História Not Today - Capítulo 6


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Categorias Daniel Arenas, Maite Perroni
Personagens Daniel Arenas, Maite Perroni
Tags Daniel Arenas, Maite Perroni
Visualizações 15
Palavras 1.390
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey anjos! Então, no meu último recado aqui, eu tinha dito que iria postar a fanfic no Wattpad, mas sou uma pessoa muito confusa e acabei desistindo haha.
O título do capítulo é o caminho pra tudo. Na verdade é a partir de agora que as coisas realmente vão começar a acontecer, por isso "Start".

Enfim, Let's go babies!

Capítulo 6 - Start


Daniel


- Daniel? Não sabia que viria. - franziu o cenho. Ela estava com uma camisola super curta e uma cara de sono, só Deus sabe o quanto eu me segurei pra não agarrá-la.

- Estava dormindo? - ela me deu passagem e eu adentrei o local.

- É domingo. 9h da manhã de domingo. Queria o que?

- A casa está em ordem. - afirmei, ela franziu o cenho.

- Achava que eu era um vândalo que iria demolir a sua casa?

- Não. Achei que fosse chegar e encontrar a casa cheia de bebidas e cuecas espalhadas por aí. Adolescentes costumam dar festas quando estão sozinhos. - pisquei.

- Eu. Não. Sou. Uma. Adolescente. - falou pausadamente.

- Tá, Tá, Tá, agora vai colocar uma roupa descente!

- Só vou porque você olhando pros meus seios está me irritando! - revirei os olhos.

- Que seja!

Tenho que admitir que a Maite é uma mulher muito atraente, mas igualmente irritante, então eu passo. Olhei a casa inteira e fui procurar algo pra beber, optei por um suco.

20 minutos depois a Maite voltou com uma calça de moletom, uma camisa de banda, que mais parecia as que eu usava quando ainda era um moleque, chinelos, os fios morenos estavam em um coque totalmente mal feito e ela estava cheirosa pra caralho.

- Pelo tempo que ficou lá, achei que saíria pronta pra um red carpet.

- Você é muito engraçado. - sentou na cadeira a minha frente. - Ao que devo sua ilustre presença?

- Vim saber como estão os negócios. - franziu o cenho. - O que foi?

- Como se você não me ligasse todo santo dia pra saber. - revirou os olhos.

- Tá legal, eu queria fugir um pouco da rotina.

- E aí resolveu sair do México e vir pra Boston? - gargalhou, eu revirei os olhos. Ela é estupidamente irritante.

- Como está a sua vida aqui?

- Normal! - deu de ombros. - Conheci algumas pessoas, mas sinto falta dos meus amigos. - ela olhou para um porta-retrato que estava ali. Havia uma garota loira dos olhos claros abraçada a um rapaz moreno e sorridente e, havia também na foto um rapaz branquelo e a Maite estava muito sorridente montada em seus ombros.

- É seu namorado? - ela franziu o cenho e soltou uma gargalhada. Eu vou matá-la se continuar rindo assim.

- Não! Definitivamente não! É meu amigo, o Chris. A garota linda que está na foto é a Anahí e o outro rapaz é o irmão dela.

- E a garota loira, quem é?

- Anahí, ué.

- Ah, é que quando você disse que a garota linda que está na foto é Anahí, pensei que fosse a morena. - pisquei pra ela.

- Está flertando comigo, Sr. Arenas?

- Talvez.

- Então vá se foder!

- No momento eu quero foder outra pessoa. - ela olhou em meus olhos e eu pensei que iria me matar, mas ela abaixou a cabeça. Oi?

- Eu marquei de almoçar com umas pessoas hoje, a casa é sua, então enquanto eu estiver fora, já sabe!

- Você é muito mal educada! Vai me largar aqui sozinho?

- Tadinho do bebê! - fez biquinho. - Quer que eu chame uma babá? - zombou.

- Sim, de preferência daquelas bem gostosas! - revirou os olhos.

- Você é nojento!




A observei trancar a porta. Sim, eu estava indo com ela. Joguei uma chantagem emocional e funcionou, ponto pra mim!

- Vamos de que? - perguntei.

- Táxi!

- Como consegue sobreviver sem um carro?

- Aumente meu salário e eu compro um. - piscou. Ela estava linda em um vestido preto solto, porém com um cinto na cintura, botas de cano baixo e seu cabelo estava preso em um rabo de cavalo.

- Vamos no meu carro!

- Você trouxe o seu carro? - franziu o cenho.

