História Now It's War - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Interativa
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Hey

Dois personagens novamente, desta vez do lado WINGS da força.

Deem uma olhada lá no tumblr

Capítulo 5 - I'm the madam


Esmeralda

 

Esmeralda piscou enquanto tremia da cabeça aos pés e apertou o cobertor ao redor do corpo úmido pelo banho.

Amberly Forbes estava sentada em sua frente olhando com tanta preocupação que estava deixando a menina desconfortável. O namorado da garota estava no banheiro tomando banho enquanto Amberly mantinha o olho nela.

“Você está fisicamente bem?” a voz de Amberly é baixa.

Esmeralda concorda com a cabeça e por algum motivo desaba finalmente a chorar. Amber foi rápida em sentar ao seu lado e abraça-la com força puxando-a para si. Era tão estranho ter contato físico daquela natureza com alguém depois de tanto tempo.

“Amber, estou indo para casa” Dominik surgiu pela porta do banheiro do quarto terminando de colocar o cinto.

“Está caindo o mundo lá fora Nick, pode usar o quarto de hospedes, Esmeralda vai ficar aqui comigo.” Amberly apertou mais em seus braços.

Dominik assentiu com a cabeça saindo do quarto e dizendo para chamarem caso precisassem de alguma coisa. Esmeralda finalmente se separou do peito de Amberly e focou nos olhos escuros da menina.

“Obrigada”

Voz fraca, cabeça baixa e sem contato visual...Esmeralda era boa naquilo.

“Olhe para mim por favor, acho que quer saber o que houve não é?” a dona do quarto separou-se dela e ajoelhou em sua frente focando nos olhos verdes claros de Esmeralda.

“Por favor.” a de cabelos claros fungou alto retomando a xicara de chá fumegante em suas mãos.

“Simon Rogers, pai da Zadaya, está querendo que seu pai venda um terreno em especial para ele aqui em NY. Seu pai se recusa pois assim todos os negócios dele estariam no exterior e teria que se mudar e por consequência leva-la junto interrompendo seu ano escolar...Simon pediu a Zadaya que fizesse você sair da escola por conta própria.....” Amberly começou agora sentada no chão olhando fixamente para ela.

Esmeralda se remexeu e indicou com a cabeça que deveria continuar.

“Então Zadaya pediu que um dos seus lacaios que a levasse para aquela boate, a ideia era te embebedar e fazer ume escândalo tão grande que você teria vergonha de pisar em NY pelas próximas gerações...Dominik e eu acabamos por descobrir e fomos salva-la, mas a boate teve um incêndio na área da casa de maquinas e deu aquela confusão toda. Por sorte conseguimos tirar você de lá antes de ser pisoteada” a menina mais velha terminou o relato apertando as mãos de Esmeralda de leve.

A de olhos verdes engoliu em seco, retornando a chorar com mais força ainda, sua mão tremeu tanto que Amber retirou a xicara dela e a puxou para o chão mesmo a aparando em um abraço meio torto.

“Eu estava na praça ali perto, um garoto apareceu e roubou meu diário...Eu sai correndo atrás dele e quando vi...Meu Deus eu sou tão besta....Mas como você sabe destas coisas?” Esmeralda olhou ainda com lagrimas caindo.

Amberly riu antes de enterrar a cabeça da menina em seu ombro e começar a balançar para frente e para trás.

“Posso te contar um segredo? Meu namorado é russo...Ele é bom em espionagem, pelo amor de Deus não diga isso para a CIA”

Esmeralda teria rido se ainda não estivesse em choque.

“Isso explica muita coisa...Zadaya estava pegando muito no meu pé nas ultimas semanas....Meu Deus ela é uma vadia não é?.” a menina corou por dizer tal palavra mais estava realmente raivosa.

“Querida eu não sou a melhor pessoa para te responder isso, afinal, eu sou A vadia...Mas Zadaya é o pior tipo de vadia existente, aquela que se acha ´poderosa...” Amberly sorriu.

“Você não parece ser uma pessoa ruim.” Esmeralda quis ser gentil.

“Tem razão, eu não sou ruim, eu sou terrível. Mas falemos de outra coisa agora...Zadaya não vai te deixar em paz querida...E por isso que você é minha nova protegida.” Amber havia se afastado e sentado Esmeralda em sua frente.

