História Not About Angels - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtanboys, Bts, Jikook, Jimin, Jungkook
Exibições 96
Palavras 1.450
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello, hello, It's me!
Antes de tudo, thanks se você favoritou minha fic <3 love u
Tudo bem com vocês? Comigo tá marrom, hoje foi um dia cansativo.
Enfim, tá aí o capítulo novo procês, my angels!
Desde já, perdoa qualquer erro, me avisa, qualquer coisa <3
Espero que gostem, boa leitura :3

Capítulo 2 - Umbrella


Fanfic / Fanfiction Not About Angels - Capítulo 2 - Umbrella

O tempo fechado, a água caía sobre o telhado que escorria até a calha, produzindo assim um som aconchegante. O cheiro de terra molhada que tomava de conta do ambiente é, para mim, um dos melhores perfumes. Da estufa, eu observava o clima que predominava lá fora, foquei em um certo ponto e me perdi em um devaneio silencioso.

Logo, alguns flashbacks do acidente vieram em minha mente, fazendo com que eu me lembre do agoniante grito dos meus pais, da inocente Hana que estava dormindo no momento, o que foi bom, pois ela não sentiu nada, eu espero. Consigo também ter uma clara lembrança da figura misteriosa que me protegera do perigo, naqueles poucos segundos, tive uma sensação indescritível, um tanto acolhedora.

De repente, lembro do momento em que acordei, do momento em que eu recebera a notícia da morte dos meus pais e da minha irmã. Lágrimas brotam em meus olhos, que logo começam a escorrer pela minha face. Então eu sou surpreendido pelo meu avô que estava ali na estufa comigo.

— Você está bem? — perguntou ele colocando a mão sobre meu ombro.

— Ah, estou bem sim! — sequei as lágrimas e sorri — Você me assustou!

— Oh, desculpe, não foi minha intenção! — o vovô disse soltando uma doce gargalhada — Eu já vou para casa — ele continuou — Você vai ficar aí?

— Hm, pode ir, eu irei logo em seguida...

Meu avô se retirou do local, me deixando finalmente sozinho, passei a observar algumas plantas, até ficar entediado. Saí da estufa, seguindo a trilha de pedras que vai da estufa até a casa, o caminho é coberto pelas mais diversas plantas, o que me protege da chuva.

[...]

Bem, já se passaram três semanas desde o acidente, e duas semanas desde que acordei. Por sorte não fiquei com sequelas, apenas alguns arranhões. A enfermeira que tomava conta de mim, chamava isso de milagre. Mas eu não sei muito no que eu acredito, apesar de ter certeza do que vi naquele dia.

[...]

A vovó estava arrumando algumas coisas para ir até a antiga casa dos meus pais, para trazer o básico para que eu possa sobreviver. Ela disse que eu não precisava ir junto, para evitar recordações que me deixem triste. Entretanto, insisti em ir, pois seria arrogância da minha parte deixa-la ir só, principalmente quando se trata dos meus problemas.

Cheguei na sala principal, onde a vovó esperava a chuva passar para então partirmos. Talvez, parar quebrar o silêncio do ambiente, ela resolve falar comigo.

— Você está bem, querido? — ela perguntou.

— Ah, estou sim. — sorri.

— Sairemos logo quando a chuva cessar, está bem?

— Tudo bem!

Não demorou até que a chuva cessasse, fazendo com que minha avó e eu pegássemos a estrada. Ficamos ambos em silêncio durante todo o trajeto, já que a vovó não é muito de conversar ao volante.

Quando chegamos na velha casa dos meus pais, nos dividimos para empacotar o que podíamos levar, pois o resto ficaria por conta do cara do carro da mudança. Eu fui em direção a cozinha, escorei-me no balcão e comecei a imaginar. Imaginei a Hana correndo da cozinha para o quintal, a mamãe fazendo torta de chocolate e o papai sentado à mesa, lendo seu jornal. Essa é, sem dúvida, a melhor lembrança que tive deles desde que tudo aconteceu.

Subi para o meu quarto, e deite-me na cama, senti o macio travesseiro de penas, era como se eu estivesse repousando minha cabeça sobre o peito de um anjo. Queria ficar deitado ali para sempre, mas tive que levantar para pegar algumas coisas, como fotografias que eu iria levar, e várias outras coisas pessoais.

Vovó e eu fomos breves, fizemos o que havíamos vindo fazer e logo retornamos. Eu dormi durante boa parte da viagem, então não recordo de muita coisa. Ao chegarmos em casa, peguei a caixa em que eu havia guardado minhas coisas e levei-a para o meu novo quarto, onde Haru me aguardava. Haru é a cadelinha dos meus avós, ela sempre gostou de mim, mas nos aproximamos mais desde que vim morar aqui. Brinquei um pouco com ela e em seguida adormeci.

[..]

Acordei-me com uma batida de leve na porta, era a minha avó.

— Com licença! — ela falou abrindo a porta lentamente. — Bom dia, querido!

— Bom dia, vovó! — falei levantando-me da cama. — Está tudo bem?

— Está tudo ótimo, meu amor! Eu vim lhe acordar para que você possa comer algo, já que não jantou na noite passada. Espero não ter incomodado.

