História Nova Vida-imagine Namjoon - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Personagens Originais
Tags Imagine Namjoon, Romance
Exibições 65
Palavras 2.927
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oe como prometido, mais um capitulo..

espero que gostem.

boa leitura..

Capítulo 2 - Sr. Kim Namjoon


Fanfic / Fanfiction Nova Vida-imagine Namjoon - Capítulo 2 - Sr. Kim Namjoon

Quando uma mulher entrou com uma badeja de comida, aquele foi o momento mais feliz desde de quando acordei naquela casa, meus olhos brilhavam vendo toda aquela comida.

-aqui senhora, eu mesma preparei.  A mulher disse...senhora?

-senhora? Não, não, não (s/n), só (s/n) está bem?   Ela sorriu e concordou com a cabeça.- não tem veneno aqui não né?  Perguntei olhando toda aquela comida, ela sorriu e negou com a cabeça.- posso confiar em você?

-pode sim, nem uma pessoa dentro dessa casa faria mal a senhora..

-(s/n).  eu a repreendi.

-oh desculpe, mas acho que vou lhe chamar de senhorita.

-ta bom, pode ser, mas nada de senhora.

- sim, bom agora eu vou sair para deixa-la mais à vontade.

-não, você ta muito ocupada? Ela negou com a cabeça.- então faça companhia pra mim, esse quarto é ,muito grande me sinto um pouco só...  confessei, ela parecia ser uma pessoa legal- por favor... insisti.

-ta bom. Agora coma se não o suco esfria.  Ela nem precisou repetir, na bandeja tinha frutas, suco, uma fatia de bolo caseiro, torradas, leite, geleia...ofereci a ela, ela aceitou só uma fruta, tava tudo tão gostoso, então lembrei de minha família, sera que eles teriam alguma coisa pra comer hoje, merda! Esqueci de deixar o pagamento com eles.

-ta tudo bem senhorita?

-hã?...ta sim, como você se chama?

- Lucy, senhorita.

- Lucy o que aquele homem quer comigo? Por que eu estou aqui?

-........ eu não sei senhorita, mas tenho  certeza que o Sr. Kim não fara mal algum a senhorita.

- Kim... é assim que ele se chama? Kim...

- Kim Namjoon. Escutei a voz dele na porta, ele tinha entrada eu nem percebi, Lucy se levantou da cama assim que o viu.- você esta mais calma?

- você vai dizer por que eu estou aqui?  Perguntei.

- hoje não, estou cansado, termine de comer e depois va dormir. Lucy faça companhia a senhorita (s/n) ate ela dormir.

-sim, senhor.  Ela respondeu.

- boa noite  (s/n).  ele disse se retirando do quarto.

-ahhh perdi a fome... você não sabe mesmo ?

-não. Humm vou preparar seu banho.

-o que ele faz? Teve ser alguma coisa muito grande, olha o tamanho desse quarto...

-ele é presidente, ganha muito dinheiro, ele e seus amigos, quando jovens se juntaram e montaram uma empresa, o senhor Kim é presidente majoritário, além das empreses, ele e investe em projetos tecnológicos .... ela falava enquanto ia para o banheiro e eu a seguia.-ahh ele também tem outros investimento, bom ele é muito inteligente, ele sabe investir.

- em fim, o cara é montado na grana.  Digo e ele sorri.- mas ele...ele...hum

-e caráter dele? Seu Kim é uma pessoa muito legal, é um bom homem, nunca o vi se meter em confusão, me ajudou quando precisei.

-pelo visto você gosta muito dele.

-seu banho ta pronto senhorita, vou preparar sua roupa.

Ela saiu do banheiro, me deixando sozinha, olhei para a banheira, nunca tinha banhado de banheira, tirei a roupa e entrei, tava morna, por que todos esses caprichos e cuidados comigo?

Pov´s Namjoon

Vi a Lucy descer as escadas com a bandeja de comida, estava no sofá da sala.

