História Nove Meses - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Mpreg
Exibições 437
Palavras 6.000
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha quem resolveu att dois dias antes da data??
Me amem, por favor!! \o/
Bom... como sempre, leiam as notas finais, hm?!

Boa leitura!!

Capítulo 10 - Capítulo 10


Fanfic / Fanfiction Nove Meses - Capítulo 10 - Capítulo 10

Nove Meses – Capítulo 10

 

 

Vinte dias após o ocorrido, Kyungsoo já estava na nona semana de gestação, mais precisamente, no início do terceiro mês e foi com grande alegria que ele recebeu carta branca para poder voltar a trabalhar, tudo, claro, com cuidado redobrado. Contudo, algo ainda lhe frustrava... sua barriga continuava reta.

 

- Tenha paciência, Kyungsoo – Minseok falou pela quinta vez naquele dia.

- Mas, Minseok, não dá pra ver nada! – exclamou Kyungsoo. – Quando eu pressiono um pouco, eu até sinto essa região mais durinha, mas também é só isso! – explicou enquanto passava a mão na região abaixo do umbigo.

 

Assim que recebeu carta branca para voltar ao trabalho, Kyungsoo sequer pensou em voltar para casa, apenas mandou uma mensagem para Junmyeon, que estava no escritório, avisando que estava de “alta” e seguiu para seu tão amado emprego. No caminho também avisou Jongin, que comemorou bastante aquele fato, mas nem por isso deixou de fazer inúmeras recomendações, entre elas, não carregar peso, não fazer esforço, não ficar muito tempo de pé, beber bastante líquido, comer no horário certo, somente o que lhe era permitido.

 

- Você não fez o ultrassom? – Minseok voltou a questionar. – O crescimento do meu sobrinho lindo tá normal?

- Tá! – afirmou Kyungsoo.

- Então pronto! Deixe de agonia que no tempo certo ele vai dar as caras, não é, bebê? – Minseok falou para a barriga de Kyungsoo, que riu daquilo.

 

Entre mimos e reclamações, por não poder fazer determinada coisa, por mais simples que fosse, o dia de Kyungsoo seguiu normal e tranquilo. Sua chegada foi bem inesperada, já que o tempo de repouso inicial seria de apenas quinze dias, mas Sehun e ZiTao resolveram estender e reavaliar melhor a situação após cinco dias, por aquele fato, ninguém esperava que o grávido do pedaço chegasse ali para trabalhar.

Algo também notado no menor era que sua aparência estava bem melhor. Por conta de todo o ocorrido, somado ao stress inicial e os enjoos, Kyungsoo tinha perdido peso, mas já havia recuperado e seu ganho de peso seguia dentro da faixa de normalidade. Seus cabelos, que já estavam maiores, tinham um brilho nunca antes visto, assim como sua pele parecia, também, brilhar. Suas calças estavam um pouco mais apertadas, mas não ao ponto de incomodar, apenas deixou seu corpo mais bonito do que já era.

Ao final do dia, Kyungsoo sentia-se um pouco mais cansado do que antes. Suas costas doíam um pouco também, mas só de não ter mais tantos enjoos, já se sentia infinitamente melhor. Os computadores já estavam desligados, as luzes da sala de descanso, apagadas. Yifan e Chanyeol foram na frente, pois o Park fora convidado para jantar na casa do namorado, restando apenas os Kim. Contudo, antes de largar, Kyungsoo acabou recebendo uma visita bem inesperada. Baekhyun.

 

- Precisamos conversar! – declarou assim que entrou na agência.

- Tudo bem – Kyungsoo falou calmamente, erguendo a mão para Jongdae e Minseok, que olharam o recém-chegado com bastante desagrado. Jamais foram grossos com as pessoas que entravam ali, mas poderiam, perfeitamente, abrir uma exceção.

- Qualquer coisa, a gente tá na sala do Jongdae – Minseok avisou, assumindo uma postura mais séria e até mesmo intimidadora.

 

Observou Baekhyun de cima a baixo e só seguiu na direção da sala do esposo quando este o levou até lá, deixando o silêncio como testemunha inicial daquele “encontro”. Num primeiro momento, Kyungsoo se assustou, mas depois procurou se acalmar. Baekhyun não seria louco de fazer nada contra si, até por que, a situação entre ele e Jongin ainda não havia melhorado tanto, então aquele fato o confortou... mas só um pouquinho.

 

- O que deseja comigo? – Kyungsoo perguntou, quebrando o silencio.

- Num primeiro momento, eu queria me desculpar – Baekhyun afirmou, baixando a cabeça. – Eu realmente não queria ter agido daquela maneira – confessou, voltando a olhar diretamente para Kyungsoo. – Mas acontece que do ano passado pra cá, o Jongin vem me pressionando muito pra ter um filho, só que eu não quero isso pra mim... não agora – explicou. – Nosso casamento também não está um mar de rosas... na verdade, nosso relacionamento, desde que começou, nunca foi. Vivemos em crises constantes, as mais recentes por ele querer tanto um filho e eu não. Tudo estava melhorando entre nós quando ele decidiu fazer vasectomia, mas então, do nada, ele aparece em casa dizendo que vai ser pai... o que você queria que eu fizesse? O que queria que eu pensasse? – questionou por fim.

