História Nossos Tesouros - Interativa - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Brothers Conflict
Exibições 8
Palavras 3.462
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Fluffy, Harem, Hentai, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 8 - Memórias de um pretérito imperfeito (Especial Jess x Kaname)


Começa um novo semestre na universidade de Tokyo. No primeiro dia houve a cerimônia de boas-vindas, sendo que o que mais acontecia era que os veteranos pervertidos corriam atrás das calouras, tentando lhes roubar um beijo, o que tinha virado tradição na instituição.

Jessica começara sua vida acadêmica bem, chegando atrasado logo no primeiro dia de aula. Ela sempre chamou a atenção por onde passou devido à sua estatura, o que lhe rendeu alguns trabalhos como modelo. Seus longos cabelos verdes e olhos vermelhos ajudavam a compor um visual exótico e abrasador. Como estava iniciando uma nova etapa em sua vida, resolveu mudar um pouco a aparência como estudante universitária, sendo um pouco mais ousada e feminina, usando saltos, roupas mais justas e soltando seus cabelos, que eram macios e brilhosos.

-“O semestre nem começou direito e eu já estou dentro de um manicômio. Que sorte a minha.” – Pensou. Constantemente ela tinha que se cuidar para não cair, devido aos empurrões e encontrões que levava das outras calouras, que fugiam dos veteranos pervertidos. Ela andava distraída pelo campus, admirando as cerejeiras, cujas pétalas estavam caindo, formando um lindo tapete pelo chão, que nem percebeu que três altos e atléticos rapazes a cercaram.

-E aí gatinha? Não devia andar sozinha por aí em seu primeiro dia de aula. –Advertiu um deles. Ele possuía cabelos loiros desalinhados e olhos verdes lascivos e penetrantes, como um predador pronto para devorar a presa. Jess ignorou e continuou.

-Sabia que é falta de educação tratar um senpai assim? –Comentou o outro, que possuía cabelos cor de vinho com duas mechas mais longas que o resto, e olhos violáceos frios e mortais. Ele segurava Jess com brutalidade, firmeza e sensualidade, fazendo a pobrezinha tremer feito vara verde.

Num surto de adrenalina, coragem e instinto de sobrevivência a garota consegue se soltar e dá uma joelhada no valentão, que cai no chão berrando de dor. Sem pensar duas vezes ela corre desesperada, quando subitamente é puxada para de trás de uma das árvores.

-Mmmmmmm... - Jess tentava falar, mas foi impedida pela mão do estranho que a agarrava fortemente, mas com gentileza e cuidado.

-Shhh, fique quieta senão eles vão nos ouvir. –Disse o homem. Sua voz era grave e envolvente, e transmitia segurança e convicção.

Esperaram cerca de dez minutos até que os rapazes desistiram de procura-la e foram atazanar outras calouras. Quando Jessica finalmente conseguiu se soltar, percebeu que o homem que a salvou do ataque era um belo e sensual veterano. Ele era alto, loiro, olhos cor de mel intensos e sedutores, mas que expressavam suavidade e zelo.

-“Ui, que homem.”- Jess pensou, mas em seguida se repreendeu por tal pensamento. –Você não precisava ter feito isso, eu teria dado um jeito.

-É, eu percebi, mas eu me contento com um “obrigada”. A propósito, eu me chamo Kaname. –Respondeu o loiro. Ela usava uma camisa xadrez aberta até o peito e calça jeans de lavagem clara. Conforme ele se movimentava era perceptível ver seus músculos firmes e definidos. O sol iluminava seu rosto másculo e atraente, que era um deleite para qualquer visão.

-Eu me chamo Jessica, e obrigada pela ajuda. – A garota respondeu contrariada, desviando o olhar. –E por que você estava se escondendo?

-Não estava me escondendo, queria apenas tirar um cochilo sossegado. Esse barulho da cerimônia de boas-vindas me entedia. –Kaname respondeu indiferente. –Até mais Jéssica, e toma mais cuidado da próxima vez.

