História Nothing Like Us - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Deathfic, Drama, Jeon Jungkook, Jikook, Kookmin, Leucemia, Namjin, Park Jimin
Visualizações 50
Palavras 2.819
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Notas finais, meus cheirosos!


Boa leitura ^-^

Capítulo 3 - Capítulo 2


- Jeongguk-ah! – fora a última coisa que a escutei gritar antes de virar a esquina e desaparecer no meio das pessoas que ali passavam.

SeonAh poderia ficar zangada comigo, obviamente ela ficaria. Porém, como que a pessoa que nunca deu a mínima atenção ao filho, ou, quando começou a dar, simplesmente mudou, gostaria de ser tratada? As vezes me paro pensando se SeonAh estava preparada para ser mãe quando descobriu que me teria ou apenas aceitou o fardo.

Minha mãe é filha única, como eu. Meus avós são médicos e nunca tiveram tempo para ela. Olhando por esse lado, SeonAh não tem ideia de como é ter um filho. Embora eles sejam meio distantes, eu gosto deles. Meu avô costumava me dar jogos de tabuleiro quando criança. Foi dele que eu ganhei meu Super Nintendo, o qual ainda funciona. Se eu dissesse que não sinto falta deles, estaria mentindo. Fazem cinco anos que não os vejo. O motivo? SeonAh conseguiu os afastar, como todos. Eu ainda não perguntei se pelo menos eles sabem da minha condição atual...

Meu pai é engenheiro civil e trabalha em uma empresa do ramo, onde é chefe do setor dele. Ao contrário de SeonAh, ele sempre arrumou tempo para mim, mesmo mal parando em casa e isso eu admiro nele. Meu pai tem um irmão mais velho e eu o chamo de tio favorito. Porque onde ele vai, ele arranca risadas e no fundo, eu queria ser como ele.

Uma das melhores memórias que tenho de meu pai é a do meu aniversário de sete anos. Normalmente ele é o único que lembra do meu aniversário, SeonAh sempre esquece e dois dias depois aparece com um presente e um sorriso como se fosse a coisa mais normal do mundo. Tirando os aniversários que literalmente passaram no esquecimento.

No dia do meu aniversário de sete anos meu pai me levou ao parque de Busan. O parque é enorme, e normalmente crianças não ficam satisfeitas ao irem em um parque no aniversário, até porque não é um parque de diversões. Mas eu fiquei feliz, mesmo sendo uma criança.

Fiquei feliz porque eu sabia que meu pai não esqueceria de mim. Aquele primeiro de setembro foi incrível. Meu pai fez um piquenique com tudo o que eu gostava, desde pizza até sanduíche de frango. Eu amo tudo o que vá farinha na receita e comi até sentir que minha barriga iria explodir. Depois ele ainda me comprou sorvete, e mais pizza, dizendo que gosta de me ver alimentado. Naquele dia eu ganhei o Hashi, o gato persa gordo e laranja que era meu único amigo. Meu pai me dissera no dia que tudo fica mais legal e colorido se você tem um animalzinho.

Depois de dez anos esse lugar se tornou o meu favorito. Um parque antigo com plátanos e com um campo enorme. Sempre que estou para baixo, todos os dias eu quero dizer... eu venho aqui. A calmaria desse lugar é deveras tranquilizante e, mesmo sendo por míseros minutos, quando estou aqui eu esqueço da vida que tenho.

Depois da discussão que tive com SeonAh, vim direto para cá, já que faço isso quase sempre; a não ser quando ela me proíbe de sair de casa. As vezes meu pai me pergunta “Por que chamas tua mãe pelo nome?” . O normal na Coréia é você chamar seus pais de Appa e Omma, porém eu não me sinto assim com a SeonAh, então chamá-la de mãe acaba tendo menos importância do que se eu a chamasse de Omma. Mas de uns anos para cá eu nem me dou ao trabalho de chama-lá desta forma.

Nesse momento me encontro sentado em frente ao lago, observando um grupo de amigos ao longe, provavelmente colegas de escola pelo uniforme azul escuro que os cinco usam.

O grupo conversa e ri, sentados no gramado do parque. E foram as risadas que me chamaram a atenção. Quatro pessoas, três garotos, que aparentemente tinham a minha idade e uma menina, que por sinal é a garota que vi na clínica tempo atrás. Como o mundo é pequeno, não?

Dos garotos um em específico me chama a atenção. Ele tem cabelos vermelhos como sangue, tinta obviamente. Ele ri como um condenado de algo que o garoto ao lado deve ter lhe dito. Diferente de todos, a risada daquele garoto não me irrita, é um som diferente, eu diria que até bom de ouvir.