- Não, eu tenho um carro aqui também. - ela revirou os olhos. Fomos andando até a garagem que eu aluguei, entramos no veículo e saímos do local.

- Ele não fica muito tempo sem rodar?

- Não, também pago um senhor pra rodar com ele de três em três dias.

- Você paga todo mundo! - revirou os olhos.

- Não acho que eles fariam de graça! - pisquei.

- Posso ligar o som? - assenti. Ela ligou e começou a tocar um cd do Justin Timberlake. - Gosta do Justin?

- Não, esse cd é de uma amiga.

- Uhum! - revirei os olhos. O resto do caminho foi apenas ela cantando, não trocamos mais nenhuma palavra.



Chegamos no local que ela me orientou e era uma casa.

- Achei que fossemos a um restaurante. - falei enquanto ela tocava a campaínha. Antes que ela me respondesse, uma moça jovem e bonita nos atendeu.

- May! - abriu os braços para a mesma, que retribuiu de imediato. - Achei que não viria, mas veio e veio muito bem acompanhada! - sorriu.

- Esse é o Daniel! Daniel, essa é a Lizzie! - a cumprimentei com com um sorriso e entramos na casa. Era bonita e em estilo rústico.

- Você é muito antipático. - a Maite susurrou pra mim. Revirei os olhos.

- E você é muito irritante! - foi a vez dela revirar os olhos.

Um homem loiro, que aparentava estar nos seus 30 anos se aproximou e cumprimentou a Maite com um beijo propositalmente no canto da boca. Pigarreei, a Maite vai me matar por ter feito isso.

- Esse é o Daniel. Daniel, esse é o James! - falou com impaciência. Ele me cumprimentou com a cabeça e eu apenas encarei o gesto. - É só meu amigo! - não sabia se ela estava falando de mim ou dele, até ela se enfurnar com ele em um canto e me largar ali sozinho.



Ouvi o barulho da porta abrindo e já me preparei.

- Você é retardado? - ela estava muito brava. Parou na frente da televisão e me encarou.

- Não. - dei de ombros.

- Você me largou lá! - colocou as mãos na cintura.

- Você fez isso primeiro!

- Você é impressionante. - negou com a cabeça. - Isso tudo é ciúmes? - franziu o cenho.

- Não é ciúmes, sua burra! Eu não conhecia ninguém lá e você me deixou sozinho, pra ficar com aquele playboyzinho!

- Quem é você pra me chamar de burra ou pra chamar qualquer pessoa de playboy?

- Eu sou o CEO da maior empresa de jóias do México, posso falar qualquer coisa de qualquer um! - eu achei que ela fosse gritar comigo, mas na verdade levei um tapa tão forte no rosto, que até a mão dela ficou vermelha.

- Filho da puta!

- Vadia! - segurei os dois braços dela e a empurrei na parede, enquanto ela se debatia. Coloquei os braços dela pra cima e colei o meu corpo no dela. - Sou seu amigo, não sou? - ri ironicamente. - Eu vou fazer o que eu tive vontade de fazer desde quando você entrou na minha sala. Vamos ver quem é seu amigo agora! - beijei seu pescoço.

- Caio, me solta! - a voz dela saiu baixa e embargada. Me afastei só até conseguir olhar em seus olhos. Ela iria chorar.

- Quem é Caio, Maite? - perguntei calmo. Ela estava tremendo. Soltei os braços dela e em um ato que nem eu mesmo esperava, entrelacei nossas mãos.

- Eu... - olhou nos meus olhos e eu sentia que ela podia desmoronar a qualquer momento. - Desculpa.

- Por que está pedindo desculpas? - suspirei. - Maite, eu sou o Daniel. Não tem Caio nenhum aqui, ok? - ela assentiu. Continuava tremendo. - Vem aqui. - a puxei pela mão, levando até a cozinha e fazendo ela sentar em um cadeira. Peguei um copo com água e coloquei uma quantidade pequena de açúcar. - Toma isso, vai te deixar mais calma.

- Obrigada. - sua voz ainda estava tremula. Me sentei ao lado dela e aproximei mais as nossas cadeiras.

- Quem é Caio? - ela negou.

- Só me abrace.

E eu a abracei. Sem pensar duas vezes, abracei tão forte que pensei que nossos corpos fossem se fundir. E eu já não sabia mais o que estava sentindo.


Notas Finais


Daniel é um babaca, mas até que foi fofinho esse final, né? Quem vocês acham que é Caio? E estão preparados para o início de Danirroni?


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