História Now You See - Destiel - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Supernatural
Tags Boyxboy, Casdean, Deanxcastiel, Destiel, Supernatural
Exibições 62
Palavras 1.435
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Lemon, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi, são quatro da manhã, não tenho muito o que falar a ideia fez tipo XABLAU na minha cabeça e pronto!
É a minha primeira fic nessa estilo, espero que gostem!
Desculpem os erros!

(Lembrem-se que plágio é crime, não copie)

Capítulo 1 - Prólogo


Era seu primeiro dia em New York, havia acabado de desembarcar do avião. O aeroporto parecia estar lotado e o som dos passos, das malas sendo arrastadas pelo chão e das conversas desesperadas das pessoas naquele estabelecimento, deixavam Castiel um tanto quanto nervoso.

Estar em uma cidade diferente, sozinho e com mais de um milhão de escolhas e oportunidades a seguir chegava a ser desesperador. Porém sabia o que estava fazendo ali, sabia que não seria tão fácil como em Minnesota, não era uma cidade tão pequena, mas não era tão agitada comparada a New York.

Depois de quatro horas em um avião, finalmente pode esticar as pernas, sentia o ar mais puro e mais leve, e era bom por os pés em algo firme sem ter o medo de cair ou tropeçar em alguém.

Caminhando pela porta do desembarque — com sua bengala o ajudando a não esbarrar em nada ou ninguém — Castiel continuava com sua força de vontade. A primeira coisa a se fazer era procurar um táxi que pudesse o levar até seu hotel, onde finalmente poderia descansar e decidir o que fazer.

Sua primeira ‘aula’ seria uma semana depois, seria basicamente um tempo de ‘adaptação’ e ‘inspiração’ para o moreno, o que era essencial para uma pessoa com os mesmo quesitos que ele.

Castiel gostava de ser tratado como uma pessoa normal, sua deficiência não o impedia de se divertir, de fazer amigos, muito menos de escrever.  

Enquanto caminhava pelo aeroporto, que deduziu ter o chão com um piso branco e uma recepção no meio do local, sentiu a presença de alguém o seguindo e logo após a doce voz de uma mulher.

— Olá! – Disse ela, com sua respiração falhando. Castiel pode perceber que a mesma estava sorrindo apenas pelo seu tom de voz. — Desculpa, tive que correr para te alcançar. – Disse ela, tomando novamente sua pose.

Ela trajava seu uniforme, um terno feminino azul com um pequeno lenço saindo pelo bolso de seu terno. As mãos em frente ao corpo, um sorriso reluzente nos lábios e os cabelos penteados.

— Bom, uh, você precisa de ajuda? — Perguntou doce.

Castiel entendeu o que a moça quis dizer, e deu uma leve risada antes de responder.

— Sim, claro! Você poderia me levar até o taxista mais próximo, por favor? Tenho que chegar até meu hotel. — Respondeu, sorrindo, enquanto ajeitava seus óculos escuro no rosto.

— Claro, venha comigo! – Disse, enganchando seu braço ao do moreno, que a acompanhou até a saída. — Você não é daqui, não é mesmo?

— Não... — Sorriu, orgulhoso. — Vim de Minnesota!

Ouviu o som da porta automática se abrindo e logo após a brisa bater em seu rosto, fazendo as mechas de seu cabelo se bagunçarem e seu sobretudo se movimentar. Ele sorriu ainda mais aberto ao ouvir o som dos carros, dos pássaros e das pessoas correndo para chegar ao seu destino.

Eram onze e meia manhã e o movimento estava insano, se Castiel pudesse ver aquilo ficaria mais entusiasmado do que apenas com sua audição.

— Muitos não teriam a coragem que você tem, senhor...?

— Novak, Castiel Novak!

— Senhor Novak! – Sorriu, guiando o moreno até o taxista mais próximo. — Boa sorte em sua aventura! — Lhe disse, antes de chamar um dos taxistas que esperava do lado de fora.

O homem gordo, que usava uma boina cobrindo sua calvície se aproximou, com um pequeno sorriso.

— Então, posso te ajudar, rapaz? — Perguntou e Castiel não pensou duas vezes antes de tirar um pequeno pedaço de papel do bolso e estender até o taxista.

— Poderia me levar nesse endereço? — Perguntou, apertando sua mala.

— Claro, deixe-me te ajudar! – Sorriu simpático, pegando as duas malas das mãos de Castiel e as colocando no porta malas do carro amarelo. Em seguida, abriu a porta do banco de trás e o moreno entrou, se acomodando no banco macio.

— Devemos chegar lá em alguns minutos! — Respondeu o homem, colocando a chave na ignição e dando a partida.

Castiel ficou em silencio e procurou a alavanca que abaixaria a janela do carro, ele gostava de sentir a brisa em seu rosto, de sentir os cheiros das pequenas barracas de comida na beira da estrada, e som dos pássaros, buzinas, risadas ou latidos.