Ter amigos é de fato uma coisa que eu nunca saberei o que é. Embora eu queira dizer o contrário, aquela cena me deixa deprimido. Na verdade, tudo me deixa deprimido desde o dia em que fui diagnosticado. Algumas pessoas que passam por aqui me olham com curiosidade. O que um garoto com cara de morto estaria fazendo sozinho em um banco no parque? Isso é uma das coisas que eu gostaria que não acontecessem. Onde quer que eu vá, olhares me seguem e embora eu não me sinta nem um pouco confortável, tento ignorar.

Meus olhos continuam naqueles garotos que, pela aparência, devem ter a minha idade. Um aperto me sobe no peito e eu sei o que é. Um suspiro sai de meus lábios no momento em que levo minha mão até o bolso da minha calça e tiro de lá uma pequena navalha, que roubei de meu pai anos atrás. Perante a categoria dos Corretos e Otimistas eu sou um dramático que quer atenção dos pais por ser carente. Mas a verdade é que eu não dou a mínima para o que pensam sobre mim, o máximo que sinto é aquele maldito desconforto. SeonAh nunca chegou a ver meus braços e minhas pernas, muito menos meu pai. Por causa dos cortes, as cicatrizes são várias, mas como tudo relacionado a mim, ninguém nunca as notou e, sinceramente, prefiro assim. Já basta as lições de vida que tenho de ouvir gratuitamente praticamente todos os dias. Se meus pais descobrissem provavelmente eu já estaria em uma clínica de recuperação.

Sem pressa, levanto a manga de meu sobretudo até a altura do cotovelo e pego a lâmina fazendo um primeiro corte na região recém cicatrizada. Após alguns segundos o sangue começa a escorrer por meu braço como uma gota de chuva no vidro de um carro em um dia chuvoso e essa sensação me trás uma certa paz. Não é como se algo tivesse me atingido, é como uma sensação de conforto, não sei descrevê-la, apenas senti-la.

– Jimin-si para com isso! – ouvi após alguns minutos. Olhei na direção que suspeitava ter vindo o som e acertei.

– Para com isso YangMi, nem foi tão forte. – escutei o ruivo responder para a garota que vi mais cedo. Jimin? Esse é o nome dele?

– Aigoo, você quase furou minha mão com essa caneta!

– Por que está zangada YangMi-ssi? Você perdeu a aposta! – e com isso a garota lhe jogou um pedaço de... pizza?

– Deixa que eu mesmo desenho o meu rosto na mão dela. – disse um dos garotos que estava ao lado do ruivo. Esse tinha o cabelo castanho e falava as gargalhadas.

– Aish, vocês são uns malas, gente. Eu não tinha falado sério quando apostei com vocês. – resmungou a garota.

– Aposta é aposta, YangMi. Você deixava nós desenharmos na sua mão com caneta permanente o que nós quiséssemos ou teria de comer a comida do Jimin. Era esse o trato. Você escolhe, lembra?

– E que culpa eu tenho se meus pais me obrigaram a vestir aquele sombrero no jantar? – perguntou com um pequeno lamúrio.

– Seus pais sempre nos ajud... – começou o moreno mas logo fora interrompido.

– Qual o problema de vocês com a minha comida? – o ruivo usou um tom indignado. – Eu cozinho bem! Hoseok sua pizza é pior que a do Namjoon!

– Ei! – disse o último garoto que até então estava quieto observando a cena em sua frente. – Vocês colocam defeito mas quanto se entocam na minha casa comem tudo o que eu cozinho.

– Desculpa hyung. – o tal Jimin respondeu com um sorriso debochado para o garoto de cabelo verde.

– Não ouse subestimar meus dons culinários, Park Jimin. Você ainda vai implorar por algo que eu preparar! – rebateu em um falso tom de ameaça o de cabelo castanho.

– Na verdade nenhum de vocês cozinha bem. – disse em meio a risos a garota. – Pensando bem eu prefiro ser marcada com essa caneta.

– Aish! – agora o ruivo fingia um beiço de reprovação.

– Sabia! YangMi, esse desenho vai ficar a minha cara! – o moreno começou a desenhar.

Senti uma irritação se apossar de mim. Cena ridiculamente exagerada aquela, mas era o que as pessoas na minha idade mais sabiam fazer, escândalos desnecessários em público. Fiquei ali, por um segundo observando o lago, não sei como e nem o porquê, mas as vozes à minha volta estavam ficando mais baixas e distantes. Seria um alívio para minha cabeça, se não sentisse meu estômago embrulhar e minha cabeça rodar. Levantei-me rapidamente na tentativa de fazer com que aquilo parasse. Tentativa falha. Tudo piorou, minha visão ficou enevoada, mal conseguia dar um passo pela tontura. Senti minhas pernas cederem, eu sabia o que estava acontecendo. A última coisa que vi foi meu corpo caindo na direção do lago.

