História Not A Bad Thing - Capítulo 11


Escrita por: ~

Exibições 251
Palavras 2.920
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi, como estão?

Esse capitulo vai deixar vocês a beira de um infarto, e me perdoem por parar justo onde eu parei.

Obrigada pelos comentários do último capitulo, eu estou adorando saber a opinião de vocês sobre a história.

Boa leitura!

Capítulo 11 - No One Like You


Fanfic / Fanfiction Not A Bad Thing - Capítulo 11 - No One Like You

There's no one like you I can't wait for the nights with you I imagine the things we'll do I just wanna be loved by you.

Não há ninguém como você. Eu não posso esperar pelas noites com você, eu imagino as coisas que nós faremos. Eu só queria ser amado por você.

(No One Like You – Scorpions)






IAN

 

Eu, até aquele momento, não tinha muitas certezas na minha vida. Eu tinha vontades, sonhos, ambições e planos, mas certezas não existiam na cabeça de uma adolescente de dezessete anos. Só que toda vez que Nikolina me olhava e sorria, eu conseguia me imaginar o resto da vida sorrindo de volta pra ela. Era muito louco pensar assim, era uma confusão sem fim dentro de mim, eu sentia tanta coisa ao mesmo tempo que ficava difícil segurar, ou guardar. Olhei pro lado e ela sorriu outra vez, depois se aninhou no meu corpo e fechou os olhos, o vento varria o cabelo castanho pra trás, ele era tão comprido que dava agonia, mas era como ela gostava e como eu aprendi a gostar também. Beijei sua fonte e entrelacei meus dedos aos dela. O uniforme das líderes de torcida ainda era pequeno demais pro meu gosto, mas a alegria dela em balançar aqueles pompons amarelos me contagiava também.

 

 

— Você vai vir ver o jogo de amanhã? – assenti. – Como você achou esse lugar?

 

 

— Lembra do dia em que meu pai foi embora? – ela confirmou. – Eu só queria sair de casa, andei por horas, achei isso aqui e fiquei até de madrugada.

 

 

— Tia Edna ficou tão preocupada com você, naquele dia, Castor. – apoiou a cabeça no meu ombro. – Eu também fiquei.

 

 

— Você tinha o que, nove anos? – franzi o cenho.

 

 

— Tinha acabado de fazer nove. A separação deles foi muito pra sua cabeça, você começou a gritar o tempo todo...

 

 

— Eu odiei ele, Nina... O meu pai, eu odiei ele por ter mentido, por ter magoado a minha mãe e ter escolhido a outra família. – ela começou a brincar com os meus dedos, apertando a ponta de cada um deles. – A forma como ele estragou tudo, estragou a nossa família, aquilo me deixou com tanta raiva.

 

 

— Ele não estragou, quem saiu perdendo foi ele, sua família é linda. – sorriu e beijou minha bochecha.

 

 

— É a sua família também. – ela fez uma caretinha fofa. – Não acha isso estranho, nós dois?

 

 

— Eu não acho, mas tenho certeza que a maioria dos adultos vão achar, nós crescemos como irmãos, mas eu nunca te vi como um irmão.

 

 

— Eu tentei te ver como uma irmã. – ela ergueu as sobrancelhas. – Mas tudo que eu conseguia era querer você mais ainda pra mim.

 

 

— Eu acho... Acho que te amo também. – sorri e ela virou o rosto, me dando a visão de perfil. – Eu sinto saudade de você quando temos de fingir as nossas brigas, quando você me toca eu sinto coisas tão boas e ao mesmo tempo tão confusas... E pela primeira vez eu me sinto no lugar certo e não uma intrusa.

 

 

— O nosso lugar certo é um do lado do outro, Nina. – assentimos juntos. – Quando eu ficar maior de idade e arrumar um emprego de verdade, vou contar pros meus pais sobre a gente.

 

 

— Emprego de verdade? – assenti. – Ian, você conseguiu o papel pro comercial, conseguiu passar pra última etapa de seleção pra fazer aquela série...

 

 

— Eu sei, mas isso demora muito pra ter retorno... – suspirei. – Eu preciso de uma coisa a curto prazo. O Tom me arrumou um emprego de monitor em um acampamento de crianças, daqueles que tem várias atividades e eu vou poder atuar lá também.

