História Nothing Lasts Forever - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jungkook, Rap Monster, Suga
Tags Bangtan Boys, Bts, Drama, Jihope, Jikook, K-pop, Romance, Short Fic, Tragedia, Twoshot, Yoonmin
Exibições 31
Palavras 6.090
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Fluffy, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá, amorzinhos. ❤
Eu tive uma ideia bem aleatória esses dias, e fui desenvolver.
E Bum! Aqui temos essa fanfic.
Ela vai ser uma two shot, então né ^^
Dependendo do "rendimento" da Fanfic, eu vejo se farei um capitulo bônus ou algo assim ~Como eu sou boazinha e amo vocês, provavelmente eu farei~
Dêem amor a essa Fic, e preparem os lencinhos *-*
Espero que gostem, Desculpem qualquer erro.
Boa leitura.

Capítulo 1 - Forgive Me


Fanfic / Fanfiction Nothing Lasts Forever - Capítulo 1 - Forgive Me

|Min Yoongi – Véspera de Natal

Eu tinha acabado de desligar uma ligação do Jimin, meu noivo. O tom de voz com que ele falava comigo me incomodou um pouco ele parecia bravo e seco ao mesmo tempo, e não sei os motivos dele dessa vez... Ele pediu para que eu fosse em sua casa para termos uma conversa séria, o que me espantou um pouco, mas fiz como ele pediu, Ignorando todo o meu cansaço de quase 10 aulas de música por dia – Sou professor substituto em um colégio importante da cidade.
Eu esperava que ele fosse me chamar pra passar está data com ele, mas não, acho que ele quer outra coisa. Nossos natais sempre foram tranquilos, mas algo me diz que dessa vez não será bem assim... Apenas peguei um casaco com um tecido grosso e quentinho, estava fazendo muito frio naquele finalzinho de tarde e o céu e nuvens denunciavam que mais tarde cairia uma forte chuva. Saí de casa em passos rápidos, caso chova, espero que não me molhe muito, mas para minha felicidade a casa do ruivo não era distante da minha, apenas algumas ruas depois da minha. A Decoração natalina enfeitava todas as casas pelas quais eu passava na frente, e a neve deixava tudo ainda mais bonito. Assim que cheguei na frente da residência dos Park’s, toquei a campainha como pessoa educada que sou e logo fui recebido pela Omma de Jimin que sempre foi muito simpática comigo, e sim, os pais dele sabem do nosso relacionamento e não tem nada contra, diferente dos meus que abominam esse tipo de coisa e foi por isso que decidi morar sozinho.
Tem sensação pior do que ser humilhado todos os dias por seus próprios pais?
Com permissão da mesma, eu subi as escadas que davam no segundo andar onde ficava o quarto do Jimin. Assim que cheguei frente a porta do cômodo e dei algumas batidas o ruivo abriu a porta, me dando passagem para entrar e só quando o fiz percebi a expressão de raiva que estava estampada em seu rosto. Ele nada falou, apenas permaneceu sério, muito sério. Me encarando, com um bico em lábios e os braços fortes cruzados.

- O que foi, Jims? – perguntei sem entender tal expressão – Aconteceu alguma coisa?

- Min Yoongi, não se faça de tonto! – ele falou semicerrando os olhos – Desde quando você é pago para levar alunos em casa? Desde quando você é tão disposto? Que história foi essa?!

- De novo, Jimin... – revirei os olhos –

Park Jimin, 50% de si era um amorzinho, porém os outros 50% eram resumidos em: Ciúmes, possessividade, carência afetiva, briguento. E isso era o que eu não gostava nele, seus ciúmes sem motivos.

- De novo sim! Vocês estavam praticamente colados, Min! – ele praticamente gritou comigo –

- Shiu! – fiz um sinal para ele falar baixo – Seus pais não precisam saber dos seus ataques de ciúmes nem de nossas brigas.

Algo bom que eu poderia concluir sobre isso, nossas brigas sempre acabavam bem, ou faríamos amor a noite inteira da forma mais intensa possível, ou tomaríamos um bom e longo banho, juntinhos.

- Não me mande ficar quieto! – o ruivo falou batendo o pé no chão com força –

- Assim você vai quebrar o piso, amor. – falei brincalhão me aproximando dele – Calma, Jimin. Não houve nada, eu juro. Nunca tem nada. Você não tem com o que se preocupar, confia em mim, tá? – eu aproximei minha mão de seu rosto, para tocar sua bochecha, mas surpreendentemente ele se esquivou ficando ainda mais sério – Ah, qual é?! Eu não fiz nada.

