História Not Lie - Capítulo 5


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Categorias Alan Ferreira (EDGE), Felipe Z. "Felps", Flavia Sayuri, Maria Luiza Ramos (MoonKase), Pedro Afonso "RezendeEvil" Posso, Rafael "CellBit" Lange, Rafael "Guaxinim" Montes, TazerCraft, Thiago Elias "Calango"
Personagens Alan Ferreira, Felps, Flavia Sayuri, Mike, MoonKase, Pac, Pedro Afonso Rezende Posso, Personagens Originais, Rafael "CellBit" Lange, Rafael "Guaxinim" Montes, Thiago Elias "Calango"
Tags Aloid, Apocalipse, Caos, Cellps, Mitw, Zombie
Exibições 61
Palavras 1.021
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá, meus senpai's <3 Como estão? Tranquilos?
Mais um capítulo
Ehhh
*Barulho de comemoração de fundo*
Cellbit: Aléluia!
QUE?
ENTÃO SEM ENROLAÇÕES, VAMOS AO CAPÍTULO!

Capítulo 5 - Breaking The Silence To Pieces


Fanfic / Fanfiction Not Lie - Capítulo 5 - Breaking The Silence To Pieces

A descrição momentânea do meu olhar poderia ser descrita como decepcionada, me questionava mentalmente se não ter dado ouvidos a Lucas antes poderia acarretar ainda mais problemas para nós. De fato o moreno tinha razão, deixar os dois sozinhos em casa apenas trouxe ainda mais problemas e preocupações para nossas cabeças.

Sentei-me na mesa e apoiei meu rosto sobre minhas mãos, jogando meu cabelo para trás e voltando a encarar a pessoa a minha frente. Tarik parecia estar a ponto de desmaiar de tão nervoso, seu rosto tinha uma alta coloração de vermelho, quase da cor de um tomate.

Aquilo estava me deixando verdadeiramente louco, não sabia distinguir se era de raiva ou se era de confusão. Um suspiro cansado escapou de meus lábios, Pac com certeza não escaparia do xingo que estava por vir de Lucas. O que levaria ele e Rafael a deixarem dois estranhos entrarem em nossa casa?

— Escute, para onde eles foram? — Void quebrou o silêncio, sua voz estava em um tom que eu nunca havia ouvido antes. — Eu vou matar as pessoas, seja quem elas forem. Você vem conosco, Tarik, arrume suas coisas. Talvez fiquemos alguns dias fora, já que pretendo os levar até o laboratório da próxima cidade, vamos. 

Void se retirou da cozinha junto com as meninas, Pac me olhou cabisbaixo, levantei-me da mesa para ir arrumar minhas coisas quando o escutei sussurrar.

— Mike. — Pac engoliu a seco, me virei e o olhei impaciente. — Me desculpe.

— Não foi sua culpa, mas não tem como eu te perdoar por ter autorizado isso. — Sussurrei mordendo meu lábio inferior, Pac arregalou levemente os olhos e eu senti uma pequena dor me incomodar no peito. — Agora levante essa bunda dai e vai arrumar a sua mochila.

Tarik suspirou pesadamente, se levantando e rumando para seu quarto, baguncei seus cabelos e ri baixo ao vê-lo inflar as bochechas.

De fato era uma criança que apenas havia crescido em relação ao seu tamanho.

                                                                                        [ •~• ]           

[Point Of View: Rafael Lange.]

— Espere, então quer dizer que vocês são dois “fugitivos”? — Fiz aspas com as mãos, olhando de canto para os dois que me acompanhavam. — Eu não entendo, eu poderia muito bem entregar vocês, mas meio que... É como se algo não me deixasse fazer isso, eu me sinto muito bem ao lado de vocês.

— Sério? — A garota riu baixo envergonhada, já o outro apenas acariciava a Husky ao seu lado.

— Eu vou ajudar vocês. — Sorri posando, ambos gargalharam alto. — Provavelmente o Mike e o Lucas devem estar surtando agora, mas eu tenho uma ideia boa para dar de desculpa depois que eu voltar. Olha, uma vila! Vamos lá, não parece ter tantos mordedores assim perto.

