História Nothing Like Us - Capítulo 23


Escrita por: ~

Visualizações 89
Palavras 5.829
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


HII II
AVISO! >>>> LÊ QUE É IMPORTANTE (DEPOIS NÃO DIZ QUE NÃO AVISEI) <<<<<<


Primeiramente tô aqui por culpa de nyongtory e mayday, eu realmente não devia estar att agora mas....

Esse cap... E o primeiro da sequência dos meninos passeando pelo japão como deve estar "todo mundo" esperando.
Então primeiramente (de novo): DEU UM TRABALHO DA PORRA. Gente... Vocês não tem noção que trabalho que deu pra me situar nessa tour deles e mesmo assim não sei se ficou 100% então é agora que vcs para e pensa que deve não só me amar mas panfletar NLU porque eu dou meu sangue, suor, lágrimas e limão pra vocês nesse junbob plmds.... ANYWAY...

Vai ser dividido em duas partes. Essa que é do JIWON POV (como sempre) e JUNHOE POV (finalmente). Vai ser eles no mesmo dia, passeando com os embustes que eles ainda insistem em gostar (Hanbin/Jinhwan) e já tô avisando aqui pra fazer vocês ansiosas rrsrsrsrsrsrs.
Agora... NÃO ESPEREM DEMAIS. Já tô falando pra não decepcionar ninguém depois. Tanto do Bobby nesse passeio, como do Junhoe e seu POV. Isso é a ponta do iceberg que vai fazer o titanic afundar? Provavelmente. Mas mesmo assim vão com calma e é isso. Agora pode ler ♥

Capítulo 23 - Dotonbori


Saio do banheiro envolvido em um roupão, tentando me cobrir o máximo que consigo apesar do pano também ser curto e encontro Hanbin sentado na poltrona de novo, parecendo desconfortável enquanto me espera.

—Desculpa por te fazer esperar.— Peço olhando em volta, tentando pensar no que vestir pra ficar apresentável. Na Ri disse que poderiamos vestir o que quisermos, mas se eu usar meus moletons de sempre ela vai me mandar trocar. Suspiro comigo mesmo, desejando ter feito como Junhoe e... Escolhido a bendida roupa antes, principalmente porque parece que estamos atrasados.

—Eu te liguei um milhão de vezes.—O outro me fala achando graça enquanto caio de joelhos pra achar roupa sem me expor. Mas... Não é engraçado. Já sou vulnerável  o bastante na sua frente, com ou sem roupas.

—Meu celular deve ter...— Olho procurando pelo meu celular, flashs da noite passada me bombardeando. Arregalo os olhos, vendo que Junhoe parece não ter tido tempo de recolher... Nossas roupas e a cama do sexo parece estar bem óbvia no seu propósito. Olho do lugar pra Hanbin sabendo que ele deve ter passado todo o tempo que me esperou tentar me matar sem sucesso no banheiro pras peças de roupa jogadas no chão, e concluiu o óbvio. Não que eu me importe só...

—Tá carregando ali.— O outro me aponta e sorrio agradecido, fingindo que não me importo por ele estar vendo minha bagunça pós sexo. Eu sempre... Sempre mesmo perco meu celular ou esqueço de carregar. E Hanbin sabe tão bem disso que configurou em alarme que apita quando fica muito tempo desligado, porque isso com certeza significa que eu perdi e não sei onde ele está. Mas... Não foi Hanbin que pos pra carregar. Foi Junhoe. E isso me faz sorrir abertamente agora, esquecendo do resto.

—Bobby?— O outro me chama, me fazendo acordar pra vida.

—Ok. Já entendi... Atrasados. Vou me vestir.— Falo por fim pegando uma blusa laranja que usei em um photoshoot, as calças super apertadas de Yun e vai ser isso mesmo. Corro pro banheiro de volta e me enfio nas roupas em segundos, voltando balançando o cabelo porque não vai dar tempo de arrumar o cabelo.

—Não vamos precisar fazer maquiagem?— Pergunto enquanto passo perfume e procuro por uma jaqueta pra deixar no carro.

—Provavelmente lá.— Hanbin pula quando vê que estou pronto, depois de passar alguns cremes de Junhoe na cara.

—Então vamos?— Me volto pra calçar os tênis mas ele me para.

—Você não vai arrumar o cabelo?— Sua mão voa para os fios grandes demais na minha testa, e recuso seu toque, me desvenciliando.

—Não.— Suspiro simplesmente.

—Então... Pega um boné ou touca ou qualquer coisa.— Ele comanda, perdendo o suave na voz, me dando uma ordem de líder. Pego o primeiro boné que vejo pela frente, o enfiando pra trás  e correndo pra fora do espaço confinado com Hanbin, tendo que voltar correndo pra pegar a carteira e o celular que graças a Junhoe está carregado. Vai ser um longo dia.