Atordoada, a estudante de psicologia foi para a sala de aula, mas não parava de pensar no que havia acabado de acontecer. Sentou-se em uma classe perto da janela, e aguardou até a aula começar. Quando a aula acabou, ela saiu vagarosamente da sala, até que uma de suas colegas puxou assunto.

-Essa universidade é muito doida mesmo, você não acha? Um veterano tentou me beijar, mas ele era tão gatinho que acabei cedendo. –Disse a garota.

-Ah, é mesmo. Nunca pensei que minha vida acadêmica começaria de maneira tão emocionante. –Jéssica comentou fingindo estar empolgada, o que foi alcançado com sucesso.

-Apesar disso, estou adorando esse lugar. Soube que os veteranos de nosso curso dão muitas festas, e sábado vai ter uma. Quer ir comigo? – Perguntou a garota energética. Ela possuía cabelos curtos e olhos brilhantes, era magra e peituda e tropeçava com facilidade. –Me desculpe, eu sou um caso perdido mesmo. Meu nome é Kiki, e você, como se chama?

-Eu me chamo Jessica, mas pode me chamar só de Jess. E é um prazer te conhecer, Kiki. –A esverdeada demonstrava um pouco mais de empolgação, enquanto conhecia melhor a nova amiga. Continuaram conversando sobre suas vidas antes da universidade quando viram um burburinho de garotas à sua frente.

Jess e Kiki se aproximaram um pouco mais, movidas pela curiosidade, e Jess ficou surpresa ao ver que era o seu cavaleiro reluzente. De fato era Kaname, mas suas roupas não eram as mesmas.

-Por que ele está vestido assim? –Jess perguntou confusa.

-Ah você não sabe? Esse é Kaname Asahina, um dos formandos desse semestre, consequentemente um de nossos veteranos. Além de futuro psicólogo, ele também é formado em filosofia e teologia, e é monge. Adoraria receber uma benção especial dele. Aiai... – Kiki respondeu assanhada.

-Meio libertino pra um monge. –Jess comentou desconfiada.

-Mas é que a vertente que ele segue é mais liberal, tanto que eles usam o cabelo da forma que querem, saem, estudam, e podem até se casar. E parece que ele e mais dois colegas formam o “Clube Buddha”, que funciona como uma espécie de clube de anfitriões. – Kiki babava falando do loiro.

-Nossa, você está bem informada sobre ele. –Jess riu da colega, que corou.

-Ah, eu apenas fiquei interessada em saber um pouco sobre o veterano mais quente do nosso curso. – Kiki comentou envergonhada.

Jess e Kiki continuaram andando rumo à lanchonete quando foram paradas por Kaname. Jess ignorou e continuou andando. Kiki ficou indignada e a beliscou, mas sem resultado. O monge ficou observando as duas desaparecerem entre a multidão, pensando na garota de cabelos verdes.

-“Que garota entranha...” – Pensou.

Os dias se seguiram normalmente, alguns ainda se recuperavam dos traumas da festa de boas-vindas, enquanto outros só pensavam na festa de boas-vindas. Jess não queria ir na festa dos veteranos, preferia ficar no dormitório estudando, mas Kiki insistiu tanto que ela acabou cedendo.

-Eu não acredito que você vai vestida assim. –Kiki respondeu incrédula ao ver as roupas de Jess. –Eu vou dar um jeito nisso agora mesmo, confia em mim. –Kiki revirou o guarda roupa da colega, até encontrar algo mais apropriado, além de arrumar seus cabelos e maquiagem.

-Eu não vou usar salto, sou alta demais e vou ficar parecendo um poste ambulante. –Jess protestou.

