História Not A Bad Thing - Capítulo 13


Escrita por: ~

Exibições 298
Palavras 2.957
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa tarde gente!

Primeiro eu vou dizer que sim, hoje é aquele capítulo que vocês tanto queriam, e segundo eu acho realmente muito importante ler ele ouvindo a música do título! Vai criar uma vibe incrível!

Eu escrevi esse capítulo antes de começar a fic, foi dele que partiu tantas ideias pra essa estória que, eu prometo, vai ferver mais ainda.

É isso.

Boa leitura!

Capítulo 13 - Take A Toke


Fanfic / Fanfiction Not A Bad Thing - Capítulo 13 - Take A Toke

Take a toke, slow or you might choke. I got the best love you ever smoked Take a toke, but baby, it's no joke So strong, it'll make you choke Spark up the love you need in me, in me Roll it up tight lightly (And don't let any fall down) Get rid of the slight debris between you and me 'Cause we don't need any bad seeds "Listen:" 'Cause all of my life, baby I've been living kind trife, sugar No one to guide me through and Day and night without a clue And I really need someone To point me in the right direction Swing my way, Parley parley Prove my point that I am the joint.


Dê uma tragada, devagar, ou vai se engasgar. Tenho o melhor amor pra você fumar. Dê uma tragada, mas não é brincadeira tão forte, que vai fazer você engasgar. Acende as chamas do amor que você precisa em mim, em mim. Enrola, apertado, de leve (E não deixe nada cair). Se livre dos escombros entre eu e você. Porque nós não precisamos de sementes ruins. "Escuta:" Porque a minha vida toda, baby, eu vivi assim meio a toa, querida, ninguém pra me guiar, e dia e noite, sem noção alguma. E realmente preciso de alguém que me mostre a direção certa. Me dê razão, prove minha teoria que sou um baseado.


(Take A Toke – C+C Music Factory)






N/A

 


Nikolina assistiu Ian enrolar um baseado com uma destreza incrível. Os dedos dele não eram trêmulos como os dela quando devia se concentrar. Ele levou o papel até os lábios e lambeu, umedecendo e o fechando em seguida. Abriu a porta luvas e tirou de lá uma caixinha de fosforo vermelha.

 

— Tem certeza que não tem problema eu fumar? – perguntou pra namorada antes de riscar o fosforo. Ela assentiu e ele ascendeu. – Você está linda. – ela sorriu.

 

— Quando eu não estou? – Ian tragou, puxou o mais forte que pode e fechou os olhos com a sensação de relaxamento que começou a se espalhar pelo corpo dele. – Posso experimentar?

 

— Não. – ela bufou. – Vem, vamos pro banco de trás. – passou primeiro e a ajudou a passar em seguida.

 

Eram quase uma da manhã. O velho Ford estava estacionado no acostamento da rodovia principal pra sair de Sudbury. Já era aniversário de Ian. Dezoito anos. Os dois estavam dentro daquele carro há dez minutos e como era seu aniversário ele havia se dado de presente maconha o suficiente pra ficar bem chapado. Nikolina não tinha medo de nada quando estava com ele, era como se todos os riscos fossem mínimos. Para Edna ela estava na casa de Missy. Se a polícia aparecesse ali seria uma merda. Ian agora era maior de idade, estava com uma menor em um carro e com o porta luvas cheio de erva. Mas nenhum dos dois parecia ligar pra isso.

 

— Deixa, Castor. Quero ver como é. – fez um muxoxo e tentou pegar o baseado da mão dele que afastou dela e abriu a janela pra soprar a fumaça pra fora. – Só um pouquinho.

 

— Só um pouquinho e você pode ficar chapada pra caralho. – tragou outra vez e ela colocou a mão por dentro da camisa vermelha dele, arranhando sua barriga e brincando com os pelos da região. – Fica de frente pra mim. – ela ficou. – Abre a boca. – se aproximou e deu um trago curto, depois soprou a fumaça pra dentro da boca dela. Nikolina aspirou tudo, não queimava como achou que queimaria, fechou os olhos e quando acabou sorriu.