 

 

— Não é a mesma coisa! Você é tão talentoso! – negou com o rosto. – De jeito nenhum você vai desistir do seu sonho por minha causa! – cruzou os braços.

 

 

— Não estou desistindo, estou adiando. Olha, eu nem sei se isso vai dar certo mesmo! Posso acabar me fodendo por isso de ser ator e ter de entrar na faculdade como o meu pai quer! Não é como se um dia eu fosse interpretar um super herói nos cinemas e ser incrivelmente rico! – ela estreitou o olhar. – Você parece Carrie, a estranha quando me olha assim!

 

 

— Deixa de ser idiota! – bateu no meu peito. – Você vai ser um grande ator! O melhor! E nós vamos brigar por que eu vou ter ciúmes toda vez que você tiver de beijar uma daquelas atrizes peitudas! – riu um pouco e tocou meu rosto. – Aí, você vai dizer que eu tinha razão em não te deixar desistir quando se ver no topo de Hollywood!

 

 

— E você vai estar comigo...

 

 

— Eu quero ser estilista! – ficou eufórica. – Minhas roupas vão ser incríveis! A Winona e Naomi vão usar! Até a Kate Moss!

 

 

— Vamos ser o casal mais bonito dos Estados Unidos, vou comprar uma casa em Miami pra gente...

 

 

— Miami? Perto da praia? – assenti. – Vamos ter filhos?

 

 

— Claro! Um montão! – gargalhou, jogando a cabeça pra trás e negando com o rosto.

 

 

— Vamos ter dois, no máximo. – rolei os olhos. – Dois meninos.

 

 

— Meninos? – arqueei uma sobrancelha.

 

 

— Dois castorezinhos. – fez um biquinho. – Bem gordinhos e branquelos.

 

 

— De olhos azuis. – ela suspirou.

 

 

— Você é tão metido que dói no coração. – ri e a puxei pra mim, a abraçando. – Preciso te mostrar uma coisa, Castor.

 

 

— Sua calcinha? – ela riu e negou. – Que pena. – fiz um muxoxo.

 

 

— Safado! – saiu do abraço e esticou o braço até a mochila. – Eu te escrevi uma coisa também. – puxou o caderno vermelho e tirou de dentro dele uma folha, as laterais estavam cheias de corações feitos a caneta rosa e a caligrafia delicada escrita em azul. – Não é um poema, é uma carta e tem um pedaço na nossa música também...

 

 

— Nossa música? – peguei a folha.

 

 

— Não! Lê depois! – assenti e guardei no bolso. – Temos uma música, Castor.

 

 

— Eu não fui informado disso! – ela sorriu. – Qual é?

 

 

— Oh, thinking about all our younger years... – fechou os olhos e cantou, tinha uma voz rouca, era boa de ouvir.

 

 

— Sério? Essa música? – arqueei uma sobrancelha.

 

 

— Sim, essa sim e cala a boca! – pegou a mochila. – Vamos logo, está ficando tarde e temos uma briga pra encenar no jantar! – ajeitou a saia e ficou de pé. – Para de olhar para as minhas pernas! – deu um tapa na minha testa.

 

 

— Eu adoro as suas pernas. – fiquei de pé e ajeitei minha camisa no lugar, colocando a minha mochila nas costas. – Estava pensando de brigarmos por eu dizer que seu cabelo é igual ao da Mortiça.

 

 

— E você parece o Tio Chico. – deu de ombros e sorriu largo. – Vamos! – me puxou pela mão até a claridade do fim da tarde me fazer piscar algumas vezes. – Quero dirigir! - deu pulinhos perto do carro.

 

 

— Nem fodendo! Você parece uma marmota pra dirigir! – ri e abri a porta do carro pra ela. – Sua limusine, minha senhora!

 

 

— Obrigado, meu senhor Castor. – beijou meus lábios e entrou no carro.

 

 

— Você e a Nikolina já transaram?

 

 

— Claro que não! Ele não seria louco de não contar pra gente se tivesse transado com ela, não é mesmo, Somerhalder? – Winter atirou uma almofada no meu rosto e Zach riu.