-Tá bom, tá bom, você está ótima assim, agora vamos logo pra festa que eu quero curtir. –As duas saíram do dormitório rumo à mansão Izana, pertencente à família de um dos veteranos. Era uma casa imensa e elegante, e seu jardim era maior ainda. Quando chegaram ao local já estava lotado. Havia pessoas dentro e fora da casa, bebendo, conversando e dançando, todos muito animados. Jess viu aquela cena e se sentiu um peixe fora da água, pois em Kyoto não tinha muitos amigos e quase não saía, um de seus maiores passatempos era ficar lendo nos templos ou alimentar os pombos do parque.

Kiki em seguida sumiu, deixando Jess sozinha. Ela pegou uma bebida e começou a perambular pela residência. A maioria dos rostos era de desconhecidos, mas ela sabia que eram da universidade, de outros cursos provavelmente. Ela andou até encontrar um jardim suspenso, e aproveitou para se sentar em um banco de concreto, observando o pequeno lago que havia.

-“Onde será que a maluca da Kiki se meteu?” – Pensou aborrecida. – “Essa festa não faz meu tipo, melhor eu ir embora.” – Jess se preparava para ir quando deu de cara com Kaname. Ele estava ainda mais bonito do que ela se lembrava.

-A festa está tão ruim pra você querer ir embora tão cedo? Ou será que a minha presença te desagrada? – Kaname fingiu estar magoado.

-Não, não é isso, eu vim com minha amiga Kiki, mas me perdi dela. Então decidi ir procura-la. –Jess disse meio sem jeito.

-Que bom, posso me juntar a você? E quanto a sua amiga, não se preocupe: ela está em boas mãos. –Kaname viu, apontando para Jess onde a amiga estava.

-Tudo bem, além disso, acho melhor não atrapalhar, não quero ser chamada de “empata foda” depois. –Jess riu timidamente, pegando Kaname de surpresa.

-“Empata foda”? Essa expressão é nova pra mim. –Kaname comentou extrovertido. –E então Jess, me diga, está gostando do curso e da universidade? O que está achando de Tokyo? Quero saber mais sobre você. –Kaname a olhava intensamente, e ela acabou corando.

-Por quê? – Jess o encarou, deixando Kaname desconcertado. –Eu vi a quantidade de garotas que correm atrás de você, então qual a razão de querer mais sobre mim? Eu sou só uma desajustada num lugar novo, não preciso da caridade de ninguém, ou se está fazendo alguma aposta estúpida, pode parar agora mesmo.

-E daí? Elas podem até andar atrás de mim e tudo mais, e às vezes é até divertido, mas estou cansado disso e você parece alguém que eu poderia ter uma conversa interessante pelo uma vez na minha vida. E eu não sou nenhum babaca que se aproximaria de alguém por causa de uma aposta. Me dá um voto de confiança, acho que eu mereço né? Depois que eu te salvei daqueles imbecis... – Kaname disse sério, deixando Jess surpresa.

-Tá, me desculpe, eu acho que eu peguei pesado com você, mas é que eu não estou acostumada com alguém se aproximar de mim tão repentinamente. E você é tão incrível... – Jess não parava de coçar a orelha, o que fez Kaname rir. –O que foi? –Perguntou desconfiada.

-Nada, é que você é divertida. –Kaname sorria sem parar para Jess, que perdeu o equilíbrio de nervosismo, sendo salva pelo loiro. Kaname pegou Jess pela cintura com firmeza e preocupação, enquanto ela apertou seus braços suavemente pelo susto, seus olhares se encontraram e seus lábios foram ficando cada vez mais próximos, até serem selados por um beijo. Naquela noite Jess pôde tocar as estrelas nos braços de Kaname, e a recíproca era verdadeira.

Os dias foram se passando normalmente, Jess passava muito tempo com Kaname e Kiki estava saindo com o amigo dele, Chiaki. Elas e mais outra colega teriam uma noite exclusiva com o Clube Buddha, e estavam bastante empolgadas.

