História Not About Angels - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Ino Yamanaka, Pain, Yahiko
Tags Ino Yamanaka, Pain, Yahiko
Visualizações 55
Palavras 2.763
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Artes Marciais, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo, Visual Novel
Avisos: Canibalismo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Uma piada de mal gosto


Deixaram o prédio da Hokage em completo silêncio. A loira pulava por entre os telhados da casa, sendo seguida obedientemente pelo homem de cabelos alaranjados. Desejava chegar ao destino final o mais cedo possível, para assim livrar-se da incomoda presença de Pain, que era impossível de ignorar.  Os olhos azuis analisavam o caminho a sua frente, com concentração, enquanto as palavras autoritárias da Senju retumbavam dentro de sua mente com uma força fantasmagórica. Ela havia sido muito sucinta ao dizer que aquela era sua nova missão. Em período integral havia feito questão de enfatizar!

É claro que não era ingênua, sabia perfeitamente o porquê havia sido escolhida para vigiá-lo. Era por causa das habilidades telepáticas do seu clã, que haviam sido muito eficientes durante a guerra contra Óbito Uchiha. E aparentemente, o ex-Akatsuki não fazia idéia de que ela poderia invadir sua mente, na hora que bem entendesse; como poderia saber disso? Não era um ninja da folha, era um desertor de Amegakure, um lugar relativamente pequeno se comparado á Konoha.  Apressou ainda mais os passos,  escutando o farfalhar dos galhos nas arvores e o cântico irritante dos pássaros. Naquele dia tudo parecia monótono ou irritante para ela.

Quanto ao silêncio imutável do ruivo, não sabia se dizer se era confortável ou assustador. Mas sabia que aqueles olhares repletos de ódio lançados injustamente em sua direção, faziam-na temê-lo. Seria extremamente idiota se não sentisse medo, o cara havia matado vários ninjas de uma única vez, como se fossem reles baratas!  Esforçando-se para esquecer esses pensamentos, desceu repentinamente, parando em frente a uma residência escondida por inúmeros arbustos e arvores. Devidamente pequena, com uma aparência desgastada parecia o local perfeito para abrigar um criminoso inescrupuloso. Sequer precisava adentrar a casa para saber que o lado interior não era tão promissor quanto seu exterior, mesmo assim, havia tido ordens bastante explicitas para fazê-lo.

Cogitou que talvez fosse uma espécie de teste para avaliar a capacidade do ruivo em ficar sem atacar alguém. Provavelmente era uma emboscada para saberem se o dispositivo inventado por Shikamaru e desenvolvido com a ajuda de Hiashi e Neji funcionava tão efetivamente como parecia.  Abriu a porta vermelha, tentando não esboçar nenhuma reação que entregasse o medo genuíno que estava sentido daquele cara.

—Bom, parece que o alvo finalmente está entregue. — ralhou ironicamente, virando-se para olhá-lo de soslaio. Pain continuava imóvel, como uma estatua, passando os olhos castanhos de maneira crítica pelo cômodo ligeiramente pequeno.

Sem se preocupar em fingir uma cortesia que não sentia a loira imediatamente deixou o local às pressas, ainda incrédula quanto a ser babá de um dos homens mais perigosos do mundo ninja. Iria discutir aquela situação com seu pai, que rapidamente concordaria que era loucura da parte da Senju.

Yahiko continuou de pé, imóvel, observando a sua nova moradia. As paredes estavam descascando há algum tempo e cheiravam a mofo, e as únicas mobílias da sala consistiam em um sofá vermelho pequeno demais para que um homem de seu tamanho dormisse. Também havia duas cadeiras e uma mesa redonda, perfeita para noites de pôquer pensou com sarcasmo. A cozinha, que limitava-se a um fogão antigo e a um botijão de gás colocado recentemente, parecia ter sido abastecida momentos antes da sua chegada, constatou enquanto vasculhava os armários, tinha os alimentos básicos para que ele não morresse de fome, e dentro da geladeira envelhecida, algumas garrafas de água. Depois de terminar a sua avaliação do lugar, dirigiu-se ao cômodo que estava o intrigando desde que soubera que teria uma casa só para si.

Abriu a porta com certa brusquidão, fazendo com que a maçaneta apodrecida pelo tempo caísse ao chão. Ignorando isso, deparou-se com uma cama de solteiro com um colchão que, definitivamente era lhe mais atrativo do que a porra da cama de pedra em que fora obrigado a dormir durante meses a fio. Não tinha quaisquer reclamação do lugar que arranjaram para ele; estava acostumado a acomodações duras com cheiros questionáveis, ao longo da sua bem-sucedida vida como um nukenin ele aprendeu a se deslocar para os lugares mais inóspitos e inabitáveis possíveis, podia suportar qualquer ambiente, até mesmo aquela casa ridícula que obviamente era uma piada de extremo mal gosto feito pela Tsunade. Mas se ela achava que ele ia reclamar, só podia estar gravemente equivocada. Pain não era, definitivamente, esse tipo de homem.

