História Not so bad, i guess - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Bia, Castiel, Charlotte, Dakota, Iris, Kentin, Kim, Leigh, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Nina, Personagens Originais, Professor Faraize, Professora Delanay, Violette
Tags Arminete, Castiete, Kentinete, Loveline, Lysandrete, Nathaniete
Visualizações 7
Palavras 1.387
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Harem, Luta, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Terceira fanfic pessoas... criatividade não me deixa em paz

Capítulo 1 - Borboletas azuis


Fanfic / Fanfiction Not so bad, i guess - Capítulo 1 - Borboletas azuis


Brasil – Rio de janeiro
05 de outubro de 20XX

Meu amado ouvinte,

Escrevo em você pela primeira vez, nunca tive muito tempo de escrever em diários, para falar a verdade nunca escrevi um sequer, apenas vejo em filmes aquelas garotinhas escrevendo: "Querido diário", que por sinal, acho um cliché enorme... não sei o que as outras garotas escrevem em seus diários cheios de purpurina, mas posso dizer que você é simples e roxo, apesar da minha cor favorita ser azul minha mãe comprou um roxo, mas eu não me incomodo, tudo meu é azul então pode ser agradável mudar um pouco. Falando na minha mãe, ela me deu você pensando em me fazer escrever mais, minha letra não é lá essas coisas, talvez se eu treinar muito posso até me tornar uma escritora, porquê mesmo que minha letra seja ruim eu sempre gostei de escrever: textos, músicas ou poesias. E é óbvio que meus pais adoram o jeito que eu me dedico a escrita.

Bom... acho que é melhor eu falar um pouco sobre mim.

Meu nome é Anna Blue, acabei de completar dezoito anos. Como eu já disse antes minha cor preferida é azul, mas esses dias eu andei pensando em ter algumas coisas roxas também. Meus cabelos são bem curtos, tão curtos que nem chegam nos ombros, nunca gostei de ter cabelos longos ou fazer penteados. Tenho 1,70 de altura e não sou nem magra e nem gorda, sou mediana. Meus seios são médios, quer dizer, eu nunca medi com ninguém, mas acho que são.

Tenho três melhores amigos, Alexy, um rapaz de cabelos azuis claros, ele sempre gosta de comprar roupas comigo, mesmo que eu não goste muito, é legal ficar com ele, Alexy é muito divertido. Outro de meus amigos é Armin, irmão gêmeo de Alexy, mas ao contrário do azulado, Armin tem cabelos negros e não suporta sair de casa, ele prefere jogar seu amado "LOL" (League of legends), do que sair e as vezes eu jogo com ele, mesmo que eu não saiba alguns comandos básicos. E por fim, mas não menos importante, temos Ken, ou Kentin, já que ele se revoltou e decidiu ser chamado pelo nome e não pelo apelido. Kentin tem cabelos castanhos lindos e brilhantes, seu pai é militar e fez o pobre castanho passar um ano e meio em uma escola militar. Juro que quando eu o vi ele não parecia o mesmo Ken de antes.

- Meu deus! Ken, você tá' incrível! - Exclamei ainda no aeroporto.

- Não me chame de Ken, esse apelido idiota que Alexy me deu não faz mais parte de mim! - retrucou ríspido e eu fiz uma cara triste.

- Tudo bem, mas como devo te chamar?

- Kentin.

- Ok.

E foi assim que a revolta de Ken ... ou melhor Kentin começou, não sei o que aconteceu com ele na escola militar, mas ele voltou mudado, antes era dócil e gentil com todos, agora ele só é desse jeito com Armin, Alexy, eu e minha mãe.

Falando na minha mãe, pensei que puxar o assunto da minha família. A família Blue, está há várias gerações morando em Porto Rico, mas recentemente meus pais me inscreveram em uma escola em Paris, chamada Sweet Armoris. E terei que ir apenas com meus amigos, pois minha família não tem dinheiro suficiente para uma viagem à três.

Admito que estou com um pouco de medo, sem meus pais, tenho apenas Alexy e Armin como companhia. Mas até os dois tem outros amigos, e querendo que eu interagisse mais com outras pessoas meus pais tiveram a ideia de me transferir para outra escola... não sei por que, mas acho que isso não vai terminar bem...

[...]


Brasil – Rio de janeiro
06 de outubro de 20XX

 

Meu amado ouvinte,

Meus pais me levaram para o aeroporto hoje, e devo dizer que foram as três horas mais tediosas de toda a minha vida. Mamãe me entregou um pingente em forma de borboleta com a cor azul, ela sempre diz que borboletas azuis dão sorte, ela sempre tem consigo algo que tenha haver com borboletas azuis, mesmo que seja uma blusa ou um desenho.