*

Descubro que vamos gravar vários... Episódios? Não sei como chama isso mas vamos gravar várias coisas, pra fazer tipo uma TV especial, principalmente porque estamos separados, então por isso estamos começando tão cedo. O plano é ainda se encontrar a noite e se reunir todo mundo junto, pra gravar o encerramento e a abertura.

—Tudo hoje?— Pergunto fingindo não estar chocado/pressionado. Não me deixaram nem tomar café hoje e vou emburrado o caminho todo enquanto como besteira as 9 hrs da manhã.

—Pra onde vamos mesmo?— Pergunto pra Na Ri, porque ela é responsável por mim e Hanbin. Yun, Dong e Chanwoo ficaram com baymax hyung porque além de eles darem mais trabalho estão em três e simplesmente não tem limites. Sei que eles vão andar em vários shoppings e que não foram permitidos levarem os próprios cartões de crédito, tendo que ganhar dinheiro através de algumas provas. Sorrio aliviado porque se Chanwoo já não consegue guardar dinheiro na segurança de casa, comprando tranqueira pela internet imagina quando eles forem naqueles shoppings de nerd cheio de... Tudo? Ele iria surtar. E o mesmo vale pra Yunhyeong com roupas e Donghyuk com basicamente tudo que tem cheiro bom.  Fico chocado como eles conseguiram ludibriar o hyung a permitir um negócio desses e já fico com dó dele desde agora.

Não sei detalhes sobre Junhoe e Jinhwan simplesmente porque não quis perguntar, mas eles estão indo com o japa e vão fazer passeios em parques e museus e etc. Eles tem um gosto muito parecido em praticamente tudo, então apesar de eu achar chato, sei que os dois devem estar em sintonia quanto a isso. Olho pra Hanbin que começa a me falar que vamos simplesmente turistar e andar pelas ruas enquanto experimentamos comidas e vemos aleatoriedades, me deixando animado instantâneamente. Isso sim é meu tipo de passeio. Vamos ver arte de rua, e provar da comida, e nos sentir... Parte da cultura. Finalmente conhecer o japão, pelo menos um pouco, depois de anos sem ter a oportunidade.

*

 

O dia voa enquanto sou absorvido pelas ruas de Dotonbori, ficando impressionado por cada coisa que vejo.  É tanta... Gente passando por nós que mesmo com a staff nos gravando eu me sinto invisível, como mais um apreciador desse lugar incrível.

—Eu não acredito que estamos na rua da comida!— Grito agarrando o braço de Hanbin enquanto aponto para o tanto de bares e restaurantes que tem a cada passo, o mandando gravar bem pra onde estou apontando pra depois voltarmos e comer em todos eles. Fico realmente... Feliz em estar ao ar livre desse jeito, então minhas interações com Hanbin se tornam instantaneamente naturais, enquanto conversamos e rimos e fazemos graça um pro outro, como antigamente.

Vemos um cara com uma máscara de dragão, e isso obviamente assusta Hanbin que tem medo de tudo. Ele começa a fazer os barulhos estranhos de sempre quando passamos pelo cara, e vou pedir pro moço desconhecido me emprestar um pouquinho, só pra zoar com a cara de Hanbin, o que resulta em ele encenando uma luta comigo. Continuamos, entrando em ruas que pra mim são aleatórias, mas que Na Ri as olha no mapa freneticamente, nos fazendo experimentar as melhores coisas em primeira mão. 

O tempo está... Agradável, nem calor nem frio, e começamos a entrar em lojas onde Na Ri nos dá dinheiro pra comprar um presente pra cada um dos meninos, esta sendo nossa missão, e eu e Hanbin nos divertimos e rimos tanto enquanto escolhemos coisas absurdas que minha barriga dói de tanto rir.

—Vamos comprar coisas inúteis.— Hanbin afirma quando pega uma bolsa de coração que se transforma abrindo em  umas asas, a moça nos explicando que vem com apetrechos das três espiãs demais, e grito maravilhado.

—Vamos levar isso pro Chanwoo!— Falo pra ele que concorda comigo, mas antes brincamos com tudo primeiro, fazendo Na Ri se transformar no Jerry e nos dar uma missão. Hanbin fala que quer ser a Clover e eu sou a Sam, porque decidimos que Chanwoo parece a Alex e choramos pra noona até ela ceder mais dinheiro pra comprarmos as bolsas pra gente também, argumentando que são três espiãs demais porque são... Três. Falamos pra câmera que vamos fazer V lives especiais com isso, e ela decide que o dinheiro gasto vai compensar no entretenimento então Hanbin e eu saímos de lá com as mochilas nas costas, eu com a verde e ele com a vermelha, e pedimos para a moça embrulhar em papel dourado a de Chanwoo.  Compramos uma máquina pollard pra Yunhyeong que encontramos que é... Genial Meu Deus é a melhor coisa que eu já vi na minha vida é... Genial.