— Ah, tudo bem, vovó. Eu estou mesmo com fome, obrigado por vir aqui. — sorri.

Ela saiu da porta e eu a segui.

— Escute, Jungkook, você poderia me fazer um favor mais tarde? — perguntou minha avó.

— Claro! — assenti com a cabeça.

— É que hoje eu estou muito cansada. Então, você poderia ir ao supermercado pra mim?

— Vou sim, vovó.

— Você é um bom menino! — ela sorriu apertando minha bochecha.

Após descer e tomar café da manhã, fiquei passeando pelos arredores da casa, que é relativamente grande. Passei pelo meu avô que cuidava dos patos, depois fui em direção ao campinho de areia em que eu brincava de futebol com meus velhos amigos de infância. Meus avós sempre foram simples, nunca mudaram nada por aqui, pois o lugar sempre esteve exatamente do mesmo jeito desde quando eu era criança.

Logo, voltei para casa, e fiquei na sala assistindo alguns filmes, dando uma pausa somente para o almoço. Por volta das seis da tarde, minha avó me dá o dinheiro com uma lista de coisas, as quais eu deveria comprar no supermercado. Eu apenas vesti uma roupa mais adequada e saí de casa. O céu estava nublado, porém não me importei em pegar alguma proteção para caso chovesse.

Na lista de compras haviam algumas coisas para a Haru, alguns objetos pessoais e também algumas comidas. Demorei um pouco para achar tudo da lista, já que faz tempo que não venho aqui. Após encontrar tudo que procurava, acrescentei alguns macarrões instantâneos nas compras e fui para o caixa. Pedi para que entregassem as compras em minha casa, para voltar de mãos livres.

Quando saí do supermercado, o sol já havia se posto, e estava neblinando de leve, mas tratei de me apressar, pois o caminho é um tanto longo e aparentemente, não iria demorar muito até começar a chover forte.

A chuva começa a engrossar aos poucos, lentamente, eu ia ficando molhado. Mas de repente aparece alguém ao meu lado, dividindo o guarda-chuva comigo.

— Está tudo bem se eu ficar ao seu lado? — ele falou.

— A-ah, claro... — olhei para o lado oposto, com as bochechas um tanto coradas de vergonha.

Eu não perguntei o seu nome, nem sequer conversamos, pois eu estava com muita vergonha de ficar ao lado de um estranho gentil que dividia o guarda-chuva comigo. Entretanto, não pude deixar de observá-lo, um garoto um pouco mais baixo que eu, um tanto bochechudo, de cabelos negros que caiam sobre seus olhos.

Algo que me deixara intrigado, era o fato de eu estar quase chegando em casa e o garoto ainda não havia mudado sua direção.

— Você está me seguindo? — perguntei.

— Eu? Claro que não! — ele sorri fazendo com que seus olhos fiquem semicerrados.

— Por que você está vindo até aqui comigo?

— Eu estou indo para casa, oras!

— Sério? Onde você mora então? — o questionei.

— Bem ali! — ele apontou para a casa que fica na frente da casa dos meus avós.

— Jura? — fiquei envergonhado — Eu nunca te vi por aqui, desculpa!

— Tudo bem! Não é todo dia que um estranho te acompanha até em casa — ele mostrou seu lindo sorriso novamente. — Estou aqui há pouco tempo!

— Pra falar a verdade, eu também cheguei aqui recentemente. — sorri — Agora eu sei que você é meu vizinho, mas não deixa de ser um estranho!

— Ah, droga! Que educação a minha... eu sou Jimin. Park Jimin! Prazer... — ele estendeu sua mão.

— E eu sou Jeon Jungkook, o prazer é meu — apertei a mão de Park Jimin.

— Agora não somos mais estranhos.

— Claro! Mas, se me der licença, tenho que entrar... — falei

— Ah, tudo bem, eu também tenho que ir.

— Hey, Park Jimin!

— Pode me chamar apenas de Jimin.

— Okay, Jimin... obrigado por dividir o guarda-chuva comigo!

— Não foi nada... Jeon Jungkook!

— Pode me chamar de Jungkook — ambos sorrimos.

— Até mais, Jungkook! — Jimin falou e deu as costas.

Entrei em casa e fui direto para o meu quarto, para tomar um banho e trocar de roupas. Fiquei pensando no vizinho... Park Jimin... você não me é estranho... tenho certeza que o conheço. Ou será apenas bobagens da minha mente? Bem, o conhecendo ou não, ele é a primeira pessoa com quem conversei, fora os meus avós. Espero que nós possamos ser amigos...


Notas Finais


NHAAAAAAAAAAA POR FAVOR ME DIGA QUE GOSTARAM, POTINHOS DE NUTELLA <3
Eu sei que esse capítulo pode ter sido um pouco confuso, mas quis fazer tudo rápido pra os meninos se conhecerem logo e a história poder ficar mais interessante :v perdoa qualquer coisa.

Confesso que a forma como os meninos se conheceram foi retirada de my life, porém eu fiquei em silêncio durante todo o caminho, não falei nada mesmo lajsalksjalksjalskjskjsasjkaksj

Pode comentar se quiser, eu não mordo :3 criticas construtivas serão bem-vindas <3
Até o próximo capítulo... annyeong!


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