História Not About Angels - One Shot - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Jack & Jack
Personagens Jack Johnson
Tags Johnson, Magcon, One-shot
Exibições 18
Palavras 3.227
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar
Avisos: Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Primeira One Shot
Espero que gostem
Boa Leitura

Capítulo 1 - Não se trata de Anjos


Jack Johnson - Ponto de Vista

 

Los Angeles, 10 de Maio de 2016 / Los Angeles High School

 

- Não é justo. - Pela milionésima vez Lily, minha irmã gêmea, reclamava porque teria que ir morar com meu pai em Toronto.

- Não é justo digo eu, ter que ouvir seus lamentos maninha. - Falei e ela revirou os olhos. Estávamos andando pelos corredor da escola e hora ou outra eu tinha que cumprimentar alguém. Não que eu seja popular, mas todos aqui me conhecem e falam comigo.

- Você vai sentir minha falta loiro. - Ela debochou e tropeçou em uma garota. - Olha por onde anda Dark. - Minha irmã,  realmente, não sabe lidar com pessoas.

- Lily qual é?! Desculpa... - Deixei a frase no ar para que a garota dissesse seu nome.

- Katherine, mas não foi você quem esbarrou em mim. - Ela disse encarando minha irmã.

- Acha que eu vou me desculpar?! - Lily riu. - Tchau Dark. - Concluiu e continuou seu caminho. Katherine me olhava séria. 

- Desculpa por ela, minha irmã está tendo um péssimo dia. - Tentei me desculpar.

- Todos os meus dias são péssimos e eu não fico por aí descontando nos outros. - Katherine retrucou. 

- Tudo bem. Eu sou o Jack, Jack Johnson. - Me apresentei estendendo minha mão.

- Katherine Pettis. - Ela segurou minha mão. - Bom, agora finja que não me conhece e continue seu caminho. - Ela concluiu e saiu do meu campo de visão. 

O que aconteceu aqui? 

(...)

- Gilinsky. - Reclamei. Era a quinta vez que ela dizia que ia à uma festa e queria me arrastar junto. - Eu não vou. - Fui firme.

- Tá Johnson, então vamos sair pra comer. - Ele disse se levantando da minha cama. Jack Gilinsky é como um irmão pra mim, nos conhecemos desde pequenos, temos o mesmo nome e a mesma idade. Bizarro né?!

- Tá, vamos logo. - Me rendi, conheço o amigo que tenho, ele não iria me deixar em paz.

(...)

Los Angeles é sempre bem agitada, hoje não estava diferente. Eu e o Gilinsky decidimos ir à uma lanchonete qualquer. Chegamos na mesma e, assim que nos sentamos, fomos atendidos. Fizemos nossos pedidos e o Gilinsky começou a mexer em seu celular.

- Tá zoando né?! - Falei indignado.

- Nem vem porque a gente tá perdendo uma festa incrível por causa de frescura sua, e os meninos estão perguntando porque não fomos. - Ele retrucou. 

- Babaca. - Foi só o que eu disse e comecei a mexer em meu celular também. 

Por alguns segundos, minha mente foi parar em Katherine. Morena, olhos castanhos escuros, sorriso lindo, corpo perfeito, mesmo tendo a visto com uma simples calça jeans e uma blusa totalmente folgada de alguma banda de rock. Eu ri, sem saber do quê, mas eu ri ao lembrar dela. Comecei a buscar ela no twiter, face, instagram e nada. Absolutamente nada sobre Katherine Pettis.

- Droga. - Disse baixo, mas meu amigo conseguiu ouvir.

- Que foi? - Ela nem tirou os olhos do celular.

- Nada, só tava procurando uma pessoa, mas não encontrei. - Fui sincero.

- Quem? - Ele perguntou. 

- Katherine, Katherine Pettis. - Respondi. Gilinsky parecia ter visto um fantasma, pois arregalou os olhos e me encarou.

- A Dark?! - Ele riu. - Não, para, é sério?! - Que garoto exagerado.

- Qual o problema? - Perguntei me irritando.

- Ei calma, só achei estranho. Você nunca nem falou com ela ou sobre ela e aí... - Eu o cortei.