—Então a gente escolhe quantas fotos a gente quiser e programa a maquina...— Falo me segurando pra não rir enquanto Hanbin e Na Ri começam a fazer o arcenal, até ligando pras pessoas que ficaram, pra pedir ajuda. Isso vai demorar, mas vai ser épico.

—Então depois, independente do que tentarmos tirar a foto...— Começo a rir porque é a coisa mais incrível que eu já vi nos meus 21 anos.

—Vai sair uma foto das que você programou.— A moça me explica de novo e não aguento mais, quase me jogando no chão de rir. Eu imagino Yunhyeong com essa câmera, porque ele adora pollards e coisas do tipo, tentando tirar fotos enquanto saem... ele mesmo.

—Ual... Isso é...— Hanbin fala enquanto está mandando todas as fotos que encontra de Yunhyeong para o programa da loja. Ele tá fazendo isso com o meu celular também, e recebo dele pra... Agilizar.

—Vocês podem reprogramar a máquina depois, com outras fotos ou simplesmente... Fazer ela funcionar normalmente. Só precisam do pendrive que abre esse mesmo programa.— Ela continua e não acredito que o japão é o país mais inteligente do mundo.

Perdemos duas horas do nosso dia enviando aproximadamente 500 fotos selecionadas por... Todo mundo. Resolvemos que isso é bom demais pra não envolver todo mundo então ligo pra chanwoo que tira desfarçadamente umas novinhas enquanto Yunhyeong paga mico pelo shopping, e Hanbin liga pra Jinhwan pedindo fotos dele também.  Todo mundo manda foto. Todo mundo mesmo. Desde fotos constrangedoras a... Fotos constrangedoras de novo e ele sendo bonito. Eu poderia passar o dia inteiro só fazendo isso, mas Na Ri nos informa que temos que continuar e gravar a parte do dia antes que escureça.

Hanbin e eu tiramos uma foto, para ser a primeira foto que vai sair da pollard, e não fazer Yunhyeong desconfiar logo de cara.

—Vamos pedir pra ele tirar nossa foto primeiro já que é nosso o presente.— Hanbin concorda comigo enquanto a dona da loja que esperou pacientemente por nós terminarmos com o exagero de fotos.

—Desculpa por todo o trabalho.— Peço quando ela já está embalando pra presente em um papel azul marinho.

—Lembre-se que você pode configurar de novo depois sim?— Ela me diz e olho pra hanbin porque era ele quem estava prestando atenção nessa parte.

—Ele só vai saber disso depois de ter mais de 500 pollards de si mesmo.— Hanbin comenta e começo a rir de novo.

Fico olhando pro papel e... Tive uma ideia.

—Vocês imprimem... Aqueles adesivos também?— Pergunto voltando no meio do caminho, a staff já do lado de fora.

—O que você vai fazer?— Hanbin me pergunta curioso e percebo que estava segurando sua mão. Solto sem jeito me voltando a moça que me diz que sim.

—Você poderia imprimir um com o símbolo da nívea?— Pergunto sorrindo e Hanbin entende.

 

*

Já é quase 14H da tarde e percebo que mal comi, e estamos na porra da rua da comida. É tanto cheiro diferente que fico até tonto.

—Vamos comer logo caralho!— Xingo Hanbin que parou pra brincar com as lanternas de papel.

—Olha a boca...— Ele me repreende e lembro que estamos gravando.

—Desculpa! Ah meu Deus, me desculpa.— Eu peço me curvando pra camera, colocando a mão no rosto de vergonha. Na Ri ri da minha cara, me oferecendo dinheiro pra finalmente comer e o paraíso gastronômico abre seus braços pra mim.

Gravamos enquanto comemos um pouco de cada, minha boca cheia demais pra conseguir falar mais do que “Isso é gostoso” e “Quero mais” e “Ual”.

Quando estou tão cheio que preciso de apoio pra andar, Hanbin e Na Ri me lembram que precisamos encontrar presente pros meninos ainda e como a gente demorou metade do dia pra achar só 2, temos tempo agora.

—Vocês tem até as 18 Hrs pra terminar de comprar todos os presentes.— Ela anuncia pra gente que é quase engolido pelo fluxo de gente que começa a aumentar cada vez mais. Hoje está sendo... Surpreendentemente melhor do que eu achei que seria. Nem tempo pra pensar estou tendo, e isso é bom, não pensar sobre como Hanbin e eu nos encontramos de mãos dadas as vezes sem nem perceber ou como ele anda abraçando meus ombros ou ao contrário, quando literalmente me carrega. Mas não tem... Maldade entende? Não tem segundas intenções, somos só nos dois passando  um tempo juntos depois de muito tempo e tentando não se perder um do outro no mar de gente.  Isso me faz ficar feliz, me faz acreditar que estamos virando a página e que vamos nos encontrar do outro lado, mesmo que meu coração ainda salte agora.

 

 

                Achar 3 presentes tão bem elaborados quando fizemos para Chanwoo e Yunhyeong em 4 horas foi mais difícil do que debutar... Espera, não tão difícil, mas foi definitivamente quase.