“O que?”

“Minha nova criança...Pode usar o termo bonequinha se preferir. Eu vou vesti-la, educa-la e alimenta-la de tudo que a vida pode proporcionar de melhor....”o sorriso crescia e o medo de Esmeralda também.

“Não vou mudar nada! Eu aprecio a ajuda...”

“Querida não vou mudar você, você é uma joia Esmeralda, eu só preciso lapida-la e trazer seu brilho para fora...Porque minha criança quando eu acabar com você, Zadaya não vai conseguir te olhar.” ela olhou para Esmeralda com os olhos queimando em determinação.

“Não vou mudar o que eu sou para atingir alguém.”

Ela não ia realmente. Esmeralda não era esse tipo de pessoa.

“Acontece minha cara Esme que como eu disse, não vou muda-la. Vou puxar seu brilho para fora.” se Amberly gargalha-se Esmeralda iria sair correndo.

“Do que me chamou?”

“Esme acostume-se, pois agora é o seu nome de guerra minha criança.” a dona da casa se ergueu do chão se espreguiçando.

“Eu não quero estar no mesmo nível que Zadaya e sua corja” Esmeralda não sabia de onde havia tirado tamanha coragem.

“Não vai estar no mesmo nível, vai estar em um nível superior. E caso ainda não tenha percebido criança, você não tem escolha. Vai ser minha protegida querendo ou não. Como posso colocar...Ah, você é a garota de rua que precisa alimentar o irmão e eu sou a cafetina oferecendo dinheiro fácil. Que escolha você tem além de vir para o puteiro?”

Esmeralda engoliu em seco ao ver o sorriso angelical de Amberly.

 

Richard

 

Está chovendo desde a noite anterior.

O instrumental de alguma musica qualquer ecoa pelo quarto na mesma proporção de tempo e o garoto na janela está na mesma posição a quase doze horas.

Gritos altos vem do quarto do andar de cima e Richard aumenta o volume até estourar os tímpanos mais ele ainda ouve os berros loucos de sua mãe. Ela chama por Edward, mas o irmão nunca responde.

Ele nunca vai responder na verdade.

O celular toca indicando uma mensagem do pai perguntando como vão as coisas, Richard se limita a gravar um áudio dos sons atuais da casa e envia-lo logo em seguida ele desliga o aparelho e volta a olhar a chuva escorrer pelo vidro.

Ele estica a mão em direção a barreira transparente e sem querer abre a janela tomando um rajada de ar frio.

Uma gota cai em seu dedo mindinho.

Ele surta recuando assustado para dentro, fechando a janela com tanta força que até sua mãe havia se calado e corre para o banheiro de sua suíte quase arrancando o dedo fora de tanto que havia esfregado sabão.

Quando julgou limpo o suficiente retornou para o quarto e a sua posição em frente a janela. Seu notebook que tinha o Youtube aberto vibrou sinalizando uma chamada de Skype.

Olha Esmeralda havia dado sinal de vida depois de quase um dia sem aparecer.

Ele não ativou a câmera deixando apenas a voz baixa e contida da menina ecoar pelo quarto.

“Eu estava no incêndio da boate ontem...Eu não vou usar isso! Eu estou bem Richard antes que surte, sem um arranhão ou queimadura....Eu não sei andar de salto, já lhe disse!”

Assim que a ultima frase foi dita houve um barulho surdo de algo batendo no chão e Esmeralda deu um grito assustado desconectando o Skype e provavelmente indo resolver o problema.

Richard olhou confuso mais achou melhor não retornar a chamada, Esmeralda era muito arisca como ele, havia momentos que era melhor não insistir e esperar a mesma se abrir.

Olhou novamente para chuva e teve um rompante ao ouvir uma serie de barulhos pesados e um grito cortado.

Xingando ele foi socorrer a mãe que havia caído da escada pela terceira vez naquele mês.

 


Notas Finais


Gente vou responder daqui a pouco o capitulo anterior, serião em cinco minutinhos. As Amrys tão subindo tag no twitter e eu preciso ta no meio da treta.

Fui-me


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