele. Coloquei minhas pernas uma de cada lado de seu corpo e sentei em seu quadril enquanto ele se sentava na cama para continuar me beijando na posição em que eu estava, aproveitando para tirar sua camisa que já estava aberta. Ele me tirou de seu colo apenas para tirar a calça dele e eu tirei a minha voltando para a posição que estava antes. Nos beijamos por mais algum tempo e então ele me jogou na cama ficando por cima de mim e atacando meu pescoço novamente. Dessa vez os beijos desceram até o fim da minha barriga, ele continuou beijando ali enquanto passava dois dedos pelo cós da minha cueca box e eu já não via a hora de ele tirá-la de uma vez. Como se lesse meus pensamentos, foi a próxima coisa que ele fez, logo em seguida me masturbando lentamente como forma de me torturar por ser apressado, talvez. O Ravi foi aumentando a velocidade gradativamente até que eu deixei um gemido baixo escapar da minha boca e isso pareceu estimulá-lo, pois ele começou a ir mais rápido do que eu achava possível para um ser humano fazendo com que eu gemesse cada vez mais. 

- Mais alto, Binnie. Quero ouvir você - ele disse enquanto continuava. 

Ele me ofereceu dois dedos dele e eu os coloquei na boca já sabendo que ele queria que eu os lubrificasse para que ele me preparasse e me observava enquanto eu fazia isso. Quando decidiu ser suficiente, retirou os dedos da minha boca e levou até minha entrada. Automaticamente eu fechei meus olhos esperando pelo incomodo que não demorou a chegar, mas fui distraído disso assim que ele reiniciou a masturbação me colocando em sua boca em seguida. Ele continuou sugando meu membro enquanto colocava o segundo dedo em mim e começava a movê-los para me preparar. Não demorou muito para o incomodo ir embora e assim que ele retirou os dedos, senti um vazio. Mas foi só até ele nos posicionar e iniciar a penetração, que mesmo sendo dolorosa, ele tomava todo o cuidado e ia devagar para não me machucar. Eu estava de costas para ele, então como forma de me distrair, ele depositava beijos em meus ombros e minha nuca. Assim que estava dentro de mim por completo, ele ficou parado e aguardou. 

- Pode continuar – foi tudo que consegui dizer. 

Ele começou devagar e não parava com os beijinhos nos meus ombros enquanto eu gemia numa mistura de dor e prazer que estava na medida certa. Em determinado momento ele ia rápido e gemia em meus ouvidos enquanto eu não sentia mais dor e estava a ponto de gritar de prazer. Não consegui segurar o grito quando ele iniciou a masturbação me levando a loucura e eu só conseguia pensar em quanto eu queria mais daquilo. Eu estava muito próximo ao meu ápice e conseguia perceber que ele também, então não me segurei e liberei meu prazer com ele liberando o seu dentro de mim algumas estocadas depois. 

Nos deitamos, me aconcheguei em seu peito e nos cobrimos enquanto ele depositava um cafuné em meu cabelo. Nenhum de nós tinha plantão hoje, então ficamos apenas aproveitando a companhia um do outro até finalmente adormecermos. Naquele dia eu fui dormir mais feliz do que o normal. Eu havia dado uma chance, eu não fugi dessa vez e eu já estava mais feliz do que imaginava estar um dia na minha vida. Eu o amava mais do que consigo lembrar de já ter amado alguém na minha vida. Eu quero formar uma família com essa pessoa. Levantei de seu peito para olhá-lo quando senti que o carinho havia parado. Ele dormia e eu parei para observá-lo. Ele parecia um anjo dormindo, uma beleza pura que parecia brilhar mesmo com a pouca luz da lua que entrava pela nossa janela. 

- Eu te amo, Dr. Kim Wonshik – eu sussurrei depositando um beijo em sua testa voltando a deitar em seu peito. 

Algum tempo depois sinto um beijo no topo da minha cabeça e ouço-o sussurrando antes de voltar a dormir. 

- Eu te amo Dr. Lee Hongbin. 


Notas Finais


Gostaram?

Obrigada a todos q acompanharam até aqui.


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