 

— Eu vi isso num filme. – deu uma tossida. – Faz de novo! – ela sentia os dedinhos dos pés formigarem, seu corpo tinha ficado cinco quilos mais leve.

 

— Toma. – estendeu o baseado pra namorada. – Dá uma tragada, devagar, ou você vai se engasgar. – ela segurou a mão dele em frente ao rosto e encaixou os lábios ao redor do papel. – Puxa. – Nikolina puxou, devagar, sentindo a quentura descer, a fumaça invadir seus pulmões e uma vontade absurda de rir. – Chega, Nina.

 

Ian tomou de volta, acabando com ele e o atirando pra fora pela janela. Quando voltou o olhar pra ela, sorriu. Nikolina tinha um sorriso dengoso nos lábios, os olhos estavam brilhando e o vestido rosa havia subido um pouco, lhe oferecendo a visão das coxas roliças. Havia cortado o cabelo e agora mediam até um pouco abaixo dos seios. Tinha se arrumado pra ele, pra esse encontro. Ian se sentia mal por não poder a levar ao cinema, a alguma lanchonete, a festas como os outros casais faziam. Eles tinham de fazer tudo escondido. Mas Nina entendia, ela não reclamava.

 

— Liga o som. – ele assentiu e se esticou até ligar o toca fitas. Uma música aleatória estava tocando, era uma que falava sobre saudade e Nina não gostou. Se proibia de pensar nessas coisas quando estava com ele. – Trouxe minha fita favorita! – pegou a bolsinha branca e puxou de lá a fita. – Coloca.

 

— Vi o Brad falando com você hoje, na escola, o que ele queria? – parecia bravo.

 

— Me chamar pra sair. – deu de ombros. Ian bufou. O outro vinha tentando se reaproximar dela outra vez, a cercando, espalhando pelo colégio todo que estavam juntos de novo. Não fosse Matt ele teria quebrado a cara de Bradley no dia anterior. – Quase dei outro soco nele.

 

— Não, dessa vez o soco quem vai dar sou eu. – a puxou pela cintura, pra montar no colo dele. – Vamos namorar, é meu aniversário. – ela sorriu e assentiu.

 

— Te trouxe um presente. – Ian arqueou uma sobrancelha e ela pegou a bolsa outra vez, tirando de lá uma calcinha rosa, de algodão. Ele estranhou. Estava confuso. – Toma.

 

— Vai me dar uma calcinha? – ela assentiu. – Nin's, como assim? – pegou a peça e aspirou o cheiro, sorrindo em seguida.

 

— Essa calcinha... Era pra eu estar usando ela. – deu um risinho fofo e corou. – Mas eu não estou.

 

— Você... – quando a conclusão iluminou o pensamento dele, Ian apalpou o traseiro dela confirmando. – Você está sem calcinha? – ela riu e beijou os lábios dele. – Você está sentada em cima do meu pau e sem calcinha, Nikolina Dobreva? – Nina escondeu o rosto na curva do pescoço dele e assentiu. – Qual o meu presente? – sussurrou no ouvido dela e apertou sua bunda com força.

 

— Eu. – ergueu o rosto e encarou os olhos azuis dele. Estavam mais escuros, quase dilatados. – Quero fazer amor com você, Castor... Agora. – o espasmo que ele sentiu na virilha foi forte, Ian fechou os olhos e sorriu.

 

— Nunca me disseram algo que me deixasse tão feliz. – ele riu um pouco e ela também. – Vamos pra casa e...

 

— Não! Eu quero aqui, agora. – ele arregalou os olhos. – Em casa temos de ficar quietos, estamos sempre com medo. Não quero fazer isso com medo, eu quero ouvir você gemer.

 

— No carro? – assentiu. – Nina é melhor fazermos numa cama, pra não te machucar...

