História "Now and forever " - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Hailee Steinfeld, Shawn Mendes, Zendaya
Personagens Hailee Steinfeld, Personagens Originais, Shawn Mendes
Exibições 80
Palavras 2.212
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Capítulo 3


Fanfic / Fanfiction "Now and forever " - Capítulo 3 - Capítulo 3

Cheguei em casa tava um calor absurdo, tomei banho e fui na cozinha só de langerie,  meio que já virou costume anda pela casa assim, nunca tem ninguém além  de mim e da Maria.
  Cheguei na cozinha Maria tava lavando a louça.

  - Você  nunca para, não é? - falei sentando no balcão.

  - É  só algumas louças. Você  tem que parar de anda assim pela casa, e se tivesse alguma  visita? -  falou se referindo a eu estar de calcinha e sutiã.
 
  - Nós  não recebemos ninguém.-debochei- E você necessita de férias.

  - Eu preciso de férias? - ergueu um sombrancelha.

  - Sim.  Você precisa muito de férias,   R-O-l-A,  férias - ela me encarou sem acredita e eu morri de rir.
 
  - Hailee?  Que conversas são essas,  onde você aprendeu isso? - falou com os olhos arregalados.

  - Aaa qual é foi só uma piadinha - desci do balcão - mas é  verdade, vou te inscrever no site de relacionamento - falei subindo as escadas.

  - Nem se atreva - gritou eu dei um risada fraca e entrei no quarto e me joguei na cama, acabei pegando no sono[…]

  Escutei alguém bater na porta.

  - Pode entrar- falei sonolenta de olhos fechados  jogada na cama, só pode ser a Maria. Ouvi a porta abrir e não falaram nada.

  - COFF...COFF...-  eu virei o rosto pra ver quem era, era o Shawn.

- Meu Deus,  o que você tá fazendo aqui - falei assustada ficando em pé na cama tentando me cobrir com as mãos.

- A mulher mandou eu subi, eu bati  na porta e você mandou eu entrar -falou olhando pra mim.

- Para de olhar pra mim vira de costas e fecha o olho - falei tentando não morrer de vergonha.

- Ok- virou de costas, e eu tentei sair da cama pra ir pro banheiro correndo só que enrosquei meu pé na coberta e cai  de cara no chão - Jesus, menina  você é muito desastrada - falou me ajudando a levantar.

- A culpa é sua - falei me apoiando em seus ombros.

- A culpa é minha?  Você caí e a culpa é minha? - falou rindo e nos sentamos na cama.

- Sim,  se você não tivesse me visto semi nua eu não teria ficado desesperada e tentando correr - falei com gosto de sangue na boca e uma ardência no joelho e no cotovelo.

- Depois a gente conversa sobre isso,  agora você está machucada. Tem algum kit de primeiros socorros por aqui? - perguntou.

- Sim, tá em cima do armário do banheiro - falei e ele foi lá e pegou e sentou do meu lado.

- Deixa eu limpa os arranhões - falou  abrindo o kit.

  - Não, me da aqui que eu limpo - falei tentando pegar o kit da mão dele  mas ele segurou minhas mãos.

- Para de ser chata e deixa eu te ajudar uma vez na vida - falou olhando nos meus olhos, uma sensação estranha percorreu meu corpo.

- Tá bom - falei levantando.

  - Para  onde  você vai? - perguntou.

- Posso me vestir primeiro? - falei pegando uma blusa e um shorts

- Vai lá - falou coçando a nuca, entrei no banheiro me vesti, voltei e sentei do seu lado.

- Isso vai arder um pouco - falou se preparando pra passar o remédio no meu joelho.

- Sério, você acha que eu tenho quantos anos?! Dois .

- A mentalidade de uma criança você tem - disse como se fosse óbvio.

- E você a de um jumento- falei, podia ser melhor, mas ele faz eu perder meu poder de ofender as pessoas. Ele jogou o remédio na minha perna,  e eu cravei a unha  no seu braço - AIIi seu cavalo

- Eu sou cavalo?  Eu te avisei que ia arder e você falou que não era criança.

- Cala a boca e continua.

  - Fica quieta - falou e voltou a limpar meus machucados e por último o corte na boca,  ele a encarava de um jeito estranho.

- Minha boca eu posso limpar - falei  afastando meu rosto de sua mão.