Empunhei minha arma com silenciador em mãos, com o auxilio da mira acertei em cheio o crânio de um dos mordedores, um a um aquele lugar ia ganhando uma poça ainda maior de fluidos e sangue, a cena se tornava ainda mais horripilante. Nossos passos se tornaram mais ágeis, paramos de frente para um shopping velho, seus vidros estavam todos quebrados e empoeirados, entramos por uma porta emperrada na área de trás do prédio.

— Quais seus nomes? — Questionei olhando em volta.

— Gabs, e ele é o Alan. — A garota fez o mesmo.

— Certo... Alan me ajude aqui. — Pedi me abaixando diante de uma porta de metal, ao abrirmos notamos que aquilo havia dado direto para o mercado. — Oh, nós realmente precisávamos de alimentos. Vamos pegar o máximo de mantimentos possíveis?

— Não, seria muito peso para nossas costas, isso diminuiria nossa agilidade caso precisássemos correr. Então é melhor pegarmos apenas o necessário. — Gabs tomou a frente do grupo, arrumando a bolsa em seus ombros e se dirigindo para algum lado da loja.

Alan riu baixo dando com os ombros, nós dois seguimos pelas estantes da loja olhando atentamente em volta, um baixo grunhido atrás do balcão da loja me chamou a atenção, franzi o cenho olhando para o lugar, resolvendo ignorar em seguida. Alan encarou por alguns minutos o mesmo balcão, dando a entender que não havia sido coisa de minha cabeça.

Nos entreolhamos, empunhando nossas armas em mãos em seguida. Nos aproximamos em passos lentos, o barulho ia aumentando cada vez mais conforme nos aproximávamos, a adrenalina aumentando mais e mais a cada passo. Minha respiração se prendeu ao notar o mordedor enorme agachado sobre um corpo de uma mulher, suas mãos agiam agilmente arrancando os órgãos da mulher. Alan ergueu sua arma e acertou um tiro sobre seu crânio, o mordedor caiu para o lado despejando vários fluidos e sangue.

Aproximei-me de um lixo qualquer e coloquei para fora todo o meu almoço, não era forte o suficiente ainda para ver uma cena dessas.

— Rafa, está tudo bem? — Gabs tocou o meu ombro receosa, acenei positivamente com a cabeça e retomei o folego. — Que tal se tentássemos achar algum doce que ainda reste? Temos um tempinho sobrando.

[Point Of View: Lucas Amaral]

— [...] Temos um tempinho sobrando.

Meu cenho se franziu e eu tratei de me esconder melhor atrás do lugar onde eu estava. A maioria de nosso grupo estava sem folego ao meu lado, respiravam feitos loucos pela enorme corrida que havíamos realizado. De fato o título nos dado de grupo mais rápido não seria em vão em um momento como esses, ainda mais quando nosso plano poderia ir por água a baixo por culpa de certo loirinho que não sabe se colocar em sua posição.

Agachei-me atrás de uma das estantes, Mikhael me acompanhou enquanto os outros três ficavam escondidos em outro lugar. Empunhei minha arma e mirei na perna do garoto que acompanhava Rafael, a garota franziu o cenho e olhou para a estante onde estávamos, prendi a respiração e soltei o ar segundos depois quando os três se retiraram do mercado.

Rafael não parecia estar sendo forçado a andar com eles, e por incrível que pareça isso me assustou. O que me deixou ainda mais espantado foi o fato dos três conversarem como se fossem amigos antigos, melhores amigos.

Ainda tinha esperanças que aquilo fosse apenas um sonho e que eu não tivesse que magoar Rafael ferindo seus novos amigos.


Notas Finais


~Capítulo não revisado~
Cellbit: Como deixar de ser trouxa, google digitar
Somos trouxas querendo ou não, Cellbio
É a life -q
Faz alguns dias que to ouvindo Skillet, vício ;^;
Espero que tenham gostado.
Eu estou amando escrever essa fanfic <3
Obrigada pelos favoritos e pelos comentários!
Vocês são uns amores
Menos o Vlady...
Brincadeira <3
Tia Osana ama vocês.
~Um beijo, um queijo e até a próxima!~


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