- Falei com ela hoje, quer dizer, por uns cinco minutos eu acho. - Disse.

- Ela é bonita, mas tem aquele jeito gótico e sei lá, às vezes ela parece bem estranha. - Ele falou. 

- Vai ver ela não é assim. - Falei passando a mão por meus cabelos.

- Quem sabe. - Ele deu de ombros.

Ficamos quase uma hora naquela lanchonete, não porque nossos pedidos demoraram,  eles chegaram até rápido demais, mas sim, porque ficamos conversando e perdemos a noção do tempo. Já eram 23:45 PM, quando pagamos a conta e decidimos vir embora.

Enquanto passávamos em frente ao parque, perto de nossa casa, vi um corpo familiar. Não que eu já o conheça tão bem, ou que eu esteja imaginado coisas, mas pude ver seu rosto. Ela estava sentada debaixo de uma árvore, tocando violão enquanto cantava. Eu parei e fiquei observando a garota.

- Jack. - Gilinsky gritou. A garota parou de tocar e cantar e me encarou.

- Vai indo, vou depois. - Avisei e caminhei até a árvore onde Katherine estava.

- Oi. - Falei ao me aproximar. - Posso sentar do seu lado? - Pedi.

- Hum, beleza. - Ela disse.

- Continua. - Pedi quando percebi que ela ia guardar seu violão. 

- O que? Não. - Ela disse sem graça. 

- Por favor. Eu estava adorando. - Falei fazendo bico.

Ela revirou os olhos e voltou a tocar a mesma melodia de alguns minutos atrás.

- Canta. - Implorei.

- Não. - Ela riu.

We know full well there's just time

(Sabemos muito bem que ainda há tempo)

So is it wrong to dance this line?

(Então, é errado dançar esse verso?) 

If your heart was full of love 

(Se o seu coração estivesse cheio de amor)

Could you give it up? 

(Você conseguiria desistir?)

'Cause what about, what about angels

(Pois quanto aos, quanto aos anjos)

They will come, they will go and make us special 

(Eles vêm e vão e nos fazem especiais)

Era lindo a forma como ela se entragava à música. Sua voz doce e suave, me fazia sonhar. Seus olhos estavam fechados e eu apenas a observava. 

- Você se tornou minha cantora favorita. - Falei assim que ela abriu os olhos. Imediatamente ela os arregalou.

- Quê?! - Ela ria divertida, e que sorriso meu Deus.

- Acho que você é o meu anjo. - Soltei sem nem pensar, eu estava hipnotizado pelo seu olhar. 

- Não se trata de anjos Johnson. - Ela disse guardando o violão e se levantando em seguida.

- Podemos sair qualquer dia desses? - Perguntei me levantando.

- Isso é alguma brincadeira? - Ela parecia confusa.

- Quê?! Não, não e não. Quer sair comigo? - Voltei a perguntar.

- Você não me conhece Jack. - Ela respondeu ríspida.

- Mas quero conhecer. - Insisti.

- Vai por mim, não quer não. - Que garota difícil. Mas não importa, eu também sou difícil de desistir de algo.

- Por favor. Só um encontro. - Pedi ficando de joelhos.

- Meu Deus, levanta garoto. - Ela mandou, corando. - Tá bom. - E eu consegui.

- Me passa seu número. - Trocamos nossos números e fomos embora. Eu queria levar ela em casa, mas a mesma quase me engole dizendo que não.

 

Quintal da casa dos Jonhson's 16 de Maio / Primeiro Encontro

 

Não que eu esteja querendo me gabar nem nada, mas eu realmente preparei algo incrível pra katherine. Foi quase uma semana, e ainda tive a ajuda do Gilinsky. 

- Tá tudo pronto. - Gilinsky disse, observando.

- Valeu. - Agradeci e abracei ele. 

- Você é meu irmão Jack. Vou te ajudar sempre, boa sorte. - Ele disse e então foi embora.

