História Not Today - Capítulo 2


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OI OI PESSOAL! Eu decidi adiantar um pouquinho o próximo capítulo (sei lá pq, me deu na telha hihihi), e eu fiquei muito agradecida com o feedback de vcs no prólogo também então, tomem um presente <3 Esse capítulo não é uma bíblia como o anterior HAHAH mas eu realmente tenho mania de fazer capítulos grandes. O que é que VOCÊS acham? Eu não quero que os capítulos sejam mt cansativos de ler então, respondam aqui nos comentários qual é a preferência de vocês! Vocês preferem capítulos maiores ou menores?
BOOOOORA pro capítulo!!

Capítulo 2 - Fake I.D


- Essa casa – JungKook disse, assim que ele e a sua família adentraram a antiga Mansão Jeon. Os escombros da casa estavam praticamente caindo sobre suas cabeças. Ele bufou e, entediado, olhou para o pai. – é uma merda.

Seu pai, Erik III, apenas lhe repreendeu com o olhar. JungKook deu de ombros. Na sua opinião, ele estava apenas sendo honesto.

Há duzentos anos, os Jeon tinham sido expulsos de Bayside. Perseguidos pelos humanos e caçadores com tochas e tridentes, eles não tiveram nenhuma alternativa senão se retirar. Dada sua ausência, os humanos incendiaram a Mansão Jeon para que nunca mais voltassem, assim assassinando todos os restantes, desavisados da súbita mudança para o Leste. Portanto, a mansão havia se aguentado em pé por duzentos anos, sem nenhuma espécie de cuidado ou planejamento, apenas com más lembranças.

A casa era, realmente, uma merda.

A casa jazia ali, queimada e velha, caindo aos pedaços, localizada no meio da floresta que cercava a propriedade. A trilha privada da Mansão Jeon era circundada por cercas de ferro e, então, cercada por outra floresta. As árvores e a grama haviam crescido, de forma que era quase impossível enxergar a fundação carbonizada e alguns tocos de sustentação que uma vez formaram a Mansão Jeon e que, hoje em dia, eram tudo o que restava. Aquele lado de Bayside não havia sido asfaltado e nem relembrado pela prefeitura, provavelmente deixado de lado propositalmente para apodrecer e ser esquecido pela população.

Antes uma gloriosa mansão de três andares e mais de 500 m² de área agora não era nada mais que um cômodo parcialmente sem teto, com umas telhas aleatórias e tocos de madeira mais aleatórios ainda. A porta ainda estava de pé, grudada no chão e impedindo o nada de passar pelo nada que uma vez formara paredes. Mas demoraria anos e anos para aquela casa ser reconstruída e voltar à sua antiga glória.

Ou, para licantropos, algumas semanas.

JungKook não entendia porque sua família deveria voltar para Bayside. Os Jeon não pisavam na cidade há duzentos anos. Ele tinha certeza de que seus antepassados expulsos reviravam-se no túmulo por vê-los retornando àquele local amaldiçoado. Ainda assim, ali estavam. Com nada mais nada menos do que tocos de sustentação e uma porta flutuante servindo-lhes de residência.

- JungKook, não seja tão pessimista –Erik resmungou. – Temos uma missão a fazer aqui. Você sabe disso. Foi você quem teve a ideia.

- Foi um pesadelo idiota e estúpido. Podemos voltar para Manhattan agora?

- Não.

- Ótimo.

- Escute, ainda temos tempo até que a aula de vocês comece. Dois dias. Receberemos ajuda e, antes mesmo que segunda-feira chegue, eu garanto a vocês que a casa estará impecável. Será como se o incêndio nunca tivesse acontecido.

É, certo. Como se aquilo pudesse acontecer.

Os Jeon tinham chegado em Bayside na sexta-feira de noite, após uma longa viagem de carro de Manhattan até a cidade na costa da Flórida. JungKook, seu pai e seus dois primos mais velhos, Yoongi e Seokjin, foram os primeiros a chegar em Bayside. No decorrer dessa semana, era programado que a família de Yoongi e Seokjin chegassem, bem como a família de Lilith, a terceira prima dos Jeon, que deveria estar a caminho. Toda a família morava em Manhattan, até que JungKook teve o sonho.

