História Not A Bad Thing - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


BOA TARDE GENTE!

Tudo bem com vocês? Eu estou atrasada, mas estou aqui com esse capitulo tá cheio de cabaré hahaha o Castor iniciou nossa Nina nas artes da safadeza e não quer mais parar!


Espero que gostem.

Boa leitura!

Capítulo 10 - Hot Blooded


Fanfic / Fanfiction Not A Bad Thing - Capítulo 10 - Hot Blooded

Now it's up to you, we can make a secret rendezvous Just me and you, I'll show you lovin' like you never knew.

Agora cabe a você, nós podemos fazer um encontro secreto. Só eu e você, Eu vou te mostrar amor como você nunca soube.


(Hot Blooded – Foreigner)

 

 

NINA

 

 

— Ai você bateu uma pra ele? – perguntou como se fosse uma coisa normal, ainda mastigando o sanduiche de frango.

 

— Porra, Zoe, você fala como se fosse nada! – ela deu de ombros e ajeitou a camisola rosa no corpo. – Como foi, Nina?

 

— Foi esquisito. – fiz uma careta e elas riram. – Esperma é uma coisa pegajosa e a Zoe ainda diz que engole aquilo!

 

— Não tem gosto de nada! – nós três olhamos pra Kiara ao mesmo tempo, ela corou um pouco e se encolheu. – Ah, o Josh... Ele... Eu fiz pra ele.

 

— Você chupou ele!? – Zoe riu da cara de Missy. – É o fim do mundo! Santa Kiara pagou um boquete! – ergueu os braços e recebeu um tapa na mão de Kiara.

 

 

— Por isso eu não gosto de contar as coisas pra vocês! – fez um bico.

 

 

— Ok, desculpa! É que isso é realmente incrível! – pegou mais um biscoito do pote que tinha no colo.

 

 

 Estávamos na casa de Missy, pra festa do pijama mensal que fazíamos. Certo que as vezes nós mudávamos o caminho e íamos pra outro lugar, mas ultimamente Ian tinha ficado no meu pé sobre isso e Kiara agora era namorada de Josh, então não saíamos se eles não fossem também. Meu namoro com Ian era segredo pra quase todo mundo, exceto os amigos dele e as três malucas que eram minhas amigas.

 

 

— Nós tentamos fazer amor, mas não deu muito certo. – fez um biquinho. – Eu não conseguia relaxar e fazer dentro do carro do pai dele!

 

 

— Como vocês tentaram? – perguntei, curiosa e ela se ajeitou no tapete antes de começar a falar.

 

 

— Estávamos perto da ferrovia velha, sabe, aquele lugar que dá pra ver a cidade toda? – assentimos. – Começamos a nos beijar e ele tirou a minha blusa e eu a dele, fomos pro banco de trás e chegamos a ficar quase pelados, mas eu fiquei com medo.

 

 

— Medo? Kiara, você é um entidade a ser estudada, eu ficaria era com muito tesão! – Zoe riu e limpou as mãos em um guardanapo. – Sinceramente!

 

 

— Medo de que, Kia? – acariciei os cachos do cabelo dela.

 

 

— De me arrepender depois. Eu gosto muito do Josh, mas não era o meu momento ainda. – a abracei. – Sou uma boba.

 

 

— Você está certa, se não era o momento, não era o momento! – Missy concluiu e pareceu pensar. – Quando eu perdi a minha virgindade eu não estava pensando muito nisso, eu só queria saber como era. – deu de ombros.

 

 

— Idem. – a outra pontuou e bebeu um belo copo de suco de uva. – Sexo nem sempre é gostoso. Às vezes, com alguns caras, eu não sinto nada!

 

 

— É ruim? Te machuca?

 

 

— Não, Nina. Só machucou nas primeiras vezes, depois passa. – ela deu um sorrisinho. – Trouxe uma coisa! – bateu palmas. – Tranca a porta, Missy!

 

 

 Missy levantou de seu saco de dormir correndo e passou a chave no trinco. Zoe puxou a mochila rosa, tirou de dentro dela uma revista que eu já sabia do que se tratava e um pênis de borracha.