-ela já dormiu?

-não senhor, ela está no banho agora.

-ela disse alguma coisa?

-só fez alguns perguntas sobre o senhor.

-que tipos do perguntas?

-quem era o senhor, e o que fazia. Respondi só o que o senhor mandou.

-melhor assim.   Ela saiu rumo a cozinha, me levantei fui para meu quarto tomar banho, estava cansado, a reunião foi exaustiva, estava acontecendo muita coisa, empresa passando por período difícil, a mudança da (s/n),  sou responsável muita coisa,  e agora tem a família da (s/n), ahh onde eu tava com a cabeça em aceitar aquele acordo, com certeza um erro, e dos grandes. Quanto terminei de banhar, vesti uma calça moletom cinza e uma blusa de algodão preta. Me deitei... não estava conseguindo dormir, me levantei as luzes já estavam apagadas, peguei um copo de agua, e quando estava subindo as escadas a (s/n) estava descendo, ela se assustou quando me viu, engoli em seco, ela estava com um short curto roxo bebe, uma blusa de manga longa do mesmo jeito, deixando só uma borda do short aparecendo.

-wow, meu rosto ta aqui em cima.  Ela disse chamando atenção.

-desculpe...ta indo pra onde? Pretendendo  fugir?

-não é uma má ideia, tirando o fato não saber onde eu estou.  Respondeu descendo os últimos degraus, quando ela ficou na minha frente, pude ver como ela é pequena comparada mim-então onde fica a cozinha?

- você vai por aqui, depois da sala tem uma porta grandona, la é a cozinha, sem erro.

-obrigada. Disse se retirando, subi as escadas, fiquei na grade de vidro próximo a escada, vi ela voltando, me aprecei a voltar para o quarto, não demorou muito para escutar a porta ao lado ser fechada.  Voltei para cama, senti o sono chegar.

Acordei com raios de sol me dando bofetadas na cara, me levantei fui para o banheiro tomei um banho rápido me aprontei terno e gravata e desci pra comer alguma coisa. Quando entrei na cozinha (s/n) já estava la, nos encaramos por um instante...não sei dizer o que seu olhar demostrava...

-bom dia.  Disse.

-bom dia. Ela respondeu e voltou a tomar o suco.

-senhor Kim, seu café ta do jeito que o senhor gosta.  Lucy falava, me sentei na mesa de frente para (s/n)- tem alguma preferencia para o almoço senhor?

-não irei almoçar em casa, então pergunte a (s/n) o que ela quer comer. Responde, apesar não estar encarando ela, sei que ela está com os olhos em, morde um pedaço de torrada, depois um pouco de suco.- então, dormiu bem?  Quebrei o silencio, já que aquilo estava encomendando.

- que horas você volta?  Eu a fitei.- você disse conversaríamos.

-ah sim, talvez eu chegue antes das 11.   Ela respirou fundo, e ficou concordando com cabeça.

-eu posso ligar pra minha família?

-pode.  Ela escondia um sorriso no canto da boca. – fique a vontade para conhecer a casa, se quando eu chegar você estiver acordado conversamos.

- se eu tiver acordada, e você não estiver cansado, não é mesmo?  Ela disse me encarando.

-É. Agora eu já to indo.  Disse limpando a boca com um guardanapo e me levantando da mesa.- tenha um bom dia (s/n) .

-você também. Disse voltando a comer, sai da cozinha, Lucy me acompanhou ate a porta da casa.

-não a deixe sair, mostre a casa para ela, onde ela pode e não pode frequentar,  apresente ela para o restante dos funcionários, não quero nem uma confusão entres eles, (s/n) é um pouco cabeça quente, deixe a vontade.

-sim, senhor.