Olhei em meu celular e já ia dar sete e meia. Marquei em buscar Katherine às oito. Corri pra dentro de casa e fui pro meu quarto. Lily já fora para Toronto e mamãe está viajando a negócios, ou seja, a casa toda só pra mim. Corri pra dentro do banheiro e em seguida pro box. Sete e quarenta cinco, fui me vestir. Peguei uma calça jeans preta, uma blusa branca sem detalhes e minha jaqueta jeans. Calcei um all star e corri até a garagem. Mamãe nunca me deixaria andar com sua Ferrari, mas digamos que ela não precisa saber disso.

Graças aos céus sua casa não é tão longe. Assim que cheguei, toquei a campainha. A mesma abriu a porta, segundos depois, e ela estava linda. 

- Vamos? - Perguntei.

- Vamos. - Ela respondeu. 

 

Katherine Pettis - Ponto de Vista

 

17 de Outubro de 2016 / Casa da família Pettis

 

Fico feliz em dizer que eu estou namorando Jack Johnson à cinco meses, cinco maravilhosos e perfeitos meses. Ele me faz bem, ele não me julgou quando conheceu a Katherine Pettis. Muito pelo contrário, ele me ajudou a superar meus traumas. Me ajudou a sarar feridas passadas. Me ajudou a ver o mundo e me imaginar sendo feliz nele. O problema é que, eu perco o controle algumas vezes, Johnson não sabe. Eu não quero magoar ele, dizendo que tudo que ele têm feito nesses últimos meses, de nada serviu. Eu o amo. Não o amo o suficiente pra continuar. Mas o amo o suficiente para o libertar.

E foi em mais uma crise dessas, que a Katherine depressiva e sem vontade de viver tomou conta de mim. Os cortes em meus pulsos, ainda se consegue ver. As olheiras de noites mal dormidas e cheias de choro estão aqui. Eu não tenho motivos o suficiente pra me fazer ficar. Eu preciso ficar em paz.

Saí pela minha casa pegando cada remédio que encontrava. Desde remédios para dores de cabeças, até remédios controlados. Preciso fazer isso logo. Peguei um copo com água na cozinha e fui pro meu quarto. Eu precisava deixar algo para o Jack explicando, e foi o que eu fiz.

- Eu te amo BabyBoy. - Falei entre meu choro. E então fui engolindo cada maldito comprimido.

Deitei em minha cama e fechei meus olhos. Tudo vai acabar.

 

Jack Johnson - Ponto de Vista

 

- Vai ver a namorada? - Gilinsky sorria malicioso.

- Sim, vou ver a Katherine. Tchau. - Falei saindo de sua casa.

Subi em minha moto e fui até a casa da minha namorada. Minha namorada, que eu amo mais que tudo.

Ao chegar lá, toquei a campainha. Nada. Tentei abrir a porta, a mesma estava destrancada. 

- Kathy. - Gritei pela mesma. - Katherine. - Voltei a gritar.

Isso é estranho. Ela me disse que estaria em casa, e ela nunca deixa a porta aberta. Ouvi alguns gemidos, meu coração se acelerou e então eu corri até seu quarto.

- Katherine. - Gritei ao abrir a porta. A cena que eu vi fez meu coração parar. Eu não tinha forças nem pra caminhar. - Não. Não e não. - Falei caindo no chão. Parecia um pesadelo, e eu não sabia o que fazer, apenas chorar.

- BabyBoy? - Ouvi sua voz fraca. Eu não a perdi, ainda não. Juntei forças e corri até sua cama. Coloquei ela em meu colo e segurei seu rosto.

- Você é o meu anjo. - Ela disse. Minhas mãos seguravam seu rosto. Eu não queria perdê-lá, mas eu sabia que era isso que iria acontecer.

- Não se trata de anjos. - Falei em um sussurro, lembrando de todas as vezes que ela cantava essa música. - Eu te amo. - Disse tentando mantê-la comigo.

- Eu te amo. - Ela falou sorrindo e então eu a beijei. 

Seus olhos se fecharam, e eu sabia que nunca mais se abririam.

Meu corpo foi tomado por um desespero sem fim. Por que ela fez isso? Ela parecia tão bem, por que ela me deixou? Por que ela fez isso comigo?