Meu pai segurou minha mão até eu entrar no avião com Armin e Alexy, minha mãe apenas me deu um beijo na testa e acenou em quanto eu entrava no avião.

- Veremos eles nas férias de inverno - Alexy afirmou segurando a minha mão.

- Eu sei - Indaguei avoada brincando com o pingente preso em uma corrente no meu pescoço.

Logo após sentarmos nos nossos devidos acentos Armin resmungou algo sobre ter esquecido os fones de ouvido, a janela da pessoa sentada atrás de nós foi bruscamente fechada me fazendo tomar um susto. Olhei para trás e observei o garoto de cabelos vermelhos tentar inutilmente se acalmar.

- Perdeu alguma coisa em mim? - Resmungou o ruivo notando que eu o encarava.

- Tem medo de autura?

- Não é da sua conta!

- Grosso - Finalizei a conversa me virando para frente e afivelando o sinto.

Armin deitou a cabeça no meu ombro e fechou os olhos, eu resmunguei e afastei sua cabeça.

- Você deveria ter trazido aqueles travesseiros de avião! – Indaguei com as bochechas vermelhas.

- E você deveria ficar quieta em quanto as pessoas estão dormindo - Alexy resmungou de olhos fechados.

Armin e eu gargalhamos um pouco com a reação azulado. Novamente o moreno deitou a cabeça no meu ombro, porém desta vez eu não o afastei nem me movi, apenas fechei os olhos e cai no doce e amado sono...

--  --

Acordei poucos minutos antes de pousarmos, meus olhos se estenderam por todo o avião a procura do rapaz de cabelos vermelhos ... Mas algo me interrompeu. Armin apertou meu braço ao ponto de me fazer soltar um grito baixo de dor. Ele estava dormindo. Parecia estar tendo um pesadelo, mas eu não era obrigada a sentir aquela dor. Armin não aparentava, mas era extremamente forte e tinha alguns músculos escondidos por ai.

- Não ... por favor ... não – O moreno falava em quanto eu apenas observava as suas expressões e tentava afastar sua mão do meu braço.

- Armin, Armin acorde, ARMIN! – Gritei fazendo ele acordar assustado.

Seus olhos estavam marejados e sua boca tremia, não quero nem saber qual sonho ele teve. A aeromoça falou que tínhamos pousado há dez minutos, todos do avião já haviam saído. Alexy chamou um taxi e nós fomos para o apartamento que os garotos tinham comprado. Era enorme como um dinossauro, apesar de eu não ter visto por dentro, a vista de fora era linda, o prédio era azul com as bordas das janelas amarronzadas.

Eu peguei uma das copias da chave e coloquei dentro da minha carteira, Alexy colocou dentro da capa do celular e Armin no bolso. Entramos e ficamos por alguns minutos observando a parte de dentro, era tão grande que eu acho cabiam vinte pessoas, olhei para Alexy incrédula.

- Acho que isso não é exatamente o “Pequeno apartamento” que você convenceu meus pais a comprar – Indaguei e ele sorriu desengonçado.

- Olha o tamanho daquela TV! – Armin apontou para uma televisão enorme, assim como tudo naquela casa.

- Estou me sentindo uma anã com todas essas coisas, acho que preciso de um banquinho para alcançar a cadeira – Falei abaixando os ombros.

- Você já é uma anã – Armin falou.

- Ora seu! – Corri atrás dele pela cozinha, sala e quartos.

Ótimo jeito de conhecer a casa nova. Pensei ainda correndo e parando quando finalmente consegui segura-lo, pulei em cima dele e nós dois caímos no chão rindo igual a duas hienas, dei alguns tapas nele e me levantei.

- Acho que vou mandar isso para a sua mãe.

Alexy colocou o seu celular na frente de meu rosto, era um vídeo onde eu estava em cima de Armin. Quem não entendesse a cena acharia que estávamos fazendo outra coisa. Tratei de pegar aquele celular e apagar o vídeo, Alexy gargalhou e eu o devolvi o aparelho.

- Vou tomar banho – Falei indo até o banheiro. Liguei o chuveiro e notei que ele era elétrico – AQUI TEM CHUVEIRO ELETRICO!!!

- Sério?! Não demora, eu também quero usar – Alexy gritou.

Até que esse lugar não é tão ruim, eu acho.

 

 


Notas Finais


até!


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