Pov´s (s/n)

Comida, comida... fora a cama macia, era única coisa que me deixava feliz naquele castelo. Quando me levantei pude ver melhor a casa, a escada era de madeira lisa, a grade de vidro, as portas de madeira, rustico e aconchegante da minha janela vi o jardim, as arvores, como posso descrever? Não sei, a casa é gigante, rustica, aconchegante, e ao mesmo tempo me fazia ter muita raiva... que culpa a casa tinha? Nenhuma. Agora olhando pra tudo aquilo, me senti mal, como posso esta em um lugar tão lindo em quanto minha família estar em uma buraco de minhoca. Comendo bem, enquanto eles nem tem o que comer. Não chora. Vou reverter isso. Vou dá um jeito de voltar pra eles. Prometo.

-senhorita?

-sim?

-venha vou lhe mostrar a casa. Me levantei da mesa Lucy ia na frente e eu a seguia. Meu deus a casa tem mais cinco quarto fora o meu e do senhor esquisitão, cada quarto lindo e grande, vi todos menos o dele, fiquem curiosa, mas sinceramente não quero entrar ali. Aliais porquê meu quarto fica do lado do dele? Nossa que pergunta, era obvio, mas to fora, ele que nem pense em tentar alguma coisa, ahh ele não conhece a (s/n)...  Lucy me levou em outras sala, na parte de baixo, eram três salas, uma de jogos, amei, uma biblioteca gigante, de  eram tantos livros, uma janela parecida que tinha no meu quarto, um sofá longo, almofadas perto da janela, uma mesa, incrível, a outra sala, ficava no final do corredor, Lucy disse que eu não podia ir la, eu tenho que dizer para ela que eu tenho um serio problema com a palavra  “não” eu não tenho isso no meu dicionário.

-é a sala do senhor Kim.  Ela completou

Da decidido não vou entra ali, não quero problemas com aquele cara. Depois ela me levou para conhecer a área externa da casa,  vi o jardim que ficava debaixo da janela do meu quarto, lindo, uma arvore que ficava perto e fazia uma sombra bem agradável, a grama era rala, mas fofa, mas dava vontade de deitar e rolar em cima dela, fomos caminhando para tras da casa, meu deus o tamanho da piscina.

-wooooow pra que o exagero? Perguntei

-é para o conforto dos amigos e familiares do senhor Kim.

A casa tinha uma área bem grande, com churrascaria, um banheiro, armador de rede, umas cadeiras que pareciam uma cama de solteiro, uma porta larga de escorrer de vidro, Lucy empurrou para que eu entrasse, e de repente estávamos na cozinha, oshi, nem tinha visto aquela porta, seguimos para sala, me assustei com a quantidade de gente na sala, todos enfileirados, sérios, homens de terno e óculos escuros, uns de jardineiras, mulheres com roupas de empregada.

-senhorita, estes são os pessoais que trabalham aqui na casa para o senhor Kim, e agora para a Senhorita.

- Senhora. Disseram juntos e fazendo referencia. Lucy começou a caminhar-estas são In na, Chi Joo, Lee Ri, elas arrumam a casa. Passei por elas, ela abaixaram cabeça, segui.- estas são San cho e Jun Ro, são as nossas cozinheiras. Lucy completou, elas fizeram a mesma coisa que as outras.- estes dois são os jardineiros, Lee Chan e Jee oh.  Eles sorriram se se curvaram. Prossegui meu caminho.- estes são Kwan, Chung-ho, Bon-Hwa, Dak-Ho, Suk, Chu e Taeyung, eles são os nossos seguranças, parei de frente a eles, olhei bem para Kwan e Taeyung, sabia quem eram.

-senhora. Disseram uníssono  e fizeram referencia.

 -me lembro de vocês dois.  Quando disse isso os dois ficaram tensos.

-ah..ah.. não queríamos ser rudes e nem machuca-la, só estávamos cumprindo ordens. Disse se defendendo Kwan.