- BabyGirl volta pra mim. - Eu chorava descontroladamente. - Volta pra mim. Volta por favor, eu preciso de você. - Eu não tinha forças para sair dali, para deixá-lá ali.

Katherine Pettis. O amor da minha vida. Me ofereceu os melhores cinco meses de todos e então, me deixou. Me deixou aqui, com o coração despedaçado. Com essa sensação que eu não consigo explicar. Um buraco, um buraco profundo dentro de mim. Agora, sem chão, eu quero ir com ela.

- Eu vou com você. - Falei entre soluços e fui pegando vários comprimidos que ela deixara ali ao seu lado.

Quando eu estava prestes a ingeri-los, meu celular tocou. Peguei ele do meu bolso e vi "Bro", era o Gilinsky. Eu não ia atender, mas quando eu vi Kathy ali, seu corpo imóvel, seus lábios roxos e a pele totalmente pálida, eu me desesperei novamente. 

Ligação On 

J: Jack...

G: Johnson, bro tu tá chorando?

J: Me ajuda...

G: Ei, tá me assustando. O que aconteceu? 

J: A Katherine...Ela, ela tá morta...Eu quero ir com ela...

G: Não faz nenhuma burrada, tô chegando.

Ligação Off 

Peguei Katherine em meu colo novamente. Eu não posso perdê-lá. Eu não posso viver sem ela. Eu prometi que a protegeria sempre. Eu prometi que cuidaria dela sempre. Eu prometi que amaria ela para sempre. Eu fracassei. 

- Mas que porra. Me perdoa BabyGirl, eu fracassei. - Minhas lágrimas caiam em seu rosto pálido. - Eu falhei Kathy, eu falhei. - Apertei ela fortemente em meus braços. Nunca mais eu poderia fazer isso de novo.

 

18 de Outubro / Velório e Enterro de Katherine Pettis: Cemitério 

 

Gilinsky chegou na casa de Katherine, poucos minutos depois de falar comigo. Mas ele não podia fazer mais nada, assim como eu. E agora, agora estamos aqui, velando e enterrando minha Katherine. A sensação de não ter mais nada é o que eu tenho. A falta que o sorriso dela me faz é o que me consome. 

- Jack Johnson, o amigo de Katherine, quer falar algo? - O padre, que lia a bíblia, me tirou de todos os pensamentos em minha mente.

- Hum, sim. - Respondi com a voz fraca. Levantei-me da cadeira em que estava sentado e fui para o lado do caixão, fechado, de minha namorada. - Não que isso faça diferença, mas eu era namorado dela. Bom, a ficha ainda não caiu. O caixão está aqui, o corpo dela esta aqui dentro, mas...mas eu não consigo acreditar que eu nunca mais verei seu sorriso, o brilho dos seus olhos, o calor dos seus abraços...Eu sinto que eu fracassei. Sinto que falhei com ela. - Passei minha mão pelo caixão. - Bom, Katherine Pettis era uma garota linda, jovem e cheia de energia. Uma garota que me permitiu conhecê-lá, conhecer seus segredos, seus medos. Kathy nunca disse não pra alguém que precisasse de ajuda, nunca foi egoísta e nunca pensou apenas nela. Ela era perfeitamente perfeita, pra mim. Ela me deu cinco meses, cinco meses incríveis, cinco meses ouvindo sua voz de manhã cedo dizendo "acorda BabyBoy", - Tentei imitar a voz dela. - cinco meses ouvindo sua voz cantando Not About Angels, sua música favorita. - Ri ao me lembrar dela com seu violão. - Katherine Pettis, eu te amo e amarei eternamente. - Concluí e fechei meus olhos. - Não que eu seja muito bom nisso, mas eu vou cantar pra ela, - Disse enquanto ia até o teclado que já estava pronto pra mim. - espero que aproveitem. - O sr. e a sra. Pettis me olhavam tristes. Eles sempre diziam que o melhor que aconteceu na vida da Kathy foi eu. Mas na realidade, foi a Kathy a melhor coisa que aconteceu na minha vida.