 

Kyungsoo bem sabia que não foi Jongin quem decidiu fazer vasectomia, pelo menos não de livre e espontânea vontade. Ele e Baekhyun haviam feito um acordo, Jongin armazenaria os espermatozoides, faria a vasectomia e no próximo ciclo do marido, procurariam alguém que servisse como barriga de aluguel. Não era o que ele queria nem como queria, mas, pelo menos, teria seu filho... pelo menos era o que haviam planejado.

 

- E então você simplesmente achou que eu era o amante dele? – questionou Kyungsoo, encarando o outro seriamente.

- Claro! – Baekhyun afirmou de cara, sem qualquer remorso por afirmar seus pensamentos. – O Jongin estava louco pra ter um filho, do nada aparece dizendo que vai ter um filho com outro, ainda mais com aquela história da troca de exames e tudo aquilo lá... queria realmente que eu acreditasse nisso de primeira? Tenho certeza que qualquer pessoa em seu juízo perfeito não aceitaria tudo isso numa boa.

- Entendo... inclusive eu, que vivi tudo isso, não acreditei logo de primeira – Kyungsoo confessou. – Na verdade, em alguns momentos ainda é difícil de acreditar – acrescentou. – Enfim... é um direito seu, não acreditar em toda a história e tal, mas daí você ir até o restaurante, arma aquele barraco, me xingar na frente de todo mundo e ainda tentar me agredir... Você não acreditar no seu marido é uma coisa, me agredir do jeito que você fez, é outra totalmente diferente e completamente errada! Qual culpa eu tenho na crise do seu casamento? – o menor voltou a questionar, duramente. Pouco se intimidava com a presença do outro. – Que culpa eu tenho nisso tudo, se fui tão inocente quanto o Jongin? Por mais que você não tivesse acreditado, nada dava o direito de fazer o que fez. – acusou. – Eu não estava na clínica por acaso, não estava fazendo um tratamento de fertilidade por acaso... eu poderia ter abortado, e quem sabe aquela tivesse sido minha última chance de gerar meu filho! – exclamou, por fim. – Eu não posso simplesmente receber culpa de uma desconfiança que você tem.

- Eu sei que não... por isso estou aqui pra te pedir perdão! – Baekhyun falou sincero. Encarou bem Kyungsoo, para que ele tivesse a certeza de que suas palavras eram verdadeiras. – Eu confesso que agi sem pensar, por isso estou aqui pra me desculpar com você por tudo o que fiz e também pra fazer um pedido.

- E que pedido seria esse? – Kyungsoo bem sabia que não seria tudo tão fácil e simples como Baekhyun lhe queria fazer acreditar. Podia sentir que o outro não estava ali apenas para se desculpar.

- Quero que se afaste do meu marido! – foi direto em sua resposta.

 

E o clima entre os dois ficou verdadeiramente tenso. O que Baekhyun queria insinuar com aquele pedido? Era aquilo mesmo? Kyungsoo ficou tão surpreso que não conseguiu conter a risada carregada de descrença naquele momento. Era inacreditável a capacidade que tinha de se surpreender com as pessoas, mais precisamente, com Kim Baekhyun.

 

- Olha... por favor, não me interprete mal, mas é que eu realmente não vejo justificativa nesse seu pedido – confessou. – Por que você quer que eu me afaste do Jongin? Por acaso acredita que realmente existe algo entre mim e ele? Sinto muito, mas não tem lógica alguma você me fazer um pedido desses!

- Como não? Eu estou tentando salvar o meu casamento! – Baekhyun falou com afobação. – Eu não suporto mais ver o meu marido tão focado nesse... – apontou para a barriga de Kyungsoo e engoliu um provável xingamento que lançaria contra a criança. – Filho... Parece que a vida dele se resumiu ao filho e apenas isso... por essa razão, Kyungsoo, eu quero que você se afaste do meu marido.

- Eu não sei se você sabe, Baekhyun, mas eu também sou casado – Kyungsoo esclareceu, ainda um tanto nervoso com aquela situação, mas procurava manter a calma, afinal de contas, não poderia passar por outros momentos de stress. – Eu tenho um marido e, assim como você, ele não gostou de saber disso, mas está tentando se adequar à nova realidade. Ele sabe que o Jongin quer ser presente na vida do filho e não vai impedir isso, assim como eu também não vou, pois não quero, depois, ter que brigar pela guarda da criança nos tribunais. Estamos tentando conduzir a situação de uma maneira que não haja complicações maiores no futuro.

- O que você quer pra se afastar do Jongin? – o moreno não pareceu sequer, dar importância às palavras do grávido. – É dinheiro que você precisa? Se o problema for esse, não se preocupe, eu posso te dar uma alta quantia e você não precisará se preocupar com nada, porque terá dinheiro o suficiente, basta dizer quanto você quer que eu te dou. Basta me dizer o seu preço e assim você e esse seu filho somem do mapa e nunca mais aparecem. Eu ajudo, inclusive!

