História Now You See Me - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Hoseok, Jimin, Jin, Jungkook, Namjoon, Taehyung, Yoongi
Exibições 17
Palavras 1.593
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mais um capítulos para vocês. É isso ai galera, aproveitem

Capítulo 2 - Quem esta na chuva é para se molhar


Fanfic / Fanfiction Now You See Me - Capítulo 2 - Quem esta na chuva é para se molhar

Acordo com o som irritante do despertador zoando no meu ouvindo. Nada melhor que isso para começar essa belíssima manhã de segunda-feira (sinta a ironia)

Levanto preguiçosamente, sentindo em cada músculo do meu corpo a dores de ter ficado no trabalho até tarde ontem. Que trabalho incrível que minha tia foi me botar, adoro ser assediado pelo filho do meu patrão e ter que ficar até mais tarde naquele maravilhoso café lavando o chão e a louça (sinta a ironia de novo).

Vou até o banheiro da suíte e tomo um banho frio para me espertar, não posso faltar a faculdade hoje. Até porque, deve ser a única coisa boa que tenho nessa merda de vida, poder fazer que eu mais amo. Ser designer digital

 - Bom dia Suga – diz Sun hee quando me vê chamando-me pelo apelido que me deu, nunca entendi o significado dele

- Bom dia – respondo sorrindo e seguindo para a sala de aula. Em dois meses que frequento esse lugar, e ela parece ser a única que sabe da minha existência, além dos funcionários e de alguns professores. Não que isso me incomode, na verdade até prefiro.

- Chegou cedo hoje Suga – diz o professor Namjoon, ele dava aula de inglês. Não que eu quisesse de fato aprender, mas fui obrigado já que mexo com computadores e tecnologia

- Acredite professor, foi apenas pelas circunstâncias

- Amo seu humor logo pela manhã, ou melhor, a falta dele – disse enquanto ria e se sentava na cadeira para esperar os outros alunos

Reviro os olhos e deito a cabeça na carteira. Que saco, detesto inglês. Eu seu, eu sei, o inglês é importante para o mundo e você precisa ser fluente se quiser ser alguém na vida e blábláblá. Na boa, quem inventou essa merda deve ser perseguido por formigas todo dia de tanto cú doce

Horas se passaram até sermos liberados para as aulas práticas. Como o curso que estou fazendo é de Designer, que cada sala tem um computador. Mas tem uma em especial que sempre foi mais reservada do que as outra, é pra lá que eu vou.

- Ae Suga, chegou mais tarde hoje – diz o cara que abre a sala. Praticamente só ele tem a chave, e como a sala quase não é usada tive que fazer umas chantagens por ai para convencê-lo a abri-la para mim

- Pois é Sr. Yeon Kun, é que hoje o monstrão (apelido carinhoso para o querido professor Nanjoom. Ok, parei com as ironias) resolveu me dar umas aulas a mais porque, de acordo com ele, meu inglês é péssimo

O velho solta uma risada estranha e comenta

- Meu Deus, vocês são quase como pai e filho. Meus filhos também viviam reclamando quando eu pegava no pé deles

- Eu hein, afasta essa boca pra lá. Mal aguento ter que ver ele quase todos os dias na faculdade, quanto mais ter que conviver com ele em casa também

Após minha declaração, sigo até o penúltimo computador da sala. A minha frente estava um belo jovem uniformizado e de cabelos loiros, ele parecia tenso enquanto teclava furiosamente no celular. O que será que está acontecendo? Bom, seja o que for, não é da minha conta. Dando de ombros ligo a máquina disponível que estava em cima da mesa, mas percebo uma coisa estranha. Escuto um ruído forte vindo da mesma e percebo que a tela começara a piscar como se tivesse vontade própria. Que merda que tá acontecendo? penso. Até que do nada o computador começou a soltar fumaça

Puta que pariu, essa porra vai explodir. Rapidamente me abaixo e espero pelo pior, será que dá tempo deu fazer meu testamento? Mas nada acontece.

Intrigado olho para cima e vejo o mesmo rapaz de cabelos dourados agachado perto de mim, tirando a tomada do lugar. Assustado eu pergunto

- Que merda tá acontecendo? Você viu também? A máquina tava quase pegando fogo.  E se ela explodisse?

- Ei moço, calma. Foi só um curto circuito. Quase todos os computadores dessa sala estão com defeito, por isso estou aqui

- Quem é você? Nunca o vi aqui antes – digo já mais calmo e curioso com o surgimento do menor

- Prazer, sou Park Jimin – ele me estende a mão e dá um sorriso que fazia com que seus olhos desaparecessem. O cumprimento de volta por educação, mas a verdade mesmo era que eu queria que ele levanta-se daquele maldito chão e arrumasse logo o computador.

- Então, quando poderá finalizar o serviço?