“ – Appa, vai ler outra história para mim? – o menino de cabelos escuros perguntou ao pai que estava ao seu lado na cama naquela noite fria de inverno.

– Irei Jeongguk-ah. – respondeu o homem.

– Que história é essa?

– Uma diferente de todas as que lhe contei até hoje.

– Sério? Sobre o que é? – o menino pulou em ansiedade.

– Sobre o amor, filho. – com isso o homem recebeu um olhar brilhante do filho. – Deite-se, que começarei a ler. – dito isso, o garoto cedeu.

–‘Haviam dois jovens, ambos desconhecidos um pelo outro. Com vidas distintas e sem cor ao ver de todos. A garota era uma artista, tinha dons artísticos para o desenho. Passava horas em seu quarto passando para o papel tudo o que sentia e tudo o que pensava. Era linda, todos a diziam isso, mas aos próprios era insuficiente. Já o garoto tinha uma personalidade otimista e brincalhona. Por onde passava esbanjava alegria... porém ele não era feliz. O destino tratou de unir o caminho dos dois de uma forma surpreendente. A moça nunca tivera contato com garotos, pois crescera em um internato feminino. Já o rapaz estava sempre rodeado por garotas e garotos até. Certa tarde, ambos se cruzaram, em uma situação um tanto inusitada, em um acidente de carro. A garota ficou entre a vida e a morte no hospital, já o garoto ia ao hospital todos os dias, talvez por remorso. Quando a garota acordou e soube do rapaz, sentiu uma coisa que eu nunca quero que tu sintas por alguém, filho. A moça sentiu ódio, um ódio tão grande que ela jamais sentira. Já o rapaz estava apaixonado, ele não sabia como, mas estava. Porém, com o tempo a moça continuava o desprezando. Mas o rapaz não desistia, e sabia que um dia ela lhe corresponderia. No ano seguinte o rapaz sofreu outro acidente de carro, porém esse o levou. Quando soube do ocorrido a garota se sentiu como se seu mundo tivesse sido arrancado de si... então ela deu-se conta de que também o amava, mas já era tarde...’

– O amor muda as pessoas Jungkook-ah. Até as piores pessoas mudam com o amor verdadeiro. O quero lhe dizer é para quando encontrar o seu... não seja tolo.

– Eu encontrarei um amor verdadeiro, appa?

– Todos encontram, meu pequeno. – disse o homem com um sorriso de canto. – Agora durma... e lembre-se que quando esse dia chegar, ele não será mais o mesmo...”

Frio, fraqueza, enjoo e dor. Era isso o que eu sentia enquanto meus sentidos voltavam. Sentia mãos ao meu redor e um calor junto dessas. Abri lentamente os olhos e vi olhos me olhando com curiosidade. Eu estava no colo de alguém?

– Ah, você acordou. Como se sente? – a tal garota que eu vira mais cedo me perguntou em um tom preocupado. Não respondi, pois a fraqueza não me ajudava.

– Gente ele acordou! – aigoo, minha cabeça parece que explodirá a qualquer momento.

Segundos depois os garotos que vi rindo apareceram no meu campo de visão. Entre eles estava o ruivo sorridente, só agora ele possuía um olhar preocupado. As cenas anteriores voltaram a minha mente, recobrei-me de ter caído no lago. Então com isso levantei de súbito olhando ao meu redor. Minhas vestes encharcadas, meu corpo dormente e minha mente girando.

– Garoto, você está bem? – ouvi a voz da garota novamente.

– Estou. – menti olhando para eles. – Mas vocês poderiam ter me deixado dentro daquele lago. – realmente podiam. Não tem sensação pior do que a de voltar de um desmaio. Era sempre a mesma coisa, aquele enjoo e desnorteamento. E agora, um grupo de estranhos estava presenciando um de meus desmaios.

– Espera, o quê? – o garoto moreno me perguntou com sarcasmo. – Você queria morrer? Por acaso você é louco?

– Hoseok! – repreendeu a garota. Com isso o garoto se calou e deu de ombros. – Eu sou a YangMi. – após alguns segundos ela disse com um sorriso. – Esses são Hoseok, Namjoon e Jimin. – o último estava completamente molhado. Provavelmente fora ele quem me tirou da água.

– E eu me importo? – disse os olhando. Tenho raiva de quem finge preocupação com os outros. Por que me tiraram daquele maldito lago? – Se me dão licença eu vou embora. – falei com os dentes cerrados e dei de costas, começando a andar.

– Você é um mal agradecido. O Jimin salvou a sua vida e você nem ao menos diz um obrigado? Qual é o seu problema, cara? – ouvi uma voz grave as minhas costas e me virei. Era do esverdeado.