Enquanto dirigia ao destino dado, o homem calvo que usava boina, observava Castiel pelo retrovisor. Ele não costumava se preocupar com seus clientes depois que saíssem de seu veículo, porém sabia que Castiel não era um cliente comum e que precisava de um pouco mais de atenção devido a sua... Deficiência.

Ele tentava não pensar nisso, sabia que o que o moreno queria era ser tratado como igual, mas New York não era uma cidade completamente segura. Coçou a garganta, em incomodo e suspirou, apertando o volante.

— Olha garoto, não costumo me importar muito com isso, mas acho que você vai precisar de ajuda enquanto passar o tempo por aqui, se quiser, conheço alguém que pode te ajudar a conhecer a cidade! — Disse, tentando ao máximo parecer invasivo.

Castiel soltou o ar de seu nariz em uma risada, arrumando novamente o óculos escuros em seu rosto.

— Agradeço a gentileza, mas não acho que vou precisar! —Respondeu em um tom um tanto quanto rude.

— Tudo bem, então! — Respondeu o homem, desapontado.

O resto do caminho foi silencioso. Castiel sabia que tinha sido rude demais, porém estava cansando de tanta gente se preocupando consigo em um período curto de tempo, já não bastava seus pais, agora isso?

Os seus sentidos se aguçaram dentro do táxi, sentia sua bola salivar e seu estomago roncar, precisava mesmo visitar um desses lugares antes de voltar pra casa.

Quando sentiu o carro ser estacionado, Castiel pegava sua carteira do bolso do seu sobretudo e pegava duas notas de 20, entregando ao taxista, que as pegou e colocou em um bolo com várias notas. Saiu do carro, e o Novak fez o mesmo, esperando suas malas.

O homem calvo abriu o porta malas e as tirou de lá, se aproximando do moreno e as entregando.

— Obrigado. – Disse Castiel, agradecendo com aceno. Virou de costas e começou a andar lentamente até a porta do hotel.

O taxista suspirou novamente e se amaldiçoou por continuar com aquele sentimento. Mas era mais forte que ele.

— Ei garoto, espere! – Gritou, correndo até Castiel, que parou e virou em direção aonde vinha o som. – Desculpe a insistência, mas não posso deixar você assim, pode não querer agora, mas mais tarde pode precisar, então...

Tirou um pequeno cartão de sua carteira e colocou no bolso do sobretudo de Castiel, que sentiu o toque.

— Ligue para ele, se precisar. Pense duas vezes antes de jogar o cartão fora, New York é cheia de riscos, ainda mais para turistas como você! — Disse se afastando.

Castiel ficou parado por um tempo. Levou sua mão até o bolso e pegou o cartão, sentindo sua textura. Foi surpreendido pelo som de duas buzinas e algo derrapando no asfalto, sim, havia sido um ‘quase acidente’. Engoliu seco e guardou novamente o cartão sobre o bolso, pegando suas malas e adentrando o hotel.

Teve uma conversa agradável com a recepcionista, que entregou sua chave e explicou os horários do café da manhã, e o serviço de quarto, assim como o telefone ao lado da cama que tinha seus números também em braile.

Castiel ficou impressionado com o hotel, onde até mesmo os botões do elevador continham letras em braile. A recepcionista o acompanhou até o elevador, e pelo que o moreno podia ouvir, o hotel estava cheio!

Ao ouvir o pequeno som do elevador chegando, Castiel adentrou o mesmo, sorrindo para a recepcionista e acenando, deixando um pequeno ‘obrigado’ sair de seus lábios. E por acaso, a fala do taxista voltou a sua cabeça;

‘’Ligue para ele, se precisar. Pense duas vezes antes de jogar o cartão fora, New York é cheia de riscos, ainda mais para turistas como você!’’

— Espera! – Disse alto, antes da porta do elevador se fechar, assustando a recepcionista. — Desculpe, poderia ler o que diz esse cartão pra mim?

Pegou o pedaço de papel de seu bolso e estendeu até a recepcionista, que o pegou e ler em voz alta.

— ‘’Dean Winchester; Guia Turístico’’ e logo após o número para contato! — Respondeu, entregando novamente o cartão ao turista.

— Obrigado. – Sorriu corado. — Sinto muito pelo susto! — Riu baixo, ouvindo a porta do elevador se fechar.

Se escorou na parede do elevador e soltou suas malas, passando as mãos no rosto.

Castiel não tinha nem noção da onde teria um banheiro químico ao seu dispor!

É, talvez ele precisasse mesmo de ajuda naquele lugar. E talvez um guia turístico não fosse uma ideia tão má assim. 


Notas Finais


E ai gente? Gostaram?
Espero que sim! Qualquer dúvida é só falar!
Comentários são bem vindos, ok? AUSHUSHAU


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