 

Mais uma vez, Kyungsoo riu. Riu do quão ridícula aquela situação lhe parecia. O que Baekhyun achava? Que ele roubaria seu esposo? Inacreditável.

 

- Olha, Baekhyun... se, por algum acaso, você tá pensando que vou querer roubar seu marido, tenha certeza que não vou fazer isso, tá?! – assegurou. – Também não tenho intenção alguma de aceitar dinheiro vindo de você, ainda mais nessas condições tão constrangedoras. Eu não sei se você sabe, mas meu marido é um advogado muito bem-sucedido e até hoje nunca me deixou faltar nada, muito pelo contrário, sempre me deu tudo do bom e do melhor, e o mesmo vale para a criança que eu carrego dentro de mim, então, aceitar essa sua proposta está completamente fora de cogitação pra mim – adiantou. – Inclusive, vou fingir que nada disso aconteceu, pois não quero me sentir ofendido, entende?! Não está nos meus planos e nunca esteve roubar o marido de ninguém, ainda mais o seu. – ficou sério. – Se você veio aqui se desculpar pelo que fez antes, como uma pessoa civilizada que eu acredito que você seja, ok! Estamos conversados e que nada daquilo jamais se repita, mas se você veio até aqui na intenção de me comprar, pode dar meia volta, pois eu tenho princípios e jamais me venderia... ainda mais numa situação como essa.

 

E Baekhyun sentiu, mais uma vez, a fúria tomar conta de si. Kyungsoo e aquela tranquilidade o irritava. Olhar para ele e lembrar que Jongin estava cada dia mais focado nele e no bebê o irritava. Tudo o que Kyungsoo representava o irritava de uma maneira absurda e sem tamanho, contudo, antes que pudesse agir ou fazer algo a respeito daquela situação...

 

- Puta que pariu! – a voz irritada de Jongin quebrou qualquer linha de raciocínio de Baekhyun. – Bem que eu imaginei que você estaria aqui quando fui no escritório e não te encontrei – falou para o marido, que o olhou assustado, ao passo que Kyungsoo apenas respirou fundo, cansado com toda aquela situação, resmungando um “tá tudo bem, Jongin”, depois. – Eu realmente quis acreditar que você tinha ido para casa, realmente quis, mas, não... posso saber o que você tá fazendo aqui? Que porra te deu na cabeça pra vir até aqui, Baekhyun? Será que não consegue deixar ninguém em paz? – questionou por fim.

 

A antes que Baekhyun respondesse os questionamentos do esposo, Kyungsoo pegou sua bolsa e saiu rapidamente. Estava saindo dali pelo seu bem e pelo bem do filho. Não queria encrencas para si... não mais. Queria apenas ter uma gestação tranquila e saudável, será que era pedir demais?

Enquanto descia as escadas, mandou uma mensagem para Minseok, avisando que voltaria para sua casa de taxi, e assim o fez.

 

 

Após aquele fatídico acontecimento, as coisas pareceram dar uma trégua. O contato entre Kyungsoo e Jongin ainda era diário, mas não tão frequente como antes, inclusive tiveram uma discussão logo após o ocorrido. Pela primeira vez, desde que se conheceram, os dois se estranharam de verdade e o clima ficou bastante pesado, mas após alguns poucos dias, tudo já estava voltando ao normal.

A situação com Junmyeon estava um pouco menos crítica. Já não brigavam mais por causa da gestação e tudo o que ela trazia consigo, em compensação, para o advogado, o bebê não era mais um assunto válido. Preferindo adotar a estratégia de não tocar em assuntos que pudessem trazer mais desavenças ainda entre eles, Junmyeon simplesmente passou a não questionar em nada sobre a criança, perguntava, apenas, se o marido estava bem e apenas aquilo. As palavras de Jongin ainda eram bem claras, e já que o filho era de outro, Junmyeon se preocuparia apenas com a “parte” que lhe pertencia... Kyungsoo.

Claro que Kyungsoo se sentia mal com toda aquela situação, mas como Minseok bem lhe aconselhara, ele teria paciência. Por estar sempre em contato com o advogado, Minseok explicou que aquilo tudo era apenas uma forma de preservar Kyungsoo e se preservar quanto a tudo o que acontecia. Não era apenas Kyungsoo que se sentia mal com aquele “descaso”... Junmyeon também se sentia, pois mesmo não sendo um sonho seu, ele também passou a desejar uma criança junto com o marido, por isso via-se numa situação difícil e bastante complicada. Era como a realização de um sonho que não lhe incluía. Queria sim, ver o marido carregando um filho, mas que fosse seu, o que não acontecia naquele momento.