Maldito sonho.

E agora estavam ali.  

O fim de semana passou lentamente. Os meninos ajudaram Erik a reformar a casa pelo dia, até parte da noite, quando caçavam na floresta da propriedade. Como havia mais de duzentos anos que nenhum licantropo pisava ali para aterrorizar os animais, havia uma diversidade incrível de espécies no bosque.

No domingo, a família de Yoongi tinha chegado. Os meninos trabalharam mais nas reformas e, no final da tarde, foram obrigados a ir para a apresentação de balé da Bayside High. Essa apresentação de balé era algo que, aparentemente, acontecia no último dia das férias de verão e em outras ocasiões esporádicas, e parecia ser um evento de porte nacional. Aparentemente, eles também teriam que ser mais sociais. Se realmente quisessem se encaixar ali, ou apenas averiguar tudo o que estava acontecendo, teriam que se disfarçar melhor; não era como se os meninos se disfarçassem em Manhattan, afinal, frequentavam uma escola apenas com alunos sobrenaturais. Ali, precisariam fazer amigos e ir a eventos escolares mundanos e estúpidos, coisas idiotas que nenhum dos três tinha feito antes. Não havia necessidade de fazê-lo antes. A escola era uma mera formalidade imposta pelo Instituto, já que as coisas funcionavam diferentemente para eles.

- Por que estamos aqui? – JungKook perguntou, emburrado, para Seokjin. Seokjin era o mais velho entre ele e Yoongi, e o único que não estava 100% emputecido com a súbita mudança de Manhattan. Logo, ele era o que mais sabia das coisas e o mais, digamos, sensatos. E, logicamente, tanto Kook quanto Yoongi queriam saber porque haviam sido enxotados até aquela apresentação estúpida de balé. Ele nem entendia o que estava acontecendo. Nunca havia assistido a uma apresentação de balé antes. – Cara, já faz mais de uma hora. Isso não acaba nunca?

- Estamos aqui por causa dela – Seokjin apontou para o palco. A bailarina principal entrou, dando piruetas e saltitando pelo ar como uma profissional. Ela movia-se como uma pena, facilmente deslizando pelo palco na ponta dos pés. JungKook olhou bem para ela, apenas para constatar que era linda. – Bem, por causa da família dela.

- A família?

JungKook tentou se concentrar mais na bailarina principal. Ela possuía cabelos loiros e olhos azuis. Não sabia até onde a extensão daquele aplique ia, já que ela estava representando a Cinderela – Bela Adormecida, Rapunzel, não sabia qual princesa tinha cabelo comprido –, mas apostava que seu cabelo deveria ser longo. E, para ele, ela exalava um cheiro peculiar. Peculiarmente conhecido.

- O nome dela é Victoria Saint-Louis.

A respiração de JungKook falhou. Um nó formou-se em seu estômago, e ele percebeu que Yoongi e Seokjin sentiram a mesma coisa, com a mera menção daquele nome. Saint-Louis. Aquele nome pertencia à família mais odiada e temida do mundo sobrenatural. Para alguns, até mesmo amada. Para os Jeon, entretanto, os Saint-Louis eram como inimigos mortais.

Obviamente, Kook havia se esquecido daquele pequeno detalhe. Bayside havia sido fundada pelo caçador mais temido de licantropos, o Capitão Saint-Louis. Os Saint-Louis ainda viviam aqui, praticamente mandando na cidade. Eles haviam expulsado os antepassados Jeon de Bayside, anos atrás. Provavelmente também tinham provocado o incêndio.

- Vingança?

- Não, idiota – Seokjin revirou os olhos. – Há algo maior acontecendo. Precisamos agir sem sermos notados pelos Saint-Louis. Se perceberem o que estamos tentando fazer...

- E o que estamos tentando fazer, exatamente?

- Não sei. Mas não podemos deixar que eles descubram, ou morremos. Entendeu? Entretanto... – Seokjin pigarreou. – Seria interessante nos aproximarmos deles. É por isso que estamos aqui. Victoria é a bailarina dos Saint-Louis.