-Ai meninas, estou tão ansiosa por essa noite. Vamos ter aqueles monges deliciosos só pra nós. Ai meu coração! –Kiki revirava os olhos pensando nos rapazes.

-Nem me fala, mas você e a Jess são sortudas, eu tive que ficar com o mais feio. –Reclamou a outra garota.

-Ah Sakura, não é tão ruim assim, o Yuusei também é bonito, e pelo o que você disse, bom de cama. Agora eu entendo eu entendo porque o Chi é chamado de “O guerreiro”, a espada dele faz milagres. –Kiki comentou maliciosa, fazendo Sakura e Jess rir.

A noite caiu e elas foram encontrar os monges no local combinado. O templo ficava numa parte mais afastada da cidade e dava a impressão de estar abandonado. O caminho era iluminado por algumas lanternas ao estilo oriental, que pareciam indicar uma direção, causando um misto de medo e empolgação. O céu estava sem estrelas e algumas nuvens, dando ao ambiente um ar fantasmagórico.

-Ai meninas, isso aqui tá muito sinistro. –Resmungou Kiki.

-Eu também acho, melhor irmos embora. –Comentou Sakura amedrontada.

-Deixem de ser medrosas, estamos quase chegando. –Jess disse confiante.

Ao fim do caminho elas viram três vultos cobertos por capas pretas que cobriam seus rostos, deixando apenas as mãos à mostra. Carregavam um rosário e uma lanterna consigo, e não diziam uma palavra sequer. O trio de garotas sentiu um arrepio na espinha ao ver aqueles seres assustadores.

-Ai socorro, eles vieram buscar nossas almas! –Sakura gritou apavorada.

-Fantasmas! Salve-se quem puder! –Kiki berrou morta de medo.

-Parem as duas, deixem de ser fiasquentas. Er, boa noite, estamos procurando os monges do Clube Buddha, por acaso vocês os conhecem? –Jess perguntou tentando demonstrar coragem, mas também estava com medo.

-Vocês não deveriam estar aqui, a maldição da donzela cairá sobre vocês. –Um deles disse com uma voz grossa e autoritária, fazendo as garotas arregalarem os olhos de pavor.

-Precisamos encontrar nossos amigos, onde podemos acha-los? –Jess perguntou novamente, ignorando o aviso.

-Fujam, a donzela se vinga daquelas que fornicam antes do casamento. Ela vai pegar vocês... – Disse o outro encapuzado, que foi se aproximando das garotas. Elas paralisaram de medo. Os vultos estavam na frente delas, que caíram de joelhos, abraçando-se entre si.

-Buuuu! –Os vultos gritaram em uníssono, fazendo as três gritarem histericamente. Eles tiraram os capuzes e caíram na gargalhada, deixando as garotas furiosas.

-Chiaki seu filho de uma cabrita, quer me matar? –Kiki batia no peito do monge de cabelos prateados, que teve um ataque de risos.

-Perdão meninas, mas é vocês ficaram tão fofinhas assustadas, que não resistimos em fazer essa brincadeira. –Kaname comentou divertido.

-Idiotas. –Sakura comentou aborrecida, enquanto Yuusei a agarrou pela cintura, beijando seu pescoço.

Kaname abraçou Jessica carinhosamente, mas ela cruzou os braços, em sinal de protesto. O loiro ria com a atitude da namorada.

-Você fica mais linda ainda fazendo essa carinha de brava. –O loiro puxou Jess suavemente pelo queixo, selando seus lábios com delicadeza, mas em seguida pediu passagem com a língua, que foi prontamente aceito.

Os monges conduziram as garotas para um cômodo mais ao fundo do templo. Quando abriram as portas, as garotas ficaram positivamente surpresas. A iluminação era fraca, mas era possível ver várias almofadas espalhadas pelo chão, além de uma toalha com bebidas e aperitivos. O teto parecia um pedacinho do céu, com vários pontos iluminados. As garotas ficaram extasiadas com aquilo.