Chegou um ponto que começamos verdadeiramente correr, porque o tempo estava acabando e a gente perdendo muito tempo. O de Dong foi o mais fácil, principalmente porque decidimos que ele merecia alguma coisa util de verdade e não só engraçada. Então compramos dois. Primeiro um conjunto de pedras de massagem que esquenta e ajuda a tirar a tensão e que tem propriedades calmantes mas que no fim são só... Pedras. Decidimos que vamos dar só isso pra ele e ver sua reação, e então corremos pra Shinsaibash, uma rua também famosa e tão movimentada quanto, que tem lojas de perfume, cosméticos e roupas na sua grande maioria e compramos uns produtos que o Dong estava falando que queria, e uns cremes de massagem.

—Sera que ele vai gostar?— Hanbin me pergunta incerto, porque depois da super produção que é a maquina pollard de Yun nada parece ser o bastante.

—Claro que vai...— Falo pensando em como Donghyuk é literalmente um anjo.

 

A parte mais díficil é agora, e ambos estávamos... Evitando isso. Que é comprar pra Jinhwan e Junhoe. Isso é tão... Estranho, que na primeira vez no dia me sinto desconfortável, me tornando consciente das câmeras e do que estou falando. Hanbin sente também e o clima entre nós... Esfria?

—O que você quer comprar?— Ele pergunta enquanto começamos a andar devagar pelas ruas, sem pressa mesmo faltando menos de 2 horas pro nosso tempo acabar.

—Não sei.— Replico honesto porque... Não sei mesmo. Percebo que não sei de Junhoe o bastante pra comprar um presente pra ele, e isso me deixa com o coração pesado. Tento pensar em alguma coisa que ele tenha dito em algum momento, mas não... Sei.

—E você?— Jogo a pergunta de volta, porque ao contrário de mim Hanbin sabe exatamente tudo de Jinhwan, então não é... Difícil pra ele.

—Quero comprar uma fantasia de pikachu pra ele como zoeira e... Uma guitarra.— Ele me diz baixo e engasgo com o algodão doce que estava beliscando.

Uma guitarra? Quem tem dinheiro pra comprar uma guitarra? Me recupero, recebendo água de Na Ri que parece estar enxergando todo o drama por trás, e forço o riso, porque ainda estamos de frente as câmeras.

—Ya! Nosso orçamento quase não deu pra comprar um algodão doce e dividir como você quer comprar uma guitarra?— Finjo achar engraçado, mas amnos sabemos que ele vai comprar com o próprio dinheiro.

—Jinan hyung sempre compra coisas caras pra gente então eu pensei em usar um pouco do meu próprio dinheiro? Vamos achar alguma coisa pra Junhoe primeiro então... A gente vê.— Ele foge do assunto, mostrando que está decidido em comprar a porra da guitarra, me fazendo repensar sobre o que eu estava pensando sobre virar a página e etc porque isso... doi apesar de não dever doer mais.

—Vocês tem 1 hora.— Na Ri nos tira da conversa seria demais e que vai ser editada.

—Vamos nos separar então.— Ofereço, porque não quero assistir Hanbin comprando a porra de uma guitarra. Eu... Mereço não passar por isso.  Olho pra Na Ri quase implorando e ela assente.

—Vocês tem que se encontrar na ponte encima do rio exatamente ás 18H.— Ela nos comunica dividindo o dinheiro.

—Vocês não podem ir longe porque está movimentado demais. Então se atenham ao tempo e comprem logo.— A noona dita e Hanbin se precipita pra voltar pras ruas de dotonbori, me deixando em Shinsaibash sozinho.

 

 

 

                Decido que vou comprar pra Junhoe vários presentes, coisas simples que sei que ele com certeza gosta.

Volto a loga que comprei as coisas pra Donghyuk pra procurar pelo perfume que gostei e que me lembrou de Junhoe, enquanto explico meu plano no caminho, usando uma self cam agora.

—Eu vou comprar... Presentes soltos pra ele já que não somos muito próximos e não sei o que ele gostaria.– Começo a rir porque isso era verdade e agora é... Verdade ainda também, só que mais ou menos.

Volto a mesma vendedora que me atendeu e peço pra sentir mais uma vez o perfume e o acho perfeito pra Junhoe.

—Vocês acham que ele vai... Gostar?– Pergunto recíproco pra câmera enquanto peço pra ela embalar pra presente.

Shinsaibash é menos movimentado que Dotonbori e consigo fazer o percurso tranquilamente, algumas pessoas me reconhecendo e acenando, mas a staff como fez durante todo o dia não as deixou se aproximar e atrapalhar a gravação, o que acho isso um absurdo.

—Vocês sabem onde posso encontrar coisas bonitas pra dar de presente?— Grito para um grupo de garotas que tentam tirar foto de mim.

—Pra homem ou mulher?— Uma garota prestativa me pergunta.