- VOCÊ É UM MENTIROSO! – Jimin gritou comigo – Eu sabia que isso iria acontecer algum dia, PORQUE VOCÊ FEZ ISSO COMIGO?! – perguntou descruzando os braços, e logo seu bico de raiva, ou de birra, virou um de choro. E seus olhinhos se encheram de lágrimas –

- Eu realmente não entendo o motivo disso tudo, Jimin. – perguntei começando a ficar sério também, afinal, pra que esse escândalo? Eu não sei o que eu fiz de errado. – Se acalme, já disse. Fale baixo! – pedi –

- NÃO VOU FALAR BAIXO! QUERO MAIS É QUE TODO MUNDO SAIBA DA SUA INFIDELIDADE, YOONGI! – me acusou –

Infidelidade? Desde quando eu sou infiel? Aish! Francamente...

- Você tá ficando maluco, ou o que? O ciúmes tá tomando conta de você é isso? Porque está falando essas coisas sem nexo?! – perguntei ficando ainda mais confuso – Você não tem...

- Eu tenho, você me enganou, VOCÊ... – ele se aproximou de mim e iria começar a gritar comigo outra vez, mas eu o interrompi –

- QUAL É A SUA PORRA DE MOTIVO?! – interrompi o mesmo que se encolheu –

Eu não costumava ser do tipo bruto, ou nervoso. Sempre fui o mais calmo de nós dois, bem mais calmo. Já o Jimin, bom, ele é isso que estou vendo. Explosivo, mas eu gosto dele assim o que posso fazer?

- Você estava ficando com um de seus alunos, Min. Vocês saíram do colégio juntos, NO SEU CARRO PARA SABE-SE LÁ ONDE!

Mas o que? Do que ele está falando?!

- O que?

- Isso mesmo, o Hoseok me contou que o garoto, um tal de “Jungkook” estava dando em cima de você, E QUE VOCÊ ESTAVA CORRESPONDENDO, SEU SAFADO! – despejou as palavras enquanto lágrimas desciam de seu rosto, vindo em minha direção o ruivo começou a me bater enquanto eu só me defendia –

- Espera, o Hoseok? – eu perguntei segurando os pulsos do Jimin – Eu ouvi direito? Você está acreditando mais naquele imbecil do que em mim? É isso?! – perguntei incrédulo –

- Ele me mostrou, Eu tenho provas! – Jimin argumentou –

- E daí? JIMIN! Você está cansado de saber que ele é louco para ficar com você e desde que a gente namora ele não sai da sua cola, fica inventando coisas sobre mim e não pense que eu não sei. E nem por isso, eu fico dando ataque desnecessário de ciúmes nem te caluniando, não é mesmo, Park? E eu achei que você confiasse mais em mim. – eu falei triste, estou definitivamente ofendido –

- Ah é? Eu deveria confiar em você? Olhe só isso! – O ruivo tirou do bolso de sua calça seu celular, e me mostrou duas fotos especificas e eu fiquei sem reação na hora – Tá vendo, você nem se defende, ou vai dizer que é montagem?! – falou jogando o celular em sua cama com toda força – Eu não acredito que você fez isso comigo, Yoongi! – o ruivo colocou as mãos em seu rosto e começou a chorar –

As fotos, eram nada mais nada menos do que de hoje à tarde antes que eu saísse da escola. Estávamos colados? Sim, estávamos, mas ou eu fazia alguma coisa para ajudar ou aquele garoto iria morrer.

- Olha para mim, Jimin. – eu mandei, fechando meus olhos lentamente, tentando manter a calma. Não posso perder as estribeiras agora

- Não quero! - o ruivo se recusou, fechando os olhos com força -

- PARA DE SER A DROGA DE UM GAROTO MIMADO, E OLHA PRA MIM AGORA! – Gritei com ele, perdi minha paciência, francamente. –

- O QUE VOCÊ QUER? – ele tirou a mão do rosto e fez o que eu disse – VAI INVENTAR MENTIRAS OU O QUE? O Hoseok me falou pra não confiar em você, Isso desde quando namorávamos e olhe só agora você me traiu com um aluno! COM UM MERDA DE UM ALUNO, O QUE ELE TE OFERECEU? Dinheiro? Você se vendeu por acaso, Yoongi?  Eu sei que você está precisando, mas precisava chegar a esse ponto, VOCÊ NÃO PENSOU EM MIM? EM COMO EU FICARIA, EU ESTOU DESTRUIDO DESDE QUE SOUBE DISSO NÃO É POSSIVEL! Eu te amei tanto... – voltou a chorar –

- E não ama mais? – Eu perguntei rapidamente, confesso, tenho medo dessa resposta –

- Não sei, Yoongi. Eu não sei mais de nada em relação a você, nem sei mais se quero me casar com você, manter esse noivado. Não sei. – ele falou naturalmente. –

Senti uma ardência em meus olhos, mas eu não choraria. Não agora, ele tem que entender tudo. E aprender a ouvir os outros.

- Você lembra de quando você sofreu uma abstinência por que ingeriu uma quantidade excessiva de tranquilizante? – Eu perguntei tentando ficar o mais calmo possível, mas tinha algo maior em mim, eu estou sendo injustiçado aqui. – Lembra o que você passou? Lembra que você quase morreu de taquicardia?

