História Nothing is impossible - Mal e Ben - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Descendentes
Personagens Carlos de Vil, Chad, Evie, Jane, Jay, Lorrie, Mal, Personagens Originais, Príncipe Ben
Tags Ben, Criança, Descendentes, Magia, Mal
Visualizações 314
Palavras 1.214
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Demorei?
Não muito.
Enfim, espero que gostem desse capítulo
Sei que tem uma leitora safada que vai adorar!

Capítulo 11 - Décimo Primeiro Capítulo


Benjamin PV

Fiquei mais alguns minutos conversando com Beatrice, ela era uma criança inteligente para sua idade e toda hora falava sobre um homem chamado Joseph, questionei-lhe sobre este homem e só o que ela me disse, é que ele era como um pai para ela, que sempre que se metia em encrencas na escolinha, ela dava o numero do celular do homem, não o da mãe. E só com isso, vi que Mal Bertha já tinha outro em sua vida, embora sua filha não soubesse, já que dizia que eles eram como irmãos.

Ela não voltou a brincar, andou comigo pelo jardim até a mesa dos salgados novamente e pegou um pratinho, servindo-se.

 

— O que é aquilo? — Perguntou-me, apontando para uma fada que sobrevoava pela festa.

 

— É uma fada, eles servem de garçons nas festas.

 

— Fada? — Ela franze o cenho e eu faço que sim balançando a cabeça. — Mas fadas não são reais! Ela parece com uma mas...

 

— OI MENININHA! — Beatrice pulou para trás, com o susto que outra fada deu nela (uma fada macho), e logo correu para minhas pernas, as abraçando.

 

— Com licença, Stephen, a menina não quis lhe desrespeitar, mas ela não era desse mundo, ela não conhece sua espécie!

 

Segurei a mão da pequena e a tirei de lá, passamos pelo jardim e fomos para dentro do castelo.

 

— Viu sua mãe hoje?

 

— Só um pouquinho, tia Evie diz que eu tenho que obedecer então as vezes eu fico com o tio Carlos ou tio Jay. Eu gosto deles, mas sinto saudade do meu tio Joseph.

 

Assenti, andamos por um tempo até chegarmos ao quarto em que Mal estava hospedada, era na casa dos funcionários, e ela não estava sozinha, Evie estava lá. A garota de cabelos azuis sorriu levemente para mim, porém ao ver o pequeno ser que saiu de trás de mim, correndo até sua mãe, o sorriso sumiu.

 

— Mamãe, mamãe... eu fiz que nem o tio Joseph me ensinou, uma menina ia me bater, eu acho, e aí né, eu bati nela, porque o tio Joseph disse que...

 

A voz da pequena foi esquecida, pelo menos por um tempo, os olhos verdes de Mal me encaravam fixamente e foi olhando no fundo deles, vendo a surpresa e algo a mais ali, que eu quis muito apagar tudo o que aconteceu no passado e ficar com ela, mas ela fugiu, após matar uma criança e desaparecer por anos.

 

— Hey, Bea, por que não voltamos para a festa? — Evie interviu.

 

— Mas eu não quero!

 

— Você avisou a Jane e Carlos que viria para cá?

 

A menina arregalou os olhinhos.

 

— Ixii... Fo... — A menina tapou a boca e logo sorriu doce —Não, eu não avisei. Vou lá.

 

Evie saiu do quarto atrás da garota, e respirei fundo, virando-me de costas para sair do local.

 

— Benjamin!

 

Me virei suspirando, não adiantaria fugir.

 

— Você... Por que não me levou para a policia?

 

— Para o que?

 

Perguntei confuso, ela balançou a cabeça e acariciou a testa, parecia confusa.

 

— Hum... Por que não me levou para os guardas reais? Aqueles que cuidam da proteção de toda a cidade e não apenas do castelo? Eu sei que querem me prender, mas antes de tudo isso, eu preciso falar!

 

— Falar por que fugiu? Ótimo. Fale, eu quero saber!

 

— Não é tão simples para mim!

 

— NÃO É TÃO SIMPLES PARA VOCÊ? LOGO QUE VOCÊ FOI EMBORA, EU AGUENTEI DIAS ATÉ A COROAÇÃO, ACHANDO QUE VOCÊ ESTARIA LÁ, COMIGO! MAS VOCÊ NÃO ESTAVA...