 

— Aqui. – pediu e começou a espalhar beijos chupados pelo pescoço dele, as mãos pequenas puxaram o a camisa pra cima, expondo a pele pálida da barriga e o levando a uma euforia desmedida. – Hm? Eu quero sentir você dentro de mim, Castor... – ronronou e ele só assentiu erguendo o tronco e a abraçando pelas costas, tomando seus lábios em um beijo agoniado.

 

O beijo tinha gosto de bala de menta e maconha. Um gosto um pouco exótico, mas perfeito para eles. Nina puxou a camisa dele e Ian terminou de a tirar, a abraçando de novo em seguida. Ela afundou as unhas na pele de suas costas. O beijo se tornou mais lento, as línguas brincavam uma com a outra, se massageavam com uma lentidão saborosa, com um ar de pecado e proibição que criava dentro de ambos um furacão incontrolável. Ele cessou o beijo e abriu os olhos, Nikolina fez o mesmo.

 

— Eu nunca fui o primeiro de ninguém. – segredou e ela sorriu. – E eu vou ser só o seu.

 

— Estou nervosa. – sentiu a mão dele em suas costas, a ponta dos dedos começaram a abaixar o zíper, devagarinho, enquanto a outra mão empurrava a alça do vestido pelo ombro, deslizando. – Não sei o que fazer.

 

— Confie em mim. – os olhos de ambos estavam conectados, evitavam piscar. – Me beija.

 

Nina o beijou enquanto a outra alça era empurrada e o vestido escorregou até seus quadris. Quando o corpo dela colou no dele, Ian gemeu. Os mamilos durinhos tocaram o peitoral dele e criaram uma sensação de arrepio pelo resto do corpo. Se beijaram por mais alguns minutos até ele a deitar no banco e abrir a própria calça, a tirar e depois retirar seu vestido pelos pés, beijando cada um deles, depois os calcanhares, joelhos, a parte interna de cada coxa e aspirar o cheiro dela, fechando os olhos e sentindo outro espasmo no membro duro dentro da cueca que implorava por atenção. Mas pra ele era mais fácil do que pra ela. Nina estava envergonhada com a exposição que dava a ele, o rosto estava quente, mas o resto do corpo estava em chamas. O coração tão acelerado parecia querer atravessar o peito e sair. Ele colocou uma perna dela sobre o ombro e beijou a virilha coberta por uma camada fininha de pelinhos claros.

 

— O que você vai fazer? – ergueu a cabeça pra perguntar.

 

— Vou beijar você. – sorriu.

 

— Então vem me beijar. – a inocência dela triplicava o tesão dele, fazia pulsar, fazia tremer.

 

— Eu vou.

 

Quando a língua quente de Ian lambeu seu clitóris Nina gritou e o segurou pelo cabelo, ocultando os dedos nos fios castanhos e arfando em seguida. Ele sorriu um pouco e fez de novo. Era a primeira vez que fazia sexo oral em uma garota e definitivamente iria fazer pelo resto da vida. Pelo resto da vida nela, em Nikolina. Teve infinitas conversas com os amigos e até com o pai sobre isso, pra fazer direito, pra dar a ela um prazer que talvez não tivesse com a penetração por ser a primeira vez. Se concentrou no clitóris que parecia tremer toda vez que ele sugava, que mordiscava e lambia. Nina estava à beira de um orgasmo explosivo, devastador. Ela não tinha ideia de que isso era melhor do que as coisas que eles já tinham feito antes. Não conseguia falar, queria poder fechar as pernas, estava assustada com a intensidade das sensações que sentia, mas não queria parar. Ele empurrou a ponta da língua pra dentro dela, devagar ela se contorceu, puxando a cabelo dele com força. Ian a fez gozar e a lambeu inteira depois, prolongando o orgasmo. Nina gemeu o apelido dele, manhosa e sem forças pra se quer o abraçar. Ele ergueu o tronco e puxou a cueca às pressas. Pegou a carteira no bolso do jeans e tirou de lá uma camisinha de embalagem cinza. Nina o assistiu deslizar o preservativo pelo membro e se ajeitar entre suas pernas.