- Lembro, mas isso não vem ao caso. O que os meus problemas têm haver com sua traição?

- Se você falar mais uma vez que eu te traí eu saio por aquela porta sem te dar nem mais uma explicação, entendeu? – eu falei sério, apontando para porta –

- Tudo bem, fale. – ele foi até sua cama e se sentou de forma desajeitada me olhando atentamente –

- Ele teve uma convulsão, Jimin. Causada por abstinência de sabe o que? Remédios para dormir. – eu tinha os olhos fechados enquanto falava – Aquele garoto tem sérios problemas de acordo com seus amigos, e não era a primeira vez que aquilo acontecia só que dessa vez teve um motivo especifico. Ele foi expulso de casa, Jimin. Sabe por que? PORQUE ELE É GAY TAMBÉM! Os pais deles o trataram como um lixo! Aí você acha que eu deixaria ele se debatendo, morrendo no chão só porque você tem ciúmes de qualquer pessoa que chega perto de mim? – eu perguntei sarcástico – Eu estava dando a minha aula de música na mais serena paz possível. – abri meus olhos, e levantei o olhar para o teto branco daquele quarto. – Um garoto que sentava perto dele falou que ele estava passando mal, eu tive que dar atenção, mas quando me virei o mesmo tinha caído de sua cadeira no chão e começou a convulsionar. – senti meus olhos arderem outra vez, eu tive pena desse garoto, tão jovem. E pensar que... O Jimin já passou por algo parecido, ai, eu fiquei com tanto medo de perder meu ruivo. E imagino que tenha pessoas que também estavam com medo de perder o Jeongguk –

- Ele...

- Pedi para um aluno ir chamar o enfermeiro do colégio que logo veio correndo, e explicou o caso do tal Jeongguk, e resolveu o problema da convulsão dele por um milagre. - o interrompi pra continuar falando a verdade -

- Mas o que ele fazia nos seus braços? E indo pro seu carro.

- Para de ser insensível e me deixa terminar de falar, caralho! – eu disse indiferente – Ele passou mal a partir dali, a convulsão parou, mas ele estava ofegante esfregando sua mão no peitoral, suando frio, olhando para o nada. Isso te lembra alguma coisa, Park? Acho que sim. Ele começou a ficar trêmulo, e não respondia quando falávamos com ele. Não tinha como chamar uma caralha de uma ambulância, então eu mesmo decidi levar ele para o hospital. Ele passou pelo mesmo que você, Jimin. Ele também quase morreu por causa de uma abstinência e você parece não se importar com isso. Só pensa em você! Desde quando ficou tão individualista? – eu terminei de falar tudo, ainda magoado consigo. –

- E-ele está bem agora? – o ruivo perguntou, e quando o fitei percebi que o mesmo estava chorando –

- Para que você quer saber? Para ter certeza de que ele não vai mais precisar ser carregado por mim? – perguntei ironicamente –

- Não, Yoon...

- Você sabe quantas vezes eu tive que engolir a minha paranoia, e ciúmes de você quando aquele idiota do Hoseok vinha para sua casa? Eu ficava imaginando vocês dois fazendo loucuras nesse quarto, mas o que eu fiz? Eu esquecia desses pensamentos, porque eu confiava em você! Eu sempre confiei em você! Jimin, você sempre foi do tipo popular que todos caem aos seus pés, quando a gente estudava tenho certeza que quase todos os garotos que eram gays queriam ficar com você e mesmo cercado por esse tipo de pessoas eu confiava em você, e sabia que você não me trairia. – Involuntariamente, senti uma lágrima escorrer por minha bochecha a qual eu enxuguei rapidamente e funguei – Para vir um filho de uma mãe, te mostrar uma foto, inventar mentiras e você vai acreditar nele ao invés de mim? Você confirmou que eu fui infiel, que eu te traí! Que eu menti para você! VOCÊ ACHA QUE EU SOU O QUE? POR FAVOR!

- Yoongi, m-me... – ele não estava conseguindo terminar as frases, e eu via que ele voltava a chorar –

- Jimin, pare de chorar. – eu pedi – Não se desculpe, eu não quero mais suas desculpas. Não vejo motivos para mantermos uma relação unilateral. Parece que só eu sinto as coisas, só fique bem ruivinho. E aprenda a confiar mais nas pessoas, isso machuca. Tchau, Jimin.

Saí de seu quarto, e desci as escadas rapidamente e para minha sorte os pais do Jimin não estavam na sala então eu apenas abri a porta e fui embora abrindo o portão da casa.

