História Now or Never - L3ddy - Capítulo 44


Escrita por: ~

Visualizações 218
Palavras 2.975
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Estupro, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, feliz dias das crianças, minhas crianças!! 😊😊
A @Monica05 me ama demais e por isso me presenteou com essa capinha linda nos capítulos, agora eu tenho duas fucking capas pra chamar de minha e tô feliz que nem pinto no lixo. 😄😄
Obrigada minha portuguesinha mais linda, muito brigadeiro para ti 😇😇

Now or Never está na reta final, beberes, chorem comigo. 😥😥 Cheguei a dez mil visualizações e só tenho a agradecer a cada um de vocês por serem tão fodas comigo e acolherem minha humilde estorinha em seus corações. 😇😇
Tem um hotzinho nesse capítulo, estejam avisados e uma boa leitura.
=)

Capítulo 44 - Love is a therapy...


Fanfic / Fanfiction Now or Never - L3ddy - Capítulo 44 - Love is a therapy...

Narradora


Uma semana depois...

As coisas estavam agitadas naquela manhã de segunda feira, a movimentação se deu pelo anúncio da diretora Zeiva, a Festa Anual de Primavera da escola aconteceria em três semanas e os alunos não podiam estar mais empolgados.

As turmas dos terceiros anos eram responsáveis pela festa, esse ano o tema seria cosplay, ou seja, todos fantasiados e caracterizados, bem melhor do que no ano anterior onde o tema havia sido algo relacionado à festa infantil e acabou num desastre com todos grudados de amoeba e uma tinta impregnada na pele que demorava  cerca de três dias pra sair. Um fiasco total.

Nas salas de aula não se falava em outra coisa a não ser na tal festa, e o destaque especial ia pra eleição dos reis e rainhas, diferente dos outros anos uma norma havia mudado permitindo assim que alunos de qualquer outra turma poderia vir a ser o rei ou a rainha, essa regra era exclusiva dos últimos anos e agora estava aberto a todos. Sem exceção.

As aulas já tinham acabado e só  restava o time de basquete na quadra, Luba aguardava o treino de T3ddy terminar sentado na arquibancada enquanto lia um livro, coisa que não fazia há semanas, um romance trágico de Nelson Rodrigues prendeu a atenção do rosado, tanto é que T3ddy admirava o rapaz concentrado em sua leitura enquanto guardava suas coisas na mochila acompanhado de Mauro.

— Acho melhor eu pegar um lencinho, você não para de babar, cara. — o cacheado zombou. O moreno parecia hipnotizado olhando o garoto.

— Eu nunca achei que isso pudesse acontecer comigo, sabia? — suspirou — Estar tão apaixonado a ponto de não querer mais viver sem que essa pessoa esteja do seu lado. — confessou, Mauro sorriu enxergando o brilho nos olhos castanhos do amigo.

— Eu sei exatamente como se sente. — sorriu cúmplice.

— Não me diga que o japonês encontrou sua cara metade? — brincou acertando uma toalha no braço do cacheado.

— Encontrei cara, eu até queria conversar sobre isso contigo. — apontou pra que se sentasse mais nas cadeiras próximas ao portão. — Esses dias foram tão corridos, aconteceu tantas coisas que mal tivemos tempo de conversar...

— Nem me fale, parece que só agora estou conseguindo respirar novamente e ter um pouco de paz. — falou jogando a mochila no chão dando atenção ao amigo — Mas me diga, quem é a garota? — Mauro suspirou, mesmo que conhecesse T3ddy e soubesse que podia contar com o amigo para o que fosse ainda assim se sentia inseguro, com sua família não havia sido uma conversa nada fácil e muito menos com a família de Chris.

— Não é uma garota, T3ddy.  — brincou com os dedos procurando a melhor maneira de dizer aquilo sem que parecesse piada. Mauro tinha um espírito extrovertido e brincalhao, gostava de pregar peças nos amigos e costumava não ser levado a sério em alguns assuntos, a questão é que nunca estava sério, e pela expresso fechada que o asiático mantinha em seu rosto T3ddy  o compreendia o suficiente para saber que não se tratava de alguma piada. — Estou apaixonado por um garoto e esse garoto é o Chris. — revelou, o moreno se levantou e piscou algumas vezes absorvendo aquela informação, estava surpreso. Não por Mauro estar namorando um de seus amigos e ele ainda por cima ser homem, mas por ter sido tão lerdo a ponto de não perceber o que estava embaixo de seu próprio nariz.

— Não acredito que não percebi isso. — disse boquiaberto e com uma cara de bobo. O cacheado gargalhou pela expressão confusa no rosto do moreno.