 

 

— Meu Deus! – Kiara colocou as duas mãos na boca, mas riu.

 

 

— Zoe, onde você arruma essas coisas? – engatinhei até elas e me sentei pegando a revista.

 

 

— Minha irmã mais velha, ele é tão piranha! – rolou os olhos castanhos.

 

 

— É de família então. – Missy sorriu e pegou o pênis o olhando com uma caretinha. – Treco feio!

 

 

— Olha, esse aqui é grande! – Kia apontou pra revista. – Pra que tanto pau assim, meu Deus?!

 

 

— Li uma vez que a gente só sente os primeiros centímetros! – Zoe tomou o consolo da mão de Missy e estendeu pra mim. – Toma, coloca na boca.

 

 

— De jeito nenhum! Não sei onde sua irmã enfiou isso! – ela suspirou.

 

 

— Eu limpei com álcool, espera ai. – pegou um preservativo no bolso da mochila. – Coloca.

 

 

— Zoe, sua mochila é quase uma daquelas lojas de produtos sexuais! – ela riu. – Não sei colocar isso.

 

 

— Eu sei! – minha melhor amiga abriu a camisinha e colocou sem dificuldade alguma no consolo. – Agora, vamos te ensinar a fazer um boquete.

 

 

— Olha, Ian disse pra eu não...

 

 

— Ian disse pra eu ficar virgem pra sempre... – me imitou. – Vai logo, Nikolina!

 

 

 Eu respirei fundo e assenti.

 

 

— Abre bem a boca. – Zoe começou a orientar. – Agora, coloca a língua pra fora e passa a língua na cabeça. – fiz e o gosto da borracha era estranho. – Isso, dá um beijinho.

 

 

— Pra que? – ergui as sobrancelhas.

 

 

— Nikolina, escuta, quando você vai chupar um pau de um cara você não pode ficar de frescura, ou você se entrega ou nem coloca a boca! – as outras duas assentiram. – Tem que lamber, deixar molhado, dar beijinho e até umas mordidinhas em cima... Agora beija essa porra logo! – beijei e acabei rindo depois. – – bateu palminhas e riu.

 

 

— Enquanto você tá chupando pode masturbar ele na base, eles gostam! – Missy cobriu minha mão com a dela e começou a subir e descer. – Aprende rápido!

 

 

— Hm. – puxei pra fora e engoli a saliva antes de falar. – Quando eu bati uma pra ele há três dias, eu fiz aquilo de pegar... Nas... Nas...

 

 

— Nas bolas? – assenti. – Coloca elas na boca também. – arregalei os olhos. – Mas devagar, sem usar os dentes ou você vai matar o coitado!

 

 

— E arranha as coxas dele, aperta! O Josh fica maluco quando eu faço isso! – riu e escondeu o rosto em uma almofada.

 

 

— Garotos adoram isso. Hm, Nina, o Ian já te tocou lá?

 

 

— Não! – neguei rápido. – Tá doida?!

 

 

— Olha, isso não faz sentido! Você vai chupar o pau dele e não quer que ele toque na sua perseguida! – Missy quase gritou.

 

 

— Perseguida? – a careta da Kiara me fez gargalhar. – Que nome ridículo, o Josh chama de Kiarinha. – sorriu.

 

 

— O Josh tá me saindo um belo de um veado! – Zoe gargalhou também. – Boceta é melhor.

 

 

— Ian me chamou de cerejinha. – dei de ombros e me encolhi um pouco. – Achei fofo.

 

 

— Super fofo, claro, mas na hora que você está fodendo feito uma louca não são coisas fofas que você quer ouvir.

 

 

— Meu Deus, Melissa! – ela gesticulou um “tanto faz”. – Que horror!

 

 

— Ele já tentou tocar lá? – assenti.

 

 

 E ele havia mesmo tentado, duas vezes precisamente, mas eu pedi que ele parasse.

 

 

— Deixa ele tocar, é bom, sua boba!

 

 

— Mas eu sou virgem!

 

 

— Nina, sua virgindade continuará intacta até o dia em que um pau entrar ai, relaxa. Ele só vai tocar.