 

— DROGA BEN! — Ela levanta a voz, se aproximando quase rápido demais para perto de mim. — Eu deixei o maldito doce para a antipoção! Por que não comeu?

 

Fiz esforço para me acalmar, ela estava com os olhos beirando a lagrimas e eu queria acreditar que era falso.

 

— Eu comi. O problema, é que eu estava apaixonado por você.

 

— Isso é mentira! Não tem como!

 

Ela se afastou, e eu ri.

 

— Não tem como por que? Por que você é uma vadia fria sem emoções e sentimentos?

 

— Não fale assim de mim, Benjamin!

 

Ri, ela realmente parecia com raiva, mas ela não sabe a dor e o desespero que senti todos esses anos procurando por ela.

 

— Em 4 dias você estará totalmente curada, e irei leva-la até o conselho, onde se explicará.

 

Ela assentiu, eu sai do quarto e me surpreendi quando mãos pequenas puxaram meu braço, me virei e ela se jogou nos meus braços, atacando meus lábios enquanto suas mãos iam para os botões da minha roupa impecável.

 

Retribui ao beijo, levando minhas mãos para a fina camisola enorme  que ela usava  e tentei  a despir, com sucesso. Fiz uma trilha de beijos do seu pescoço até o busto, ela não usava sutiã, seus seios tinham crescido, estavam maiores e deliciosos, descobri ao começar a lamber e chupar seus seios. Ela gemeu de prazer, enquanto eu lentamente a sentei na cama, abri suas pernas e beijei sua intimidade sobre a calcinha molhada.

 

— Tira... por favor.

 

Eu retirei a última peça que faltava do corpo dela  e passei meus dedos sobre sua racha quente e molhada. Ela impulsionou o quadril para meus dedos e a penetrei, ela fechou os olhos e gritou alto enquanto eu começava um vai e vem lento que a fazia gemer mais alto.

 

— Ben! Por favor...

 

A ignorei, meti outro dedo e fiquei surpreso quando senti sua vagina apertar meus dedos e meio que formigar em volta dos meus dedos. Ela gemeu longamente, enquanto mexia uma das pernas e deitava o corpo para trás, descansando do orgasmo que lhe dei.

 

Foi fácil, fácil demais.

 

Retirei meus dedos de dentro e os chupei, seu gosto era tão bom que precisei provar direto da fonte. Esses anos que passei sem Mal, eu chupei muitas mulheres, tinha necessidades e precisava me aliviar e ficar mais experiente para quando voltar. Meu plano, antigamente era ficar experiente, e quando ela voltasse para mim, a cansar tanto de transar que ela não teria forças nem para levantar da nossa cama, mas agora mudou.

 

Ela tinha uma filha, com outro homem, homem esse que era qualquer um por aí, ou era o tal Joseph, que não assumiu a criança.

 

Esse pensamento me fez ter raiva. Levantei, virei Mal Bertha, a deixando de quatro e dei um forte tapa na sua bunda. Ela gemeu de dor e ficou sobre joelhos na cama enquanto eu abria minha calça e a abaixava até os joelhos. Preenchi sua vagina com meu pau e estoquei forte dentro dela, que gemia de dor, mas suportava, não pedia que eu parasse. Logo ela se acostumou e só soltava gemidos de prazer, segurei seu cabelo com força, lembrando de como ela  quicou sobre mim na sua primeira vez.

 

Fui o primeiro homem a ter seu corpo, tirei sua virgindade, vi a dor e o prazer em seus olhos, fui o primeiro a conhecer sua vagina quente e apertada...

 

Esse pensamento me encheu de tesão e não demorou dois minutos para mim gozar, ela também, porém era o segundo ou terceiro orgasmo enquanto eu a penetrava.

 

A joguei sobre a cama, e arrumei minha calça, procurei minha coroa que estava caída perto da entrada do quarto e segurei na maçaneta.

 

— Não conte para ninguém.

 

E saí de lá, nervoso, ainda com tesão e perplexo por minhas atitudes.

 

 

 

 


Notas Finais


SEUS SAFADENHOS
GOSTARAM DO CAPÍTULO?
Enfim, logo as coisas se resolverão.
Espero que tenham gostado. Tentarei postar o próximo capitulo no sábado.
BEIJOS

Obs: Se quiserem me dar idéias nos comentários, fiquem a vontade!


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