História Novo Mundo - Capítulo 34


Escrita por: ~

Postado
Categorias Tomb Raider
Personagens Lara Croft
Tags Lara X Sam, Ss Endurance
Exibições 15
Palavras 1.372
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, FemmeSlash, Ficção, Luta, Orange, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Canibalismo, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Desculpem a demora :/ Mas aqui está o novo capítulo ^^

Capítulo 34 - Castigo de Himiko


LARA

 - Nos meus tempos de glória deitava-me com os homens e as mulheres que queria. - Himiko fala. - Eu sei como satisfazer-te.

 - Promíscua... - Cuspo na cara dela.

 - Falou a gaja que tocou no corpo que tem de ser meu! - Himiko limpa o meu cuspo da cara dela.

 - Pelo menos deito-me com a mulher da minha vida, não preciso de outras porque não sou mal amada.

 - Falas demais... Acho que está na hora de seres a minha escrava sexual por uns momentos. Garanto-te que no meu tempo os meus servos e servas adoravam estar comigo...

Himiko volta a beijar-me o pescoço, com uma mão vai descendo pelo meu corpo até chegar lá abaixo, despindo-me devagar. Depois acaricia a minha barriga, fazendo-me arrepiar.

 - A diferença é que nenhuma das mulheres tinha o corpo como o teu... Estes abdominais, confesso que atraem-me...

Himiko desce mais com a mão e acaricia-me a zona dos pêlos púbicos, desliza a mão e mete dois dedos na minha vagina, involuntariamente gemo. Por mais que me esforce para debater, o meu corpo não se move.

 - Oh sim... - Ela sorri maliciosamente. - Tu estás a gostar.

 - Vai... à... merda... - Falo entre os gemidos.

Himiko vai aumentando a velocidade dos movimentos. O prazer é inevitável, eu sinto-me tão mal e desconfortável por estar a senti-lo... Gemo mais alto e mais rápido. Passa algum tempo e Himiko morde-me a orelha.

 - Está um pouco demorado. - Ela sussurra no meu ouvido.

Himiko deita-se em cima de mim e encosta-se lá em baixo, fazendo movimentos e começando a gemer também.

 - Ai, como adoro tribadismo... - Ela fala enquanto geme.

Passado um bom bocado Himiko começa a fazer movimentos mais rápidos até chegar ao fim. Himiko sai de cima de mim e começa a rir-se.

 - A tua Samantha tem de te amar muito para nunca se ter queixado de demorares tanto. Parece que vais ficar por aqui, não sou obrigada a satisfazer-te. Nunca pensei que fosses sempre assim... - Himiko levanta-se e volta a rir-se. - És digna de ser humilhada.

Não falo nada, neste momento sinto-me tão desconfortável que nem olho para a cara da Himiko.

 - Se calhar a tua namorada deve achar inconveniente. Se calhar ela fica com pena de ti. Mais tarde ou mais cedo ela vai deixar-te por não conseguires ser mais rápida a atingir o orgasmo. - Himiko diz.

 - Isso não é verdade... - Respondo.

 - Achas tu! - Ela solta uma gargalhada. - Estás a sentir-te desconfortável com a situação, mas não quero saber. Se eu fosse a Samantha já me tinha queixado de ti. Mas chega de conversa, parece que fazer-te implorar por mais não vai acontecer, porque não há tempo para isso, entendes?

Himiko não pára de rir, volto a conseguir mexer o meu corpo, levanto-me imediatamente e visto-me.

 - Tu és a desilusão em pessoa. - Himiko continua a falar.

 - Não tens moral para falar em defeitos...

 - Querida, não sou eu que demoro para chegar ao clímax, nem sou eu que fico com medo de magoar a pessoa que amo, isto é, se eu amasse.

 - CHEGA! - Grito em fúria.

Corro em direcção a ela e trespasso-lhe o corpo. Himiko solta mais uma gargalhada.

 - Estou apenas no teu pesadelo, eu controlo-lo, não vais conseguir matar-me assim. Também não te posso matar, infelizmente, mas posso aterrorizar-te, magoar-te e humilhar-te. Lembra-te, cada vez que te fores deitar com a tua amada, pensa no que te disse, talvez percas a vontade.

Olho para trás, Himiko desvanece-se enquanto ri-se e aparece um Oni à minha frente. O Oni ruge e empunha uma catana. Começa a executar golpes para tentar atingir-me, mas esquivo-me o mais que posso.

O Oni transforma-se num dragão, um dragão enorme! Um dragão negro, de olhos amarelos, levanta voo com as suas enormes asas e solta um rugido ensurdecedor. O dragão olha para mim, oiço o grito da mulher, aquele grito que me perturba nos pesadelos!