— Todos sabemos o quanto você é meio tapado, demorou anos pra perceber que o Luba era apaixonado por você. — brincou. T3ddy não evitou um sorriso derrotado, o cacheado tinha razão.

— Tá certo. — se deu por vencido — E como aconteceu isso?

— Nem eu sei explicar, de repente estávamos jogando videogame na casa dele e a luz acabou do nada, ele pulou no meu colo por medo do escuro e quando a luz voltou ficamos encarando um ao outro sem graça pela situação em que nos encontrávamos. Eu estava gostando daquilo e não sei porque, só sei que no momento seguinte eu já estava com a minha língua enroscada na dele e a partir daí não nos separamos mais. — explicou com uma expressão longínqua parecendo estar imaginando cada detalhe daquele momento tão importante pra si.

— Eu entendo perfeitamente. — olhou para o rosado que franzina o cenho, com certeza alguma frase do livro lhe causou essa reação. — Quando eu e Luba nos beijamos pela primeira vez na minha cabeça não existia nenhuma dúvida, em relação a nós tudo sempre me pareceu tão certo, e eu não me arrependo de nada. — falou.

— É assim que eu me sinto em relação ao Chris...

— E os pais de vocês já sabem? — abriu uma garrafinha de agua retirada de sua mochila dando um gole.

— Os meus sabem e mesmo com relutancia acabaram aceitando, minha vó me apoiou desde do início. — sua feição passou de relaxada para tensa e deu um suspiro de tristeza. — O problema são os pais dele que ameaçaram lhe expulsar de casa se continuasse namorando comigo.

— Conheço bem essa história, viu?! — lamentou se recordando de como foi quando seus pais  souberam do namorado — E o Chris disse o que?

— Ele não desistiu de nós, T3ddy. — disse feliz — Deixou claro que se quisessem podiam expulsa-lo porque não iria voltar atrás em sua decisão de ficar comigo, confesso que não acreditei, mas você sabe quando Chris coloca uma coisa na cabeça não há quem tire. — Olioti assentiu já conhecendo o gênio do amigo.

— Bom, o importante é que vocês têm um ao outro e o apoio de sua família também conta pra caralho.

— Estou contando com isso, ele vai vir morar comigo nesse fim de semana, eu sei que vai ser difícil para o Chris ver o bom relacionamento que tinha com seus pais ficar tão abalado.

— Eu sei bem como é isso. — era difícil se lembrar de que não tinha mais o afeto dos pais e a mesma confiança de antes sendo quebrada. Eu sinto tanta falta dos meus pais, porem não vou mudar minha escolha apenas para agrada-los, eu posso conviver com a rejeição dos dois, mas sem o amor do meu garoto eu não vivo. — T3ddy tinha razão estava tão dependente de Luba desde sempre que não sobreviveria sem ele. 

— Eu concordo. — olhou para o relógio em seu pulso — Bom, deixa eu ir porque o Chris já deve estar me esperando em casa. — se levantou ajeitando a mochila nas costas. Outros alunos de outra sala ocupavam a quadra para o treino de futebol.

— O Luba também deve estar impaciente com essa minha demora. — brincou. — Foi bom conversar com você.

— Que isso, eu que precisava desabafar. — abraçou o outro de lado — Não seria ma ideia uma saidinha de casais, que tal?

— Oxi, vamos marcar isso ai, parça. — deram um cumprimento e saíram cada um pra um lado. Passou as mãos pelos cabelos molhados do banho de alguns minutos atrás, Luba sorriu ao sentir o aroma do perfume marcante que o namorado usava, e desviou seu olhar olhando para o mesmo encostado na grade sorrindo pra ele, fechou o livro guardando em sua mochila e em seguida desceu as escadas até o rapaz dando um breve selinho em seus lábios.

— Amor, está com pressa? — T3ddy perguntou enquanto caminhavam para fora da quadra.

— Não, acho que ainda temos uma hora e meia. — respondeu olhando as horas no celular

— Ótimo. — sorriu malicioso puxando o garoto em direção ao  vestiário vazio.

— T3ddy o que você está aprontando? — murmurou com medo de alguém escutar. Olioti fechou a porta atrás de si encostando o namorado em.um dos armários.

— Só queria matar as saudades do meu bebê, não posso? — tirou a mochila das costas a jogando no chão e fez a mesma coisa com a mochila do mais novo que relutante deixou. A ideia de fazer qualquer coisa proibida nas dependencias da escola lhe dava calafrios.

— Alguém pode entrar aqui, urso.  — alertou olhando para os lados em receio, mas T3ddy parecia não se importar, seus dedos contornavam os lábios finos e rosados sendo mordidos em apreensão.

— Você só precisa ficar bem quietinho e não fazer barulho. — sussurou ao pé do ouvido do mais novo.