- eu disse alguma coisa ao contrario.  Eles negaram com cabeça., me afastei deles ficando próximo de Lucy.- é um prazer conhecer vocês, eu me chamo (s/n), não se preocupe comigo, não pretendo  ficar muito tempo aqui. Eles se entreolharam- mas o período em que ficarei espero que possamos nos dar bem.

-cuidem bem da senhorita (s/n). Lucy finalizou.- podem se retirar. Mais uma vez fizeram referencia e se retiraram.

-Lucy, posso ligar para minha família?

-pode querida, na biblioteca tem um telefone, acho que la você se sentira confortável.

-obrigada. Sai da sala rumo a biblioteca, entrei, vi o aparelho do lado do sofá me aproximei, sentei na borda, peguei o aparelho, disquei o numero da mamãe.

Chamou...

Chamou...

Chamou...

Mãe:

- aló?  Escutei sua voz cansada.- quem é?

                                                                                                                                                                                      Eu:

                                                                                                                                                                                 -  mãe,  sou.

- (s/n)? filha? Você ta bem? Sua voz suou chorosa.

                                                                                                                                                                     - to sim , como vocês estão?

-estamos bem... é a (s/n)?  escutei a voz de meu pai no fundo.- é ela. Controlei pra não chora, estava sendo difícil.

-filha? É o pai.

                                                                                                                                                                      -oi pai, como o senhor ta?

- você já conversou com o senhor Kim? Ele já te explicou tudo?

                                                                                                                                                                  - não, não tivemos muito tempo.

- filha, me perda, eu não tinha como resolver isso, fazer o que fiz foi o único jeito.    Ele começou de novo com aquilo, eu não entendia, não faz sentido.

                                                                                                                                                                 - o que o senhor fez?

-......

                                                                                                                           - Pai? O que o senhor fez? Pai quem é esse homem?

-f-filha... ele estava chorando.- desculpa, eu, eu tentei juro, seu pai tava desesperado, por favor me entenda

                                                                                                                     -olha eu vou entender melhor se o senhor me explicar.

-marido, você não pode.  Minha mãe disse.

-ela precisa saber pela nossa boca...ela, ela...

-não.    Disse firma.  Eu não estava entendo.-(s/n) aparti de hoje você deve nos esquecer, esqueça que tem uma família, seu lugar agora é ai, seja feliz, nos já cuidamos das coisas por aqui.

                                                                                                 -mãe, porquê esta dizendo isso? Mãe? Mãe?alô? mãe?

Ela desligou?. Desligou. Por quê ela fez isso? O que estava acontecendo? Por quê estão agindo assim? Por quê eu deveria esquece-los? Ser feliz? Como eu ia ser feliz daquele jeito? Como eu ia ser feliz vivendo com uma pessoa estranha?. Ah minha cabeça da doendo. Sai da biblioteca fui atrás de Lucy, procurar um remédio.

- Lucy. Ela estava na cozinha falando com uma das cozinheiras.

-sim, senhorita? Ela veio na minha direção, me sentei e, uma cadeira, minha cabeça estava á mil.- a senhorita está bem?

-não, por favor me traga um remédio para dor de cabeça.

-sim, eu já volto. Me debrucei sobre a mesa, ah estava latejando, merda, cadê ela com a porcaria do remédio?- aqui, deixa eu pegar um copo d´água. Ela foi e voltou rápido.- tome senhorita. Peguei o remédio, a agua e tomei.

-vou me deitar, não to me sentindo bem. Me levantei da cadeira, fui a passos lentos para escada, me apoiei no corrimão de vidro, fui subindo de vagar ate meu quarto, me deitei na cama, abracei o ursinho que minha Camila tinha me dado deixei as lagrimas saírem. Esse era jeito de minha mãe me expulsar de casa? Era isso mesmo? Eu não tinha mas uma família? Oh céus? Em que minha vida se tornou? Adormeci. Não sei que horas eram, mas acordei com Lucy me chamando para almoçar, não estava com fome, mas mesmo assim eu não podia me dar o luxo de rejeitar comida. Comida. Acho que esse seria meu novo amor. Sorri com esse pensamento. Fui para cozinha, era ruim comer sozinha então insisti para Lucy comer comigo. Apesar da comida esta uma delicia, eu não comi muito.

