História Novas experiências do casal. - Capítulo 8


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Categorias Cúmplices de um Resgate
Personagens André Alencar, Dinho Borba Gato, Joaquim Vaz, Omar Ferraz, Vicente Alencar
Tags Cumplices De Um Resgate
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Palavras 1.279
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Esse capítulo terá como enfoque o personagem André.

Capítulo 8 - Desamparo e Aconchego.


Eu não podia acreditar, Joaquim e Omar, os dois... Transando... Joaquim chamando ele... De “meu amor”... Expressando isso com tanto prazer... Como pôde me trair?... Ainda mais com o Omar... Ele é tão desprezível e parece que o Joaquim prefere ele a mim...

Depois do flagra, não queria, e não quero, ouvir nenhuma desculpa estúpida, eu sei o que vi, e nada pode mudar isso. Mas ele continuou mesmo assim, me chamando do lado de fora do apartamento, e eu permaneci ignorando, até que ele percebeu isso e foi embora... Ótimo...

Fui para o meu quarto e fiquei lá por um bom tempo, chorando, mas eu tinha que tentar me recompor, as qualquer momento alguém iria chegar em casa, então resolvi tomar um banho para esfriar a cabeça. Meia hora depois, ouço alguém chegar em casa era o meu pai... Eu mal sabia como olhar pra ele depois daquele dia, nós nos evitamos por todo esse tempo, mas ele disse que me contaria tudo o que pudesse.

Vicente: Filho...?

André: O-Oi pai... Quer alguma coisa?

Vicente: Sua irmã vai dormir fora hoje, na casa de uma colega, achei que seria uma boa oportunidade para conversarmos.

André: É... Acho que precisamos conversar...

Vicente: Aconteceu alguma coisa? Você não parece bem, parece um pouco abalado.

André: Er... Não, não... Eu estou bem...

Vicente: Bem, se você diz... Então sente-se aqui no sofá do meu lado que iremos conversar.

Eu fui até ele, e me sentei ao seu lado.

Vicente: André... Filho... Eu... Eu... Traí a sua mãe...

André: O que?!

Vicente: Calma, sabia que sua reação seria essa, mas me escute, até o final.

Eu não queria ouvi-lo mais depois disso, me lembrei do Joaquim e do que fez comigo, mas então lembrei que eu também traí o Joaquim em um descontrole e foi com meu pai eu fui um outro amante além daquele ou daquela que já tivera antes de mim, então resolvi tentar ouvi-lo.

André: Tudo bem, pode prossegui.

Vicente: então, acho melhor contar um pouco mais do início, eu já tinha namorado um cara na minha adolescência, isso foi um segredo, mas aí nós terminamos e um tempo depois eu conheci sua mãe, eu me apaixonei por ela e ela por mim, ela sempre soube que eu já tinha tido um relacionamento com um homem antes, sabia que eu era um bissexual, e isso nunca a incomodou, mas recentemente, alguns desentendimentos entre nós aconteceram, em uma noite eu saí, fui para um bar e depois para uma balada, então conheci um homem incrível e atraente e nos relacionamos, até ela descobrir... Então tudo entre nós piorou desde então. Eu e meu amante rompemos, mas meu desejo pelo sexo masculino permaneceu, me envolvi com outros homens e até com alguns garotos de programa e até mesmo com você... Eu e sua mãe iremos nos divorciar, quero que saiba disso e quero que saiba também que por algum motivo, você me interessou bastante e sinto que meu amor paterno por você... Evoluiu...

Depois que disse isso ele me beijou, não acreditei na hora que tudo iria acontecer de novo, mas dessa vez não me importava, eu não tinha mais o Joaquim e ele não tinha mais a minha mãe, embora, o incesto continuasse a ser algo errado.

Nosso beijo continuou ali na sala, e foi ficando intenso, até nós dois ficarmos excitados.

Vicente: pelo visto, queremos a mesma coisa, vamos para o meu quarto.

Nós fomos para o quarto dele. Lá, ele me jogou na cama e foi para cima de mim continuando a me beijar, lembrando muito da nossa primeira vez juntos.