- Sempre tem uma bailarina – Yoongi riu. – Tão previsíveis.

- Sim. Jimin, logo ali – ele apontou para uma família na segunda fileira. Um dos presentes era um adolescente, da mesma idade que a bailarina. – Irmãos gêmeos. Faz parte do time de futebol americano. E a irmã, ao lado, chama-se Allison. Eu honestamente não sei o que ela faz, mas... Mas ela é irmã dos dois.

- Crescer na sombra de um irmão do time de futebol americano e uma irmã que é a bailarina principal certamente não deve ser fácil – Yoongi sorriu. – Deixe ela comigo. Vocês podem se aproximar das outras duas. Kook, você joga bem. Jin, você... Tem jeito com humanas.

- Não me gabo por isso.

- Ainda assim, tem.

- Yoongi tem razão – JungKook deu de ombros. – Ele leva jeito com qualquer oprimido sensível e fraco, você leva jeito com humanas, e eu... Jogo bem.

- Certo, certo. Mas isso não é o que importa aqui. Não foquem em seus alvos. Foquem nos Saint-Louis em geral. Se conseguirem se aproximar de acordo com o combinado, ótimo. Se não... Ótimo também.

- Ela é bonita – Yoongi sussurrou para Kook, deixando com que Seokjin ditasse regras estúpidas sozinho. – Bem bonita. Quer deixar isso... Interessante?

JungKook olhou para Yoongi, com as sobrancelhas franzidas. Depois, para a loira dançando no palco. Ele tinha razão. Victoria Saint-Louis, assim como todas as Saint-Louis dela, era linda. A pele estava pálida por conta da maquiagem, mas ele conseguia ver suas bochechas rosadas mesmo estando longe. Os olhos eram de um azul-cristalino raro e magnífico, presente em todas as herdeiras Saint-Louis. Visão de licantropo lhe proporciona certas vantagens, e ele conseguia observá-la calmamente como se estivessem frente um ao outro. Ela girava com leveza e seguindo o ritmo da música.

- O que quer dizer?

- Uma aposta, imbecil – Yoongi revirou os olhos. – Quem conseguir conquistá-la, vence.

- E o que, exatamente, venceríamos? Não é como se pudéssemos matá-la e declarar guerra.

- Não. Mas quem vencer pode voltar para Manhattan em abril com os meus pais.

O olhar de Kook tornou-se sério, e ele pôde perceber isso quando o sorriso de Yoongi se alargou. Estavam no final de agosto. De acordo com os seus pais, passariam no mínimo um ano letivo em Bayside. No mínimo. Caso a missão falhasse, continuariam ali até conseguirem completá-la. Abril ainda parecia longe, mas era melhor passar apenas oito meses em Bayside do que um ano inteiro.

- Não pode estar falando sério.

- Estou. Meus pais vão voltar em abril para Manhattan. Por... Negócios, digamos. Não planejamos ficar aqui até o final do ano letivo. Se você conseguir conquistá-la antes de mim, você pode ir com eles e eu ficarei em Bayside. Agora, se eu conseguir...

- Você sabe que vai perder – JungKook disse, simplesmente. – E não acredito em você. Seus pais não podem desobedecer os meus.

Yoongi apenas bufou. Era verdade, porém; seu avô, Erik II, havia tido quatro filhos: o pai de JungKook, Erik III, o mais velho; o pai de Lilith, Leo IV, o segundo em comando; Valerie, mãe de Yoongi e Faye, mãe de Seokjin. Por tradição, o primogênito mais velho, independentemente do sexo, tornar-se-ia um Alpha após o falecimento do genitor. E foi exatamente isso que aconteceu: quando Erik II morreu, o pai de JungKook assumiu o controle da família e se tornou um Alpha. Valerie casou-se com Kai Min, uma das famílias de licantropos mais renomadas na Ásia, e Faye casou-se com Caleb Kim.

