História Notas sobre ela - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Personagens Personagens Originais
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Ficção, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oooi, estou aqui com amis um capítulo espero que gostem!
Aline na capa. (Amanda Hummer)

Capítulo 4 - Quando você vai sossegar?


Fanfic / Fanfiction Notas sobre ela - Capítulo 4 - Quando você vai sossegar?

Ela uma bailarina que aprendeu a dançar conforme o caos.

Não estava acreditando, depois de tanto tempo o Kauã deu as caras.

- Você não vai falar nada. - Disse ele, vendo que eu fiquei surpresa.

- Ah sim, oi! - Comprimentei com um beijo na bochecha. - Entra.

- Porque está surpresa Aline? - Perguntou indo direto para o sofá se sentar.

- Talvez porque você e a sua namoradinha esqueceram de mim. - Falei mesmo, precisava jogar na cara.

- Primeiro, EX-NAMORADA, outra que nós não nos esquecemos de você, aliás eu não esqueci, muito pelo contrário. - Ele me olhou de um jeito diferente do que sempre olhou.

- Espera aí, ex? - Disse confusa. - Porque ex-namorada?

- Tava me enchendo muito o saco, garota mais grudenta, ciumenta obsessiva​, neurótica e acho que a relação esfriou porque não é a mesma coisa que era no início. Enfim enjoei. - Senti uma frieza por parte dele, logo lembrei do Bruno.

- Simplesmente enjoou? - Ele só acenou que sim com a cabeça. - Nossa, eu... Nem sei o que dizer.

- Vamos mudar de assunto, e o seu irmão?

- Está bem. Ele foi agora jogar futebol e depois vai para a casa de um amigo, vai rolar uma festinha lá. - Disse revirando os olhos.

- Festinha?! - Se interessou. - Queria. E você porque não foi?

- Não curto essas coisas, você sabe disso.

- Claro, eu sempre te convidava mas você nunca aceitava.

- Nunca também não. - Na hora me arrependi de ter tocado no assunto, foi sem pensar. - Eu fui uma vez.

- Pois é, saudades daquele dia, nunca vou me esquecer.

- Então... - Mudei de assunto pra não ficar relembrado o passado. - Porque está aqui?

- Ué, vim visitar minha melhor amiga.

- Que bom, pensei que havia me esquecido.

- Não tem como te esquecer. - Ele me olhava de um jeito estranho.

Já havia anoitecido, ficamos conversando por horas, no começo éramos só conhecidos, mas depois as coisas mudaram, a intimidade de antigamente voltou, ele sentou-se perto de mim e acabou deitando no meu colo. Até ele tocar novamente no assunto que eu queria esquecer.

- Então Aline... - Ele começou. - Aquela noite na festa foi divertida, não é?

- Sim foi legal. - Não dei continuidade.

Ele havia percebido que eu não queria falar sobre o assunto, sabia que eu não estava completamente consciente naquele dia em questão, a razão tinha saído de mim a partir do momento em que pela primeira vez experimentei bebida alcoólica, fiz coisas que em sã consciência não faria, mas não me arrependo, não fiz nada que poderia me prejudicar no futuro, apenas não gostava de relembrar.

- Bom... - Disse se levantando. - Vou indo então. Outro dia venho aqui para nós conversarmos mais. - Se despediu de mim com um beijo na bochecha.

- Está bem. Tchau.

Só então percebi que já era quase nove da noite, passou-se tão rápido que nem vi hora passar. Deitei na cama, sem sono e com a cabeça cheia, só lembrando do passado e do que havia acabado de acontecer, assim adormeci.

Já eram quase 3:00 da madrugada. Acordei com alguma coisa me dizendo que algo não estava certo. Levantei com pressa e fui para o quarto do meu irmão, ele ainda não havia chegado, fiquei com um aperto no coração, até que ouvi um barulho que veio do andar de baixo, fui ver o que era.

- Ops, caiu. - Disse Bruno, que havia acabado de chegar. Ele tinha derrubado um vaso de planta, fez a maior sujeira.

- Isso são horas de chegar em casa? - Falei brava.

- Não começa Aline. - Se jogou no sofá.

- O que aconteceu? - Perguntei preocupada.

- Nada de mais só uma festinha qualquer.

- Você está fedendo a álcool e... - Cheguei mais perto para sentir o cheiro. - Você fumou?

- Eu não. - Disse meio enrolado.

- Não mente pra mim, você fumou maconha? - Já estava ficando irritada.