—Pro Junhoe.— Sorrio pra elas que começam a gritar. É estranho como as pessoas gostam da gente juntos mesmo que sejamos estranhos.

—Tem lojas de joias... Junhoe oppa gosta de brincos certo?— Uma me ajuda.

—E discos... Michael Jackson!— Outra exclama.

—Jiu jstu?— Outra exclama e paro pacientemente pra ouvir enquanto elas me dão ideias. Posso comprar tudo... Na Ri, que ficou comigo por algum motivo, me manda seguir em frente ou não vai dar tempo e agradeço as meninas, contornando os dois camera men que estão barrando as garotas e posando pra uma foto rapidamente. Eu estava pensando nessas coisas de qualquer forma, mas fico feliz sempre que encontro alguma fã e converso assim... Elas me deram até instruções de como chegar em cada lugar, então vou comprando rapidamente enquanto meu tempo voa.

Pego alguns discos do Michael Jackson, tentando lembrar se Junhoe já tem ou não. Ele coleciona tanta coisa... O vendedor me instrui em uma coletânea com músicas que não foram lançadas e acusticos com versões especiais e resolvo que é perfeito. Compro uns CDs de R&B também, além de um EP do X Japan que têm três músicas, entre elas Tears.  Saio de lá para ir pra loja de joias que as meninas falam e compro alguns brincos, procurando por alguma coisa... especial. Até que eu vejo o colar, com a corrente de prata fina, com um medalhão bonito, fundido em alguma coisa que não sei traduzir, mas que o faz reluzir como fogo de dragão. Peço pra esse ser um presente separado dos brincos e penso em mais alguma coisa, desistindo de comprar faixas de jiu jtsu porque não sei direito como funciona.

Passamos por um departamento de coisas pra casa gigante e penso sobre como Junhoe não gosta de dormir no escuro, resolvendo comprar uma luz noturna pra ele. Procuro por um tempo e encontro uma que reflete constelações no teto, e é... Perfeita. 

—Quanto tempo ainda tenho?— Pergunto pensando que ainda falta alguma coisa, porque são presentes pequenos e apesar da caixa bonita ainda parece... Vazio.

—20 minutos.– Alguém me responde e sei que não tenho tempo de comprar mais nada, então entro na primeira loja de roupas que encontro, com a desculpa de comprar alguma pra ser o presente de brincadeira, mas que acabo escolhendo blusas parecidas com as que eu durmo para “repor” as dele, e mais uma jaqueta que Junhoe sempre fala que é bonita mas nunca para pra comprar por ser diferente do estilo dele. A peça parece mais comigo honestamente, pelo estilo mais... Largado. Mas ele gostou quando viu da primeira vez, quando estavamos indo de um fan sign pra outro, e espero que goste agora. Isso passa (e muito) do meu orçamento dado por Na Ri, na verdade só o perfume já foi metade, mas completo com meu dinheiro e arranjo os presentes na caixa de acordo que agora ela parece cheia. A caixa é grande... quase como uma de escritório, e apesar de estar satisfeito, não sei se é o bastante, porque são coisas simples, que me lembraram dele, mas comparado a guitarra que Hanbin vai dar pro outro, ou o que Jinhwan compraria se estivesse no meu lugar meu presente é...

—Bobbynah... Precisamos ir.— Na Ri me tira dos meus devaneios. Voltamos pra Dotonbori rápidamente, eu carregando a caixa e ficando maravilhado com as luzes neon que as ruas começam a adquirir com a noite, oficializando que o dia acabou.

Chego antes de Hanbin, então enquanto espero volto a andar pelas ruas abarrotadas de gente agora, a caixa já sendo levada pro carro, ainda tentando encontrar o presente de brincadeira pra Junhoe mesmo fingindo que não.  E tenho o maior insight do dia quando descubro.

—Isso é um travesseiro que abraça?— Grito pra ninguém em especial, fazendo as pessoas me olharem como se eu fosse louco.

—Exatamente.— Um velho simpático brota pra me atender, me chamando pra entrar na pequena loja.

—Jiwon a hora...— Na Ri me alerta mas finjo que não escuto.

—Ual...— Fico maravilhado enquanto ele me mostra o rolo gigante. Ele me mostra que dá pra dobrar e dormir no chão com isso de tão confortável, que cabem duas pessoas e que você pode fazer de todas as formas pra ficar confortável. Isso é... O presente perfeito pra Junhoe. Quero devolver todo o resto e dar só isso pra ele porque é... Perfeito e engraçado. Não que eu não goste de dormir com ele, porque honestamente é minha parte favorita em Junhoe no geral, mas isso é... Sensacional.