- Eles não estão desobedecendo – Yoongi rebateu, simplesmente. – Seus pais sabem da necessidade do retorno ao Manhattan. Mesmo com essa missão suicida de vir morar no meio do nada, eles sabem que nossa vida não é mais em Bayside. E sim, talvez os anos de glória dos Jeon – Yoongi pronunciou aquele nome com desgosto – ocorreram aqui. Mas não mais.

- Tanto faz, cara – JungKook apertou a mão de Yoongi, sinalizando que o seu pedido de aposta havia sido aceito. – Com uma condição: quem ganhar pode fazer o outro de escravo por um ano.

- Combinado.

O espetáculo pareceu durar milênios. Quando finalmente acabou, juntaram-se à aglomeração de espectadores e seguiram para fora do auditório. Aquele evento parecia extremamente popular em Bayside. Obviamente, uma cidade pequena e tediosa como Bayside ficaria empolgada com as menores coisas, como uma apresentação chata de balé. Estavam se dirigindo para o estacionamento, quando Seokjin os parou.

- Parem. Eles estão vindo.

- Não seja idiota – Yoongi resmungou, mexendo o braço e afastando-se de Seokjin. – Quem estão vindo?

- Os Saint-Louis, babaca.

Os dois seguiram o olhar de Seokjin. Era ridiculamente fácil reconhecê-los: eram claramente os mais bem-vestidos dentre a mulditão de espectadores da apresentação de balé. Além disso, tinham um quê a mais. Um cheiro diferente.

A matriarca Saint-Louis estava com um vestido tubinho branco, um coque elaborado e um par de argolas de ouro branco caríssimas. Os pés deviam estar doendo, enfiados naqueles saltos ridiculamente altos. Ela destoava de todos os presentes, que meramente vestiam-se com Jeans e camisetas. Allison também estava vestida como se tivesse acabado de sair de uma série de TV sobre ricaços. Até mesmo os dois homens, Jimin e Patrick, estavam bem-vestidos, com ternos italianos exclusivos.

Patrick pareceu notar o olhar sobre eles, já que sussurrou algo para a matriarca, Cecelia. Ela, logicamente, seguiu seu olhar até encontrar o deles. Seu pulso se acelerou e ela engoliu em seco. JungKook pôde sentir seu nervoso. Pelo mesmo motivo, sustentou o olhar. Instantes depois, Victoria apareceu.

De perto, ela era ainda mais bela. Não vestia nada mais que uma jaqueta e um legging, mas estava mil vezes mais bonita que a sua irmã. O cabelo loiro ainda contava com o aplique da Rapunzel, e seu rosto ainda estava maquiado. Carregava buquês de flores e cumprimentou todos os seus familiares antes de sequer notar a presença dos meninos – e só notou porque Cecelia havia mencionado. Antes que ela pudesse olhar duas vezes, Yoongi os puxou para fora da escola. No instante seguinte, já estavam novamente no Jeep de Seokjin.

- Cara, o que foi aquilo? Por que estávamos estáticos encarando os Saint-Louis? Jin, seu imbecil, isso definitivamente não é o melhor jeito de passarmos despercebidos.

- Desculpe. Fiquei fascinado. Nunca havia ficado tão perto de uma família de caçadores antes.

JungKook revirou os olhos. Seokjin poderia ser o mais velho e o mais inteligente, ele admitia, mas não era o mais esperto. Havia crescido em um berço de ouro. Caleb Kim era extremamente endinheirado e nunca desejou essa vida de licantropo para seu filho. Seokjin só saía para caçadas se estivesse acompanhado por seus seguranças licantropos e nunca havia passado nenhum aperto de verdade na vida. Era mais treinado, mas Kook e Yoongi éramos mais experientes.

- E não queira se aproximar de novo, ou eles te matam – Yoongi debochou. – Podemos voltar agora?

Seokjin dirigiu para longe do estacionamento. Enquanto a Bayside High é localizada no centro da cidade, a Mansão Jeon está um pouco mais... Afastada. Bem afastada. Muito afastada. Ficava a cerca de vinte minutos de carro, no meio do bosque, após um portão de ferro enferrujado.

Ao contrário do que eles encontraram quando chegaram em Bayside há dois dias, a Mansão Jeon estava... quase habitável. A parte de fora já havia sido totalmente reconstruída. A reforma no interior, porém, andava mais devagar.

