História Not Gotta a Die - Ji Chang Wook Fanfiction - Capítulo 13


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Categorias Ji Chang-wook
Personagens Ji Chang-wook
Tags Ação, Comedia, Drama, Ji Chang Wook, Policial, Romance, Serial Killer, Suspense
Visualizações 28
Palavras 1.160
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Luta, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Desculpem a demora, mas ta aí mais um capítulo. Prometo essa semana me dedicar mais aqui <3

Capítulo 13 - "Gêmeos"


Fanfic / Fanfiction Not Gotta a Die - Ji Chang Wook Fanfiction - Capítulo 13 - "Gêmeos"

[Kim Yoo Na pov on]

Não sei como explicar o que sentia agora. Estava feliz, mas ao mesmo tempo sentia um grande medo. É verdade que Wook havia confessado que gostava de mim, só de lembrar faz meu coração vibrar, mas a quantas mulheres ele já havia dito isso? A quantas mulheres ele havia dito essas palavras tornando-as vazias? Não fazia ideia, mas se levar em consideração os vários boatos na mídia, a lista era bem grande. Encaro meu reflexo no espelho do banheiro, minhas bochechas e lábios estavam vermelhos e meu cabelo uma bagunça, fazendo com que cada detalhe da noite anterior voltasse a minha mente. Não tinha certeza sobre os sentimentos de Wook, mas de uma coisa eu estava certa... estou ainda mais apaixonada por ele. Eu o amava demais para deixar que uma incerteza fizesse eu vacilar. Se suas palavras foram vazias, eu as faria se tornarem reais. Afinal, havia prometido a mim mesma que não hesitaria mais. 

 Estava no banho tentando dar um jeito no emaranhado do cabelo quando escuto o som da campainha. Solto um longo suspiro ao pensar que já era o café romantico que estava imaginando. 

Me arrumo rapidamente e saio para a sala onde se encontravam Ji Hoon sunbae e Wook. Nossos olhares se cruzam e vejo-o abrir um sorriso, o mesmo que fazia o meu coração acelerar a anos. Na hora sinto minhas bochechas esquentarem, mas tento ignorar isso. 

- Bom dia! - Diz Ji Hoon já sentando em um dos sofás. Ele olha então para Wook com um sorriso nos lábios - Sabe, fiquei a noite toda acordado e seria ótimo um café agora, se não for incomodo. 

 - É incomodo sim! - reclama Wook, mas se vira e vai até a cozinha. 

Em alguns minutos já estou sentada ao lado de Wook no sofá com uma caneca de café fumegante nas mãos. Tomo um gole e sinto todo meu corpo revigorar com o calor e a cafeína. Olho então para Ji Hoon e digo: 

- Como estão as coisas? 

- Hoje Hyun Sik será interrogado pela promotoria. Se ele confessar os crimes para eles, o que eu tenho certeza que vai fazer, irá a julgamento. 

- O que aconteceu? - Pergunta Wook - Alguma ideia do que levou ele a fazer isso? 

- Não. Só me vem a cabeça que ele deve estar sendo ameaçado. 

- Ameaçado com o que? - Pergunto. 

- Não tenho certeza, mas, você se lembra de Jung Hyun Tae? 

- Lembro...

 - Hyun Tae? Quem é esse? - Pergunta novamente Wook. 

- Hyun Tae é irmão gêmeo de Hyun Sik. Devido a um trauma no passado, ele acabou tendo una problemas psicológicos e acabou sendo levado à uma clinica psiquiatrica. 

- Ele estava nessa clinica. Acabei de descobrir que ele recebeu alta há um mês. - Diz Ji Hoon. Este bebe um gole do seu café e abre um sorriso negro, sem humor nenhum. - Aquele pirralho... escondendo as coisas do seu superior... aposto que aguentou tudo sozinho. E de novo está aguentando tudo sozinho. 

- Acha que "O Padre" está usando Hyun Tae para ameaçar Hyun Sik. - Diz Wook interrompendo meus pensamentos. 

