História Nove - Capítulo 1


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Categorias Robert Lewandowski
Personagens Robert Lewandowski
Tags Bastian Schweinsteiger, Bayern München, Bvb, Manuel Neuer, Thomas Muller
Exibições 90
Palavras 1.113
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Esporte, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Bem, antes de tudo quero deixar bem claro que sou aurinegra, então não levem tudo a serio o que vou escrever do Bayern e dos seus jogadores. Não ódio ninguém do clube só raiva! hahahaha " Ah mas você é aurinegra e fã do Lewandowski? " Por incrível que pareça sim!
Nós vemos lá embaixo!

Capítulo 1 - Capítulo I


Fanfic / Fanfiction Nove - Capítulo 1 - Capítulo I

Quem não tem um número da sorte? Pode ser 1 ou até 100. E o meu era 9. Mas porque o número 9? Faz 9 meses que larguei tudo para vir a Dortmund, fazer minha faculdade.

Aqui, há 9 meses, comecei a minha grande jornada a Medicina e também conheci minha melhor amiga Lena Strinpzen

Dortmund é um cidade bastante conhecida no mundo de futebol, o grande Borussia Dortmund e o causador disso. Falando nisso, fui obrigada por minha melhor amiga, Lena a vir ao jogo do Borussia. Que ótimo.

Não é que eu não gostava de futebol, nasci em uma família de fanáticos, cresci em estádios mas isso realmente não era meu hobby.

- Anda logo, Sophie! O jogo já vai começar. - a loira com sua blusa aurinegra de um tal de Reus diz parada na porta.

Reus. Que nome se jogador é esse? Já vi nome estranhos em qualquer lugar, como na Rússia ou até mesmo no Brasil, mas esse foi o pior de todos.

- Calma lá Lena! O estádio é aqui do lado. Aliás qual o nome mesmo?

A loira, agora de costas a mim, vira para a janela que dava uma visão espetacular do estádio.

- Signal Iduna Park. - a mesma da um sorriso para a imagem do estádio. - E você porque milênios não está usando a blusa que lhe dei? E um pecado o que você está fazendo!

Rio. Além de ser obrigada a ir ao um jogo, sou obrigada a vestir a camisa do clube. Rio mais uma vez ao ver o nome. Porra. Aubameyang? Eu juro que peço perdão a todos os Reus do mundo por achar esse nome esquisito.

- Não irei usar isso, que nome é esse? Eu irei ser zoada no estádio com isso. - Olho com um certo desgosto para a camisa 17 - E aliás contra quem é o jogo?

- Bayern

Bayern. O famoso Bayern. Esse eu conhecia. O famoso Bayern que minha família sempre falava. Eu realmente gostava de Bayern, mas não era fanática pelo o clube bávaro. Aliás por nenhum clube ao não ser o meu no Brasil.

Fui obrigada por Lena ao colocar a blusa desse tal de Aubameyang. Legal. Legal mesmo! Espero que esse jogador seje tudo que isso que a loira falava.

O Signal era uns 15 minutos do meu ap. Iríamos a p mesmo, no meio da torcida fanática do Borussia. Acho que nunca vi um amor tão grande como esse entre torcedores e time.

Ao entrar no estádio, me deparo com uma muralha amarela. A festa era totalmente contagiante e todos ao meu redor começam a cantar todas músicas possíveis do clube. Cervejas de um lado, músicas do outro, e muitas, muitas camisas amarelas e pretas. Desde jogador com o nome Dede ate o mesmo Aubameyang da minha camisa.

Os jogadores começam a entrar e como estamos quase dentro do gramado consigo ver as suas faces.

- Aquele moreno alto - Lena apontou para o homem de gorro a nossa frente - E o famoso Aubameyang da sua camisa.

Clareamente ele parecia ser um ótimo jogador, ou não se importar muito com o jogo, porque só ria e zombava dos outros companheiros.

Numa rápida olhada ao campo oposto, onde o famoso e poderoso Bayern se aquecia, conseguia reconhecer alguns rostos. Thomas Müller, Manuel Neuer e Jerome Boateng, ambos campeãs do mundo no Brasil. Como não diferente do camisa 17 do Borussia, Thomas Müller zombava de alguns companheiros de clube, até mexer com um rapaz alto com touca. Porra. Eu acho que eu nunca fiquei tão vidrada em alguém como fiquei nesse jogador.

O mesmo sai correndo atrás de Müller, que para na minha frente, logicamente no gramado, esperando com sua respiração descompassada, esperando o magrelo vir atrás dele. Vaias são vindas atrás de mim quando os dois começam a correr de volta para o outro campo.

E novamente meu olhar vai parar no rapaz alto que defendia as cores vermelhas.

- Espero que não voltem aqui, se não taco cerveja neles como fizeram no Götze!

Götze! Ah essa história eu sei décor. Lena me contou, dias atrás sua relação de ódio e amor com o famoso "herói alemão".

- Quanto ódio, Lena! Deuses. - Digo e volto a olhar o alto no outro lado do campo.

- Ódio é pouco. Thomas Müller simplesmente se acha! Além de sempre arranjar um jeito de menosprezar meu Dortmund. E Lewandowski? Ah Lewandowski é um traía!

Lewandowski. Então esse era o nome do alto magrelo no qual eu estava secando.

- Lewandowski deve ter seus motivos para deixar o Dortmund. Futebol é assim.

A loira vira rapidamente para mim com um certo ódio no olhar.

Merda. Acabei de começar um guerra. Ou não.

A mesma não fala nada, só toma mais um gole de sua cerveja e volta a olhar a festa da torcida.

Os jogadores e começam e deixar o gramado para vestirem seus uniformes e começarem o jogo. Minutos depois, o estádio começa a cantar. Basicamente deve ser uma música muito amada, ou o hino do clube, porque todos levantam e começam a cantar como se fosse a última vez que o clube iria jogar.

Isso era espetacular! Arrepiante! Eu realmente nunca tinha visto isso na minha vida. A música se chamava "You'll Never Walk Alone" ou "Você nunca andará sozinho" na minha língua materna.

Após o término da música os jogadores começam a entrar e eu procuro o jogador alto no qual eu estava vidrada, Lewandowski no caso.

Os times entram e eu o acho.

Nove. O camisa nove. O meu número favorito, o meu número da sorte. Céus! Isso tem que ser algum sinal.

O jogo começa e aos 10 minutos, Aubameyang, o mesmo da minha camisa, faz o gol. E o estádio vai a loucura. Eu ia a loucura também.

Após mais 80 minutos a vitória aurinegra e comemorada no Signal Iduna Park.

O camisa nove, agora está abatido. Também, após 90 minutos sendo vaiado junto com outros jogadores.

O mesmo vai saindo com a cabeça a abaixada, mas não pode deixar de realizar um pedido de uma criança a poucas cadeiras daqui. Ele e entrega a camisa e num rapido olhar, olha na minha direção.

Merda. Os seus olhos meios azuis e verdes ficam segundos a mim, como se eu fosse a presa e ele o predador.

Vaias. Muitas vaias vão para o mesmo me encarando. Ele enfim sai do seu transe, passa a mão na cabeça da criança e sai, próximo ao portão do vestiário, da mais uma encarada e some no meio das vaias.

Ah camisa nove, eu com certeza vou sonhar com você hoje.



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