 Claro que Minseok não falou ao grávido sobre a conversa que o marido e Jongin tiveram, mas ele acreditava que quando a criança nascesse tudo mudaria de figura, pois era mais do que claro que a criança viveria com Kyungsoo e Junmyeon, logo, mesmo sendo filho de Jongin, tirando o menor, o pai presente seria Junmyeon, já que o moreno só teria os finais de semana... e depois um bom tempo. Então só restou a Kyungsoo se agarrar na esperança de que tudo ficaria bem outra vez.

 

 

Os dias passavam depressa e Kyungsoo já se encontrava no final do terceiro mês de gestação, porém, não via qualquer mudança em seu ventre, pois tudo continuava do mesmo jeito. Mas ele nem pode se preocupar tanto em relação àquilo já que Minseok deu um grande susto em todos.

Tudo estava andando bem até o dia em que o Kim mais velho, após se sentir várias dores na barriga, e marcar uma consulta no médico, descobriu que estava na fase três do ciclo, algo que pegou todos de surpresa, principalmente o próprio Minseok, e o deixou de “molho” em casa por uma semana. Jongdae, em contrapartida, ficou extremamente radiante, mas preferiu não dizer nada a ninguém.

O namoro de Yifan e Chanyeol continuava seguindo exatamente do jeitinho deles, algo atrapalhado, ciumento, mas verdadeiramente lindo e puro. Eram dois crianções que viviam de chamego sempre que tinham oportunidade. Claro que Minseok e Kyungsoo não perdiam uma oportunidade sequer de perturbá-los com aquilo.

 

- Park Chanyeol, venha cá agora! – Kyungsoo determinou assim que o Park voltou da vistoria nos ônibus. Yifan faria sua primeira excussão sozinho naquele dia, já que Minseok estava fora e Kyungsoo não podia fazer tudo sozinho.

- O que eu fiz, hyung? – questionou já assustado.

- Posso saber que marca é essa no seu pescoço? – questionou, cruzando os braços e estreitando os olhos. Suas suspeitas foram confirmadas quando o maior colocou a mão no pescoço, com os olhos arregalados e a boca aberta, e logo em seguida, baixou o rosto, definitivamente envergonhado. – Tão usando camisinha, né?! – não era uma pergunta, era um pedido implícito para que confirmasse aquilo.

- Sempre, hyung! – Chanyeol apenas confirmou. Que estava transando com Yifan, isso era mais do que claro! Acontecia quase todas as noites, e quase sempre no carro do chinês, as outras vezes era quando o Park dormia na casa dos Wu, mas em todas as vezes a camisinha estava presente.

- Acho bom mesmo – reforçou. – Ter um filho é uma responsabilidade enorme, Chanyeol, você mesmo sabe há quanto tempo venho me preparando pra esse momento, então, não faça nada do que venha a se arrepender depois, porque aí, já pode ser tarde demais e o que é uma benção, pode ser modificar sua vida pra sempre.

- Eu sei disso, hyung – Chanyeol afirmou. – Por mais que nós nos gostemos, ter um filho não é um pensamento pra agora, estamos muito novos pra isso – esclareceu.

- Então vocês já estão fazendo planos? – Kyungsoo questionou, com os olhos brilhantes. Sorriu grande ao ver o rosto vermelho do Park. – Awn! Que lindo! Vocês se gostam muito, não é? – estava tão feliz por seu pupilo.

- É! – foi só o que Chanyeol se limitou a responder. – Ele me entende, sabe?! Depois daquele dia da briga com o Kevin, ele mudou bastante em alguns aspectos, me respeita mais...

- E isso é ótimo, Channie – Kyungsoo apenas se aproximou e abraçou o maior, que retribuiu o abraço do mesmo momento.

 

 

Foi também durante a semana que Minseok esteve fora que Kyungsoo teve uma grande surpresa. A maior e, talvez, mais gratificante até aquele momento de sua gestação. Por conta da correria na agência, mal teve tempo de reparar nas mudanças que aconteciam em seu próprio corpo, pois sempre chegava cansado demais para procurar uma barriga que nunca encontrava. Mas foi numa noite de quarta-feira que, após um longo e relaxante banho, que Kyungsoo notou a tão desejada elevação em seu ventre. Era algo pequeno, claro, mas bastante significativo.

De início pareceu não acreditar, mas ao colocar-se de perfil em frente ao grande espelho do guarda-roupas, o baixinho pode ter a certeza de que era verdade, e assim como foi impossível conter o sorriso de felicidade, também foi impossível conter as lágrimas que desciam sem permissão por seus olhos. Dentro de si uma explosão de sentimentos aconteceu naquele momento, era como se a cada dia mais estivesse próximo à realização de seu grande sonho.

 

- Meu bebê... você finalmente resolveu se mostrar pro Appa? – questionou com a voz embargada e um pouco partida. – O Appa tá tão feliz, meu amor... tão feliz! – exclamou enquanto encarava a barriga através do espelho e em seguida, baixava o olhar.

 

Era como se estivesse revivendo as emoções do primeiro ultrassom, só que inúmeras vezes mais forte. Olhava para baixo e finalmente percebia que as linhas que marcavam levemente seu abdome não mais existiam, e abaixo de seu umbigo, estava mais inchado e redondo. Sorriu. Sorriu como há muito tempo não sorria. Tinha vontade de gritar, correr, chorar... eram tantos sentimentos distintos que não conseguia enumerar qual deles era mais forte. Acontecia tudo ao mesmo tempo.