A surpresa porém, veio ao descobrir que haviam tido a delicadeza de arrumar alguns travesseiros e cobertores para ele. Não soube como interpretar aquilo, mas não negligenciou o uso dos presentes ganhos ao se deitar no colchão. Manteve os olhos fixos no teto, sentia aquele maldito dispositivo apertar furiosamente a sua panturrilha, dificultando a sua tentativa constante de se remexer na cama.

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Decepcionou-se ao não encontrar pelo apoio que ansiara. Ao invés de ver a situação como o grande absurdo que era, Inoichi parecia suspeitosamente mais orgulhoso de sua própria filha do que deveria estar, afinal, aquela era uma circunstância que cheirava o perigo.  Ino jogou os hashis na cumbuca, sentindo a ira tomar conta de seu corpo.

—Papai! — bradou firme, encarando-o nos olhos. — Será que você não percebe a gravidade do problema? Ela me colocou para ser babá de um nukenin! Nukenin — disse, soletrando a palavra e enfatizando a mesma.

—Eu confio na sua capacidade de colocar aquele maldito em seu devido lugar. — começou o senhor Yamanaka, com uma sobrancelha arqueada. — Tsunade-sama escolheu você, porque é a arma secreta dela, será que não percebe princesa? Yahiko não sabe da existência do nosso clã, conhece apenas os mais famosos de Konoha, ou seja, apenas os Senjus, Uchihas e Hyuugas... Talvez os Uzumakis, mas não tenho certeza — balançou a cabeça, pensativo. — Enfim, o que estou querendo dizer é que Yahiko não sabe de que está lidando diretamente com uma kunoichi cuja habilidade é a telepatia. Você pode antecipar todos os movimentos dele... — dera de ombros, levemente indiferente a expressão horrorizada da loira. — Não há razão para se preocupar boneca.

Ela revirou os olhos, percebendo que aquela era uma causa perdida, provavelmente ele iria se vangloriar de ter uma filha “domando” um nukenin no restaurante de ramén da rua.

—E por que Tsunade não escolheu o senhor, ao invés disso? — inquiriu ainda demasiado irritada.

—Se está tão infeliz com essa missão, não é a ninja que eu pensei que fosse. Pare de se lamentar, Ino, e comece a encarar a situação como ela é: a Tsunade nunca confiaria um criminoso tão perigoso a um ninja que considerasse inapto!

A loira revirou os olhos, decidindo deixar de lutar contra o obvio e começando a comer o yakisoba, mesmo que contrariada.  Nunca poderia esperar que fosse ouvir aquelas palavras de seu próprio pai; certo, em sua maioria, eram totalmente otimistas, e ela ficava feliz pela fé que ele tinha nela e tudo o mais. Mesmo assim, ainda estava indignada com o fato de ele ignorar o seu perceptível desespero. Ela realmente não queria ter de seguir aquele maldito lunático para todos os lados, droga!

Depois de finalizar a sua refeição, desejou uma boa noite para seu pai e rumou em direção ao seu quarto, pois teria um longo dia pela frente. Bocejando, permitiu-se espreguiçar preguiçosamente enquanto fechava a porta do quarto atrás de si, caminhando a passos rápidos até sua cama e jogando-se nela com certo desânimo. “Time Quinze!” pensou frustrada, não havia a menor possibilidade de aquilo dar certo!

O sol ainda não tinha surgido quando ele despertou, sentindo-se revigorado pela nova liberdade provisória. Decidiu treinar um pouco, aproveitando o vasto deserto que possuía ao seu dispor, duvidava que algum cidadão remotamente louco aparecesse por ali, já que, graças a Senju todos haviam sido alertados da sua nova moradia. Não se incomodava, era bom que tivessem medo dele, divertia-se em silêncio, com as expressões horrorizadas e os olhos arregalados. Estalou o pescoço, havia um pequeno arsenal de kunais dentro da sua casa e ele obviamente iria fazer uso apropriado delas.