- a comida não esta boa senhorita? Lucy questionou.

-não, esta ótimo, eu só não estou com fome, agradeça quem fez a comida por mim, mas acho que vou voltar pro meu quarto. Não esperei ela responder, sai, voltei para meu quarto. Meu quarto. Nunca tive um quarto só meu, eu dividia ele com minha irmã, e com meus pais. Agora eu tenho um, e ele é tão grande é tão vazio, respirei bem fundo, peguei um livro na estante quase vazia, arrumei as almofadas perto da janela e me sentei ali e comecei a ler. Li só por ler, nem estava prestando atenção, acho li metade do livro só de tarde quando dei por mim, já estava dormindo de novo.

Pov´s Namjoon

Cheguei em casa era 11: 15, tentei sair um pouco mais cedo, mas não foi possível.

-onde esta a (s/n)? perguntei a Lucy.

-no quarto senhor, ela não estava se sentindo bem, então passou o dia todo no quarto, mal comeu na hora do almoço e ainda não jantou.  Lucy parecia um pouco preocupada.

-prepare alguma coisa para ela, eu vou ver como ela está.  Disse subindo as escadas, bate na porta do seu quarto, não obtive nem uma resposta, resolve entrar.- to entrando. Avisei. Olhei na cama, não estava, olhei para poda to banheiro a luz estava desligada a do closet também, me preocupei, olhei em direção a janela, ela estava la, escondida entre as almofadas, me aproximei, estava com a cabeça virada para janela, um livro aberto repousando sobre o peito, com os olhos fechados, calma, com respiração pesada em um sono profundo, eu ia deixa-la la, me virei para sair, mas alguma coisa não permitia que eu a deixasse ali, dormindo daquele jeito.

-merda. Disse baixinho, me aproximei novamente dela, tirei o livro  de sua mão, e com cuidado eu a peguei no colo, caminhei ate a cama, deixei ela com cuidado sobre os lençóis. Pronto. Ia sai dali, só que não consegui, estava frio, ela podia pegar um resfriado. Mas que merda estou pensando? Essa garota já me machucou de mais, não deveria esta pensando nela. Estava descido em sair do quarto, toquei na maçaneta. Fechei os olhos e soltei todo ar que estava no meu pulmão. Dei meia volta, olhei ela se encolher.

-merda.

Peguei o lençol e a cobri. Ahh por quê eu estava fazendo aquilo? Por quê eu estava me machucando mais ainda? Nem tinha percebido, mas eu estava sentado em sua cama encarado seu rosto. Ela não mudou dada, a não ser o fato de esta mais linda e mais respondona, ela se mexeu e no susto me levantei da cama, engoli em seco quando vi seus olhos abrirem. Fudeu.

-por que você esta aqui? Disse ainda despertando do sono.

- Lucy disse que você não estava bem. Esta melhor? Perguntei , ela se sentou na cama.

-estou, só estou com fome.

-pedi pra Lucy preparar alguma coisa pra você comer. Quer comer aqui ou na cozinha.

- você já comeu?

-não.

-então vamos comer na cozinha, ai você aproveita me explica que merda esta acontecendo.   Ergui as sobrancelhas, vi que estava com os olhos inchados de chorar, vi tristeza e raiva em seus olhos. Não sei se devo contar a verdade, não sei como ela vai reagir, mas mesmo sem dizer eu via a necessidade de saber de tudo em seus olhos, estava perdida, morando com um “estranho”.

-tudo bem, vou te espera la embaixo.

 


Notas Finais


então como ficou?
ja tenho mais ou menos uma ideia de como vai ser o desenrolar da historia.
bjuss vejo vocês no proximo capitulo...


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