- YOONGI! Espera! – Ouvi a voz do Jimin falar, e estava perto e eu não quero mais ouvir nada. Mais nada. –

Dobrei a esquina mais próxima, e andei em passos largos e rápidos para sumir o quanto antes e para o meu azar, senti que a chuva que eu citei antes de sair de casa estava começando a chegar e não era aos poucos. Me apressei para chegar em casa o quanto antes, as ruas estavam bastante estranhas esse dia, escuras demais, mesmo com os postes ligados o que eu estranhei. Senti um frio percorrer minha coluna, o que me fez paralisar. Essa sensação não é boa, não é nada boa e eu tive confirmação disso quando senti algo em minha nuca como um cano. Especificamente, o cano de um metal frio.

- Fica quieto, e vem comigo. – ouvi uma voz masculina falar atrás de mim, e quando iria virar meu rosto para ver o que era aquilo o rapaz pressionou o cano que se tratava de uma arma, ainda mais em minha nuca o que me fez engolir em seco – Muito bem. – ele segurou em meu braço e me guiou para a direção contrária de onde eu estava indo –

Eu realmente não sei o que será de mim agora, tenho medo. Quando ele me levou até um prédio abandonado que tinha no bairro e praticamente me jogou pra dentro de uma sala onde tinha uns caras mal encarados e um outro virado de costas para mim.

- Por favor, não me façam nada. Só n-não me...

- Cala a boca, loirinho. – o cara que me trouxe falou me dando um chute por trás de mim, me fazendo cair de joelhos no chão apoiado por minhas mãos – E então, Seok? É esse cara que você queria que a gente pegasse?

“Seok”? Não, não pode ser. Não é possível!
         O Homem que estava virado de costas pra mim se virou, revelando um olhar sorridente, ele estava de máscara, mas eu o reconheceria. Ele era maldoso, maldoso demais.

- Oi, Hyung. – o castanho, Hoseok. Me cumprimentou cinicamente – É um prazer poder te ver novamente.

- SEU FILHO DE UMA PUTA! – eu me levantei rapidamente, e corri na direção dele que permaneceu sem se mexer eu estava pronto pra pular no pescoço daquele desgraçado quando meus dois braços foram segurados para trás e fui trazido de volta para o local em que eu estava – ME SOLTA, PORRA! EU TE ODEIO, HOSEOK! AH, EU VOU TE MATAR! – Eu falava enquanto me debatia, tentando me soltar daqueles dois bruta-montes que me seguravam –

- Acho que não serei eu que irei morrer. – Hoseok cantarolou – Sabe, eu parei para pensar um pouco. Ter contado sobre o namoro de vocês pra todo um colégio e ter feito o Jimin sofrer o que sofreu que bom, Bullying essas frescuras aí e o pobrezinho quase morreu por ter tomado 5 envelopes de tranquilizantes. Tsc! Tão impulsivo. – balançou a cabeça negativamente – Mas eu descobri que ele é mais aproveitável pra mim estando vivo. E como eu sei que se mesmo se vocês terminarem um dia, iram voltar e acabar com a paz mundial...

- EU NÃO ACREDITO, SEU DESGRAÇADO! FOI VOCÊ? ARGH! O JIMIN QUASE MORREU POR SUA CULPA, E VOCÊ AINDA FALA QUE GOSTA DELE? VOCÊ É MALUCO, INCONSEQUENTE! Porque está fazendo isso? Estragando a minha felicidade? Cara, me deixa ir embora.

- FICA QUIETO! Escuta aqui, tudo o que eu fiz na minha vida foi ser amigo do Jimin aí você aparece e faz ele virar gay? EU TENHO NOJO DE VOCÊ, YOONGI!. Ah Yoongi. Você vai me pagar caro por ter cruzado meu caminho – Hoseok falou, e eu pude sentir o ódio derramado em suas palavras – Acabem com esse imprestável. – ele ordenou –

- Porque a gente vai fazer isso mesmo, Hoseok? - um dos caras que me segurava perguntou -

 - Ele é a putinha que visita o meu vizinho, são namoradinhos. Não sei quem é mais passiva, o escandaloso, ou o que se faz de machão. – Hoseok respondeu rindo – Ai ai, podem fazer o que quiserem com ele. Lembrem-se que serão recompensados por isso. – enquanto os outros dois me seguraram, o Hoseok se aproximou de mim e sussurrou no meu ouvido – “Será uma pena deixar o Jimin viúvo antes do tempo... Acho que finalmente ele será meu, espero que isso doa bastante. Para você aprender a não se meter comigo.” – sussurrou -

- NÃO SE APROXIMEM DE MIM! – eu voltei a me debater, o Hoseok saiu da sala me deixando com aqueles caras que só pelo olhar pareciam me matar –

- Você deveria se arrepender de ser essa aberração que é! Você e o seu namoradinho são uma vergonha pra sociedade, para o mundo! – um dos caras que estavam lá falou, enquanto o outro amarrava minhas mãos juntas –

- N-não é aberração, é uma forma de amar. – Eu falei entre lágrimas, eu posso chorar. O que eu tenho a perder agora? –

- Cale a boca, seu imundo! – recebi um murro em meu rosto, que logo senti o sangue descer de meu nariz, sentindo o odor ruim fiz uma careta – Isso não é nada comparado ao que vai vir em seguida, você vai se arrepender de ter nascido para crescer e ter virado esse lixo!