Lembrou, então, da plenitude que seu pai Myung tanto falava. Sentia-se completo só de saber que dentro de si era gerado seu maior sonho, um sonho que não era sonhado só por ele. E foi então que, ainda afobado e tendo apenas uma toalha ao redor de sua cintura, correu até seu celular, mandando uma mensagem para o moreno no mesmo momento.

 

“Jongin! Nosso filho finalmente perdeu a vergonha e resolveu das às caras! Minha barriga tá crescendo! AHHHHHHH ”

 

Era o que dizia na mensagem que mandou para o moreno. Ainda tinha no rosto aquele sorriso enorme e que tanto lembrava um coração. Sequer percebeu que usou o termo “nosso filho”... a felicidade era tanta que não se tocou daqueles pormenores, que, por menores que fossem, já não mais o eram tão menores. E como se não pudesse sorrir ainda mais, bastou receber a resposta do moreno que conseguiu dar algumas gargalhadas.

 

“Sério??? Era tudo o que eu precisava pra meu o dia terminar feliz! Me manda uma foto, por favor, por favor!!!! ”

 

Dizia a mensagem do moreno, enviada instantes depois. Até parecia que ele estava esperando por aquela notícia há dias. E Kyungsoo atendeu ao pedido do moreno no mesmo instante. Do jeito que estava, se aproximou do espelho e tirou uma foto de perfil, mostrando a pequena elevação e outra de cima, mostrando ao moreno a visão que tinha de sua própria barriga, e então enviou.

 

 

O dia tinha sido difícil. Na verdade, os dias de Jongin estavam sendo bem complicados, salvo os momentos em que falava com Kyungsoo sobre seu ponto de luz. Sim. Kyungsoo não sabia, mas Jongin considerava o filho deles como sendo seu ponto de luz, e talvez até o fosse, já que, tirando aquele fato, nada parecia fazer muito sentido para si. Vivia num clima de guerra fria com Baekhyun, que cada vez mais se cobria de trabalho, tudo para não estar em casa e ter uma possível, provável, DR. Nossa! Como odiava DR’s, mas naquele momento nada mais parecia ter importância, afinal de contas, recebeu a mensagem que alegrou seu dia e o fez valer a pena.

Podia sentir a felicidade de Kyungsoo através daquela mensagem, e só de imaginar aquele sorriso grande ele, sentiu o coração acelerar. Já era recorrente o fato de sentir o coração acelerar quando lembrava de Kyungsoo ou falava com ele, mas Jongin ainda se obrigava a definir aquilo como sendo felicidade por falar de seu filho, muito embora nem sempre falassem dele, mas era melhor pensar daquela maneira.

Já que não estava lá para ver a barriga, pediu uma foto, claro, mas recebeu duas. A primeira era a visão de cima, e de fato, havia uma barriga ali, mas também havia uma toalha... resolveu então passar para a próxima foto. Esta era de perfil e além da pequena barriga saliente, Jongin perceber que a pele do menor era bem clara. Percebeu, também, algumas gotas de água que “desciam”, sinal de que tinha acabado de tomar banho. Mais uma vez, Jongin sentiu o coração acelerar... e ele sabia o motivo daquilo, mas preferiu não pensar. Se obrigou a não pensar naquilo... era o melhor a se fazer.

 

 

Kyungsoo já estava com 15 semanas, quase 16, quando teve a terceira consulta com o moreno ao lado, esta, diferente das outras, foi marcada para o final da tarde, já que Minseok ainda não tinha voltado de sua licença. Por onde ele passava, irradiava felicidade, pois sua barriga a cada dia mais crescia e nem mesmo as roupas ficando menores era motivo para que se preocupasse, de jeito nenhum.

 

- Woah! Sua barriga está linda, Kyungsoo! – elogiou ZiTao assim que o menor entrou na sala e observou a pequena protuberância no ventre do Kim grávido. – Olá, Jongin, tudo bem? – questionou o médico, que já entrava no sexto mês de gestação e ostentava uma barriga grande e redonda.

- Eu estou bem, sim! – Jongin sorriu em resposta. – E sua barriga também está linda, doutor – não pode deixar de notar aquele fato.

- Obrigado! – o chinês agradeceu. – Meu garotinho tá crescendo e já está começando a me dar trabalho – confidenciou, alargando ainda mais o sorriso.

- Sério? – Kyungsoo sentia-se no céu, pelo menos nos momentos em que estava ali – Quantas semanas?

- Unhum! Estou com vinte e quatro semanas, exatos seis meses – respondeu ZiTao. – E é a partir de agora que as coisas começam a acontecer de verdade, sabe?! É quando ele começa a ganhar peso e a barriga crescer cada vez mais, só que isso coça pra caramba, então eu vivo praticamente mergulhado em creme hidratante pra não ficar com estrias, sem contar no fato de eu me sentir bem mais cansado que o normal, o que é normal – riu de si mesmo. – Mas minhas calças já não servem mais, e é nesse ponto onde todos os homens férteis concordam em gênero, número e grau... mulheres têm sorte por poderem usar vestidos.