-Não fiquem bravas conosco, prometemos que essa noite nós iremos leva-las ao céu, numa aventura de magia e prazer. – Chiaki disse sensualmente, causando um orgasmo em Kiki.

 Sakura já tinha as pernas entrelaçadas na cintura de Yuusei, enquanto Jess tremia nervosa, pois era a única virgem entre elas. Kaname percebeu e a abraçou carinhosamente e afagou seus longos cabelos verdes, a fim de acalma-la.  Todos se sentaram nas almofadas, enquanto Yuusei servia as bebidas e Chiaki repassava os aperitivos. Todos estavam comendo e bebendo, e a conversa fluía animada.  Quando Kiki e Sakura já estavam mais alegrinhas, Chiaki e Yuusei as levaram para seus quartos privados, que costumavam ser usados quando havia “leilões”. Kaname e Jess ficaram sozinhos, o que deixou a garota mais nervosa do que já estava.

-Você está bem? –Kaname perguntou gentil. Jess apenas afirmou com a cabeça. –Por que está tão nervosa? Tem algo te incomodando?

-Não, é que é a primeira vez que ficamos sozinhos assim, e eu não sei como agir. E você me olhando desse jeito me deixa mais envergonhada. –Jess disse baixinho, fazendo Kaname rir. Ele adorava provocar quando ela agia com timidez, pois achava muito fofo o jeito dela.

-Confie em mim, minha pequena lótus. E eu te olho assim porque te amo, e essa noite meu único desejo é te dar as estrelas. – A voz de Kaname estava mais sexy que o habitual, o que fez o coração de Jess querer fugir do peito.

-Lótus tudo bem, mas “pequena”? –Jess riu, deixando o loiro satisfeito. Ela finalmente estava relaxando.

-Sim, pois apesar do seu tamanho, eu te vejo como um pequeno tesouro, e eu quero guarda-lo só pra mim. –Aquelas palavras fizeram o coração da esverdeada se desintegrar. Jess ficou tão feliz com o que ouviu que pulou no pescoço de Kaname, o atacando de surpresa.

-Eu amo você, meu sol loiro. –Jess sussurrou no ouvido de Kaname, que sorriu satisfeito, mordiscando a orelha da amada. Jess desamarrou o obi de Kaname, deixando-o só de cuecas (N/A: dessa vez não teve fiasco no meio da rua.). Jess corou ao ver o corpo másculo e definido do monge, de fato ele era um banquete ao pecado, embrulhado em uma boxer branca. Kaname tocou de leve nos braços da garota, ajudando a tirar seu vestido, e agora usava apenas roupa intima. Ele a deitou nas almofadas e iniciou uma trilha de beijos dos pés até o vale entre os seios. Retirou o sutiã com maestria e experiência, massageando um dos mamilos suavemente, enquanto mordiscava o outro. Jess tentava controlar os gemidos, mas era impossível.

-Essa noite te darei as estrelas. –Kaname sussurrou em seu ouvido, deixando-a mais excitada.

Kaname prosseguiu com a trilha de beijos até o “caminho da felicidade”, Jess sentiu um arrepio quando ele retirou sua calcinha. Ele inseriu dois dedos em sua intimidade, que já estava bastante úmida, fazendo leves movimentos, mas em seguida se intensificando. Faltando pouco para chegar ao orgasmo, Kaname tirou a peça íntima e penetrou Jess. No começo ela sentiu um pouco de desconforto, mas logo se acostumou e o loiro tornou as estocadas mais intensas, chegando ao orgasmo juntos. Kaname desabou ao lado de Jess, trazendo-a para seus braços, depositando-lhe um beijo terno na testa.

-Obrigado por essa felicidade. –Kaname afagava os cabelos da amada, suspirando apaixonado.

-É reciproco. –Jess respondeu antes de cair no sono.