- Já está terminando - falou voltando a limpar- Pronto - disse mas continuou com a mão no meu rosto olhando nos meus olhos, só agora percebi como os olhos dele são lindos, castanho meio esverdeados, ele  se aproximou mais,  nossos lábios se tocaram e eu não recuei, coloquei minha mão na nuca dele e continei a beija-lo senti a mão dele descendo da para cintura e um arrepio tomou meu corpo inteiro.  Hailee caralho, o que porra você tá fazendo? Reage você não pode,  você  não é qualquer uma.

  - O que você tá  fazendo? - falei levantando com a mão na boca.

- Como assim,  o que eu to fazendo?

  - Pq você me beijou?

  - Eu não tava beijando sozinho sentir muito bem sua língua na minha boca. - falou meio bravo

  - Tá eu te beijei também. Pq você fez isso?

  - Sei lá, deu vontade,  você é  linda e.... - o interrompi

  - Se você contar pra alguém eu arranco suas bolas - falei e ele riu.

- Okay eu não vou contar.

  - Eu arranco,  tá  me entendendo - fiz gestos com as mãos - eu tiro elas.

  - Tá Hailee, eu sei você vai arrancar minhas bolas, relaxa foi só um beijo. Vamos fazer o trabalho logo que eu to com fome.

- Fica ai pensando se nós temos alguma coisa em comum que eu vou pegar comida- falei saindo do quarto.

Desci as escadas a Maria tava colocando bolo e suco numa bandeja.

- Eu ia levar pra vocês - falou me entregando.

- Obrigada,  eu te amo- falei e subi ele tava com o porta-retrato da minha mãe na mão.

- Ela se parece com você,  é  sua mãe? - perguntou, coloquei a bandeja na cama e peguei o porta-retrato de sua mão e olhei a foto sorrindo, como eu sinto saudade deles uma  lágrima caiu limpei rapidamente antes que ele pudesse ver.

  - É minha mãe - falei e coloquei de volta na mesinha 

- Onde ela está? - perguntou me olhando.

- Am... Ela tá viajando - menti e sorri sem graça. Na verdade minha morreu vai fazer três anos, ela me faz tanta falta, suas histórias, seu cafuné nas noites que eu não conseguia dormir, ela era tudo na minha vida, além  de ser minha mãe  ela era minha melhor amiga,  quem eu contava meus segredos e ela me aconselhava,  ela era quem estava ali do meu lado em todos os momentos até quando eu aprontava, ela  me apoiava nas escolhas e sonhos por mais ridículos que fossem.

- E quem são eles? - falou apontando pra algumas fotos do Griffin e Douglas, meu irmão e um antigo "amigo".

  - Você faz muitas perguntas, eu não gosto de ser entrevistada.

  - Você tem muitas fotos no seu quarto - falou olhando algumas fotos que eu tirei e coloquei em "mural" na parede.

- É,  eu gosto muito de tirar fotos - falei entregando o suco e o bolo pra ele.

- Tá de brincadeira, foi você que tirou? Elas são lindas.- falou meio surpreso.

- AM... Obrigada, eu acho- respondi  envergonhada - agora vamos fazer o trabalho.  O que você gosta de fazer além de pegar metade da escola e jogar? Pq isso concerteza não é nada minha cara- falei sentando na cama.

- Então o que você mais gosta ?- perguntou tirando o sapato e sentando na cama.

- Como você sabe eu gosto de tirar fotos...Eu já vi você com a blusa com o símbolo de relíquias da morte, o que significa que você gosta de Harry Potter , vamos escrever sobre isso?

- Tá  eu sou um  Potterhead fiel a Harry Potter, só que metade da escola também gosta e sem dúvida alguém vai fazer sobre.  Eu sei que a gente deve ter alguma coisa em comum, então fala ai do que você gosta além de fotografias?

  - Vem comigo- falei saindo do quarto e indo em direção ao porão, abri a porta no chão acendi a luz e desci as escadas e ele me seguiu - é aqui que eu me escondo - falei e ele ficou olhando o lugar boquiaberto.

- Me responde uma coisa? Seu pai é  traficante?  Isso deve ter custado uma nota - ele falou passando a mão nos três violões que tinham pendurados na parede.

-  A ideia de amor do meu pai é me jogar em um shopping com o cartão de crédito ilimitado- falei sentando no banco na mesa de som.

  - Pelo visto  não  sou só eu que tenho problemas  com o pai - falou baixinho.