Eles me jogaram no chão, e assim como minhas mãos, amarraram minhas pernas. Logo senti eles me baterem com algo que me parecia uma barra de ferro que causou uma extrema dor em minhas costas e não parou por aí, continuaram e continuaram.
O que eu fiz pra merecer isso? Eu já me sentia sem forças nenhuma, quando por fim eles pegaram uma sacola plástica e colocaram em minha cabeça, prendendo-a em meu pescoço me fazendo ficar sem ar, sem ar. Pela falta de ar, senti que estava aos poucos perdendo meus sentidos. Enquanto eu tentava respirar dentro daquilo...

- Quais são suas últimas palavras? – o rapaz que estava segurando a bolsa e me sufocando perguntou –

- Ji-jimin... – eu falei, tentando buscar ar sem sucesso algum –

- Até quando está morrendo se lembra do viadinho, que horror. – com isso, ele apertou ainda mais a bolsa em volta do meu pescoço –

Senti minha vista embaçar e escurecer aos poucos, e acabei perdendo todos os meus sentidos.

|Park Jimin – No Dia Seguinte

Eu tinha andado por várias ruas na noite anterior, eu fui na casa dele, chamei, chamei várias vezes e ele não abriu a porta. Eu arruinei tudo, todo o nosso relacionamento por causa dos meus impulsos idiotas. Eu fiz a maior besteira da minha vida, Yoongi me perdoe algum dia, por favor. Aish, eu amo tanto aquele jovem ranzinza e tenho tanto medo de perde-lo que pelo visto me tornei meio obsessivo. Ah, Yoongi, desculpa esse ruivo imbecil! Eu tenho que arrumar um jeito de falar com ele, de saber notícias, ele saiu daqui nervoso sabe-se lá o que ele pode ter feito, aish, agora estou realmente preocupado.
Eu estava sentado na minha cama pensando em uma forma de falar com o Yoongi, até que minha mãe abriu a porta de forma desesperada.

- Jimin! – me chamou, ela me parecia afobada –

- O que houve, omma? – perguntei curioso –

- O Yoongi, você sabe onde ele está?

Assim que ela me perguntou isso senti um aperto forte no coração.

- Porque a senhora está me perguntando isso? – eu perguntei temeroso –

- Filho, vista-se. Precisamos sair imediatamente. – ela avisou enquanto já dava as costas e saia –

- Espera, para onde vamos? – eu perguntei indo até a porta e a fazendo parar de andar, Para que tanto mistério? –

- Nós vamos a delegacia Jimin, se apresse. – ela falou apenas, e desceu as escadas –

A delegacia? Porque eu iria a delegacia eu não fiz nada de err...
Não, não. Não pode ser, o Yoongi. PUTA QUE PARIU! Não, ele fez besteira. Eu sabia, eu deveria ter procurado ele até tê-lo encontrado ele deve estar encrencado, eu tenho que ajuda-lo de alguma forma, não posso deixar ele naquele lugar hostil, não é lugar para um sugarzinho que nem ele. Me arrumei, e logo já estava pronto e essa chuva de inverno que nunca vai embora? Aish, o Yoongi odiava chuva, já eu, amava. Os oposto não se atraem, eles apenas se completam e foi o meu caso, O Yoongi, me completa.
Tentando ignorar quaisquer pensamento ruim, fui com a minha Omma rumo a delegacia, e assim que chegamos lá fomos para a sala do delegado, e eu me assustei um pouco. Aquele lugar me dava arrepios, as pessoas olhavam “torto” uma para as outras.

- A Mãe do senhor Min veio aqui mais cedo, e abriu um boletim de ocorrência. – o homem que aparentava uns 30 anos e sério falou enquanto sentava-se em uma cadeira atrás da mesa da sala – Yoongi desapareceu na noite passada, e não atende telefonemas. Nos deram o endereço da senhora Park, e pelo o que eu percebi a mãe do Yoongi não deu muita importância, então achamos melhor chamar a senhora. – falou se referindo a minha mãe –

Espera um pouco, O YOONGI DESAPARECEU? Ele sumiu, na noite passada? Não pode ser! Ele não sumiria, ele é maduro demais para fazer isso, ele não deixaria a mim e a minha mãe preocupados desse jeito, Meu Deus... Aconteceu alguma coisa, não é possível!

- Já procuraram por ele? – perguntei em um tom desesperado – Omma, o Yoongi, aconteceu alguma coisa com ele, eu sei que aconteceu ele não simplesmente desapareceria por livre vontade. Você sabe que não! – falei sentindo meus olhos se encherem de lágrimas – O que eu fiz...?