Depois daquele dia, o relacionamento dos dois ficou mais forte e sério, tanto que Kaname estava convicto de abandonar o Clube Buddha, o que deixou Chiaki muito irritado.

-Você perdeu o juízo? O Clube Buddha é o maior sucesso, não pode sair assim, por um rabo de saia qualquer. Pense em quantas garotas e quanto dinheiro vai perder por causa dela. – Chiaki bateu os punhos com força na mesa do escritório.

-Posso muito bem viver sem, a Jess é especial, quero ficar só com ela. E se o problema é dinheiro, arranjem outro monge tão gostoso quanto eu para me substituir, falou? –Kaname disse normalmente e saiu.

-“Ah, mas essa garota não vai me atrapalhar. Não vou permitir que Kaname saia do Clube Buddha de jeito algum.” – Chiaki pensou, planejando algo.

Jess estava mais feliz que nunca, Kaname fazia muito bem a ela, tanto que queria ir para Kyoto conhecer seus pais, o que a deixou agradavelmente surpresa. Iriam visita-los no final de semana, e ela estava organizando tudo para a viagem.

Chiaki pediu ajuda a Sakura, pois sabia que ela não gostava de Jess e tinha inveja dela, pois no fundo queria Kaname para si.

Sakura: Alô?

Chiaki: Olá Sakura, como vai?

Sakura: Ah, é você. O que quer?

Chiaki: Preciso me livrar de um problema. Posso contar com a sua ajuda?

Sakura: Está bem.

Chiaki: Ótimo, o plano é o seguinte...

Sakura: Entendido, quando?

Chiaki: Amanhã à noite, esteja preparada.

Sakura: Ok.

Na véspera da viagem Jess recebeu uma mensagem de Kaname, que pediu que ela o encontrasse no templo. Ela achou estranho, mas foi. Ao chegar encontrou Chiaki na entrada, o que não a agradou muito.

-Olá Jess, o que faz por aqui? –Chiaki perguntou cínico.

-Oi, Kaname pediu que eu viesse encontra-lo. Sabe onde ele está? –Jess perguntou desconfiada da atitude gentil e amistosa do monge, pois ele nunca a tratava assim.

-Ele está lendo na sala dos lírios, vou te levar até lá. –Chiaki estava sendo amável demais, e aquilo a irritava profundamente.

Caminharam alguns metros em silêncio, até chegarem onde Kaname estava. Chiaki abriu a porta e Jess ficou chocada com o que viu: Kaname estava nú ao lado de Sakura, Kiki e outra garota que ela não conhecia. Jess tentou correr, mas foi impedida por Chiaki, que possuía uma expressão diabólica agora.

-O que foi? Achou mesmo que Kaname seria só seu? Hahahaha. –O monge de cabelos prateados ria da garota.

-É muito egoísmo seu querer o Kaname só pra você. –Sakura comentou debochada.

-Não entendo o que Kaname viu em você, uma garota tão feia e sem graça, enquanto pode ter todas nós, que somos muito mais gostosas e sensuais. –Comentou a garota desconhecida. Apenas Kiki se manteve calada.

-Calem a boca suas vadias repulsivas, não me interessa ouvir as asneiras que saem dessas matracas sujas. –Jess respondeu friamente. Com toda a agitação, Kaname acordou, mas estava embriagado demais para compreender o que se passava.

-Vocês podem falar mais baixo? –O loiro pediu, com as mãos na cabeça.

-Kaname seu cafajeste, é assim que você diz me amar? Se tiver um pingo de decência, nunca mais me procure, não preciso das suas migalhas. –Jess saiu correndo sem olhar para trás.

Chiaki e Sakura se olharam vitoriosos, e Kaname voltou a dormir, e só no outro dia percebeu o que havia acontecido. Depois disso Jess mudou de universidade e número de telefone, e Kaname nunca mais teve notícias dela.

Até agora...



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...