— Por que eu f- faria algum barulho? — chegou a gaguejar por ouvir aquelas frase carregada de malícia.

— Simples, eu vou fazer você gozar, mas você não pode gemer, não queremos que ninguém flagre eu te engolindo no vestiário masculino da escola, não é mesmo, amor? — sorriu maldoso, afastou a manga da blusa que cobria o ombro do albino para o lado e sugou a pele deixando uma marca ali, sua boca arrastava devagar propositalmente sobre o pescoço do outro intercalando entre beijos pequenos e fracas mordidas.

T3ddy... amor... urso... —  tentou impedir enquanto seu pescoço era dominado pela boca feroz do mais velho, a mão do moreno já abria o ziper de sua calça adentrando a boxer, sua ereção molhada marcava o tecido e T3ddy sorriu vitorioso com o feito que tinha alcançado, seu ego aumentava ao perceber o quão entregue Luba ficava aos seus toques.

— O que foi, Amor? — perguntou em falsa inocencia deslizando sua mãos até chegar no quadril do mais novo apertando ali com força arrancando um suspiro do mesmo, se abaixou até estar ajoelhado puxando para baixo a Calaça junto da boxer.

— Não acho que seja uma boa id-... — tarde demais, T3ddy já havia colocado o membro do garoto em sua boca e chupava como se fizesse isso todos os dias, Luba tombou a cabeça pra trás fechando os olhos sentindo sua glande raspar na garganta do moreno. Lambeu a cabecinha enquanto movimentava sua mão com os ritmos da própria língua, deu um sopro de leve causando um arrepio na pele albina.

Por impulso Luba guiou sua mãos nos cabelos escuros guiando sua cabeça no ritmo desejado, T3ddy sugava o membro do namorado enquanto conduzia sua mão livre na própria calça tirando o pênis pra fora masturbando a si próprio, os gemidos baixinhos e sofregos de Luba lhe excitavam fazendo com que aumentasse a velocidade de sua boca e mãos.

O rosado mordia seus lábios na tentativa frustrada de abafar seus gemidos, mas era praticamente impossível, T3ddy estava levando o rapaz ao delírio lhe chupando daquele jeito com tanta vontade. 

Não demorou pra sentir que já estava por vir e sequer deu tempo de avisar, seu corpo tremia em espamos enquanto o nome do moreno saia de seus lábios em forma de gemido, a boca do namorado havia sido preenchida com seu gozo ao qual fez questão de engolir cada gota e limpar os resquícios no membro do menor com sua própria língua.

— Acho que eu vou fazer isso mais vezes. — falou enquanto vestia a própria calça novamente depois de ter feito o mesmo em Luba.

— Só você pra querer fazer esse tipo de coisa justo aqui na escola. — ainda estava sem graça pelo acontecido.

— Eu acabei de te dar um orgasmo e e assim que me agradece? — falou em falso tom de descontentamento —Bom saber, Luba, bom saber. — fez menção de sair mas foi puxado de volta pelo mais novo.

— Eu gostei muito urso, eu só fiquei com medo. Imagine se alguém chega aqui e nos pega...

— Essa é a graça, Amor... A adrenalina torna tudo mais gostoso. — falou enquanto abraçava o garoto.

— Você também quer que eu... — engoliu a seco com as bochechas coradas. T3ddy entendeu e sorriu negando com cabeça.

— Não precisa, eu gozei só de ouvir você gemendo meu nome daquele jeito tão gostoso. — Luba sorriu contido e beijou o rapaz, sentiu o seu próprio gosto na boca do rapaz, aprofundou aquele gesto introduzindo sua língua na boca do outro e explorando o maximo que podia. Os braços do mais velho lhe apertavam com cuidado enquanto Luba puxava os cabelos de sua nuca, a pele do moreno arrepiava com aquele carinho, o ar começou a faltar e foram obrigados a se soltarem.

— Se eu pudesse ficaria te beijando a tarde inteira. — disse com uma voz manhosa.

— Eu também, mas temos uma consulta pra ir, não é mocinho? Eu vou te deixar em casa e depois vou pra minha, tenho que buscar alguns documentos.

— Pra quê?

— São só alguns exames que eu marquei de fazer hoje a tarde. — viu a feição preocupada no rosto do menor logo tratando de tranquiliza-lo — Estou bem, amor, sabe que sempre me cuidei e não passam de exames de rotina. — por ter uma vida sexual ativa o moreno sempre se preocupou com sua saúde e por isso de meses em meses se consultava com uma médica apenas para checar se tudo estava bem com seu corpo. Ainda mais agora que estava com Luba queria ter certeza disso, não que fosse se relacionar com outras garotas, longe disso, era apenas cuidado.

— Pelo menos não é tão longe do consultório e só basta atravessar a rua. — riu abafado pelo capacete..