– Mal agradecido? Jura? Eu deveria agradecer por algo que eu não desejeva? – senti minhas pernas tremerem com a força que estava fazendo para ficar em pé.

– Devíamos tê-lo deixado no lago mesmo.

– Isso teria sido ótimo. – falei com um sorriso cínico.

– Não seja por isso, eu te jogo lá de volta. – respondeu o grandão já vindo na minha direção.

– Para com isso, Namjoon! – disse o moreno se colocando na frente do outro.

– Eu não vou deixar esse pirralho...

– Vamos embora gente. – o ruivo que estivera quieto até agora me observava com um semblante... decepcionado? – Não preciso que ele me agradeça, porque fui eu quem o viu caindo e correu para o ajudar.

– Na próxima que você quiser bancar o herói vê se lembra que existem otários como esse cara, no mundo! – o outro gritou na cara do mais baixo e deu de costas a passos largos.

– Espera, Namj! – o moreno correu atrás do outro deixando apenas os outros dois para trás.

– Se você está bem, eu vou também... tchau. – recebi um tchau baixo da garota que até pouco tempo estava sorrindo. Após uns segundos ficou apenas o ruivo. Que permanecia me encarando.

– Perdeu alguma coisa? – perguntei o encarando de volta. Ele sorriu e desviou o olhar. Por que aquele sorriso pareceu me aquecer em meio ao frio que eu estava tentando controlar?

– Você é sempre assim? – seu olhar voltou para mim me causando uma estranha sensação de desconforto. Ele percebeu meu olhar confuso e continuou. – Estúpido com as pessoas.

Não respondi, apenas mirei o nada. Ele então estalou a língua e disse por último antes de seguir os amigos que já se afastavam. – Entendi, você não tem amigos.

O olhei com os olhos confusos. Como ele...

– O que você...?

– A forma como agiu na defensiva. Gosto de pessoas assim, embora você seja o primeiro a agir assim comigo. Eu sei porque... não importa. Apenas... valorize a vida que tem, muitos gostariam de viver e não podem. – falou com o olhar vago. Claramente ele não sabe a vida que tenho. Viver? Uma vida limitada? É complicado.

Fiquei sem reagir, apenas o encarei de volta. Após uns segundos ele virou-se e seguiu caminho. Por um momento fiquei a encarar as costas do garoto ruivo, observando-o se afastar junto de seus amigos.

Ainda com as pernas trêmulas segui caminho para minha casa, não me importaria se caísse novamente e um ônibus passasse por cima de mim. Na verdade, seria uma ótima ideia.

Assim que cheguei em casa SeonAh veio me receber com olhar de reprovação. Como se eu me importasse com o que ela pensa sobre mim.

– Resolveu se atirar no mar? Onde estava? Por que está desse estado, Jeongguk? Quer pegar uma pneumonia?!

Não conti e larguei uma risada nasal.

– Jura que se importa?

– Sou sua mãe! É claro que me importo, Jeongguk!

– Estranho que você não pensou assim a vida toda. Por que me despreza tanto?

Senti novamente minha cabeça rodar, minha visão enevoar e até mesmo os sons estrondosos ficarem silenciosos. Não ouvi a resposta que recebi. Podia ouvir que ela gritava comigo, mas eu estava fraco de mais para responder.

– Me responda, Jeongguk!

Até mesmo os gritos de SeonAh pareciam distantes...

E tudo o que vi foi a escuridão.


Notas Finais


Então, prometi atualizar no sábados. Porém, eu sou a rainha da lerdeza e da preguiça. Então me desculpem. Eu tento atualizar as minhas fanfics em ordem mas não é o que acaba acontecendo 😂😂. Eu decidi deixar o Gguk chamar o Jihoon de pai mesmo porque eu acabo esquecendo de por o Appa. Já a SeonAh é pelo nome mesmo por desejo do próprio Jeongguk. O que acharam dessa leve filosofia do Jimin? Confesso que eu amo o Jimin de Nothing Like Us. Ele é aquele famoso "homão da p*" e não, não é pelo motivo que vocês estão pensando kkkk. Eu escrevi um prólogo alternativo de NLU e o postei, vou deixar linkado aqui para darem uma olhada, porém como eu disse, é alternativo.

https://spiritfanfics.com/historia/set-me-free--jikook-version-9485916 - Minha Jikook sobrenatural.

https://spiritfanfics.com/historia/madame-antoine-9598257 - Minha mais nova comédia romântica. Olha não é porque é minha mas está mara! Recomendo.

https://spiritfanfics.com/historia/o-primeiro-outono-9903586 - Prólogo alternativo de Nothing Like Us

https://spiritfanfics.com/historia/liar-9473252 - Fanfic da cheirosa SaSá! Vão ler, chuchus!

Deixem seus comentários, os responderei ^-^

Gabbie xx


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