- Mas você sabe que existem aquelas calças de tactel... – Sehun falou, só para provocar, e recebeu como resposta, uma careta do médico, o que fez os espectadores rirem bastante.

- E que são extremamente horrendas, diga-se de passagem – ZiTao completou. – Eu me recuso a usar aquilo, Sehun, você bem sabe... aquilo lá me deixa extremamente grande!

- Quando drama – zombou o Oh.

- Claro que é drama! Não é você quem tá carregando um menino de quase um quilo na barriga e cada dia aumenta mais e mais; não é você quem sente uma azia desgraçada e vontade de ir no banheiro fazer xixi a cada meia hora – rebateu o chinês, realmente dramatizando.

- Mas foi você mesmo quem disse que quando sente o Huangzinho mexer tudo valia a pena, Tao – afirmou Luhan, trazendo consigo uma cópia de si mesmo. – Desculpe atrapalhar, mas ele chegou do colégio agora e precisava muito falar com o Appa ou certamente morreria caso não fizesse isso – explicou, sorrindo para os Kim. – Olá, Kyungsoo... Jongin, esse é meu bebezinho, Oh Yuan – apresentou o filho aos dois, que estavam completamente maravilhados. – Eu bem que pedi pra esperar, mas como ele herdou uma manha e insistência que definitivamente não vieram de mim... – deixou a frase incompleta ao que soltou a mão do garotinho, que de primeira correu para o colo do pai.

- Meu amor, eu não te disse que enquanto o Appa estiver atendendo você não pode entrar? – Sehun questionou, olhando de modo carinhoso para o filho.

 

Era algo completamente diferente do usual Oh Sehun. Aquele era o Sehun pai, que falava calmo e manso com o filho, que o olhava com os olhinhos brilhantes, um tantinho culpados, mas, ao mesmo tempo, satisfeitos. Kyungsoo e Jongin observavam aquilo extremamente maravilhados. Jongin se via em Sehun. Se via exatamente daquela maneira, tendo o filho em seu colo e sorrindo para si, como o pequeno fazia com o maior.

 

- Eu senti saudade, Appa! – respondeu a criança, com a voz fininha, arrancando um “Awn” de todos que estavam naquela sala, inclusive Luhan, que sorria todo bobo para sua cria.

- Agora entende o motivo de eu dizer que ele estraga o menino, Tao? – questionou Luhan. – Eu bem que tento botar limites, mas Sehun os estende.

- Meu amor, dê olá para o Tio Kyungsoo e o Tio Jongin – Sehun falou para o filho, apontando para os citados.

- Oi! – Yuan falou timidamente, acenando para os dois, mas sua atenção se concentrou em Kyungsoo, o qual não deixava de olhar.

- Olá! – Kyungsoo e Jongin responderam em uníssono.

- Yuan, sabia que o Tio Kyungsoo também tem um bebezinho na barriga, assim como o Tio Taozi? – Sehun voltou a falar, vendo o filho arregalar os olhos.

- Sério? – questionou surpreso.

- Unhum! Nós vamos vê-lo já, já – o Oh voltou a falar.

- Então é melhor irmos, Yuan... quando a consulta terminar você volta – Luhan falou, seguindo na direção do filho, que se agarrou em Sehun como um filhotinho de coala faz.

 

Não queria atrapalhar a consulta, mas tanto Kyungsoo quando Jongin fizeram questão de que o menino ficasse, já que ele era extremamente adorável e muito educado, o que foi muito agradável para Luhan.

 

- Tudo bem, mas se comporte, hein?! – avisou o chinês menor antes de sair.

- Tá bom! – Yuan apenas assentiu, voltando a se acomodar no colo do pai, enquanto olhava para Kyungsoo, que não conseguia conter o sorriso ao imaginar-se vivendo em situação parecida.

- Mas me diga, Kyungsoo... tem sentido algo fora do comum? – ZiTao voltou a questionar, retomando a consulta.

- Não... só aquilo que já era esperado – respondeu o outro grávido.

- Oh! Então isso é ótimo – o chinês sorriu.

- Doutor, o que o senhor acha dos exercícios? – Jongin questionou, recebendo um olhar estreito do menor.

- Com moderação, sim, mas no seu caso, Kyungsoo, acho melhor não... pelo menos por enquanto – respondeu o médico.

- Tá vendo?! Eu te disse que no SEU caso não era muito saudável – Jongin falou para Kyungsoo, que apenas revisou os olhos.

- Ok, Sr. Kim... você venceu – Kyungsoo deu-se por vencido, revirando os olhos mais uma vez, mas sua atenção foi atraída para o menino, que ria levemente enquanto olhava para si e Jongin.

- Parece o senhor e o Appa Lu – o menino respondeu, quando questionado pelo pai o motivo de seu riso.