 Fechou os olhos e então se virou violentamente, mirando contra uma arvore na direção leste da sua casa, acertando-as com uma destreza invejável.  Tendo derrubado apenas três galhos, ele preparou-se para correr, arremessando inúmeras kunais no ar e esquivando-se facilmente delas, antes de voltar a arremessá-la contra os galhos de outra, e então outra arvore.  Continuou com o que considerou ser uma simples brincadeira durante muito tempo, apenas aproveitando o silêncio pacifico que rodeava o seu mais novo lar.  Sobrevoando as arvores, pulando de galho em galho, tornando-se um mero borrão em meio ao mar florestal esverdeado, admitiu a si próprio que estava gostando da história daquele acordo com a maldita loira. Estava gostando muito.

Mesmo que aquele dispositivo o incomodasse pra caralho, e o fizesse se lembrar freqüentemente de que não passava de um maldito bode expiatório para os cidadãos e a própria Hokage dali.  Percebendo a súbita presença de alguém, ele apenas apoiou os seus pés em um galho, ficando suspenso e de cabeça para baixo a tempo de ver o tal Hyuuga aproximar-se dele, vestindo o uniforme que ele havia passado a odiar com todas as suas forças.

—Presumo que esse seja o seu turno de vigilância. — o tom indiferente pegou Neji desprevenido, afinal não esperava que ele dissesse qualquer coisa.

—Tsunade-sama considerou que talvez não fosse bom para a imagem de Konoha deixar um condenado desfilando com o manto da Akatsuki á solta.

—E é bom para a imagem da vila deixar um nukenin a solta? — rebateu, com os olhos cintilando em um desprezo sutil.    

—Com certeza não. — o Hyuuga crispou os lábios, de maneira arrogante. — Esteja no ramén do Ichiraku ao meio dia. Os seus novos trajes estão em cima do seu sofá.

Aquele era o momento adequado, pensou o ruivo desaparecendo do campo visual do moreno de olhos perolados e surgindo atrás dele, pegando-o pela nuca e o prensando contra a parede. Estava mesmo disposto a ver se a ameaça daquele dispositivo era real...

Percebeu que fora uma péssima idéia, assim que colocou  suas mãos ao redor do pescoço do moreno; o dispositivo começou a apitar e, em seguida uma corrente elétrica percorreu por todo o seu sistema nervoso o fazendo gritar de dor, jogando-se ao chão. Neji respirou fundo antes de obrigá-lo a se levantar, empurrando-o contra a arvore mais próxima, pressionou seu joelho no estomago do ex-Akatsuki que ainda tentava se recuperar do choque.

—Me ataque outra vez e não viverá para ser explodido pelo dispositivo. — argumentou, presenteando-o com um soco na garganta.

O ruivo cuspiu uma pequena quantidade de sangue, suficientemente revoltado e humilhado para uma vida inteira. De fato, aquela porra de rastreador cumpria com a sua missão perfeitamente!

—Se está pensando que poderá provocar outras vezes até o dispositivo realmente explodi-lo, não poderia ser mais estúpido. O chackra selado está ai para garantir que você não tente suicídio, será torturado continuamente até aprender a lição. Ou seja... —  encarou-o nos olhos momentaneamente. — Ou obedece ás ordens da Hokage ou obedece.

Com a boca cheia de sangue e um olhar notoriamente raivoso, ele ainda teve alguma coragem ao questionar.

—Não existe uma terceira opção?

Evitando perder mais tempo com aquele louco degenerado, Neji fora embora rapidamente, dirigindo-se ao prédio da Hokage onde a Senju o explicaria a missão em que enviaria sua equipe.

Pain permaneceu caído de joelhos, pensando o quanto gostaria de enfiar aquele rastreador no orifício anal do moreno de olhos pálidos.

Filho da puta! Aquele insolente pagaria caro por aquilo ou não se chamava Yahiko.

Quando entrou no cubículo que chamava de casa outra vez, ele deparou-se com uma mala em cima do sofá. A velha deveria estar mesmo preocupada com a possibilidade de vê-lo desfilando totalmente nu por sua vila da folha, que foi exatamente o que Jiraiya deve ter argumentado para convencê-la a lhe arrumar trajes, diga-se de passagem, mais apropriado.  Sem delicadeza ou cerimônia ele abriu a mala preta, deparando-se com alguns kimonos escuros, todos sem atrativos e em bom estado, sem indicações de que fora usado por outras pessoas.  Optou pelo primeiro, em tom de azul-escuro e com um obi num tom escuro de roxo. Em seguida voltou a vasculhar a mala, em busca de um calção que pudesse vestir por baixo.

Tendo encontrado uma indumentária minimamente decente para alguém como ele, voltou a explorar a pequena casa, deparando-se com um banheiro em uma situação decrépita. Não se importou, despindo-se apressadamente ligou o mesmo olhando de relance para o maldito rastreador, desejando que não levasse um choque acidentalmente, o de propósito havia doído a um nível insuportável e de certa forma, continuava fraco.