 

Antes mesmo que Zoe terminasse a frase um barulho fez nós quatro olharmos pra janela. Depois se repetiu. Missy levantou, foi até a janela a abriu e uma pedrinha pulou pra dentro do quarto.

 

 

— Luke, você quase me acertou! – sussurrou e sorriu em seguida. – Meninas, vem ver.

 

 

 Chegamos janela e vimos Luke, Josh, Zach e Ian pendurados na cerca do jardim nos fundos da casa. Ian sorriu pra mim e eu retribui, meu coração parecia querer saltar pra fora.

 

 

— As senhoritas gostariam de nos acompanhar em uma aventura noturna? – Zach perguntou fazendo um sotaque inglês ridículo.

 

 

— Zachary, se você não fosse tão bonito teria acabado de me broxar pra sempre. – ele mandou um beijinho pra Zoe. Os dois estavam ficando há algumas semanas e pela primeira vez Zoe parecia estar afim de um cara. – Descemos em cinco minutos.

 

 

 Ela fechou a janela e já tirou a camisola do corpo. Vestiu a calça jeans e camisa que veio. Kiara trocou o pijama de ursinhos por um short e uma camisa de Josh que havia roubado. Missy pegou um vestido no guarda-roupas e vestiu antes de me estender outro.

 

 

— Eu trouxe roupas, Melissa! – ela negou.

 

 

— Você vai de vestido. – rolei os olhos e peguei o vestido de um tecido que parecia jeans, mas bem leve, era de alças e mediam dois dedos acima dos meus joelhos. – E não coloca sutiã! – avisou e piscou pra mim.

 

 

— Depois eu que sou o diabo! – ela riu e eu troquei de roupa.

 

 

— Onde vamos? – se ajeitou no colo de Josh e ele a abraçou pela cintura.

 

 

 Estávamos no carro de Robym, que Ian dirigia. Eu estava sentada na frente com Missy ao meu lado no mesmo banco, atrás estavam Zach com Zoe no colo, Josh com Kiara e Luke emburrado no meio deles.

 

 

— Ian, eu nunca te pedi nada, cara, por favor, todos os buracos que você ver na pista, passe por cima dele, faz esse carro balançar! – Zach pediu e abriu as pernas ajeitando a bunda de Zoe. – Isso, certo, tá maravilhoso!

 

 

— Jesus Cristo! Vocês dois são as pessoas mais podres desse mundo! – Ian disse aos risos e passou por um buraco. – Mas eu te amo cara, fazer o que?

 

 

— Você, Melissa, não sei por que não está aqui atrás comigo. – Luke bufou e cruzou os braços. – Zachary se você ficar de pau duro do meu lado eu te jogo pra fora desse carro!

 

 

— Josh, você vai engolir a menina! – eu murmurei, ele apenas gesticulou e continuou com a língua dentro da boca da namorada.

 

 

 Quando chegamos a antiga ferrovia descobrimos que no porta malas haviam algumas latas de cerveja e salgadinhos com embalagens coloridas demais. O lugar estava abandonado há mais de dez anos, as obras pela metade e ainda assim era iluminado por muitos postes. Ficava no ponto mais alto de Sudbury e dava a visão de uma boa parte da cidade. Já tinha ido até lá duas vezes.

 

 

— Trouxe uma coisa pra você. – sussurrou no meu ouvido e puxou do bolso uma folha de papel arrancada de um caderno. – Mas você só pode ler depois.

 

 

— Por que?

 

 

— Por que eu tenho vergonha. – sorriu e abriu uma latinha. – É um poema que escrevi pra você. – beijei o rosto dele.

 

 

— Obrigado, Castor. – ele bebeu dois goles grandes e me ofereceu.

 

 

— Só um pouco, Nina. – assenti e bebi muito mais que o pouco dele. – Teimosa feito uma porta.

 

 

— Romântico como um serial killer. – ele rolou os olhos azuis.

 

 

— Olha aquilo. – apontou pro carro estacionado um pouco distante, estava com os vidros fechados e se balançava um pouco. – Nem eu transo naquele carro, mas o filho da puta do Zach está transando. – negou com o rosto. – Eu vou matar ele.

