História Nossos Corações Estão Unidos - Capítulo 2


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Categorias Inuyasha, Inuyasha Kanketsu-hen
Personagens Ayame, Inuyasha, Izayoi, Jaken, Kaede, Kagome, Kagome Higurashi, Kirara, Kohaku, Kouga, Miroku, Myouga, Personagens Originais, Rin, Sango, Sesshoumaru, Shippou, Toutousai
Exibições 37
Palavras 941
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Quando Você Estiver Com Problemas, Ou Ansiosa, Ou Triste...


Fanfic / Fanfiction Nossos Corações Estão Unidos - Capítulo 2 - Quando Você Estiver Com Problemas, Ou Ansiosa, Ou Triste...

Sesshomaru on.

Já se passaram anos. Anos que não a via, ela mudou de forma e agora é praticamente uma mulher, as suas curvas começaram a aparecer, seu rosto estava desenhado perfeitamente, sua cintura era fina e seus lábios estavam mais rosados do que era antes. Mas por dentro ela era a mesma, posso estar errado quanto a isso pois ela já deve estar madura.

A sua beleza não pode me tirar do caminho, não estou aqui para possuí-la e sim para que ela me ajude a trazer a Tenseiga para Totosai concertar e depois a levar de volta para a aldeia. 

O sol começa a se erguer, me levanto e acordo Jaken.

-Bom dia senhor Sesshomaru!

-Jaken, acorde Rin. - ordenei.

-S-sim mestre.

Jaken acorda Rin aos gritos e ela levanta de imediato.

-Bom dia, Jaken - dizia com uma voz doce.

-Bom dia, Rin - ele murmurava.

-Bom dia, Sesshomaru!

Não a respondi e me virei para continuarmos a caminhada. Só a tratava assim para que o meu sangue não subisse a cabeça, a ignorar não seria fácil, mas só será por alguns dias então não teria problema, só preciso me manter em distancia dela por toda a viajem.


※※※


-Está mesmo tudo bem? - ela me pergunta pela décima vez só esta manhã. - O senhor não fala comigo desde ontem a noite!

Nada disse, continuei a ignorando e não olhei para ela.

-Por que não olha pra mim?!

-Rin, pare de aborrecer o senhor Sesshomaru!

-Mas ele está me ignorando, depois de tanto tempo separados...!

-Rin, fique quieta. - mandei.

-Não até você me explicar o que está acontecendo! O que o senhor quer de mim?!

Continuei andando. Sem olha-lá nos olhos.

-Você quer se deitar comigo?!

Parei de andar, me virei para ela e, por impulso comecei a rir. Rin fica vermelha e Jaken fica de boca aberta.

-Me diga - disse entre os risos - por que eu me deitaria com você?

-Eu ouvi a conversa de você e Jaken ontem. É verdade? Se não for isso é porque aconteceu algo com a Tenseiga! Vejo que ela não está com você.

-Sim, uma barreira apareceu na Tenseiga e eu não consigo mais empunha-lá. Você a pegará e a levaremos para Totosai.

-Então só me chamou para isso?

-Pelo o que mais seria?

-Nada. Bem, onde está a espada?

-Está longe daqui, só chegaremos lá daqui a cinco dias.

Ela deu um suspiro e ficamos quietos durante toda a viajem.

Sesshomaru off.

Rin on.

A noite caiu. Ouvia o sons das corujas como se fossem a melodia da noite. Sesshomaru saiu para nos trazer comida e Jaken foi buscar madeira para a fogueira, aproveitei esse momento para tomar banho no rio que se encontrava a alguns metros de onde eu estava. Me levantei e fui em direção ao rio, tirei o kimono e entrei na água, estava ótima. Fechei os olhos para relaxar. 

"Sesshomaru..." - pensei.

Não conseguia tirar ele da minha cabeça desde ontem, acho que não é paixão ou amor, e sim dúvida. Não sabia ao certo o porque dele agir desta forma comigo, talvez o Inuyasha tenha razão. Ele não me ama. Afinal só quer me usar para consertar a Tenseiga, mas afinal: o que há de errado com ela? Por que Sesshomaru precisa da minha ajuda para conserta-la? Ele mesmo podia ter ido sozinho até Totosai. Não o entendo.

Enquanto tentava tirar essas dúvidas, senti algo pegar a minha perna e me puxar para o fundo do rio.

Gritei, grite e gritei. Mas ninguém me ouviu, então comecei a me debater, só que o yokai era mais forte e me levou até o fundo. Quando olhei para ele eu vi que, não era um monstro e sim um yokai em forma humana. Seus cabelos eram negros, seus olhos eram um tom de azul mais escuro e tinham orelhas e um rabo de Leão.

Ele chegou mais perto e sussurrou:

-Você é minha.

Arregalo os olhos. Dei um chute em sua barriga e aproveitei que os seus braços tinham me soltado para subir a superfície.

-Sesshomaru! - gritei - Socor...! - o som da minha voz falhou quando ele me puxou de volta e me arrastou para fora do rio. Tentei me cobrir com as mãos os meus seios fardos, e ele tentava tira-las.

-Sesshomaru! - gritei.

-Pare de berrar! Ninguém virá!

-Ele virá, eu tenho certeza! 

Ele fica em cima de mim e segura os meus pulsos por cima da cabeça.

-Deveria ter feito isso a cinco anos. - ele disse com um sorriso pervertido, e tirou o seu membro para fora, que por sinal estava ereto.

-Me solta! - ordenei - Sesshomaru!!

-Cale a boca! Eu preciso... Eu preciso de um herdeiro...

Vi que ele parou de se mexer, arregalou os olhos e saltou para uma árvore. Olhei para onde ele encarava e vi Sesshomaru empunhando a sua espada Bakusaiga. O yokai voltou a sua atenção para mim e disse:

-Não pense que esqueci de você. Nos veremos em breve - então ele foge. Sesshomaru chega mais perto, se senta do meu lado e pergunta:

-Você está bem?

Pela primeira vez não me importava que alguém me visse nua, e muito menos o Sesshoumaru. As lágrimas caíam de meus olhos de modo violento e contra a minha vontade, ele não se importava se eu estava nua, não olhava para os meus seios ou para a minha vágina. Só olhava para o meu rosto e parecia preocupado, como se fosse o meu pai. Ele tirou a parte de cima de seu kimono e me cobriu, ele segurou o meu rosto, secou as minhas lágrimas e me carregou até o outro lado do rio.

-Obrigada.

Ele nada disse.

-Se você não tivesse aparecido - continuei - ele teria feito "aquilo".

-Eu já te disse: Quando você estiver com problemas, ou ansiosa, ou triste, ou qualquer outra coisa, não hesite em chamar-me. Eu virei imediatamente para você.



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