- Maconha não, só um pouquinho de narguilé. - Fez o gesto de pouquinho com as mãos.

- Você precisa de um banho.

- Você vai me dar banho? - Perguntou fazendo cara de safado, o Bruno era outra pessoa quando ficava bêbado.

- Não, claro que não. - Levantei e segurei nas mãos dele.- Vem, eu te ajudo.

- Você é muito linda sabia. - Levantou-se, segurou na minha cintura e cochichou. - Se não fosse a minha irmã...

- Você vai dormir no quarto de hóspedes. - Desviei o assunto. - Não vai correr o risco de tropeçar e rolar escada a baixo.

- Você que sabe. - Respondeu ele colocando um de seus braços em volta do meu pescoço e se apoiando.

Levei ele até o quarto, e fui pegar algumas roupas e a toalha. Quando retornei me sentei na cama, então ele gritou de dentro do box.

- Você não quer tomar banho comigo?

Revirei os olhos e respondi.

- Apenas tome banho e vá dormir​.

Quando ele terminou e saiu do banheiro, olhei ele estava apenas com a calça de moletom, mas sem a camisa. Bruno é um garoto muito atlético, tem o abdômen definido, e os braços fortes. Tinha que adimitir, meu irmão era muito gato, mas era só meu irmão. Jogou a toalha na minha cara e disse:

- Perdeu alguma coisa? - Percebeu que eu o estava encarando, se jogou na cama.

- Boa noite.

- Você não vai dormir comigo? - Perguntou com uma cara de safado.

- Boa noite Bruno. - Dei ênfase. E fui em direção a porta.

- Aline! - Me chamou e eu atendi. - Você está muito gostosa. - Disse ele, mas eu nem respondi, apenas fechei a porta e fui dormir.

De manhã eu levantei, desci as escadas e fui para a cozinha, chegando lá, o café já estava na mesa, dona Denise a empregada, havia voltado das férias.

- Bom dia Aline. - Disse ela. - Cadê o Bruno?

- Bom dia dona Denise. Deve estar dormindo ainda, vou ver.

Cheguei lá, abri a porta e olhei, ele estava dormindo como um anjinho, mas lembrei do que ele havia feito, abri as cortinas e falei em voz alta.

- Vamos acordar belo adormecido!

Ele cobriu o rosto com o edredom, então eu sentei na cama.

- Bom dia. - Falei cutucando-o.

- Aiii! - Disse ele em voz alta. - Que dor de cabeça.

- Bem feito, porque bebeu tanto.

- Que horas eu cheguei?

- Você não se lembra de nada?

- A última coisa que eu me lembro é de ter ido pra cama com uma loirinha. Como mesmo é o nome dela?

- Não me interessa. - Fiquei aliviada dele não se lembrar do que me disse de madrugada.

- Mas foi legal. O Diego perguntou de ti. - Falou colocando as mãos na nuca.

- Caguei pra ele. - Disse olhando as unhas. - Ainda bem que não fui.

- Queria que você tivesse ido, seria como no ano passado.

- Nem me lembre disso. - Cortei o assunto, em seguida me levantei e apoiei-me com os punhos na cama. - Vamos tomar café, querido?

- Você poderia trazer aqui? - Falou apoiando-se com o cotovelo fazendo cara de coitadinho.

- Tá bem. - Fui em direção a porta. - Mas espero que quando eu pedir um favor você não negue.

Ele mandou um beijo e caiu na cama. Sou realmente muito dedicada, arrumei tudo o que sabia que ele gostava e levei até o quarto, chegando lá não o vi, estava no banheiro vomitando, fui até lá ajudar.

- Bruno?! - Bati de leve na porta. - Posso ajudar?

- Eu preciso de um remédio. - Disse, meio enrolado.

Peguei o remédio, um copo de água e levei até ele, que já estava na cama, então disse sentando-me na cama.

- Porque você faz isso Bruno, depois fica aí passando mal.

- Tá, confesso que exagerei. - Falou tomando o remédio. - Da próxima vez, vou com calma.

- Vai ter próxima vez? - Perguntei sem entender. - O que tem de acontecer para você sossegar?

- Não vou deixar um mal estar me abalar.

- Eu realmente não sei o que dizer. - Me levantei e fui em direção a porta.

- Aonde você vai? - Perguntou tomando seu café da manhã.

- Vou dar um passeio na praia. - E fui. 


Notas Finais


Gostaram? Até o próximo capítulo.


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