 

 

— Se eu tivesse feito eu não ia contar porra nenhuma! Vai que vocês ficam imaginando! – Tom negou com o rosto. – E não, nós dois não fizemos nada, mas tá complicado! – passei as duas mãos no rosto e respirei fundo.

 

 

— Ela está querendo? – assenti. – Nikolina nunca decepciona! – atirei a almofada na cara dele, com força. – AI CARALHO!

 

 

— Se falar dela assim de novo eu parto a sua cara em duas, Zachary! – ele bufou e me mostrou o dedo do meio. – Tô falando sério.

 

 

— Ele está apaixonado, gente! – Tom pegou outra almofada. – Oh, Nikolina, eu te amo... – imitou minha voz, falando para a almofada, zombando de mim. – Você é tão linda que eu quero bater em todo mundo que te olha, e quero muito, muito, muito mesmo foder você, Nina!

 

 

— Vai se foder, Thomas! – os outros dois estavam rindo. – Eu não sei como fazer isso. – confessei. Winter parou de rir e fez uma careta.

 

 

— Você não sabe transar? – rolei os olhos. – Cara, você é meu ídolo quando o assento é sexo e tá dizendo...

 

 

— Cala a boca, Winter! – Tom deu um tapa no boné dele. – Nunca tirou a virgindade de nenhuma garota? – assenti.

 

 

— E ela é muito novinha também. – gesticulei. – Mas a gente tem feito coisas, coisas gostosas pra caralho, eu tô começando a perder o controle e isso vai dar merda. – cocei a nuca. – Até as amigas dela estão a “ensinando coisas”!

 

 

— Somerhalder, escuta, não transforme isso num problema. Se você quer e, principalmente, ela quer também, é só uma questão de tempo pra acontecer, no caso de vocês que moram na mesma casa, então. – assoviou.

 

 

— Eu sei, mas... – tentei achar as palavras pra explicar.

 

 

— Ela é diferente pra você. – Zach apontou pra mim. – Não é como a Janelle, Louise, Patricia... Você gosta dela.

 

 

— Exatamente. Eu sei que essas coisas doem pra uma garota, eu me imagino machucando a Nina e fico apavorado! – sorri fraco. – E eu não quero ser romântico.

 

 

— Ai, que bonitinho ele! – Tom apertou minha bochecha e eu dei um tapa na mão dele. – Sobre ela ser nova, preciso te dizer que pelo menos vai acontecer com você que gosta dela, que quer ser romântico e não com um cara filho da puta que ia comer ela e depois chutar pra longe.

 

 

— Bradley. – Winter sussurrou e assentiu.

 

 

— Sabe qual o ponto principal disso? – eles negaram. – Depois que a gente fizer a primeira vez, eu não vou querer parar mais e nem ela. Acho que sou o cara mais fodido do mundo.

 

 

 

 

 

UM MÊS DEPOIS

 

— Você está roubando, Scott! – Nikolina gritou enquanto corria dela pela casa. – Você é mais forte e rápido que eu!

 

 

— Não aceitasse brincar, então! – ele estava rindo, o rosto corado e a cercava pelos dois lados do sofá. – Me dá!

 

 

— Não! – gritou quando ele avançou pra ela e acabou tropeçando na mesa de centro, eu a segurei pela cintura antes que ela desse com a cara no chão. – Obrigado. – sorriu um pouco e eu me segurei ao máximo pra não a beijar ali mesmo.

 

 

— Cuidado, crianças, não corram assim! – minha mãe apareceu no portal da sala e eu soltei o corpo de Nikolina com pressa. – Nikolina, dá isso pra ele logo!

 

 

— Não, tia! Ele duvidou que eu conseguiria! Agora é meu! – minha mãe negou com o rosto e riu. – Se conforme, Scott!

 

 

— Nina, eu amo essa fita! – ela mostrou a língua pra ele e riu em seguida. – Ok, te dou outra coisa, mas me devolve essa!

 

 

— Você nem gosta de Queen! – ela olhou pra minha mãe e deu de ombros. – Pede a fita da Cindy Lauper, sua boba!