Depois dessa notícia horrível, e de dermos as descrições faciais do Yoongi, possíveis telefonemas e lugares em que ele poderia ser encontrado e logo fomos dispensados. Eu iria ficar com os policiais, eu quero participar das buscas e ajudar no que for preciso, o Yoongi deve estar precisando de mim, mas fui convencido a não fazer isso. Pelo menos eu posso ficar procurando ele por aí o dia inteiro, eu tinha uma foto de nós dois em minha carteira, o rosto dele estava bem visível e era uma foto atual, então me despedi de minha omma, e lhe falei que não teria hora certa para voltar pra casa, meio relutante ela aceitou, deixando bem claro que eu deveria voltar assim que pudesse, ela está assustada. Considerava o Yoongi um filho também, ele era como se fosse da família e quando casarmos ele será oficialmente. Ah, nosso casamento... Vai ser o dia mais feliz da minha vida, mas antes disso eu preciso me acertar com ele. Eu o deixei muito nervoso essa vez, me arrependo amargamente de ter esse gênio tão paranoico e ciumento. Eu deveria confiar mais nele, e pensar na possibilidade de que ele pode estar passando por algo ruim ou difícil me massacra psicologicamente.
Assim que segui meu caminho para começar a minha própria busca pelo Yoongi suspirei fundo, eu poderia conseguir alguma pista - eu assisto muitas séries investigativas, vá que eu consiga algo? – Ou encontra-lo com sucesso, ou... Falhar miseravelmente.
Tirei a foto de meu loirinho da carteira, e a abracei momentaneamente. Eu tenho que te encontrar, Yoongi. Pensamento positivo...
 

|Horas Depois|

Frustração. Essa é a palavra que me define no momento, não acredito.
Eu o procurei o dia inteiro praticamente, minhas pernas doem, meus pés estão cansados e mal os sinto, andei pela cidade inteira atrás do Yoongi, parei pessoas na rua caso vissem o loiro, dei telefones, avisei em estabelecimentos, lugares que o Yoongi frequentava, que íamos juntos, avisei amigos seus que prometeram me ajudar assim que pudessem e eu não encontrei nada, nem um rastro, ninguém que o viu, nem ele. E já anoiteceu, de acordo com o meu celular já seriam quase 20 horas, e nada do Yoongi aparecer, nem um telefonema com alguma notícia boa, cansei por hoje. Vou espalhar nas redes sociais também, é um bom jeito de tentar encontra-lo.
Me sentei no meio-fio daquela avenida pouco movimentada, e senti que choraria de desgosto e frustração, eu sou uma pessoa horrível, por minha culpa brigamos e ele saiu revoltado, nem olhou para trás. Argh! Se acontecer alguma coisa com o Yoongi eu nunca, nunca irei me perdoar. A culpa é minha, eu deveria ter procurado mais ele aquela noite, ter dado um jeito de ir atrás do mesmo, mas não o fiz. Eu não mereço ele, definitivamente, eu não mereço o Yoongi. Todo o amor, e confiança que ele me deu nos últimos anos, a companhia agradável dele, eu não merecia isso. Eu só queria checar as mensagens de meu celular, e ver um sms do mesmo falando que estava bem, e que tinha acabado de chegar de suas aulas... E como bom trouxa que sou, eu realmente estava esperando isso. As pessoas que passavam na rua me olhavam estranho, devem achar que estou bêbado, e não é aconselhável ficar jogado por aí essa hora, Esse lugar está ainda mais perigoso do que antigamente.
Ainda triste e frustrado, peguei o caminho de volta para casa, e decidi ir andando mesmo, vá que eu encontre algo? Sempre terei esperanças. Assim que eu estava chegando perto de meu bairro, senti um forte aperto em meu peito, senti que o mesmo inchava e um frio percorreu minha espinha, senti uma tontura me atingir, e para não cair ali mesmo, me escorei de forma desajeitada no muro de uma casa ali, e abaixei minha cabeça fechando meus olhos com força, eu não comi nada o dia inteiro isso deve estar colaborando, mas e esse frio, que me parece mais com um mal pressentimento, Aish!
Respirei fundo, várias vezes, o suficiente para que eu me sentisse menos tonto. Assim que abri meus olhos, e ergui minha cabeça devagar pensei estar vendo coisa, estou alucinando?
Alguma coisa vinha andando em minha direção da forma mais desajeitada, mancando, possível e se escorando nas paredes próximas em algumas vezes, o que era aquilo?
Quando o ser, se aproximou um pouco, achei que estava em um dos cenários de The Walking Dead, não pode ser. Eu pensei em correr, mas não, apenas permaneci quieto, droga. Minhas pernas não obedeciam meu comando. Cada vez que se aproximava mais, eu sentia que reconhecia aquele ser, mas eu ainda tinha medo... Vá que seja alguém que vai me atacar ou..