Depois de um longo tempo beijando, ele me despiu da cintura pra baixo e começou a beijar o meu pênis de começar a chupá-lo. Já havia me esquecido como ele fazia aquilo tão bem, sua língua era tão...

Após alguns segundos ele se levantou e ficou nu da cintura para baixo também,como adoro aquela visão, aquele pênis enorme e ereto na minha frente, aquelas coxas grossas com aqueles pêlos lisinhos que iam até o final das pernas.

André: Essa já é a minha deixa?

Vicente: Mais ou menos, volte a se deitar na cama – Disse ele com malícia.

Fiz como ele havia dito, então e veio para cima de mim novamente, mas de modo invertido, sua cabeça estava sobre a minha virilha e sobre o meu rosto estava o seu pênis incrível, já sabia o que ele pretendia fazer, um 69, eu e Joaquim nunca tentamos, mas aquela não era hora de me lembrar do Joaquim.

Ele começou a chupar e me ergui um pouco para fazer o mesmo, aquilo foi tão excitante que eu poderia gozar ali naquele momento, mas queria guardar o tesão para depois, sabia que iria melhorar.

Depois de alguns excitantes minutos nós paramos. Ele saiu de cima de mim, eu fui para fora da cama e tirei minha camisa ele fez o mesmo com o blazer e a camisa social, aquele peitoral dele com aqueles pelinhos dava vontade de morder e lamber.

Ele se sentou na cama e ficou me olhando.

Vicente: Ei filho, vem se sentar no colo do papai.

Aquilo soou tão excitante, tão errado, mas também me lembrou de como encontrei o Joaquim com o Omar, ele também estava sentado sobre o pênis do Omar, de outro jeito eu sei, mas me lembrava um pouco. Ignorei essas lembranças e fui até ele.

Eu me “sentei sobre o colo do meu pai”, ficamos cara a cara enquanto eu sentia o seu pênis entrar dentro de mim a medida que eu me sentava sobre o mesmo. Nós nos beijávamos quentemente enquanto eu subia e descia sobre o seu pênis fazendo-o entrar e sair de mim em um ritmo alucinante, eu adorava senti-lo me penetrando, principalmente, se fosse até o fundo, então, obviamente, forçava-o entrar o máximo que podia.

Nossas bocas tinham que revezar entre beijos e gemidos de prazer e como aquilo estava sendo prazeroso! No entanto, meu pai pareceu se “cansar” de me ter no controle da situação, ele se levantou da cama comigo no colo, com a gravidade agindo, logicamente meu corpo descia fazendo seu pênis fincar ainda mais dentro de mim, então, ele se virou cuidadosamente e me pôs na cama com o mesmo cuidado, e prosseguimos com o nosso ato sexual, dessa vez, com ele no comando da situação.

Continuamos em posição de “missionário”, que como disse ficamos de frente um para o outro deitados na cama, até que já não resistia muito e gozei, toda aquela excitação e claro a excelente masturbação que meu pai sabia fazer, resultaram no mais incrível jato de esperma que já dei na vida!

Mas ele ainda tinha energia, e isso não era surpresa, foi preciso mais alguns minutos para que ele se retirasse de mim e gozasse, e como era de imaginar, mesmo a minha ejaculação ter sido a mais incrível que tive não se comparava a dele, a força, distância e quantidade de esperma...

Nós dois fomos para o banho, separadamente, meu pai disse que já estava bom por hoje, pois ele poderia se excitar facilmente se tomássemos um banho juntos já que ele pretenderia me dar um banho direitinho como um pai normal daria no filho, mas resultando em coisas não convencionais.

Agora a pouco, estava me preparando para dormir, e quando estava prestes a deitar na cama, meu pai apareceu na porta do quarto me chamando para dormir com, eu, claro! Não resisti e atendi ao chamado.

Infelizmente, agora estou deitado abraçado com ele. Ele dorme normalmente enquanto tenho que tentar esquecer o tesão que estou sentindo por ter esse corpo incrível me envolvendo e ir dormir...


Notas Finais


Novo capítulo em breve, com um novo personagem.


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