 

— Devagar. – pediu e ele assentiu. Ian encaixou a glande e se segurou pela base. A outra mãos estava espalmada no banco, ao lado do rosto dela. Empurrou um pouquinho pra dentro dela e Nina o abraçou pelo pescoço, olhando pra baixo como ele, observando o ato ser consumado.

 

— Você é tão fechadinha. – não foi uma reclamação. Se empurrou mais um pouco e mordeu o lábio inferior. Tentou outra vez e a ouviu gemer, mas não era de prazer. Ele ergueu os olhos e a viu lacrimejar. – Droga, estou te machucando...

 

— Isso dói, Ian... – ele selou os lábios com os dela.

 

— Só mais um pouquinho... – ele queria fazer isso, talvez se não fizesse cairia louco, mas a machucar era algo que não conseguia fazer. Entrou mais um pouco e ela deu um gritinho, apertando a nuca dele e travando as pernas. – Amor, se você endurecer o corpo vai ficar pior, não chora... – suspirou. – Eu vou parar. – se retirou de dentro dela, mas Nikolina o manteve abraçado. – Não, estou te machucando.

 

— Eu aguento. – sussurrou e respirou fundo. – Já chegamos até aqui.

 

— Eu te amo tanto. – acariciou o rosto dela que sorriu. – Relaxa o corpo, não trava suas pernas, sim? – assentiu. Ele se segurou pela base outra vez, encaixou e abaixou o corpo um pouco. – Olha pra mim. Desculpa, tá?

 

— Pelo o que?

 

Ele não respondeu. Só a beijou, beijou até a sentir relaxar outra vez e se empurrar pra dentro dela de uma vez, inteiro, batendo no fundo. Nina gritou dentro da boca dele e sentiu os olhos lacrimejarem de novo, arfou quando perdeu a voz e tentou o empurrar. Aquilo doía, ardia, era como se tivessem rasgado a sua carne. Abriu os olhos e piscou um par de vezes, sentia vontade de chorar. Ian grunhiu e apertou a coxa dela. O aperto era maravilhoso, a sensação era incrível, ele nunca havia sentido algo assim. Quis se mover, bater contra ela até gozar feito um louco, mas Nina tentou o empurrar de novo.

 

— Amor, amor, não... – beijou os lábios dela. – Desculpa.

 

— Sai! Não quero mais! – choramingou. – Sai, Ian Joseph! – ela só o chamava assim quando era sério.

 

— Vai ficar bom, eu juro. – se moveu minimamente, gemendo com isso e arrancando dela outro grito. – Relaxa, me sente... Esquece a dor... Eu estou dentro de você, é o mais perto que podemos ficar...

 

— Não... Isso dói... – ele pensou. Pensou até se lembrar que o pai havia dito que camisinha piorava tudo na primeira vez. Saiu de dentro dela que suspirou aliviada e puxou o preservativo, o tirando. A ponta estava coberta por uma camada de sangue. O atirou no chão e brincou com o clitóris dela, raspando a glande ali, umedecendo. – Você tirou a camisinha!

 

— Eu gozo fora. – entrou nela outra vez. Incomodou, mas não doeu como antes. – Puta que pariu, como isso bom! – Ian nunca havia transado sem camisinha, o contato de pele com pele era maravilhoso. Camisinha nenhuma fazia jus a isso. – Porra, você é quente pra caralho. – negou com o rosto e se moveu.

 

— Tá doendo. – reclamou.

 

— Eu sei, vai passar, confia em mim?

 

— Confio.

 

Ela o abraçou o puxou o rosto dele pra si, o beijando outra vez. Ian começou a se mover devagar, se puxando pra fora e entrando de novo. Nina estava confusa dessa vez porque ainda doía, mas era bom. Ele remexia o quadril, o girando, alargando a carne dela e gemendo com isso só pra voltar a meter depois, estocar demoradamente.