 

Ah! A inocência infantil. Não foi intenção do pequeno deixar Kyungsoo e Jongin constrangidos, mas ele só falou o que viu e, de fato... Jongin e Kyungsoo pareciam casados. Contudo foram salvos por ZiTao, que adiantou-se em mandar Kyungsoo para a sala de exames.

Uma vez Kyungsoo devidamente sentado onde sempre deitava quando fazia os exames, Sehun, após deixar Yuan sentadinho na cadeira ao lado da sua, começou os exames no grávido. Primeiro pediu que se levantasse e o pesou, em seguida, pediu que voltasse para a maca e deitasse nela, então apalpou todo o ventre, sentindo seu crescimento, em seguida, mediu o tamanho enquanto ZiTao anotava tudo num papel.

Todo o exame era acompanhado por dois pares de olhos extremamente atentos. Jongin e Yuan estavam em completo silêncio, cada um perdido em seus pensamentos, todos, porém, voltados para Kyungsoo. Jongin não podia deixar de achar Kyungsoo mais bonito a cada dia. Era tão impossível não notar aquele fato quanto era impossível evitar que o coração acelerasse sempre que o via sorrindo como naquele momento.

Uma vez terminados os exames ambulatoriais e externos, era o momento do tão aguardado exame por imagem.

 

- Como já devem saber, é um menino – Sehun falou, enquanto detinha sua atenção à tela, ouvindo apenas a concordância dos pais. – Enfim, Kyungsoo e Jongin... arredondando, o bebê de vocês está com dezesseis semanas, medindo quinze centímetros, o que nos faz imaginar que, provavelmente, ele será um meninão, já que está um centímetro acima da média normal – contou e viu os rostos dos pais de primeira viagem um sorriso enorme. – Está pesando cerca de duzentas e vinte gramas. Óbvio que não dá pra ver, mas ele já tem a orelha bem destacada da cabeça, os bracinhos e perninhas estão melhor desenvolvidos. Provavelmente ele já tem unhas também – revelou, para a felicidade dos Kim.

 

Sehun sequer perguntou se eles queriam ouvir o coraçãozinho bater, apenas deixou o som ecoar pela sala e viu a mesma explosão de emoções da primeira vez, em que ouviram o coração batendo, tomar conta. ZiTao tinha aquele sorriso bobo, mas um sorriso que se destacou ali foi o de Yuan, que não sabia se olhava para o monitor, para a barriga ou para o rosto de Kyungsoo, que derramava algumas lágrimas de felicidade enquanto segurava a barra da camisa com uma mão e a semelhante de Jongin com a outra.

Lentamente, o menino saiu de sua cadeira, deu a volta por trás de Jongin e se aproximou de Kyungsoo, que quando o olhou, teve as lágrimas enxugadas pela mãozinha delicada da criança.

 

- Não chora! – pediu Yuan.

- Mas é de felicidade, pequeno – Kyungsoo explicou.

- Ah! Então se é assim, tá bom – o menino assentiu, sorrindo para Kyungsoo.

- Céus! Esse menino é um anjo! – exclamou Jongin, e sem conseguir se conter, colocou o menino no colo, demonstrando grande habilidade com crianças, já que o pequeno se acomodou no colo do moreno, rapidamente.

- Cara... você tem muita sorte! – ZiTao falou, encarando abobalhado Jongin com o menino no colo.

- Por que? – o moreno questionou, sem entender aquela afirmativa.

- O Yuan não é tão dado a aproximações com pessoas que não conhece – Sehun explicou. – Então ele realmente gostou de você – afirmou. – Você gostou do Tio Jongin, meu amor? – questionou, vendo o menino assentir em resposta.

 

E mais uma vez, todos ficaram maravilhados, principalmente Kyungsoo. Olhar Jongin com o menino no colo o fez sentir algo diferente, mas acreditou ser apenas um vislumbre de um futuro não tão distante... não que estivesse em seus pensamentos ter um futuro ao lado de Jongin, mas, querendo ou não, ele estava em seu futuro. Kim Jongin era parte de sua realidade, e aquilo era incontestável.

 E daquela maneira, com Yuan sentado confortavelmente no colo de Jongin, que se sentia cada vez mais pai e não parava de sorrir um instante sequer, a consulta continuou.

 

 

Diferentemente das outras vezes, quando saíram da consulta, não foram para aquele restaurante de sempre. Primeiro porque não era mais horário de almoço, pois o sol dava seus primeiros sinais de que já ia embora; segundo e, talvez, o mais importante... Kyungsoo criou trauma daquele lugar, e por esse motivo, foram fazer um pequeno lanche numa cafeteria que ficava de frente para o parque central.

A cafeteria era pequena, porém, aconchegante. O aspecto rústico conferia ao local um charme diferente. Escolheram uma mesa para dois, ao lado de uma janela que dava de frente para o parque, onde era possível ver os velhinhos se exercitando, bem como crianças correndo para todos os lados.

 

- Eu lembrei de uma coisa, agora... você já pensou em alguém para padrinho? – Jongin questionou após a garçonete se afastar, já com os pedidos feitos.

