História Now You See Me - Capítulo 1


Escrita por: ~

Exibições 159
Palavras 1.451
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá humanos, essa é a minha primeira, divirtam-se. Prometo dedicar-me a ela. Obs: Todos os Flashbacks serão em terceira pessoa

Capítulo 1 - Lembranças tortuantes e mudanças constantes


Fanfic / Fanfiction Now You See Me - Capítulo 1 - Lembranças tortuantes e mudanças constantes

 

Sinto o trem diminuindo a velocidade na medida em que se aproxima do seu destino. A chuva cai lentamente lá fora assim como a água que tenta se acumular nos meus olhos, mas me recuso a chorar. Min Yoongi não chora. Mesmo que as lembranças sejam dolorosas e recentes, me recuso a derramar uma lágrima sequer, até porque, foi para isso que vim para Seul. Para esquecer e recomeçar.

Assim que as portas dos vagões se abrem, pego minhas coisas e ando em direção ao ponto de táxi, a fim de ir direto para o meu novo apartamento que ficara pronto esta manhã. Esta será a primeira vez que entrarei no mesmo, mas é melhor assim, quanto mais diferente e inovador melhor. Ao chegar lá, depois que detestáveis meia hora dentro de um táxi cujo motorista não calava a boca e outros minutos dentro de um elevador com um bebê que não parava de berrar, pude sentir o quanto valeu a pena ter gasto dinheiro a mais para ver que toda a mobília estava ali arrumada e sem cheiro de casa velha.

Era um belo apartamento. Possuía duas suítes, um banheiro principal, uma sala relativamente grande, uma cozinha média ligada a uma sala de jantar igualmente média e por fim um escritório, no qual eu colocaria meu PC, meus livros e meu amado teclado já há muito tempo inutilizado. Exagero? Talvez sim para um cara que mora sozinho, mas nada pude fazer quanto a isso, pois minha tia fez questão de dá-lo para mim como se quisesse compensar tudo o que eu estava passando. Posso dizer que está fazendo um ótimo serviço como consoladora, mas mesmo assim não deixa de ser um exagero.

Vou até a janela e abro a mesma para sentir o vento frio, porém gostoso que vinha lá de fora. A chuva já parara há algum tempo, e um belo arco-íris já se fazia no céu. Bom, belo talvez para as outras pessoas, pois para mim, suas cores já haviam desbotado e perdido a graça desde aquele dia.

Lembranças, lembranças... Até quando vou ter que aguentá-las? Uma hora, uma maldita hora que eu fui dormir foram o suficiente para ser o estopim dessa ruína que já estava se formando antes mesmo deu nascer

 

 

 

 

FlashBack On

Yoongi acorda preguiçosamente na sua manhã de aniversário. O dia estava lindo lá fora e sua mãe fazia panquecas com mel para seu café da manhã de 19 anos

- Bom dia, querido – diz ela dando um beijo casto da testa do filho enquanto o mesmo sorria e dava um abraço na mais velha.

- Onde está o pai?- perguntou ele levando à primeira garfada de panqueca a boca.

- Você sabe, por favor, não o mencione enquanto comemos – respondeu fria, porém triste.

O menor assentiu sentindo-se mal pela sua mãe, e já estava mais do que determinado a ajudá-la. A verdade mesmo era que seu pai era um viciado em bebidas alcoólicas e jogos de azar. A sorte era que ele ganhava freqüentemente, mas sabia que essa sorte um dia iria acabar. O problema, porém não era aquele, e sim quando perdia, pois descontava toda sua raiva na esposa deixando-a com marcas horríveis pelo corpo e gemendo de dor por vários dias. No começo Yoongi tentou ajudá-la, mas ela nunca deixava, pois o dopava e trancava-o no quarto impedindo de ir socorrê-la, não podendo fazer nada além de chorar de ódio e rancor enquanto ouvia sua mãe sofrendo pelas garras daquele monstro.

Por tanto ser dopado, acabou adquirindo um problema de sono, fazendo com que ele dormisse mais do que o necessário para uma pessoa normal.

- Filho, o que você acha da gente sair hoje? Você e eu apenas? – perguntou ela quando acabaram a refeição tirando o moreno dos seus devaneios

- Seria legal. Para onde vamos?

- Eu estava pensando em um parque de diversões. Faz séculos que não vamos lá

E com um sorriso gengival, Yoongi subiu as escadas para seu quarto e foi se arrumar para sair com sua mãe. Foi um dos dias mais felizes da sua vida, ou pelo menos era pra ser. Pois isso logo mudou algumas horas depois

Ao chegarem em casa, cansados e suados, o menor foi tomar um banho e dormir um pouco. Foi nesse momento que o melhor dia da sua vida passou a ser o maior pesadelo.