Então eu compro, chorando pra Na Ri me dar mais um pouco de dinheiro porque o meu acabou na loja de roupa, o senhor até me dando desconto. Por fim, ela cede, e fico tão feliz enquanto carrego o troço gigante que parece que é pra mim mesmo. Enrrolo pelo meu corpo me sentindo um krunk, lutando pra não tropeçar ou pisar no negócio, porque mesmo estabdo envolvido em plástico não quero sujar. Ainda convenci o moço a fazer um laço vermelho gigante e esse é o melhor presente de todos. Volto pra ponte, pedindo desculpa pras pessoas que tentam passar por mim, onde Hanbin que me espera agora, com obviamente uma guitarra nas mãos. Olho pra ela me sentindo... Dormente, apertando o travesseiro contra mim, me sentindo abraçado e seguro.

—O que é isso?— É a primeira coisa que ele pergunta e sorrio, porque estamos gravando, e mesmo já tendo explicado pras cameras quando estava comprando, dando uma desculpa de Junhoe sempre reclamar quando dorme fora de casa e etc e que isso definitivamente, definitivamente vai fazê-lo gostar de mim.

—Um travesseiro.— Respondo sorrindo pensando na expressão de Junhoe ao receber isso de presente. Hanbin percebe que estou animado assim por ser uma piada interna, e não insiste no assunto, o que agradeço porque não estou me intrometendo em ele comprando a porra de uma guitarra.

Por fim falamos rapidamente sobre o nosso dia e como aproveitamos o dia como quase turistas e que esperamos que os meninos gostem dos presentes e encerramos essa parte, ganhando 15 min pra respirar sem a câmera registrar.

A staff leva nossos presentes pro carro, Na Ri reclamando do tamanho do travesseiro, deixando Hanbin e eu completamente sozinhos pela primeira vez, mesmo que a 10 metros de distância deles enquanto se preparam para seja lá o que esteja por vir.

—Foi divertido hoje.— Hanbin começa a falar enquanto só assisto as luzes e todos os desenhos, lendo as placas, absorvendo o que só vejo o contorno pelo meu quarto.

—Foi... Incrível.— Concordo porque o dia inteiro foi sensacional. Nos divertimos de verdade, e fizemos isso juntos. Foi tudo que eu não esperava e estou contente por isso.

—Você... Está melhor agora? Em relação a ontem quero dizer...— Hanbin começa com conversas sérias e desejo que ele cumpra com a promessa de ficar calado quando não tivermos filmando.

–Sim. Eu só precisava de... Ar.— Replico a mesma coisa que disse ontem porque não quero conversar sobre isso.

—Você comprou só aquele travesseiro gigante?— Ele resolve aliviar o tom da conversa e não é possivel que ele não veja que não quero falar sobre esses presentes, porque ele nunca me deu algo tão... Significativo quanto uma guitarra. Principalmente porque Jinhwan está aprendendo de verdade então... É quase como compartilhar sonhos. Ele poderia ter comprado isso depois, mas escolheu fazer agora, pisoteando mais uma vez meu coração que está quase sempre cicatrizando, até que ele resolva foder com isso.

—Não. Comprei vários presentes soltos, coisas que... Me fizeram lembrar dele.— Falo calmo, colocando a mão no rosto pra cheirar o perfume.

—Fico feliz que Junhoe esteja te fazendo tão bem. De verdade.— Ele me ataca com honestidade e não sei como reagir. Não é isso que eu queria ouvir, mas é bom mesmo assim, mesmo sendo doloroso é bom. Não respondo, principalmente quando Na Ri nos chama dizendo que não vamos poder ir ao Abeno Harukas, porque não vai dar tempo e precisávamos ter chego lá no mínimo do pôr do sol ou segundo ela seria um “disperdício”. Eu realmente... Realmente queria ir lá, foi o lugar que eu escolhi. Mas a vida adora me dar rasteiras até quando já estou no chão.

—Você pode ir visitar sozinho depois Kimbap. Me desculpa...— Ela me consola mas não... Eu queria tanto ir lá, e com os shows... Não vou poder, de novo. Suspiro cansado, me dando um tempo sem ter que responder a ninguém além da minha decepção. Estou aprendendo que é melhor sentir pra fora do que pra dentro.

—Você tem que me prometer então que antes de irmos embora eu vou poder vir.— Falo de repente pra ela que espera pacientemente eu superar até que possamos seguir em frente com seus planos como sempre.

—Você vai. Eu vou me certificar disso...— Ela diz mas ainda não é o que eu espero que ela diga então fico parado.

—Promete?— A olho suspeito, oferecendo meu dedo mindinho.

—Prometo.— Ela diz mas não sela o combinado e me sinto arrasado pela vida mais uma vez.

 

 

 

Acabamos... Em um barco, o river cruise, atravessando o Rio que corta dotonbori, e isso é um passeio... romântico demais pra se fazer com seu ex namorado que por acaso você ainda nutre sentimentos conturbados. Não sei o que fiz pra ser odiado por Na Ri, que pede que entremos no conceito, e transformemos isso em realmente um date, que é a intenção dessa segunda “parte”. Eu.... Já sabia que isso ia acabar acontecendo, por isso estava surtando pra não vir.