- Isso é algo que venho pensando desde a primeira tentativa, então veja que não é fácil pra mim – confessou, rindo brevemente. – Você já pensou em alguém?

- Sim! – Jongin foi categórico em sua resposta. – Pensei em meu irmão, o Taemin – sorriu ao falar dele.

- Queria ter essa facilidade em escolher – Kyungsoo resmungou, fazendo bico.

- No meu caso não foi facilidade em escolher... sabe o famoso só tem tu, vai tu mesmo? Então... – Jongin falou e riu em seguida.

- Sinceramente? Não sei quem escolher – confessou mais uma vez. – Pensei em Minseok e Jongdae num primeiro momento, mas também tem o Chanyeol, que eu amo como se fosse meu irmão mais novo, sabe?! E agora tem o Yifan também, então assim... antes era mais fácil, porque era eu sozinho pra escolher, já que o Jun é água deu água levou, o que eu decidisse estava tudo bem, mas... né?!

- Mas se você quiser escolher os dois...

- Não! O filho não é só meu, Jongin – Kyungsoo assegurou. – Você tem tanto direito quanto eu... pelo menos um padrinho ele já tem – afirmou, passando a mão no ventre.

- Certo... e o nome? Já pensou em algum? – voltou a questionar, e naquele momento, ambos entraram numa discussão, obviamente saudável.

 

Kyungsoo tinha muitos, pelo menos dez, número não muito diferente de Jongin. Então, para que não entrassem numa argumentação sem fim, o moreno deu a sugestão mais simples para resolver aquilo... sorteio.

Com uma caneta e vários pedaços de guardanapo rasgados, eles escreveram os nomes que pensaram e decidiram pela eliminação. O último nome seria o escolhido, e ao final, o nome foi escolhido... Kim Taeoh.

 

 

Quando saíram da cafeteria, Jongin se ofereceu para levar Kyungsoo até sua casa, chegando lá, o menor pediu que subisse, para lhe mostrar os presentes que já havia ganhado. Relutantemente, Jongin aceitou, mas só após saber que Junmyeon não estava em casa.

Já no quarto, após ver os poucos presentes que o filho tinha ganho, Jongin conseguiu verbalizar um pedido que estava em si há muito tempo...

 

- Eu... posso tocar nela? – perguntou, apontando para a barriga.

- P-pode – gaguejou a resposta.

 

Jongin se ajoelhou na frente do menor e, com cuidado, levantou a camisa, deparando-se com o ventre já crescido. Jongin tocou aquela região, sentindo o coração acelerar violentamente. Era a primeira vez que tocava diretamente o ventre do menor, e por isso não conseguiu conter a vontade de deixar um beijo ali... era algo muito forte para que pudesse resistir... e assim o fez.

Kyungsoo sentiu uma onda tomar conta de seu corpo quando os lábios do moreno tocaram seu ventre... eram quentes e extremamente macios. Sentiu cada célula do seu corpo responder àquele estímulo tão singular.

Quando a realidade voltou, um silêncio constrangedor tomou conta do lugar.

 

- Er... é melhor eu ir andando – Jongin desconversou e nem esperou qualquer resposta de Kyungsoo, apenas acenou, sem encarar o menor, e saiu dali o mais rápido possível.

 

CONTINUA...


Notas Finais


Hello ~ o que cês acharam desse cap?
Não sei vocês, mas esse final, pra mim, foi matador!!
Não sei vocês, mas eu surtei nesse final!! kkkkkkkkkkk

Viram como Yuan é uma criaturinha linda e maravilhosa?
Viram que ele ficou todo bobo com o Soo e o Jongin?? <33
AH!! Sim! O nome do bebê é Kim Taeoh, aquele mesmo, o lindinho, maravilhoso do Taeoh!
Eu tinha prometido a mim mesmo que minha primeira mpreg o nome do bebê do Soo e do Kai seria Taeoh.
Gostaram?

Será que tá rolando um feeling aí, gente????
Quem acha que sim comenta e grita!! kkkkkk
E essa foto da barriga? E a reação do Jongin?
Quero saber de tudo, hein?! Tudinho nos mínimos detalhes... MENTIRA!! Mas só de saber se gostaram ou não, eu já ficarei feliz. Alguém aí já tem alguma noção de como as coisas vão caminhar daqui pra frente?

E essa conversa do Baek com o Soo??
Esperavam uma treta ferrenha, né?! Sorry, não foi dessa vez!! hehehehe

Enfim, pessoas... esse foi o capítulo de hoje, o próximo será postado dia 7 de dezembro.
Vocês gostaram? Do que mais gostaram? Qual a parte mais emocionante? Acham que algo precisa mudar?
Também aproveito pra agradecer os comentários lindos e maravilhosos que recebi no capítulo passado e também pelos 296 favs. Vocês não sabem como me deixa feliz essa resposta tão gostosa que vocês me dão. Amo todos!! <333

Vejo vocês no próximo?

Yehet!! o/


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...