História Nosso Porto - Capítulo 88


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amizade Colorida, Exterior, Faculdade, Fatos Reais, Festas, Gay, Lesbicas, Portugal, Primeira Vez, Romance, Sexo, Viagem, Virgindade
Exibições 159
Palavras 1.126
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
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Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 88 - Reunião


Fanfic / Fanfiction Nosso Porto - Capítulo 88 - Reunião

Boa tarde - Danni respondeu.

- Ao que devo a honra de recebe-la nesta reunião? - Disse o dono do hospital fazendo menção para que a menina sentasse a enorme mesa oval da sala de reuniões.

- Bom.. eu estive internada aqui após sofrer um acidente grave na mão direita e o médico não via solução. Claro que me desesperei, não só por ser jovem e ter perdido o movimento da mão, quanto por ter um sonho de atuar na carreira médica e ser neurocirurgiã..

Ele a interrompeu - E você quer alguma vaga no hospital? Certo?

- Não, não - Ela sorriu - Até que estou procurando emprego num hospital, mas hospital veterinário..

- Ah sim, poxa que legal. Eu tenho uma cadelinha, Yorkshire, se chama Laila. 

- Aí que ótimo que o senhor gosta de animais, porque é aí que estou querendo chegar - Ela se animou.

- Prossiga - Ele cerrou o cenho curioso.

- Então, meu problema era irreversível, fiz fisioterapia e acupuntura aqui no hospital e mesmo assim não tive respostas.

- Com qual doutor? - Quis saber.
Nesse momento ouviu-se batidas na porta.

- Com licença - Pediu o senhor.
Este se levantou e atendeu a porta, lá estava o doutor que cuidara de Danniela com uma pasta repleta de folhas.

- Oi, tudo bom? Vim participar da reunião junto da senhorita Archetti.

- Ah sim, pois não - Fez mensão para que o doutor entrasse na sala, ainda estranhando muito.

O doutor cumprimentou a menina e sentou-se ao lado dela.

- Então, onde paramos? - Falou o dono do HL ao se posicionar na mesa novamente.

- Bom, não tive respostas com o tratamento aqui, o doutor.. - Ela acenou com mão o indicando ao seu lado - .. é testemunha disso, ele acompanhou meu caso. Aí ganhei um cachorrinho e ao acaricia-lo fui voltando com os movimentos - Continuou a garota.

- Nossa, poxa vida, foi realmente um milagre! Fico feliz com sua recuperação, mas onde eu posso lhe ajudar?

- Como sou estudante de veterinária, sei que terapia assistida por animais funciona e acredito que isso tenha me ajudado. Pensando nisso, gostaria de solicitar uma parceria. Aqui em Lisboa temos um abrigo de animais em ruínas e precisamos ajuda-los, trazendo felicidade para eles e fazendo com que as pessoas os vejam e queiram adota-los de forma responsável.

- Espera, você quer que eu traga is animais para cá usando eles como terapia?

- Sim! Ou até mesmo pra trazer felicidade para as pessoas na ala do câncer e da internação - Seus olhos brilhavam.

- Olha, eu gosto muito de animais, porém isso é algo muito complicado para mim, uma vez que desconheço a procedência desses animais e fora os custos com a saúde e transporte deles.

- Mas isso não é problema! Já fizemos um mutirão para cuidar da higiene deles e para transporte..

Ele a interrompeu - Mas e a saúde? Não posso colocar um animal doente com os pacientes aqui já imunodeprimidos.

- Mas isso também já estamos cuidando - Danni tirou um papel da bolsa e entregou ao dono - Estamos atendendo todos eles no hospital veterinário da faculdade, estamos arcando com todo o tratamento. Como pode ver, esse documento tem as informações e assinatura dos responsáveis pelo hospital veterinário.

- Nossa! - Se surpreendeu - Você já está com tudo planejado e em andamento.

- É, foi algo muito bom para mim e preciso retribuir, sinto que preciso ajudar os outros com essas possibilidades.

- É... tenho que pensar e calcular os benefícios que isso me traria.

- Então senhor, é aí onde eu entro - Disse o doutor - Ela me expôs essa ideia e confesso que fiquei muito curioso com o caso dela, claro que como um amante de terapias alternativas, não poderia deixar de desbravar essa área com animais. Aqui - Ele abriu a pasta lotada de papéis - Reuni pesquisas, artigos, testes, tudo sobre terapia assistida por animais e concluí que faz bem aos dois, ao paciente e ao animal, uma vez que se insere aí o fator emocional. Achei fantástico!

- Bem, diante disto, vou querer dar uma olhada nessas pesquisas e te dou um feedback até semana que vem, pode ser? - O dono dizia ao pegar a pasta.

- Sim, sim claro. Só pensa com carinho, tá? Por favor! - A menina suplicava.

O dono sorriu e esticou a mão para cumprimenta-la - Pode deixar mocinha, prazer em te conhecer.

Danni sorriu e apertou a mão do senhor, usando a mão direita, ex mão ruim - O prazer foi meu.

O doutor também se despediu e lá fora, a garota agradeceu o doutor pelas pesquisas.

  A morena passou o dia esperançosa, de alguma forma, ela sempre sonhou em fazer algo bom de grande proporção que não só a favorecesse, mas que ajudasse outras pessoas e isso significava muito pra garota.

A noite, no estágio, após se trocar, seguiu para o quadro de avisos onde verificava se havia cirurgias marcadas.

- Oi baixinha - Luan veio por traz a pegando pela cintura.

Danniela sorriu e virou-se para cumprimenta-lo, porém logo se lembrou do namorado.

- An.. Luan.. - Começou.

- Tudo bem com você?

- Tudo sim - Sorriu - E com você?

- Tudo ótimo - Ele pegou na ex mão ruim dela.

- É.. - Ela puxou a mão.

- Que foi? Dói? - Se preocupou.

- Não, não - Sorriu e arrumou uma mecha do cabelo meio sem jeito - É.. tem como você parar de agir dessa forma comigo?

Ele cerrou o cenho - Como assim?

- Ah, essas brincadeirinhas de pegar na minha cintura, na minha mão...

- Você não gosta?

- Não é que, eu namoro, daí não fica bem, sabe?

- Ah mas aqui todo mundo sabe que somos só amigos..

Ela o interrompeu - Essa semana ele viu você me abraçando lá fora e não gostou muito - Sorriu sem jeito - E eu concordo que não é bom, sabe? Questão de respeito com ele...

- Ele quem? Seu namorado? Que não sabia que você estava passando por uns bocados? - Luan cruzou os braços parecendo irritado.

- Olha, ele é uma ótima pessoa e só quer meu bem, eu o amo e não quero deixa-lo zangado. Não estou te pedindo pra parar de falar comigo, só estou pedindo pra maneira nessas brincadeiras, inclusive na frente dele - Explicava.

Luan respirou fundo e soltou os braços - Tá... como quiser - Virou-se e saiu andando.

Danni sentiu-se mal por ter feito o que fez, mas era o certo. Certas coisas tinham que ter limites, até porque ela não gostaria de ver outra garota de gracinha com o Gabriel.



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