- Ainda não sei. São muitos computadores e eu sou só um

- Por que não pediu para contratarem mais pessoas? Seria muito mais fácil- e mais rápido para que eu pudesse usar a máquina também, pensei

- E dividir a grana? Não mesmo. Sozinho é melhor – ele responde rindo. Sério, como esse garoto consegue estar sempre rindo?. Mal cheguei e já estou quase morrendo de tédio e frustração

- Então nos encontramos novamente Park Jimin

Olhamos para trás ao mesmo tempo e logo fitamos ao cara um pouco (tá, bem mais alto que nós) focando no loiro de uma forma tão intensa que não me surpreenderia se abrisse um buraco em suas bochechas gordinhas

A presença do outro não me causava nada além de indiferença, mas o menor de nós parecia feito de cera, pois estava pálido ao extremo e mal parecia respirar. Se não fosse pelo suor descendo constantemente por sua testa, eu com certeza o confundiria com uma obra de mármore. Minutos torturantes se passavam até que eu tomasse uma atitude e o chama-se, só para conferir se ele estava bem, mas o mesmo só assentiu e voltou a se ajoelhar, como se quisesse se esconder, enquanto o outro nada fazia senão apenas olhá-lo como se fosse um animal prestes a atacar sua presa encurralada entre os monitores dos computadores.

- Não tente se esconder Park – diz ele se aproximando lentamente – eu te achei. E dessa vez você não vai fugir

Mas o merda que tá acontecendo? Em um segundo o pequeno estava todo sorridente, agora mal levanta a cabeça para encarar o grandão.

- Ei amigo, não é por nada não, mas caso não tenha percebido o cidadão aqui quer trabalhar e eu quero usar essa droga de PC. Então por que não nos poupa tempo e serviço e vá dar uma volta?. Depois você fala com ele

- Não estou falando com você branquelo, fica na tua.

- Escuta aqui, eu não te conheço e até o momento eu estava pouco me lixando para sua existência, mas se não der o fora daqui agora, juro que quebro isso que você chama de cara. Não admito que ninguém seja ignorante comigo, entendeu?

- Conseguiu arrumar alguém pra te proteger né Jimin? Que covarde

- AGORA É SÉRIO CARA, SAI DAQUI – grito o empurrando

- VOCÊ VAI SER SÓ SEU BRANQUELO DE MERDA – grita ele me empurrando em seguida

- PAREM COM ISSO AGORA! JUNGKOOK, SAI DAQUI. FALO COM VOCÊ DAQUI A POUCO

Viro-me na mesma hora incrédulo. É sério que ele ainda vai falar com esse muleque? Posso até não conhecê-lo, mas fala sério, qualquer um em plena consciência não daria moral pra esse encrenqueiro desgraçado

- Me encontre ás 17h em frente ao portão principal – diz Jungkook antes de sair, para minha felicidade

- Obrigado – diz ele em um sussurro quase inaudível

- Disponha. Mas não fiz por você – digo, em seu mesmo tão de voz, seco

- Eu sei. Jungkook tem o poder de tirar qualquer um do sério

Apenas assenti para o pequeno sorriso que ele me lançara

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Um longo tempo se passou para que eu pudesse sair da faculdade para ir para o meu trabalho, mesmo com a raiva e o cansaço irradiando em cada fibra do meu ser.

Raiva principalmente porque tive que ir para a sala do Taehyung. Sério, aquele garoto nunca cala a boca? A cada segundo que passava, lá estava ele fazendo perguntas e objeções sobre o projeto que está desenvolvendo e eu, como o único presente no recinto, tive que ficar ouvindo toda hora e seu grosso timbre ressoando em meus ouvidos e, diga-se de passagem, me causando cansaço mental.

O céu já estava quase escurecendo quando consegui pegar o busão, fazendo-me lembrar do Jimin que iria encontrar o Mr. Ignorante, bom, é uma pena que eu me importo. Só sei que se eu chegar atrasado no café, provavelmente, vou ouvir um monte do Hoseok, meu querido assediador. Nossa, como eu amo sentir seus olhos praticamente cavando buracos em minhas nádegas enquanto faz pequenos gestos com a língua em sua bochecha, simulando um boquete, ou quando finge se machucar de propósito só para fazer sons de gemidos. Aff, um dia vou comer ele só pra ver se para de me encher o saco.

- Yoongi-ssi, tá atrasado hoje – diz ele assim que entro no estabelecimento

- Desculpa, não foi minha intensão, o ônibus demorou hoje

- Você fica tão fofo se desculpando

Ele se aproxima de mim passando a língua nos lábios umidecendo-os. Mais essa agora.  Já que estar na chuva é pra se molhar, não vai me custar nada dar o que ele tanto quer. Olho para os lados para conferir se estamos a sós e rapidamente o puxo e colo minha boca na sua em um beijo afobado, só parando quando o ar nos faz falta. Assim que nos afastamos, vou para porta dos fundos para colocar meu uniforme como se nada tivesse acontecido, espero que agora ele me dê um descanso


Notas Finais


Espero que tenham gostado


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