 - Até mais! - O dragão fala com a voz de Himiko.

O dragão cospe fogo e encolho-me, o fogo atinge-me mas não me queima. Sinto dor por dentro do meu corpo, fecho os olhos com força. A dor e o barulho vão cessando. Sinto que estou deitada agora.

Abro os olhos e vejo Sam à minha frente, olho para os lados e vejo que estou de volta à casa da árvore.

 - Lara... - Sam fala. - Estás bem?

 - Agora estou. A Himiko voltou a falar comigo... - Respondo.

 - O que ela quer desta vez?

Conto tudo do meu pesadelo à Sam, tudo mesmo, por mais que me sinta desconfortável.

 - Não ligues ao que ela fala, eu nunca te deixaria... - Sam dá-me um beijo. - Nada de ti é inconveniente para mim. Não deixes que ela te rebaixe, ignora-a.

 - Obrigada, Sam, pelo apoio. - Sorrio para ela. - Passou alguém por perto?

 - Não, nem vi mais aquele Oni gigantesco.

 - Ugh, eu preciso mesmo de beber... - Agarro na garrafa que me vem à mão. - Isto tudo deixa-me stressada. És servida?

 - Não, hoje não, não estou com disposição. Vê lá não fiques toda pedrada.

 - Eu só quero esquecer as merdas que a Himiko me faz.

Começo a beber sem dar conta da quantidade... até esvaziar a garrafa. Já vejo tudo andar à roda e a duplicar, sinto-me completamente zonza e feliz. Pego noutra garrafa.

 - Lara, não! - Sam tira-me as garrafas do alcance.

 - Só mais uma pinga... - Falo de uma forma um pouco enrolada.

 - Tu bebeste uma garrafa de brandy inteira! Chega disso.

 - Não és minha ama para dizer o que fazer ou não.

 - Mas sou a tua namorada e o meu dever é cuidar de ti também. Quero ver como vamos voltar para a caverna contigo assim.

 - Estás a dar-me um sermão. - Rio-me. - Fica zangada, eu gosto de ti assim.

 - Hás-de ter cá uma ressaca...

 - Tu és linda. - Aproximo-me dela e tento dar-lhe um beijo, mas ela afasta-me.

 - Tresandas a álcool, sai.

 - Ninguém está aqui... - Faço-a deitar-se e ponho-me em cima dela.

 - Não, Lara, agora não! Estás parva?

 - Não queres estar comigo? - Beijo-lhe o pescoço.

 - Lara, tu bebeste demais, não vamos fazer amor aqui e contigo nesse estado! Vamos para a caverna!

Sam empurra-me para o lado e levanta-se, ajudando-me a levantar também. Ela começa a descer da árvore, eu com algum esforço para não cair, desço também. Ao meter os pés no chão deito-me.

 - Lara! - Sam revira os olhos e levanta-me, puxando-me pelo braço. - Anda!

 - Eu amo-te. - Falo.

 - Também te amo, mas temos de ir andando.

Quando finalmente chegamos para subir até à caverna, Sam agarra na corda que os amigos dela usam para subir e dá-ma.

 - Para segurança, não estás em condições de subir sozinha.

 - Está bem, senhora babysitter.

 - Vamos... - Sam volta a revirar os olhos. - Tens sorte que sou paciente contigo nessa figura.

Agarro-me à corda e começo a subir, Sam vem atrás de mim. Chegamos ao topo e Sam dá-me um empurrão para terminar de subir, depois dá-me a mão e leva-me para a cama.

 - O que ela tem? - Pergunta Steph à Sam.

 - Bebeu... Longa história, depois conto. - Sam responde.

 - Deita-te comigo, Sam. - Falo a rir-me.

 - Porque é que fui deixar-te beber...

 - Trouxeste as garrafas?

 - Óbvio que não! Dorme. - Sam chega-se ao pé de mim. - Fico aqui até adormeceres.

 - Não quero dormir...

 - Sam, tenho uma coisa para te dizer. - Diz Steph. - É grave...

 - O quê!? - Sam levanta-se imediatamente e as duas chegam-se para um canto.

 - O Roth agora está a dormir, mas ainda há pouco queixou-se de muitas dores. - Oiço Steph falar enquanto sinto-me sonolenta, as pálpebras pesam-me.

 - Então? - Sam pergunta.

 - Ele não está a melhorar nada... O Jonah esteve a examiná-lo, ele tem uma infecção interna, ele... ele não deve durar muito tempo...

O sono pesa-me tanto que acabo por adormecer imediatamente.



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