— Ainda bem. — colocou o capacete e deu partida na moto.

...

Luba já se encontrava de frente com Sophia, havia contado da semana agitada que teve, de sua primeira vez e como se sentiu sendo amado pelo namorado. A psicóloga tinha uma expressão de puro orgulho do mais novo, e embora as coisas estivessem calmas sabia que tinha algo incomodando o rapaz.

— E os cortes? — questionou anotando algo em sua prancheta.

—Eu não me sinto mais tão dependente assim da lâmina, claro que às vezes quero descontar minhas frustraçoes, mas quando a vontade vem  eu procuro me concentrar em outra coisa.

— Ou em outro alguém, por exemplo um certo moreno de olhos castanhos. — disse brincalhona por viam de seus óculos — O amor é uma ótima terapia...

— Tenho certeza que sim, doutora. — concordou.

— Tem dormido bem? 

— Eu ainda tenho pesadelos, eu não gosto de ter que lembrar, mas eles se tornam tão reais a cada vez, e isso me dá tanto medo, Sophia. — a psicóloga tinha ciência de que os pesadelos eram consequência de um trauma que ainda não havia superado, mas ao ouvir Luba proferindo seu nome, coisa que nunca fez por sempre tratá-la profissionalmente e se intrigou.

— Eu sei que é difícil, mas ao menos pode me contar como são esses pesadelos e com quem? — Luba olhou receoso, não queria dar detalhes dos sonhos ruins — Vamos fazer o seguinte, vou fazer algumas perguntas e você apenas responda: sim ou não. Pode fazer isso, Lucas?

— Posso. — murmurou fitando o chão.

— Pois bem, nesses sonhos que você tem tido acontece alguma coisa de ruim com você?

— Não.

— E com alguém que você ame?

— S-sim. — pela cara adotada pelo rosado Sophia já podia ter uma noção de quem se tratava.

— T3ddy? — Luba assentiu sentindo a angustia dominar seu peito e sua garganta dar um nó. 

Não entendia porque aquilo afetava tanto ele quando não se passava apenas de sonhos ruins, em hipótese nenhuma viriam a se tornar reais...

— Nesses sonhos machucam ele? — foi direta.

— Pior, ele mata o T3ddy, Sophia. É sempre a mesma coisa, eu vejo ele morrendo na minha frente sem poder fazer nada e ele continua sorrindo em minha direção como se tivesse conquistado uma vitória, aquele doente... — esbravejou sentindo os olhos marejarem.

— Quem e esse ele a quem você se referiu? 

— O homem que me estrupou. — Luba se deu conta de que havia falado demais por conta do nervosismo, vê Sophia arregalar os olhos e deixar a prancheta de lado. 

A mulher não se importava mais com as cordialidades de sua profissão, poderia se considerar como uma espécie de tia para o garoto, se sentou ao lado do mesmo enquanto ele apoiava sua cabeça na curva do pescoço de sua psicológa deixando que suas lágrimas rolassem. Seu peito queimava e não sabia porque, era uma sensação tão ruim que só queria desmaiar pra não ter que senti-la.

Batidas na porta foram ouvidas e Sophia murmurou um entre, era a secretária avisando que já tinha passado o tempo da consulta e a paciente daquele horário já aguardava na recepção.

— Escute, na próxima vez que vier aqui vamos conversar sobre isso, tudo bem?  — o rosado assentiu enquanto secava seu rosto com as mãos — Eu sei que tem algo que não me contou e quero que saiba, não há o que temer, pode me dizer o que quiser. — confortou — É por isso que estou aqui, pra te ouvir e tentar te entender. 

— Obrigado, doutora. — abraçou a mulher se despedindo. Passou os olhos sobre a recepção e viu que T3ddy ainda não havia chegado, foi até o banheiro e lavou o rosto enxugando em seguida. Não gostava nada daquela sua imagem tão destruida.

Foi até a porta do consultório sentado na calçada e não demorou pra que a buzina da moto lhe tirasse de suas distrações.

— Desculpe a demora. — ele sorriu após tirar o capacete, seu sorriso se desfez assim que viu a expressão nada contente estampada no rosto de Luba. Desligou a moto descendo da mesma caminhando até o namorado — O que foi, meu anjo?

— Me abraça. — T3ddy de imediato acolheu o namorado em seus braços beijando o topo de sua cabeça, Luba apertava o maior com força como se fosse fugir a qualquer instante, chorou com o rosto afundado em seu peito enquanto sentia seus cabelos sendo acariciados.

Seu coração se acalmou tendo seu corpo envolvido pelo calor do namorado e sabia que enquanto estivesse os braços de T3ddy lhe confortando tudo estaria bem.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...