 Imagino como está sendo pros outros. Mas sei que pra ninguém está tão difícil quanto pra mim. Junhoe deve estar no paraíso e os meninos devem ter escolhido algum conceito ridículo e engraçado. Eu sou o único que estou levando... A sério. Pelo menos meu coração estaá porque decidiu que vai ficar tentando atravessar meu peito. Me sinto usado por mim mesmo enquanto tenho que fazer todas as coisas programadas e rir quando não estou achando graça por Hanbin  segurar minha mão e falar coisas genéricas, porque é doloroso brincar com meus sentimentos.

Me concentro nas luzes ao invés, em como é esmagadoramente bonito ver assim.

— Seus olhos brilham tanto que é como se você tivesse aceso com elas.— Hanbin me elogia, e mesmo sabendo que é pra fazer isso de um jeito que não precisemos voltar, porque tem que ficar... Convincente, por um momento olho pra ele, querendo abraçá-lo e depois o afogar nas águas sujas, meus olhos lacrimejando.

—Ual... Esse é um lugar é realmente perfeito.— Ele  suspira  de novo, preenchendo meu silêncio quando o barco passa por baixo de uma das pontes. Ele aperta minha mão enquanto fica escuro, como se pedisse desculpas e ganho tempo o suficiente pra me recompor. Resolvo... Engolir e fazer isso certo, ficando em pé e abrindo os braços, como a porra do titanic, aceitando meu destino. Recito algumas frases de dorama desconexas, o fazendo rir e deixando Na Ri satisfeita, e quando estamos prestes a passar por outra ponte Hanbin me puxa com tudo, me fazendo cair encima do seu colo.

—Você tá querendo perder a cabeça? Cuidado!— Ele ri fingindo que não é nada demais eu estar em seu colo. Pulo pra sentar do seu lado de novo, onde desenvolvemos um diálogo sobre como é bonito e romantico fazer isso, acabando em um assunto confortável pros dois.

—Espero que tenhamos  chance de fazer isso de novo...— Hanbin fala pra mim, parecendo absorvido e inspirado pelo lugar—

—Eu também, os meninos iriam adorar...— Reflito pensando em como seria melhor se estivesse todo mundo aqui.

—Vamos voltar sim?— Ele me diz de um jeito fofo e empurro sua cabeça,fingindo que to brincando mas é sério.

—Isso é...Um encontro perfeito...— Reflito e ele assente, tomando minhas mãos nas suas mais uma vez. Falamos mais um pouco, mas honestamente eu só respondi o que ele disse. Porque memórias demais estão me bombardeando, e parece que estamos revivendo elas, fazendo ficar... Intímo e sério demais. Principalmente considerando o fato de que estamos gravando para as fãs.

O importante é que... Na Ri dá sinal pra nos despedirmos, falarmos bem de osaka e do dia de hoje, e em como osaka é um ótimo lugar pra se conhecer e etc.Agradecermos  e  então finalmente acaba. Tanto o passeio, como o que temos pra filmar em dupla, me fazendo sair do barco mole, desejando dormir por 2 mil anos.

—Na Ri ssi... — Me jogo sobre a noona que faz força pra me segurar.

—Me diz pelo amor de Deus que não tem mais nada hoje ou vou ter que me jogar dessa ponte eu não tô brincando.— Falo me soltando dela e colando na grade da ponte que estamos atravessando de novo. Não aguento mais pontes também. São tantas que eu fico até zonzo.

—O que você precisa ouvir?— Ela ri me puxando, e sou amparado por Hanbin mesmo ele sendo um dos principais motivos pra mim querer pular.

—Vamos ter um tempo... Livre agora. Pelo menos até os meninos terminarem a parte deles.— Ele anda atrás comigo, quando todo mundo parou de nos dar atenção e anda na nossa frente guardando o equipamento.

—Aqui?— Choramingo enquanto sou empurrado pelas pessoas.

—Podemos ir pra casa se quiser.— O outro me oferece apoio e quero deitar no seu ombro.

—Parece perfeito pra mim.— Replico me afastando do seu toque que voltou a ser familiar rápido demais.

—Mas antes... Você não quer... Comer alguma coisa?— Ele me pergunta, nos parando e abrindo mais distância entre nós e a staff.

—Sozinhos?— Olho pra ele assustado.

—É.— O garoto começa a andar de volta e minha cabeça começa a latejar.

—Pra quê?— Pergunto pensando em o quanto mais precisamos ir e voltar no mesmo caminho até entender que é sem saída.

—Pra beber?— O garoto usa da unica arma que vai me convencer, e então vamos juntos, meu corpo tremendo pelo vento gelado, e sendo aquecido quando ele me oferece um abraço.

—Podemos fazer isso?— Pergunto depois de um tempo em seus braços.