 

 

— Caramba, mãe, era pra me ajudar! – ele bufou e cruzou os braços.

 

 

— Certo. Me dá a fita da Cindy que eu te devolvo essa. – me sentei no sofá pra continuar vendo o jogo de basebol. – Certo?

 

 

— Certo, sua aproveitadora! – fez um muxoxo.

 

 

— Você tá na frente, dá pra sair? – gesticulei e ela olhou pra mim, segurando o sorriso. – Carne de burro não é transparente, muito menos de piranha.

 

 

— Ah, seu idiota...

 

 

— E lá vamos nós! – Scott ergueu os braços. – MÃE, COMEÇOU A LUTA LIVRE AQUI, Ó! – gritou e riu em seguida.

 

 

— Se você me chamar disso de novo eu juro que dou um soco na sua cara!

 

 

— Ok, pode continuar latindo, mas sai da frente da tv, vai logo! – ela franziu o cenho e colocou as duas mãos no quadris.

 

 

— Pois eu não saio! – bateu o pé. – Quero ver você me tirar daqui, seu veadinho!

 

 

— Veadinho? Tu me chamou de veadinho? – estreitei o olhar.

 

 

— Eita, agora é fatality! – Scott gargalhou e caiu sentado no outro sofá. – MÃE?!

 

 

— Chamei! Além de veado é surdo?! – por dentro eu queria rir, queria rir até perder o ar. – Vai fazer o que? Jogar purpurina em mim?

 

 

— Piranha! – Scott estava sem folego de tanto rir. – Sapatão. – sorri e ela mordiscou o lábio inferior.

 

 

 Depois, Nikolina veio pra cima de mim, as mãos fechadas em punho dando murros que pareciam fortes, mas não eram, no meu peito. Agarrei o cabelo dela que estava preso em um rabo-de-cavalo lateral e puxei, puxei devagar, mas ela gritou como se tivesse sido forte. Pra quem via de fora, era uma briga séria, pra nós dois era engraçado.

 

 

— MÃE, ELES ESTÃO SE BATENDO DE NOVO!

 

 

— SCOTT, SEPARA! – gritou da cozinha.

 

 

— EU NÃO, PARECEM DOIS ORANGOTANGOS LUTANDO! – ela acertou um tapa no meu pescoço e doeu. – NIKOLINA ESTÁ GANHANDO! Ian, você é tão molenga! – voltou a rir.

 

 

— PAREM COM ISSO AGORA! – nós dois olhamos ao mesmo tempo, minha mãe estava outra vez no portal, uma colher de pau na mão apontando pra gente. – Chega! Vocês dois parem com essa palhaçada agora! – larguei o cabelo de Nikolina. – Mas que inferno! Todo dia isso! Semana passada vocês quebraram o vaso que ganhei da minha irmã com uma briga! Madisosuba pro seu quarto! Ian suma da minha frente! – ficamos parados. – AGORA!

 

 

 Cada um correu pra um lado. Ela subiu as escadas correndo, mas eu sabia que estava sorrindo. Eu desci pro porão e fiquei por lá cerca de trinta minutos até conseguir subir sem ser notado. Assim que cheguei no corredor dos quartos, a vi sair do banheiro enrolada em uma toalha. Parei com a mão na maçaneta da porta do meu quarto e ela se assustou quando me viu, levou a mão ao peito e suspirou. Estava com o cabelo molhado, descalça e segurando a toalha com a outra mão. Fui até ela e a puxei.

 

 

— Ian, não! – sussurrou quando a empurrei pra dentro do quarto. – Tá maluco?! Me deixa sair! – tentou passar e eu a prendi contra a porta. Eu sabia o quanto era perigoso fazer aquilo com minha mãe no andar de baixo, Scott e Shan também, mas eu precisava a tocar, precisava sentir o cheiro dela. Eu odiava os fins de semana porque eram os dias que não podíamos ficar perto um do outro. – Ian!

 

 

— Um beijinho, só um. – a abracei pela cintura e ela assentiu.

 

 

— Um só!