 

 

— Você nunca transou com ninguém no carro? – ele negou. – Mentira.

 

 

— Porra! – riu. – Você é o diabo, Nikolina, sério!

 

 

— Foi com a Patricia? – ele coçou a nuca.

 

 

— Você vai me bater? – neguei. – Foi. – dei um soco no braço dele. – Caralho!

 

 

— Imbecil! – ele me abraçou e tombou meu corpo sobre a o pano velho que havia estendido pra nos sentarmos. – Cretino!

 

 

— Linda, demoniazinha, linda! – beijou meu rosto. – Eu adoro esse seu jeito meio macho!

 

 

— Macho? – ele riu e segurou minha nuca. – Você que é muito mulherzinha.

 

 

— Ainda assim seriamos um casal.

 

 

 Eu assenti e ele me beijou. Deitando meu corpo e deitando metade do seu sobre. Sua mão foi diretamente pro meu seio, ele apertou e em seguida empurrou a alça do vestido pro lado, beliscando um pouco o mamilo e me fazendo o puxar mais pra mim. Eu queria sentir o peso do corpo dele no meu, era como se eu precisasse urgentemente o sentir mais perto. Quando deixou meus lábios pra abocanhar meu seio eu segurei o rosto dele.

 

 

— Alguém pode ver. – avisei.

 

 

— Não, a gente tá no alto. Dá pra ver eles, mas eles não conseguem ver a gente. – passou a ponta do nariz pelo meu pescoço. – Hm? – só assenti e ele sorriu. – Bate uma pra mim depois? Eu me masturbei hoje de manhã, mas não é a mesma coisa quando você faz.

 

 

— Uhum. – ele beijou o meu seio e o colocou na boca, fazendo um barulho oco quando o chupou e soltou em seguida. A língua áspera criava um atrito gostoso na minha pele, as mãos me apertando na cintura me faziam tremer. Apertei minhas pernas uma contra a outra, uma dor deliciosa crescia no meu ventre e ia até entre minhas pernas. – Castor... – ele emitiu um som em resposta. – Você quer tocar em mim?

 

 

— Eu estou tocando em você. – disse com meu mamilo entre os lábios. Peguei a mão que estava na minha cintura e levei até a barra do vestido, o fazendo colocar a mão por dentro. – Nina... Não... Não precisa. – ergueu os olhos pra mim.

 

 

— Eu quero que você me toque. – ele fez uma careta. – Zoe disse que...

 

 

— Zoe de novo! – rolou os olhos. – Nikolina, eu não quero te colocar num mundo que ainda não é pra você.

 

 

— Eu não sou bonita? – ele sorriu e acariciou minha testa.

 

 

— Você é linda, minha menina.

 

 

— Então, toca em mim. Eu quero sentir o que você sente quando eu te toco.

 

 

— Prazer? – assenti. – Isso é justo. – sorriu e me beijou de novo, bruto do jeito dele, os lábios judiando dos meus, a língua dançando com a minha. Sentia sua mão subir por dentro do vestido, apertando minha coxa direita, a afastando da outra, abrindo um pouco as minhas pernas. – Relaxa, ok? – assenti e ele tocou minha calcinha, os dedos longos rasparam sobre meu centro e eu fechei os olhos. – Se eu te machucar a gente para, Nina. – Ian puxou o tecido de algodão pro lado e tocou minha carne. – Você tá molhada. – grunhiu e beijou meu queixo.

 

 

— Eu sempre fico assim, quando você me beija. É normal? – ele deslizou dois dedos antes de abrir um pouco e tocar o clitóris. – Ai!

 

 

— Doeu? – neguei e empurrei a mão dele pra continuar. – Tá gostoso? – apertei seu braço com força. Os dedos giravam sobre aquele lugar, espalhavam a umidade e a dor no meu ventre se transformou em algo que eu não sabia controlar, uma pressão gostosa. – Ai, Nina, você tinha de se ver agora... Ensopando meus dedos. – a voz dele estava torturada, rouca e pesada.