- Jims. – ouvi um murmúrio, e arregalei os olhos ao ouvir que vinha daquele ser e senti que meu coração fosse sair pela boca ali mesmo, no sentido literal. –

Ao tentar analisar ainda mais o rosto, já que estava praticamente irreconhecível, e com sangue, o resto de seu corpo não muito diferente. Uma de suas pernas deixava um rastro de sangue graças a um machucado fundo, suas roupas estavam rasgadas e eu poderia ouvir sua respiração angustiada.

- Não. – eu neguei, balançando minha cabeça negativamente – Yoon..

Antes que eu completasse, e de eu ter certeza que não estava alucinando, ele caiu no chão, de cara no chão, corri até o corpo dele, erguendo sua cabeça com cuidado, e me sentando no chão, a colocando em meu colo e tirando sua franja da testa que estavam grudados ali, e graças ao sangue seus fios loiros estavam molhados, e alaranjados.

- Meu amor, o que houve com você? Yoongi, você... – eu pedi chorando, sim. Vê-lo naquele estado me fez chorar, o abracei, ignorando completamente o sangue, e me sujando também – Eu te amo, eu te amo muito. Não se esquece disso, perdoa essa pessoa horrível e ciumenta que eu sou. Eu confio muito em você, me perdoe.

- Ho-ho...Se. – antes que terminasse o que ia falar, ele tossiu compulsivamente, cuspindo sangue, o ergui para que não fosse pior aquilo – Ah... – gemeu de dor –

- Calma, não se esforce. Por favor, depois você fala. Eu vou ligar para uma ambulância, alguma coisa não sei. – eu falei desesperado, tentando tirar meu celular de meu bolso, mas eu estava trêmulo demais para isso –

- N-não. – enquanto eu erguia meu celular para leva-lo até meu ouvido, o Yoongi ergueu seu braço e deu um tapa no aparelho –

- Yoongi, deixa de ser ranzinza. Olha o seu estado, eu estou com medo. Você não pode ficar assim, ai, me perdoa por tudo – eu chorei copiosamente, e o puxei para outro abraço – Eu te amo demais, não me deixa. – o apertei contra mim –

- Também te amo.  – ele falou rapidamente, voltando a tossir em seguida –

 - Me prometa, não fale só acene com a cabeça se conseguir. Você não vai me deixar assim, né? – eu perguntei esperançoso, eu o amava demais. Não sei o que sou capaz de fazer caso algo aconteça, Ah, Yoongi. Eu te amo. – Eu vou te proteger, prometo. Eu vou te abraçar, eu não quero mais te soltar. – falei entre soluços por conta do choro –

- D-desculpa. – falou quase que mudo -

- O que? – Eu perguntei, e tentei o olhar nos olhos. Porém senti sua mão que estava em minha cintura se soltar de forma lenta – Yoongi, pelo amor de Deus. YOONGI! – o chamei – Não faz isso, você tem que ser forte, você tem que resistir. YOONGI! – senti o desespero outra vez – Meu amor, por favor. – o abracei outra vez, dessa vez de uma forma ainda mais carinhosa –

Seus olhinhos que eram mínimos, e brilhantes se fecharam e sua cabeça pendeu para o lado.

- Yoon... Yoongi. – o chamei, batendo levemente em sua bochecha – Acorde, amor. – senti as lágrimas descerem de meus olhos em um ritmo impressionante – Não me deixe, você... Yoongi, por favor. Yoongi... – eu o chamava, com a esperança de que ele respondesse de alguma forma – EU TE AMO, NÃO FAZ ISSO COMIGO! – praticamente gritou –

Acabei chamando atenção de uma moradora que saiu para fora, e nos viu ali na calçada, eu em prantos. E o loiro cheio de sangue comigo, ela abriu a boca em susto e rapidamente entrou em casa, em seguida voltando com água e um telefone, enquanto falava ela se aproximava de mim dando o endereço da rua.

- O que aconteceu? Meu Deus! Vocês foram assaltados? – ela perguntou preocupada, se agachando frente ao Yoongi – Ele está sangrando muito...

- E-eu... Não sei. – eu voltei a chorar, e me abracei outra vez ao corpo do loiro – Meu amor, acorde por favor.

- Calma, querido. - a senhora falou, enquanto me olhava com pena. -

- NÃO DÁ! Ele não, ele não pode ter... Não. Eu o amo demais.

Alguns minutos depois chegaram ambulâncias, e duas viaturas da policia, os médicos vieram até nós e levaram o corpo do Yoongi em uma maca, eu não senti. Eu estava absorto em meus pensamentos e medos, e choro. Assim que dei por falta do ruivo, me levantei em um pulo e vi que estavam colocando um soro na ambulância, perto do Yoongi e eu iria correr lá para dentro mas no meio do caminho senti minha vista escurecer, e acho que apaguei.