 

 

 Nós nos beijamos com um desespero que me deixava tonto. As mãos afoitas de Nikolina amassaram minha camisa no ombros e apertavam a pele. A língua dela estava gelada, o corpo também, o cabelo gotejava nas minhas mãos, nos meus braços.

 

 

— Me deixa ver? – disse com os lábios ainda nos dela.

 

 

— O que? – abriu os olhos.

 

 

— Você pelada... Deixa? – ela negou e eu desci as duas mãos até sua bunda a apertando. – Por favor, Nina.

 

 

—Eu não sei... – mordi seu lábio inferior e comecei a puxar pra cama. – O que... Não, você disse só um beijo!

 

 

— Eu quero ver o seu corpo. – me sentei a coloquei entre as minhas pernas. – Me mostra. – ela negou. – Rapidinho, Nina!

 

 

— Não! – fiz um bico e ela rolou os olhos. – Você é muito chato! – respirou fundo. – Vai ser bem rápido! – assenti.

 

 

— Espera! – abri minha bermuda às pressas e abaixei um pouco a cueca, coloquei meu pau pra fora e a vi sorrir. – Você adora ver ele, né, minha piranhazinha?

 

 

— O que você vai fazer? – sorriu, tímida e eu comecei a me massagear.

 

 

— Eu tô quase gozando, vai, me deixa ver.

 

 

 Ela assentiu e desenrolou a toalha do corpo, me mostrando o corpo completamente nu. Os seios tinham crescido mais, a barriga reta, os quadris largos demais pra idade dela. Seu rosto estava corado e ela estava encolhida, com vergonha do que estava fazendo. Enquanto eu me tocava, os olhos castanhos estavam presos nos meus. Pareciam curiosos, mas confiavam em mim. Eu toquei seus seios com a outra mão, apertei e ela gemeu baixinho, fechando os olhos e suspirando, depois segurou minha mão e beijou meu dedos, um por um. Colocou o do meio dentro da boca e sugou. Não contive o gemido que escapou de mim e curvei um pouco o corpo pra frente. Ela lambeu meu dedo e o colocou inteiro na boca, aproximou mais o corpo e o cheiro de sabonete e shampoo ficou mais forte. Eu a assisti cobrir o corpo com a toalha, a vi sorrir taciturna, depois ajoelhar na minha frente e antes que eu pensasse em a fazer parar, Nikolina tinha me colocado na boca.

 

 

— Oh, meu Deus! – segurei a cabeça dela e arregalei os olhos. – Ai, aí, aí...

 

 

— Tá doendo? – lambeu a cabeça e eu neguei. – Você disse “ai”.

 

 

— Pelo amor de Deus, continua! – ela assentiu e me chupou, a língua brincava com cada pedaço meu, juntei o cabelo molhado em uma mão e com a outra cobri minha própria boca pra não gemer alto. – Sua boca é tão gostosa. – ela ergueu os olhos pra mim e sorriu, depois me empurrou pra dentro, eu senti a glande tocar na parede de sua garganta. – Caralho, você é boa nisso! – sorri e fechei os olhos. Comecei a sentir os primeiros espasmos do orgasmo. – Assim! – passei a mover a cabeça dela, puxando pelo cabelo, a fazendo ir mais rápido. – Posso gozar na sua boca? – ela assentiu e eu arfei.

 

 

 E eu estava quase gozando, estava sentido aquela dorzinha gostosa que desencadeia o orgasmo, estava ali, pronto pra vir. Mas a porta abriu. Eu arregalei os olhos e Nikolina deu um pulo, ficando de pé e se virando, segurando a toalha no corpo. Não tinha mais nada duro em mim. Meu coração parecia querer sair pela boca, cobri meu corpo com o travesseiro e me xinguei mentalmente de todos os nomes possíveis.

 

 

— Puta. Que. Pariu!

 

 Scott ainda estava segurando a maçaneta, os olhos abertos em placa, a outra mão na boca e parecia ter visto o Godzilla dançando ballet.


Notas Finais


E ESSE FLAGRA??? Será que vai dar ruim? Até o próximo!

Deixe um comentário pra mim :)

Eu tenho um grupo no WhatsApp com minhas leitoras, se quiser entrar é só me mandar seu número!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...