 

— Abre mais as pernas, minha piranhazinha. – ela o fez e Ian segurou seu joelho, dobrando a perna até ela o abraçar pelos quadris. – Isso, Nikolina. – se tirou por inteiro e estocou de novo, com força, fazendo o corpo pequeno oscilar e ela gemer de prazer e dor. Ele reconheceu e sorriu com o cantos dos lábios. – Você é tão linda, porra, eu te amo tanto... – ela abriu os olhos e o viu olhar pra baixo, fez o mesmo e ronronou assistindo ele escorregar pra dentro dela diversas vezes seguidas, rápido. – Abre os olhos, Nin's, olha pra mim.

 

— Eu tô sentindo você tão fundo em mim. – abriu os olhos e corou com a forma que os olhos azuis a encaravam, mordeu o queixo dele. – Mais forte...

 

— Uhum. – Ian tomou uma velocidade ritmada, o carro balançava conforme o corpo dele investia contra o dela. O segundo orgasmo a fez gritar e sorrir em seguida. O corpo de ambos estava suado, gotejando. Os cabelos de Nina estavam grudados pelo colo, pescoço e rosto. – Caralho, você tá apertando o meu pau... Você tá gozando em mim. – ele apoiou a outra mão no vidro, deixando a marca na janela que estava fechada. Começou a sentir o sangue se concentrar em baixo, se sentiu ainda mais duro e uma dor deliciosa nas bolas. – Porra! – se puxou pra fora as pressas e ergueu um pouco o corpo, ejaculando sobre a barriga de Nikolina gemendo demoradamente com isso. – Puta que pariu!

 

— Você está tremendo. – observou as mãos dele. Sentia a temperatura quente do liquido viscoso sobre a pele de sua barriga e não se importou com isso. Estava dolorida, ardida, uma sensação estranha de algo faltando. Mas se sentia dele.

 

— Estou? – olhou a própria mão e sorriu de forma preguiçosa.

 

— Ian, estou sangrando! – se assustou ao olhar suas coxas. Era bem pouco, estava clarinho, misturado com algo branco, mas era sangue. Tentou se sentar e grunhiu com a dor que sentiu entre as pernas. – Ai!

 

— É normal, calma. – a ajudou a se sentar e pegou a camisa pra limpar sua barriga e coxas. – Tá doendo? – ela assentiu. – Nada de uma segunda vez, então? – perguntou, brincando e recebeu um tapa na nuca. – Ok. Entendi.

 

— Você me rasgou!

 

— Quem te ouve pode achar que eu sou o cara com o maior pau do mundo, Nikolina. – terminou de a limpar e limpou a si mesmo.

 

— Eu não sou mais virgem. – murmurou e ele sentiu o coração apertado. Por um momento teve a convicção do que havia acabado de fazer.

 

— Se arrependeu? – perguntou já a ajudando a pôr a calcinha, ele tinha paciência, tinha cuidado com ela.

 

— Não, seu bobo. É que isso é... Novo. – ergueu o quadril e ele ajeitou sua calcinha pegando a cueca em seguida. – Eu gostei muito, doeu, mas no fim...

 

— Só no fim? – vestiu a cueca e a olhou com um biquinho. – Magoou.

 

— Do meio pro fim, então. – sorriu e o abraçou pelo pescoço. – Não existe outro garoto nesse mundo que eu escolheria pra ter isso, só você. Eu amo você, meu Castor gostoso.

 

— Eu vou ser o único. – ela assentiu. – Você também é a única daqui pra frente. E você vai ser minha pra sempre, minha menina, te amo.



       — Pra sempre. – o coração dela ficou triste. Algo a dizia que talvez não fosse assim. Beijou o pescoço dele.


      — Se você não quer uma segunda vez por agora é melhor parar com isso, Nikolina. – riu e ela o soltou pra que ele lhe vestisse o vestido rosa.


Notas Finais


Alguém ficou com mais calor aí?

Comentem :)

Se quiser entrar no grupo do WhatsApp é só me mandar seu número.

Ah e obrigada pela capa nova pra fic Ana (~Itsomerhalder) você arrasa e eu amo você! bjs.

Até o próximo!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...