- CADÊ MINHA JANTA, MULHER? – gritou o monstro entrando em casa

- Tá aqui querido – diz a esposa com medo levando o jantar até ele que estava jogado no sofá da sala

- E cadê o merdinha daquele moleque que não faz porra nenhuma nessa casa?

- Está dormindo. Hoje foi o aniversário dele, então resolvemos sair um pouco

- COMO É QUE É? E VOCÊS GASTARAM?

- Só um pouco – ela diz encolhendo-se ainda mais

- Você não tem jeito mesmo né piranha. Além de ser uma imprestável, ainda por cima gasta dinheiro com aquele verme

- NÃO ADMITO QUE OFENDA MEU FILHO DESSE JEITO NA MINHA CASA!

O primeiro tapa da noite foi desferida em sua alva pele, fazendo com que ela se desequilibrasse e caísse no sofá

  - Como você ousa gritar comigo pra proteger aquele resto de aborto, hein piranha? – mais um tapa – Aquele merda foi a segunda pior decisão que já tomei na minha vida. Sabe qual foi à primeira? A primeira foi ter me casado com uma puta como você. Mas vou resolver esse probleminha, depois cuido daquele estorvo.

Ao dizer essas palavras leva ambas as mãos até seu pescoço e pressionou o mesmo enquanto sua esposa, já sem forças, se debatia em seus braços em buscar de ar e libertação do aperto, até ficar totalmente imóvel e sem vida.

Vendo a cena com orgulho, o mais velho segue para a escada a fim de matar o ser que dormia tranquilamente ignorante a tudo que estava acontecendo no andar de baixo. Mas um estrondo na porta o impede de concluir seu percurso

- Ah, então é aqui que você mora né, seu verme!? Já vi que já deu um jeitinho na mulher, só vai nos poupar trabalho...

- Mas o que...

Não houve tempo para que completasse a frase. No segundo seguinte, na bala estava plantada em sua cabeça por onde o sangue jorrava fortemente, manchando tudo ao seu redor. Rapidamente a sirene da polícia iluminava o local e atraíra o olhar de todos os vizinhos que assustados ligaram para a mesma alegando ouvir sons de brigas, gritos e tiros, acordando Yoongi que viu a pior cena de toda sua vida. Os homens que mataram o seu pai foram presos, eles o mataram por uma dívida de jogo, e sua mãe fora enterrada juntamente com seu pai no cemitério da cidade

 

FlaskBack Off

Limpo uma lágrima solitária que escorre pelo meu rosto sem a minha permissão. Detesto chorar. Parece que sempre que eu choro, a dor se torna ainda mais real.

~Som da Campainha Tocando~

Mas que porra? Mal cheguei na cidade e já estou recendo visitas inconvenientes – penso indo abrir a porta

- Sobrinho~-diz minha tia se jogando em meus braços me apertando com forças e me bombardeando de perguntas

- Desculpa não ter te buscado no metrô. Quando chegou? Você tá bem? Tá com fome? Quer ficar um tempo lá em casa pra se adaptar melhor? Dormiu bem?

- Calma tia. – disse me desprendendo do aperto. – Vamos sentar no sofá

- Sim sim, vamos – ela por acaso bebeu café com energético antes de vir pra cá?

Sentamos no sofá e fui logo respondendo a pergunta mais importante

- Tia, em primeiro lugar, não quero ir para sua casa me adaptar ­– disse fazendo “aspas” com os dedos evidenciando a palavra – Estou bem aqui. De verdade. Na verdade, eu gostaria mesmo é ficar um pouco sozinho pra colocar as idéias em ordem. Foi tudo muito rápido e eu só quero dar um tempo

- Sim sim eu sei, mas querido –  ela fala colocando o dedo no meu queixo levando o mesmo para que eu a fitasse – temos que resolver algumas coisas antes de tudo. Primeiramente, pode escolher a faculdade que quiser, eu pago. Em segundo lugar, arrumei um emprego em um café aqui perto. Poderá começar mês que vem. Agora tchau que tenho que ver uma amiga minha e nem pense em recusar o que eu acabei de dizer

- Ok...

Abro a porta para ela e bufo assim que me encontro sozinho de novo. Mas que droga, mal saio da dependência dos meus pais e já fico dependente da minha tia? Bom, pelo menos tenho um emprego. Mas mesmo assim, ah foda-se, vou dormir que é o melhor que eu faço.

 

~ Sete meses depois~


Notas Finais


Esperam que tenham gostado, nos vemos semana que vem


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