História Nothing is Impossible - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Suho, Xiumin
Tags cadeira de rodas, Dançar, Sonhos, Sumin, Xiuho
Exibições 24
Palavras 1.078
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Slash
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Eu tive essa ideia depois de uma leve bad ou crise de amores, eu não sei muito bem, mas saiu isso, espero que gostem, porque eu não sou de conseguir escrever algo lindo, fofo, romântico e que no final não dê ruim.

Desculpa não estar escrevendo coisas de Omma, mas eu logo atualizo ela, relaxem!

Boa leitura~

Capítulo 1 - Naquela tarde –Capítulo Único.


–Respira fundo e sente o ar entrando totalmente em você – Disse num tom baixo e eu assenti, fechando olhos e fazendo como o pedido, deixando todo o ar possível entrar e invadir meus pulmões, e segundos depois soltando o mesmo aos poucos, fazendo o risco dos meus lábios transparecer um mínimo sorriso, aquele sorriso que era o significado de paz e a presença mais desejada, Junmyeon. –Como foi, hein? Gostou? –Abri os olhos e olhei para o garoto dos fios negros e bagunçados ao meu lado, este estava todo sujo de barro, inclusive no rosto, já mostrando a sua identidade de garoto livre, que passa o dia todo explorando por aí e aprendendo algo novo.

–Eu gostei. É simples e puro –Respondi baixo e ele sorriu para mim, se sentando um pouco mais próximo de mim.

–Sabia que ia gostar, fiquei fazendo isso ontem a noite e quis te mostrar o mais rápido possível, mas você chegou só agora, bom, não é esse o mal, não há mal nenhum nisso, só... –Suspirou– Que bom que está aqui de novo... –Confessou e eu podia ver a saudade em seus olhos. Cruzei os braços e suspirei, sorrindo logo depois.

–Agora eu vou ficar mais tempo longe daqui, você sabe, aqueles médicos querem achar uma recuperação, mas creio que não há –Dei de ombros, pois não ligava se iria morrer ou não, eu ligava para aproveitar cada segundo que tinha, com a pessoa que tinha –Como foi o seu dia? Explorou muito? –Ele suspirou e bagunçou o cabelo, se levantando da grama do meu quintal e ficando em pé, seu olhar estava à frente, provavelmente no pôr-do-sol de cinco horas da tarde.

–Não pense assim, uma hora vai conseguir se recuperar. E mesmo que passe os dias fora, eu vou estar te esperando, sempre. –Levou a sua mão até a minha e segurou os meus dedos num aperto simples, eu o olhei meio corado e logo olhei para o pôr-do-sol.

–Jun... Acha mesmo que um dia eu vou poder voltar a andar? –Perguntei baixo e ele soltou a minha mão, ficando a minha frente e se agachou na frente da cadeira de rodas, entre as minhas pernas.

–Tenho certeza que vai, mas... Eu tenho um pedido –Mordeu o lábio e com certeza era de apreensão, teu olhar continha muito expectativa e mesmo que eu fosse arrogante, não conseguia ser com ele.

–Aish... Qual pedido? –Descruzei os meus braços e ele ficou de pé, estendendo a sua mão em minha direção.

–Dança comigo. –Franzi as sobrancelhas e rio de forma breve.

–Quê? Sério isso? –Ele assente e eu o fito sério –Quer que eu dance com você como? –Suspirei e forma pesada e quando fui afastar a sua mão, ele puxou a minha e me levantou num puxão só, fazendo meu peito colar ao seu, o braço alheio envolveu a minha cintura e eu estava respirando ofegante pelo susto.

–Agora, dança comigo?

–Quê? Como? Jun... –Disse confuso, terminando num choramingo manhoso, meus pés foram colocados sobre os seus e logo ele começou a andar com cuidado, me levando até o meio do quintal. Olhei para o seu rosto que era iluminado por aquele tom alaranjado e de alguma forma eu achei que ele estivesse mais lindo que o normal, só que... Eu nunca notei a sua beleza dessa forma.

–Você só precisa sentir a brisa entre os seus fios, o leve calor que o sol faz na terra nessa hora, o som dos meus pés tocando a grama, as nossas respirações. Sinta tudo. – E seu olhar foi ao meu, e eu nem sequer conseguia desviar, parecia que eu estava hipnotizado, ele começou a se mover devagar e eu fiquei meio surpreso com aquilo. Mas a leve brisa começou a brincar com os meus fios, o calor era tão delicioso que eu poderia apenas dormir, mas apenas fechei os olhos e logo pude ouvir o som da grama sendo pisada, era muito agradável, me lembrava quando eu podia andar, lembrei das nossas respirações e eu acabei percebendo que nenhuma das duas estavam tão normais assim, a dele parecia bem mais ofegante que à minha, mas eu posso justificar, estou nervoso, mas por quê? –Minseok, você já dançou antes?

–Quando criança, sim, fazia muito disso, ah! Alguns meses atrás eu queria entrar para uma escola de dança –Dei um leve sorriso, agora eu não posso. 

–Sente falta de dançar? –Abri meus olhos e vi que os seus olhos continuam na mesma direção.

–Sinto. Queria poder dançar de novo. –Confessei e dessa vez eu estava um pouco triste, por mais que eu já tenha aceitado a minha nova condição física.

–Estamos dançando agora, sabia? –Franzi as sobrancelhas.

–O quê? Como assim? –Ele inclinou sua cabeça para o lado, como se tivesse indicando algo e eu não demorei para olhar, vejo um espelho com mais ou menos a minha altura, esse não tinha reflexo dos raios do sol, pois nosso corpos impediam, de vez em quando, que eles chegassem até ali, mas quando fui notar a imagem que refletia fiquei mais surpreso ainda, nossos corpos se moviam numa valsa lenta, seu braço segurava a minha cintura e ele mantinha uma mão sobre as minhas costas, já as minhas mão estavam sobre os seus braços e eu nem ao menos tinha notado que elas estavam ali, com tudo eu só fui notando o jeito que ele me conduzia, cuidado, dedicação e paciência, fazendo meus olhos lacrimejarem com isso, então voltei a olhar para ele. –Jun… –Disse num tom manhoso e ele riu baixo, sorrindo logo depois.

–O que foi?

–Obrigado por ser o melhor amigo que eu não mereço –Funguei baixo e ele depositou um beijo sobre a minha testa.

–Não precisa agradecer… Ah, eu te amo –Passei a mão embaixo dos olhos, secando o lugar.

–Eu também te amo –O tom manhoso choramingando continuava e ele suspirou risonho.

–Não, eu te amo mesmo! –Disse um pouco alto e risonho, franzi as sobrancelhas, pois ainda nem entendia o porquê do mesmo, eu te amo mesmo também, sem brincadeira!

–Como assim?

–Assim… –Disse baixo e devagar, se aproximando e me dando um selinho, fiquei muito surpreso, que até minha expressão ficou, ele apenas me encarava sério e eu nem sei porque, mas meu coração disparava. Rio e inclino meu rosto em sua direção, o apoiando em seu rosto, rindo um pouco até me afastar novamente encará-lo com um leve sorriso no rosto.


–Então eu te amo mesmo também. 


Notas Finais


Awwn, espero que tenham gostado ❤❤

Bye ❤❤❤


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