Enquanto dirigia-se até o local orientado pelo shinobi de cabelos longos,  deparou-se, coincidentemente ou nem tanto assim, com a loirinha de rabo-de-cavalo que mantinha um rosto sereno, contrastando com o seu olhar raivoso.  

 —Bom dia, Yahiko. — desejou fitando-o seriamente. Ele apenas a encarou de volta, sem balbuciar uma única resposta, seguiu-a quietamente até um lugar um tanto quanto exótico para seus gostos, onde uma placa enorme denunciava que era ali o tal restaurante de ramén. — Você já tomou café?  Quer um prato de ramén? — perguntou gentilmente, parecendo não perceber que todos os presentes no recinto arregalaram os olhos em horror ao depararem-se com o ruivo.

É claro que ele já estava acostumado aquele tipo de recepção,e  não esperava outro tratamento por parte dos shinobis e kunoichis da vila. A única coisa que o incomodava era o fato de Sasuke não ser tão desprezado quanto ele; o Uchiha caçula era tão criminoso e perigoso quanto ele, e pior, traidor da própria vila! E ainda assim, parecia ter uma série interminável de privilégios por ali.

Yahiko esperou que a loira se movimentasse primeiro, para imitar suas ações, mesmo que estivesse indubitavelmente perturbado com tudo aquilo. Ela suspirou fundo, sentando-se num dos lugares disponíveis do balcão e ele fizera o mesmo.

Ino sorriu amarelamente para Teuchi, que se aproximava um tanto hesitante dos dois.

— Yo, Teuchi-san! Eu quero um ramén de camarão. — pediu polidamente, obrigando-se a se virar para encarar Pain que parecia prestes a atacar o próprio cozinheiro a qualquer momento. Ela bem que poderia ter dado um soco certeiro na cabeça daquele idiota, mas não tinha certeza se ele seria capaz de agüentar sem revidar, por esse motivo, conteve seu impulso. — E você, Yahiko, o que deseja?

Quando ele não respondeu, ela concluiu que poderia pedir o que quisesse para os dois.

—Bom você pode ver dois pratos de raméns fortes para o meu amiguinho aqui. — exclamou, indicando com a cabeça o seu mais novo companheiro de equipe.

Teuchi assentiu, ainda incerto, e dirigindo um sorriso constrangido para a moça ele andou até a cozinha, sumindo rapidamente da vista da dupla.

Ino estalou o pescoço, espreguiçando-se e, em um súbito ataque de fúria voltou-se para Pain.

—Você não vai abrir a boca para me chamar de irritante, vai? — indagou com a sobrancelha arqueada,pensando que ele se comportava de maneira suspeitosamente parecida com a de Sasuke, mas não tinha certeza, já que dificilmente Pain dizia alguma coisa e quando o fazia, não era em sua presença. — Olha aqui, eu também não estou feliz com essa situação, você entende? Eu poderia estar fazendo qualquer outra coisa da vida, mas sou obrigada a bancar a sua babá por tempo indeterminado, o mínimo que você poderia fazer é mostrar um pouco de educação e, de vez em quando, falar alguma coisa!
 

O ruivo fitou-a intensamente.

—Esse é o meu lado educado. Você deveria estar feliz por eu não ter tentado te matar ainda, garota.

Ela arregalou os olhos, parando subitamente de falar, ele ajeitou-se no banco, sentindo o seu estomago reagir à falta de comida instantaneamente.

O que seu pai havia dito mesmo? Que ela deveria ver a situação com outros olhos? Balela!

Alguns minutos depois Teuchi voltava com uma bandeja e três pratos de raméns, com as mãos trêmulas entregou as de Pain, que encarou o prato com certa satisfação.  Mergulhou os hashis, levando-os até a boca.

Ino o imitou, fazendo questão de comer em silêncio, ainda desconcertada com a explícita ameaça que recebeu, rezando mentalmente para que Neji aparecesse logo.

—Teuchi-senpai, nos dê uma garrafa de sakê. — voltou a dizer para o homem, no mesmo tom dócil inicial.

Terminaram a refeição em silêncio, e ela constatou que ele estava realmente faminto ao julgar a velocidade com que acabara de comer. Ele continuou estático em seu lugar, esperando pela garrafa de sakê e também pelo terceiro membro daquele time ridículo.  Ino coçou a nuca, voltando seu olhar para outro ponto do restaurante que não fosse aquele homem cretino e indiscutivelmente desagradável ao seu lado.


Notas Finais


Pain é um amorzinho <3
Ele vai continuar fazendo a linha 'caladão' por algum tempo, mas quando começar a falar Ino vai se arrepender de tê-lo desejado kkkkkkkkkkkk


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