- Padre? - Pergunto 

- Vocês costumam dar nomes para um assassino em série. Achei que Padre combina com o modus operandi desse. 

- Acho que atuar não é de todo inútil afinal. - Diz Ji Hoon ironicamente. 

O rosto de Wook se contorce em uma carranca 

- Você veio aqui para falar do caso ou para começar uma briga? 

- Desculpe, não consegui evitar. Mas para falar a verdade, você está certo. É o que eu acho. E também não consegui encontrar Hyun Tae. 

 - Então é isso. - Digo num sussurro. Era uma possibilidade. Quase certa de ser verdadeira. Pra falar a verdade era a cara de Hyun Sik fazer isso. Colocar sua vida em risco pela do seu irmão. - O que iremos fazer agora? 

- Continuar investigando, só que em segredo. Também há uma chance de o Padre estar nos observando na delegacia, já que ele sabia da existencia de Hyun Tae e provavelmente do progresso da investigação de Hyun Sik. 

- O que ele estava investigando? Ji Hoon pega um maço de papel e o entrega para mim. 

 - Era nisso que ele estava trabalhando. Falamos com uma profiler e ela disse que o assassino acredita estar livrando as vítimas dos seus pecados. Ele pode ter uma grande ligação com a religião já que deixa sempre um crucifixo com as vítimas e por causa da frase "seus pecados serão perdoados". Não precisa ser necessariamente um padre, ele pode até mesmo só ter frequentado uma igreja ou talvez crescido em alguma escola ou internato religioso. Hyun Sik estava investigando os internatos, verificando se em algum deles houve algo fora do normal. Nesses papéis estão a lista dos internatos. Acho que vocês poderiam começar por aí. 

- Claro. Mas e você sunbae? 

- Eu vou tentar encontrar Hyun Tae. 

 - Certo. 

Ji Hoon então se levanta e caminha em direção a porta. 

- Tenho que voltar a delegacia e ver como será o interrogatório com a promotoria. Depois falemos mais sobre o caso. 

 - Não imaginava que tinha internatos religiosos aqui em Anyang. - Diz Wook quando Ji Hoon vai embora. 

- Sim, na verdade não tem muitos. Minha mãe estudou em um deles. 

- Sério? qual deles? - Esse aqui. - Aponto o unico nome que estava circulado. - Seria bom irmos nesse primeiro. Hyun Sik o circulou por um motivo. 

- Sim... mas antes - Estava tão entretida com os papeis que nem havia notado aproximação de Wook e fui surpreendida quando ele me beijou. Foi um beijo preguiçoso e calmo, mas que teve um efeito enervante muito maior que o café. - Não tive a chance de lhe dar "Bom dia" - Diz ele, me fazendo rir. 

 Coloco os papéis sob a mesinha de centro e passo os braços no pescoço de Wook. Dou-lhe uns selinhos e sussurro: 

- Bom dia, Oppa. 

Wook dá uma gargalhada e me puxa para si, fazendo-me sentar em seu colo. Ele beija meu pescoço e brinca com o lóbulo de minha orelha, fazendo minha pernas amolecerem. Então ergue minha blusa e passa os dedos sob o sutiã. Agarro em seus cabelos e tento o afastar fracamente e é claro que não tenho êxito. 

- Temos que trabalhar Wook. - Sussurro. Este abre um sorriso e sinto o fecho do meu sutiã se soltar. 

- Acho que podemos dispor de uns minutinhos. - Diz ele e então, em apenas um suspiro, sua boca domina a minha tirando qualquer resistência restante em meu corpo. Me agarro a ele quando toma meus seios em suas mãos e sinto o mundo vibrar. Toda e qualquer preocupação se desfaz em meio a uma nuvem enebriante e excitante, e a única coisa que tinha em mente era que talvez uns minutinhos não seriam o suficiente.


Notas Finais


Espero que tenham gostado desse pov. Será que Yoo Na e Chang Wook estarão mais proximos da verdade?


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