 

 

— O que... Hm... Ian, o que você está fazendo comigo? – o vi esboçar um sorriso e quase gritei quando ele beliscou meu clitóris. – Caralho!

 

 

— Estou te fazendo gozar, minha piranhazinha. – um dos dedos escorregou mais pra baixo, eu conseguia sentir a ponta deslizar um pouco pra dentro de mim. – Você tá mordendo o meu dedo, Nikolina. – voltou a massagear o centro e eu senti algo incontrolável se formar dentro de mim, minha respiração se tornou difícil, meu corpo esquentou. – Se você soubesse o quanto eu tô me segurando... – mordeu minha orelha e aumentou a pressão da massagem. – Eu ia te fazer gritar... – fechei as pernas e ele as afastou de novo. – Deixa vir, relaxa, goza pra mim, goza.

 

 

— Aí meu Deus! – ele cobriu minha boca antes que um grito chamasse a atenção dos outros. Eu nunca tinha sentido algo tão bom. Tremi inteira e devo ter machucado o braço dele com a força que usei pra apertar. A pressão aumentou de uma vez e se espalhou pelo corpo todo. Ian tirou a mão de lá e lambeu os dedos, os colocando na minha boca em seguida pra me fazer sentir meu próprio gosto, os tirou e colocou na boca dele, fechando os olhos enquanto os sugava.

 

 

— Você tem um gosto tão bom. – senti meu rosto esquentar. – Porra! – rolou pro lado e se deitou, respirando fundo. – Eu não acredito nisso!

 

 

— No que? – abaixei meu vestido e olhei pra ele. – Fiz algo errado? – passei a perna pro outro lado e montei em cima de seu corpo. O senti duro entre as minhas pernas, ele segurou meus quadris e gemeu.

 

 

— Puta que pariu, Nikolina, você vai me fazer gozar sem ao menos tocar em mim. – sorri e rebolei nele, o atrito era tão gostoso. – Pelo amor de Deus, para!

 

 

— Abaixa a calça. – ele arregalou os olhos azuis pra mim. – Fica de cueca, ai eu me esfrego aqui pra você gozar.

 

 

— Eu já tô fodido mesmo, fodido e meio. – ergueu o quadril desceu a calça de moletom pra baixo, a cueca cinza estava um pouco úmida onde a ponta do membro duro dele estava. Ele o ajeitou pra cima, quase escapando da cueca e eu sentei em cima. – Quando eu for gozar você sai, tá bom? – assenti. – Mexe.

 

 

— Assim? – movi o corpo pra frente e voltei, ele gemeu e assentiu mordendo o lábio inferior. E eu fiz de novo, fiz até usar tanta força pra criar atrito entre as minhas pernas que ele começou a gemer mais alto, a me apertar com mais força e a corar o rosto pálido. Aquela coisa estava se formando no meu ventre de novo, a minha umidade estava molhando o tecido da cueca dele.

 

 

— Sai, sai! – me empurrou um pouco e gemeu demoradamente, colocando o membro todo pra fora e se masturbando com força até gozar na própria mão. Assistir aquilo me deixou ainda mais excitada, me fez querer beijá-lo, tocar mais nele. – Nossa! – sorriu preguiçoso e abriu os olhos. – Eu nunca vi tanta assim na vida! – riu e eu ri também. – Droga, me sujei inteiro!

 

 

— Usa isso aqui! – mostrei o pano em que estávamos deitados. – Isso foi tão gostoso, Castor.

 

 

— Machucou você? – neguei.

 

 

— HEY, O CASAL AI E CIMA! ESTÃO VIVOS? – Josh gritou.

 

— JÁ VAMOS DESCER! – ele respondeu. – Vem, vou ajeitar você. Tá toda descabelada. – dei um tapa no braço dele. – Mas está linda.


Notas Finais


Eu vou confessar que me deu um calorão escrever esse capitulo, e eu não sei a idade de alguns de vocês, mas confirmo que existe MESMO adolescentes assim, e existem muitos!

Fiquem a vontade pra deixar um comentário pra mim :)

Ps: o próximo capitulo vai fazer vocês terem um mini infarto!


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