—Somos amigos certo? Ou pelo menos estamos... Tentando a voltar ser.— O garoto me aperta, falando todas as coisas que não puderam ser ditas, me dando força mesmo sendo minha criptonita, me fazendo entender que talvez... Apesar de eu pensar que temos mais baixos que altos estamos equilibrados. Não virando a página, não seguindo em frente, não ainda, mas equilibrados, caminhando juntos apesar de em caminhos separados, para o mesmo destino. Porque não posso culpá-lo pra sempre por não me amar, ou por não conseguir entender o quanto eu o amei, o quanto ainda o amo. A verdade é que... Pra conseguirmos seguir em frente, temos que ceder, e aprender um com o outro, com a dor e todas essas cicatrizes. Porque vamos provavelmente ficar juntos pelo resto da vida, e passar todo esse tempo sofrendo é cruel demais. Principalmente porque sempre vou amá-lo, e isso significa que quanto maispróximos estivermos então mais concreto isso vai ser pra ambos, que nos amamos, não do jeito que eu gostaria que fosse, mas que ainda é amor.

 

 

 

Ameaço me jogar pra fora da van em movimento se Na Ri não me deixar em um restaurante e que eu possa superar a ressaca que o saquê me deu da ultima vez em quantidade.

—Já vamos encontrar os outros.— Ela me fala duro, com o tom tão cansado quanto o meu.

—Porque você é assim? Tudo que eu quero você simplesmente tem que fazer o oposto?— Brigo com a menina enquanto tento não cair por estar deitado.

—Jiwon por favor...— Ela sussurra e me calo quando Hanbin me passa a garrafa de saquê que ele sabendo melhor que eu já comprou desde que estava comprando o presente de Jinhwan. Hanbin ficou de repente calado, e alguma coisa... Aconteceu. Meu coração aperta por algum motivo, mas não sei como e se posso perguntar o que tem de errado.

—Estamos pelo menos indo pra casa?— Pergunto me referindo ao hotel.

—Estamos... Jinhwan parece não estar se sentindo bem, e já é tarde de qualquer forma...— Ela fala rapidamente enquanto procura o celular que está tocando. Ela e Baymax hyung se comunicam o dia inteiro para saber o andamento, mas as coisas parecem... Fora de ordem. Então é isso que Hanbin têm.

—O que aconteceu com Jinhwan?— Falo pra Hanbin, levantando na van que para no semáforo, para sentar do seu lado nos ultimos bancos.

Hanbin está bebendo como se fosse água, me fazendo lembrar de mim mesmo no acampamento e recebo a garrafa dele, bebendo o resto.

—O que foi?— Pergunto quando vejo sua expressção aberta em dor.

—Jinhwan e Junhoe... Se beijaram.— Hanbin me fala parecendo desolado, como se ele não pudesse ver isso vindo mesmo sendo uma consequência óbvia, quase natural, pelo menos no meu ponto de vista. Só fico... Dormente, mas Hanbin olha pra onde guardou a guitarra e descubro que pra ele é... Diferente. Sempre foi. Ele ama Jinhwan.  E o respeitou todo o tempo hoje, e está tentando nos fazer voltar ao normal, a sermos amigos. Do jeito dele... Sem saber direito como desenhar essa linha que nunca existiu entre nós, mas tentando. Nós dois estamos. E mesmo ele me dizendo que Jinhwan é livre pra ir, pra machucá-lo e escolher Junhoe ele fica tão quebrado... Só de saber do beijo, que vejo meu coração partido no dele.

Ficamos em silêncio depois, e tento entender o que estou sentindo diante disso. Mas... Não consigo saber ainda, estou dormente. Não é como se Junhoe me pertencesse então... Não me deixo quebrar como Hanbin, porque não há nada pra isso.  Mas sinto frio, tanto que preciso me abraçar pra não tremer enquanto procuro pela blusa que trouxe cedo, mesmo sendo um tipo diferente de frio.

 

 

 

 


Notas Finais


A QUALIDADE DOS PRESENTES EU NÃO ACREDITO QUE SOU UM GÊNIO rsrsrsrsrsrs espero que o entretenimento tenha sido bom porque eu pensei em cada presente e os meninos e tudo então ♥

Se vocês acharam que ia ter Double B fazendo tbt e insistindo no erro..... Mianhe. Mas double B aqui nesse passeio e no ritmo do "relacionamento" deles é... Isso. Eles tentando descobrir como voltar a serem amigos, mesmo o Jiwon ainda estando machucado, e o Hanbin tentando (tropeçando mas naquelas) conseguir fazer dar certo pra essa nova fase dos dois. Double B têm... Experiência nisso. Não é como junhwan por exemplo. Falando em junhwan... O BEIJO CARALHO NÃO ACREDITO QUE KOO JUNHOE FEZ ISSO.
E espero que tenha dado pra sentir a "fase" de double B nesse cap e ESPERO que eles também não tenham... Recaídas.
Por fim,não teve limão não acredito... Será que no do Junhoe POV vai ter? E será que vai ser com o........ rsrsrsrsrsrsrsrs vamos saber no próx não é mesmo... Então é isso adeus ♥


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...