❤❤❤ 

Acordei em um quarto que tinha uma luz muito forte, e as paredes eram levemente pintadas de um azul bebê, me parecia um hospital. E eu estava com a cabeça doendo um pouco, assim que olhei para baixo e vi que minhas roupas estavam manchadas de sangue, lembrei-me do motivo pelo qual eu deveria estar aqui...
Yoongi, me levantei rapidamente ignorando aquela dor de cabeça insistente, e saí do quarto o mais rápido que pude já que não tinha ninguém lá, porém, topei nos corredores com uns médicos que me pararam e falaram que eu deveria voltar para o quarto, o que eu neguei e eles iriam me levar a força, porque se aproximaram, me assustei com aquilo e dei meia volta e corri daquele corredor, eu conhecia aquele hospital e sabia onde era a recepção. Tentei correr o mais rápido que pude e ao chegar na frente do balcão praticamente me joguei, me segurando no mármore dali.

- Min Yoongi, por favor. – pedi respirando de forma ofegante pela corrida –

- Só um minuto. – a mulher por trás do balcão parecia simpática, e mexeu no computador e pude ver seus olhos lendo algo. –

- POR FAVOR, NÃO CORRA! – o médico que estava me perseguindo, me segurou por trás me prendendo – Vamos voltar para o quarto, senhor Park. Por favor. – ele pediu –

- ME LARGUE! – eu me debati – EU QUERO SABER DO YOONGI!

- Não, senhor. Não tem nenhum Yoongi nos nossos registros... – a moça simpática falou, e aquilo me deixou muito triste –

- Não, não creio que levaram ele para outro hospital. Por favor, procure mais uma vez. Min Yoongi. – eu pedi – ME SOLTA SEU IDIOTA! – eu pedi outra vez – EU NÃO VOU VOLTAR PARA AQUELA SALA ATÉ VER O YOONGI! EU VOU FAZER UM BARRACO, ME LARGA!

- ... – a moça da recepção, deu uma olhada no computador, e em mim. E ela respirou fundo, não entendi o motivo daquela reação – Tem um Min Yoongi nos registros do hospital, mas...

- MAS? – eu perguntei meio desesperado –

- Seu corpo foi encaminhado para o necrotério.

Senti meu mundo desabar naquele momento, e o chão parecia ter sido tirado de meus pés. Necrotério? Não. Não, é impossível!
Eu nada falei, apenas estava em choque.

- Ele deu entrada no hospital ontem á noite, juntamente com você. Mas nada pode ser feito, já deu entrada no hospital morto. Ele provavelmente foi espancado, os ferimentos foram graves e profundos, ele foi baleado também... – ela falava enquanto lia pelo computador – Perdeu muito sangue, pela sua perna esquerda principalmente. Sinto muito.

- Yoongi, não pode ser. – eu me neguei a acreditar –

Fui levado até o quarto de volta, dessa vez não resisti. Eu estava incrédulo com aquilo tudo. O Yoongi tinha morrido, e eu tinha culpa nisso. Por minha culpa, ele saiu nervoso e aconteceu seja lá o que. E eu procurei ele, e o encontrei naquele estado. Aquele rostinho fofo, coberto de sangue e hematomas, sua perna manca, Yoongi... Você não me prometeu nada, acho que já pressentia.
Depois daí, não reagi mais a nada, preocupando minha Omma e alguns médicos, mas não me importo. Ele tinha partido? É isso?
O amor da minha vida tinha ido embora, e eu tinha culpa.
Não deixei me darem mais nada naquele hospital, me recusei, apenas pedi a minha Omma para que fossemos para casa. E ao chegar lá, corri para meu quarto, trancando a porta por dentro e respirando fundo. Caminhei em passos lentos até minha cama, onde me deitei, e abracei meu travesseiro me encolhendo. Logo o choro me tomou, dessa vez de forma silenciosa.
Eu não quero me desesperar, eu só quero ele de volta. Quero acordar amanhã e ter Min Yoongi deitado ao meu lado, e pode beijar aqueles lábios finos e rosados pela manhã como um bom dia, chorei com a possibilidade de que nunca mais o veria. Aquele sorriso gengival que me encantou, o meu açúcar.
Continuei com meu choro baixinho, ignorando as batidas na porta de meu quarto de minha Omma que me chamava para jantar, não quero. Só quero pensar nele, e imaginar nós dois, mesmo que agora isso me cause mais sofrimento. Eu o amei tanto, e fui tão imbecil.
Meu amor, me desculpe por ser assim... Por ser desse jeito paranoico, eu sei que agora você vai poder me ouvir, Yoongi. Me ouvir, e me ver. Eu te amo demais, irei morrer de saudades de você, e agora você virou um anjo.
Meu anjo, irei te eternizar em minha memória, Yoongi.
Obrigado por ter feito parte da minha vida, obrigado por ter me feito feliz, obrigado por ter me dado tanto amor, mesmo que eu não merecesse.
Obrigado, Yoongi.

Você marcou a minha vida.
Viveu, morreu na minha história.


Notas Finais


Não me matem, por favor ;-;
Beijão!
Até o próximo.


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