(Recomendo que coloquem agora Not About Angels da Birdy pra tocar)

 

We know full well there's just time

(Sabemos muito bem que ainda há tempo)

So is it wrong to dance this line?

(Então, é errado dançar esse verso?)

If your heart was full of love

(Se o seu coração estivesse cheio de amor)

Could you give it up?

(Você conseguiria desistir?)

'Cause what about, what about angels

(Pois quanto aos, quanto aos anjos)

They will come, they will go and make us special

(Eles vêm e vão e nos fazem especiais)

Don't give me up

(Não desista de mim)

Don't give me up

(Não desista de mim)

How unfair it's just our luck

(A nossa sorte é tão injusta)

Found something real that's out of touch

(Encontramos algo tão verdadeiro que está fora de alcance)

But if you'd searched the whole wide world

(Mas se você procurasse no mundo inteiro)

Would you dare to lef it go?

(Você se atreveria a deixá-lo ir?)

'Cause what about, what about angels

(Pois quanto aos, quanto aos anjos)

They will come, they will go and make us special

(Eles vêm e vão e nos fazem especiais)

Don't give me up

(Não desista de mim)

Don't give me up

(Não desista de mim)

'Cause what about, what about angels

(Pois quanto aos, quanto aos anjos)

They will come, they will go and make us special

(Eles vêm e vão e nos fazem especiais)

It's not about, not about angels

(Não se trata, não se trata de anjos)

Angels

(Anjos)

 

Se não se tratava de anjos?! Por que você foi o meu anjo?

(...)

- Isso foi encontrado nas coisas dela. Tem seu nome. - Um policial disse, me entrando um envelope.

- Obrigada policial. - Falei e saí daquele cemitério. Kathy já estava debaixo da terra, mas sempre estará em meu coração.

Quem sabe dentro deste envelope ela tenha me deixado alguma explicação. 

 

"Oi BabyBoy, antes de tudo, me perdoe. Eu nunca quis te magoar, nunca pensei em te decepcionar, eu só queria te amar. Amar o suficiente pra continuar. Eu tenho que te agradecer, agradecer por cada abraço, cada sorriso, cada beijo seu, que fizeram destes meses os melhores de toda a minha vida. Não pense que eu não te amei, porque eu amei, amo e sempre amarei. Não me odeie por favor. Talvez eu, realmente, não tenha nascido pra ser feliz, mas você sim. E eu sei que você vai encontrar alguém que te faça muito feliz. E não importa onde eu esteja ou com quem você esteja, eu sempre cuidarei de você e olharei por você. Não se sinta culpado, você sabe que você tentou de tudo. São decisões minhas, e você tinha consciência delas. E eu queria ter te dado tudo amor. E eu queria um futuro ao seu lado, eu cheguei a sonhar com uma família. Eu sou a culpada. Você lutou, mas eu não.

Todas às madrugadas eu acordava e ficasse te observando. Você é perfeito. O mais perfeito dos homens, e como tal merece a mais perfeita das mulheres. Claramente não sou eu. Me perdoe por não lutar, me perdoe por te desapontar, me perdoe por te enganar dizendo que tudo estava bem, me perdoe por desistir.

Obrigada por cuidar de mim, por me proteger, me defender, me amar. Obrigada por todos aqueles jantares românticos, os piqueniques e os passeios. Obrigada por me mostrar a amizade verdadeira. Saiba que eu estou indo feliz, porque nesse momento eu só penso em tudo que vivemos juntos. Mesmo poucos, são infinitos. Obrigada por tudo. Seja feliz.

Sabe, acho que se trata de anjos sim. Você é o meu anjo.

Te amo pra sempe, de sua BabyGirl, Katherine Pettis."

 

Eu estava sentado no quintal de casa. Eu chorava muito. Mas agora não era só de tristeza, tinha mais.

- Então eu estou feliz que você esteja feliz. E eu te amo eternamente. Obrigado pelo nosso pequeno infinito. Nosso amor é como o vento, Kathy...eu não posso ver, não posso tocar, mas eu posso sentir. - Eu admirava o céu sorrindo, eu podia sentir o nosso amor. 



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