- Como foi? – Erik perguntou, assim que eles entraram na casa. JungKook e Yoongi olharam feio para Seokjin. – Viram os Saint-Louis?

- Não só vimos, como esse cabeção aqui – Yoongi deu um tapa na cabeça de Seokjin. – quase fez com que fôssemos mortos.

- Se transformaram na frente deles?!

- Não, pai, qual é. Não somos mais crianças. Mas eles nos viram.

- Eles não podem saber quem vocês são. Estou falando sério. Se mencionarem o nome Jeon para um Saint-Louis, eles não vão demorar a aparecer na nossa porta com tochas e tridentes, prontos para nos expulsar de Bayside. Isso não pode acontecer agora.

- O que espera que eu faça? Mude meu sobrenome?

- Sim – ele suspirou. – De fato, as fichas entregues à Bayside High contêm sobrenomes falsos. Achavam que não teríamos um plano quando viéssemos? Pf. Amadores – ele pegou três fichas em cima de uma das mesas da sala e entregou uma a cada um dos meninos. – Andarão com esses documentos a partir de agora. O resto, deixem aqui. JungKook, Seokjin, vocês vão entrar no time de futebol americano. Yoongi...

- Nem tente.

Erik bufou.

- Certo. Quer ser um bad-boy? Então seja um bad-boy de verdade. Quero você com zero em todas as matérias. Detenção todos os dias. Faça merda. Apronte. Xingue os professores em todas as chances que quiser. Melhor assim?

Yoongi riu.

- Sim, posso fazer isso.

- Ótimo. JungKook, você será o perfeito atleta. Notas medianas. É bom que faça amizades. Finja que o esporte é a sua vida. Seu sonho é entrar em uma faculdade com bolsa para atletas. E Seokjin, obviamente, você vai ser o futuro presidente da nação. Notas perfeitas, sei que consegue mantê-las. Completo respeito por tudo e por todos. Participe de todas as atividades extracurriculares que puder. É bom que faça amigos. E é isso aí, rapazes. Tenham uma boa noite de sono.

A boa noite de sono era, na verdade, duas horas em um saco de dormir na sala de entrada da Mansão Jeon. A reforma no interior ainda não estava nem perto de ficar pronta e, por enquanto, todos eles dormiriam em sacos de dormir e colchões na entrada da mansão. Isso se, claro, não passassem mais da metade da noite caçando na floresta. Já que os Jeon não caçavam humanos há décadas – depois de um pequeno incidente em Manhattan –, o jeito era se contentar com cervos, lebres e outros animais. Ou, obviamente, comprar dez quilos de carne no açougue e servir, crua, no jantar. O que era mais fácil, mas poderia ser difícil, com uma família inteira de licantropos dentro de casa.

JungKook deitou-se no saco de dormir. Não estava com fome e, portanto, sem humor para ir caçar – diferentemente de Yoongi e Seokjin. Tinha algo martelando na sua mente. Algo que não o deixaria descansar até que descobrisse o que fosse.

No sonho que tivera – aquele que trouxera os Jeon até Bayside –, JungKook tinha visto uma menina. Não fizera muito caso dela até agora; mal a mencionara aos seus pais. Mas agora, sabia quem era a menina do sonho: era Victoria. Victoria Saint-Louis. Ele havia a visto em seu pesadelo, no mesmo pesadelo que previra o caos em Bayside.

Kook não sabia o que a sua família tinha vindo fazer aqui. Honestamente, mal sabia como ele poderia ter sonhos estranhos e proféticos de vez em quando – sua família prometeu explicar aquilo a ele, eventualmente, mas essa hora ainda não havia chegado. Porém, sabia que ele tinha a missão de impedir que o caos visto no sonho acontecesse.

Ele tinha a missão de impedir a morte de Victoria Saint-Louis.


Notas Finais


E aí pessoal, o que acharam? Não se esqueçam de deixar um favorito se tiverem gostado, e um like com a sua opinião! Eu quero muito saber o que vocês estão achando e ajuda demais <3 Beijo e beijo e até o próximo capítulo!


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