História Nosso Pequeno Milagre! - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Kuroko no Basuke
Personagens Aomine Daiki, Kagami Taiga, Kise Ryouta, Kuroko Tetsuya, Midorima Shintarou, Personagens Originais, Takao Kazunari
Tags Aokise, Família, Kagakuro, Kuroko No Basuke, Midotaka, Mpreg, Romance, Yaoi
Visualizações 374
Palavras 851
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Josei, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


C H E G A Y

Depois dequanto tempo? 3 meses? Santo cristo...
Peço mil desculpas pela demora, mas tava foda.
Tava com plots para três capítulos, que envolvia todos os personagens e tal
MAS NÃO TAVA SAINDO, TA FODA LIDAR COM ISSO

E como eu não queria demorar mais para atualizar, trouxe o capítulo assim mesmo. Apenas family Aokise de novo, sorry

Achei que tinha respondido os comentários, mas acabei de ver que não ;-; Responderei todos ainda hoje <3

Boa Leitura \o/

Capítulo 12 - Black Out


Lá fora a chuva castigava o mundo, o vento chegava a assustar tamanha sua força e, ora ou outra, trovões reclamavam nos céus. Kise, enrolado em sua coberta, pergunta se seus meninos estariam bem sozinhos no quarto. Ele mesmo morria de medo de noites chuvosas, apesar de muitos gostarem de dormir ao som da amada chuva, para ele, aquelas gotas pesadas caindo em seu telhado lhe causavam pavor.

Por isso quando a chuva deu índices de que só iria piorar, ele se agarrou ao corpo que descansava ao seu lado, arrancando risadas debochadas de Aomine.

– Já, já passa – Daiki sussurrou, o abraçando. Puxou o lençol para que cobrisse os dois, e encaixou-se melhor em Ryouta, pronto para dormir. Mas Kise estava afim de conversar, ele não conseguiria dormir com o barulho lá fora.

– Não acha que devo dar uma olhada nos garotos? Eles podem estar com medo.

– O único que tem medo de chuva é você, Ryouta. – o moreno riu da careta que se formou no rosto do amado. – Tá tudo bem, se eles estivessem com medo, já estariam berrando na porta.

Kise assentiu, convencido. Decidiu enfim tentar dormir, o dia havia sido cheio e seu corpo parecia implorar por descanso. Apoiando a cabeça no peito de Aomine, fechou os olhos, aproveitando sua merecida noite de sono. Porém seu sossego não durou por muito tempo, assim que fechou os olhos, um trovão gritou no céu, levando a eletricidade embora.

– Puta que pariu! Sabia que isso ia acontecer! – exclamou Aomine, sentando na cama, tratando logo de procurar seu celular e ligar as luzes de emergência.

– Vou até o quarto dos menin– antes mesmo do Kise terminar a frase, Ryouichi e Ryouhei entraram no quarto dos pais, aos gritos:

– MAMA!

Correram até a cama, abraçando o pai. Logo as luzes de emergência ligaram, deixando o quarto numa tonalidade arroxeada.   

– Pronto, pronto. – Aomine voltou para cama, dando tapinha nas costas dos filhos. – Já não está mais tão escuro, podem abrir os olhos.

Hesitaram, mas ao poucos foram abrindo os olhos, sem largar de Kise.

– Só tem homem medroso nessa casa. – debochou Aomine.

– Olha quem fala. – Kise revirou os olhos. – Assim que a energia acabou o pai de vocês deu um grito. – Kise cochichou para os garotos.

– Papa é um medroso! – gargalhou Ryouichi.

– Eu não! – exclamou. – Ryouta que estava com medo da chuva.

– Que calúnia, Aominecchi. – o loiro colocou a mão sobre o peito, fingindo mágoa. Os dois continuaram a trocar farpas, para o divertimento dos gêmeos.  

– Ah, cansei! – Aomine ergueu os braços em redenção, se jogando na cama. – Deem espaço, quero dormi.

– Dormir, papa? – Ryouichi foi até ele, deitando sobre sua barriga. – Como pode dormir nessa situação?

– Assim, oh – Daiki fechou os olhos e começou a puxar um ronco, irritando o loirinho.

– Vamos brincar, é o momento perfeito! – exclamou, batendo no rosto do pai.

– Ele está certo, Aominecchi. – Kise aninhou-se ao seu lado, com Ryouhei agarrado ao seu pescoço. – Faz tempo desde a última vez que estivemos assim, todos juntos.

– Vamos brincar um pouco, papa. – Ryouhei fez birra, sabendo que assim convenceria seu pai. Aomine encarou os três, vendo aquelas carinhas fajutas de cachorrinho que caiu da mudança, incluindo a de Kise, foi impossível negar qualquer coisa. Derrotado, sentou-se também, deixando que Ryouichi deitasse sobre suas pernas.

A chuva continuava caindo lá fora, e os trovões deram indícios de que ficariam mais intensos, porém Kise não estava mais assustado, as gargalhadas contagiosas dos garotos levavam qualquer som assustador embora.

Ficaram ali na cama, aproveitando a companhia um dos outros. Relembrando o passado, os garotos escutam atentamente, coisas que aconteceram antes mesmo deles terem nascido.     

– No começo seu pai era todo fofo. – contava Kise, com a cabeça apoiada no ombro de Aomine. Daiki levantou levemente o ombro, o cutucando. – Comprava presentes e fazia surpresas sempre que possível, era um amor!

– Não conte isso a eles, como vai ficar minha moral depois disso?

– Você nunca teve moral alguma, Aominecchi, sabe disso.

– Por que o senhor usa o ‘’cchi’’ com todo mundo menos com a gente? – perguntou Ryouhei, deitado nas pernas de Aomine, junto ao irmão.

– Bom... – colocou o indicador sobre os lábios, pensativo. –, uso o ‘’cchi’’ para com aqueles que respeito e sinto admiração. Vocês são meu bebês, deveriam sentir isso por mim e não o contrário.

– Resumindo, ele quer ser chamado de ‘’Mamacchi.’’

– Mas eu não sou mais um bebê. – resmungou Ryouhei.

– É, já somos homens! – completou Ryouichi, cerrando os punhos.

Aomine e Kise se olharam, rindo logo em seguida.

– Ah claro, claro. Homens que morrem de medo do escuro~ – debochou Daiki.

– Meus homenzinhos! – Kise pulou sobre eles, abraçando ambos. – Ainda lembro como se fosse ontem, vocês eram desse tamanhinho aqui. – juntou os dedos, fazendo com eles um tamanho exageradamente pequeno.

– Mas eles realmente eram desse tamanho, sabe? Enquanto estavam dentro do meu s– Kise estapeou sua boca, antes que ele completasse qualquer coisa.

– Nem ouse terminar! – e retomaram a discussão de minutos atrás, sabemos que aquilo divertia os filhos. As horas se passavam, a madrugada estava indo embora aos poucos e estavam tão entretidos que não notaram quando a energia retornou à casa.

 


Notas Finais


A você que leu até aqui, muito obrigada o/
Espero do fundo do coração que tem gostado )o)
Qualquer erro, desculpem, irei revisar \o
Beijos e até a próxima! \o/


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