História Not Alone - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Jeff The Killer, Lendas Urbanas, Slender (Slender Man)
Personagens Personagens Originais
Tags Assassinos, Canibal, Creepypasta, Proxies, Slender, Terror, Yaoi, Yuri
Visualizações 4
Palavras 1.103
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, FemmeSlash, Hentai, Lemon, Orange, Romance e Novela, Slash, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bem
O capítulo demorou, eu sei
Não sei se alguém vai ver isto ._.)
Mas
É
Tá aqui o cap
Me desculpem pelo atraso ;_;
Bom cap

Capítulo 3 - Ajuda.... Ajuda...?


Acordo na minha cama.

- Que merda?

Saio da cama e desço até á sala, tudo parece normal, pego em uma maçã e na minha mochila e vou em direção á escola.

"Aquilo foi um sonho? Pareceu real... Estou confuso... Ela está viva? Eu a matei? Não, isso não seria possível... Eu não seria capaz..."

Chego á frente da escola, passo pelos portões e entro no edifício da escola, caminho até á sala de aula e entro nela, pouso a mochila ao lado da minha mesa e me sento nela e retiro os meus materiais da mochila.

"Que dor de cabeça de merda..."

O professor entra na sala e começa a falar:

- Bom... Eu tenho uma notícia, triste para algumas pessoas daqui... Foram encontrados, mortos os corpos de Jéssica Snow, James Whaterson, Rafael Winhead, os restantes continuam desaparecidos... A escola irá fazer uma homenagem aos mortos e aos desaparecidos amanhã á tarde e nesse dia não haverá aulas...

O professor respira fundo e continua.

- Bom.. vamos começar a aula..

Depois dele ter dito aquela frase, eu fiquei surpreso, com medo e triste, eu tinha matado uma das únicas pessoas que realmente se importava comigo.

Logo lágrimas começam a descer pelo meu rosto, eu não quero acreditar nisto.

Não fiz nada naquela aula, apenas fiquei parado, a chorar.

Quando a campainha tocou, dei por mim, limpei o rosto, me levantei, saí da sala, fui em direção á saída da escola e saí, sem um destino apenas fiquei andando pela cidade, naquela hora a maior parte da gente estava trabalhando ou na escola.

Logo, as lágrimas voltaram a descer pelo meu rosto, coloquei o capuz e foi em direção a um beco, não sei o porquê, mas parecia que a solução dos meus problemas estava lá, andei pelo beco até chegar ao seu fim, estavam lá dois caras, um segurava um saco de plástico com algo dentro e o outro uma arma.

- Ei garoto... O que você faz por aqui? Não deveria estar na escola? - O que segura a arma pergunta.

- Eu... Não... - Respondo.

- Garoto... - O que está com o saco começa - Gostarias de experimentar isso aqui? Lhe dou metade desse saco de graça...

- O que é isso? - Pergunto.

- Cocaína... Uma das melhores por aqui...

- Desculpa... Não estou interessado...

O que segura a arma a aponta para mim.

- Garoto... Venha até aqui e se ajoelhe... - Ele fala.

- O quê? Como assim? -Pergunto.

Ele começa a tirar as calças e a cueca.

- Foi o que eu falei... Se você não vai comprar nada, ao menos faça algo útil... - Ele continua - Agora venha até aqui e o chupe...

- N-não, espere... Eu compro - Falo.

- Venha até aqui agora! Agora já é tarde meu caro... Venha até aqui ou serei obrigado a enfiar uma bala no seu crânio... - Ele fala.

Com receio, fui até ele e me ajoelhei, coloquei o seu pênis na boca e comecei a chupa-lo.

(Eu decidi fazer a cena do abuso por "lembranças")

Ele me obrigou a me virar e colocou o seu membro dentro de mim, não se importando com a minha dor, me ouvindo gritar e sussurrava no meu ouvido:

- "Ninguém ama você", "Eles não se importam", "Provavelmente seus pais não tão pouco se cagando para você", "Se você contar isso a alguém, eu juro que vou matar você e sua família, eu juro..."

As lágrimas escorriam pelo meu rosto, cada vez em mais quantitade.

Quando ele terminou eu não conseguia me manter em pé, caí no chão e ele me pontapeou na barriga com força, me fazendo cuspir um pouco de sangue, em seguida ele saiu dali com o seu "colega", me deixando ali, meio despido, chorando e tremendo.

Aos poucos vou me levantando, pego minhas calças e me visto e lentamente saio do beco.

Sinceramente, eu não acredito que aquilo tinha acabado de acontecer...

Não comigo, o pior de tudo é que se eu tivesse aceitado aquele saco, eu nem precisava de usa-lo, eu só precisava de aceita-lo, eu não tinha passado por isso, eu me sinto sujo, eu sou sujo...

Com estes pensamentos as lágrimas voltam a descer pelo rosto.

Chego a casa, tiro as chaves do bolso, abro a porta, entro em casa, fecho a porta e me dirijo ao meu quarto, tiro o casaco, o jogo no chão e me deito na cama chorando, adormecendo depois de algum tempo.

- O que você está fazendo aqui? Você deveria estar na escola! - A minha mãe​ me acorda gritando.

- Mãe... A Jessica... Ela morreu... - Digo.

- Eu não quero saber se ela morreu ou não, eu pago a escola para você ir, levanta da porcaria dessa cama e vá para a escola. - Ela fala.

- Mãe... Por favor... - Falo.

Ela me desfere um tapa na cara que me faz soltar algumas lágrimas.

"Eles não se importam" - A sua voz soa na minha mente

- Vá para a escola. - Ela diz.

- O-okay...

Desço as escadas rapidamente, me lembrando que me esqueci da mochila no beco.

"Eu não irei lá, eu não irei para a escola..."

Saio de casa e caminho até á floresta, entrando nela e caminhando por ela.

Avisto um corpo, debruçado sobre algo que não consigo identificar, vou me aproximando até que ele se vira para mim.

Ele tinha uma máscara preta parecida com uma máscara de médico, mas em tecido, um casaco preto com capuz e calças pretas.

Ele se levanta e posso notar que estava debruçado sobre um veado.

Ele vai se aproximando de mim até que começa a falar.

- Olá Kyle... - Ele fala

- Ah... Q-quem é v-você? - Começo a tremer com medo que o que aconteceu se possa repetir.

Ele dá um pequeno sorriso de canto.

- Tem calma... Não te vou fazer nada.. - Ele guarda a faca. - Eu soube do que te aconteceu... Sinto muito... Podes me chamar de Yui.

Vou parando de tremer e começo a falar sem gaguejar.

- O que você está aqui fazendo? - Pergunto.

- Estou a caçar, um veado... Kyle tu tens tido encontros com os proxys e com o slender, certo? - Ele pergunta

Respiro fundo e respondo.

- Sim...

 - Olha, eu quero te ajudar, já te observo a algum tempo... Não confies em nenhum deles e se vires o Slender, corre, não visites lugares abandonados e tenta não andar sozinho, a tua situação é delicada... E não uses nenhum tipo de drogas, elas facilitarão o processo.... - Ele fala.


Notas Finais


Sim, o carinha ali é português ._.)


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