- Como assim? - perguntei curiosa, o senhor perfeito tem problemas na família?

-  Nada...  Posso? - falou apontando pro violão, o que ele vai fazer, joga no chão?

  - Pode. Se você quebra eu quebro sua cara- falei e abri um sorriso falso.

- Você é tão fofa- falou e sentou no banco posicionou o violão no seu colo e começou a cantar " the a team " do Ed sheeran.

  White lips, pale face Breathing in snowflakes Burnt lungs, sour taste Light's gone, day's end Struggling to pay rent Long nights, strange men

Começou a cantar e meu queixo caiu a voz dele é simplesmente perfeita, não conseguia para de olhá-lo. Se eu não tivesse vendo não acreditaria.

And they say She's in the Class A Team Stuck in her daydream Been this way since eighteen But lately her face seems Slowly sinking, wasting Crumbling like pastries And they scream The worst things in life come free to us....

Ele viu que eu estava o encarando e parou e deu um sorrisinho amarelo. Ele levantou e colocou o violão no lugar, ficou olhando pra mim com as mãos no bolso da calça, eu só conseguia olha pra ele e me pergunta como aquela voz tinha acabado de sair de alguém tão... Tão...  Sei lá, só era impossível.

- Achou tão ruim assim? - perguntou erguendo a sobrancelha,  pisquei algumas vezes tentando entender.

- Como...  Como...  Isso é maravilhoso,  você é maravilhoso,  você não,  sua voz é perfeita- falei toda confusa.

  - Eu acho que obrigada - falou e tirou a mão do bolso.

-Sério!  Você canta muito bem.  O diretor me chamou pra canta no festival da escola,  você também pode cantar lá é só você cantar pra ele - falei empolgada.

- Sem essa, eu não posso. - falou inquieto.

- Qual é?  Eu também nunca cantei em público e vou me apresentar,  e da pra ver que você gosta de fazer isso.

- Não é o público, isso não é pra mim.  Eu não gosto, que dizer eu gosto eu só...  Não posso- falou mais confuso que eu.

- AM?  O que?  Pq?

- Hailee você tem que está no consultório em dez minutos - a Maria falou descendo a escada.

- Tá,  já vou...  Volta aqui amanhã pra gente terminar ou começar? - perguntei ao Shawn.

- Claro - saímos do porão e fomos pro meu quarto.

- você tem algum problema? - perguntou causando o tênis.

- Como assim?

- Você vai numa consulta, tá sentindo alguma coisa?

- A tá,  é consulta no psicólogo. Digamos que meu pai acha que eu só um pouquinho agressiva 

- E ele está certo - falou levantando e sorrindo

-  Idiota

- Até amanhã - falou e saiu do quarto. 

  Peguei uma calça cinza e um blusa branca e vesti calcei um tênis preto ,peguei um óculos escuro minha bolsa e saí de casa pro consultório.
Cheguei bati na porta a Dra. Ashley logo abriu, me comprimentou e eu sentei na grande poltrona inclinada. Ela me olhou e sorriu sem mostrar os dentes.

- Como vai você Hailee? - falou com a prancheta em mãos.

- Vou bem e a senhora?  Como vai a família?  Eu vi no facebook que sua filha vai se casar!  Mande meus parabéns pra ela.

- Hailee- me repreendeu

- Fala sério,  você passa o dia todo escutando as pessoas falarem da própria vida e nunca ninguém te escuta, eu estou aqui hoje pra isso. Me conta como vai sua vida? E o casamento, tá tudo em ordem? - falei sorrindo e ela balançou a cabeça negativamente.

- Minha vida está ótima Hailee, a paciente aqui é  você.  Eu peguei seu histórico na escola e sua agressividade só aumenta. Como você se sente sobre isso?

- Me sinto injustiçada.

- Pq injustiçada?

- Pq nisso só tem dizendo o que eu fiz, não diz o pq eu fiz!

-Pq você fez essa coisas? - perguntou e eu fiquei em silêncio.

- Hailee deixa eu vê seu braço?

- Pra que? - eu sabia exatamente o pq.

- Só deixa- falou e eu estendi meu braço,  ela olhou e passou a mão nas cicatrizes que quase não apareciam mais.

- Está feliz agora? Eu não me corto mais! - falei e ela sorriu .

Contínuo a me fazer perguntas até a consulta acabar,  quando a consulta acabou eu  fui pra casa tomei banho e maratonei algumas séries até pega no sono.



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